“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Depois de precarizar, Secretaria de Saúde recebe possível sugestão para terceirizar Pediatria do Gama

Segunda, 14 de maio de 2018
Do SindSaúde
Imagen: Peter Neylon

Depois de causar o caos na Pediatria do Hospital Regional do Gama, eis que surge o real motivo para o desmonte. Coincidentemente, logo após o desmantelo e precarização no atendimento infantil na região, a Secretaria de Saúde recebeu na última quinta-feira (10), uma espécie de carta do escritório de advocacia que representa a empresa Intensicare, aquela mesma terceirizada que gerencia o Hospital de Santa Maria.

Num documento de 82 páginas (CLIQUE AQUI E ACESSE), a empresa critica a Secretaria de Saúde por usar “suposta” determinação judicial. No caso, a decisão seria para convocar concursados, com objetivo de administrar os leitos de UTI de Santa Maria, e assim, dispensando posteriormente os serviços terceirizados.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

ESTATUTO DO IHBDF é homologado na calada da noite! Mais um GOLPE de Rollemberg!

Quarta, 16 de agosto de 2017

Do SindSaúde


O documento foi publicado agora há pouco (16/08) mais uma edição extraordinária do Diário Oficial do DF.

Em mais uma ação furtiva, no silêncio incriminador dos atos reprováveis, Rollemberg homologou o Estatuto do Instituto Hospital de Base, que teria sido aprovado em reunião do Conselho de Administração, no dia 15/08/2017, ou seja, ontem.

[Clique na imagem para ampliá-la']


O açodamento do governo em emplacar esse Instituto em regime de urgência reforça toda a desconfiança de seu caráter nefasto!

Cadê a ata dessa reunião? Onde ela foi realizada? Quem participou dela? E a votação para escolher os outros membros do conselho que ocorrerá nos dia 18 e 19/08, é fictícia?

Durante a votação e aprovação do projeto que criou o Instituto, os deputados distritais que aprovaram a proposta asseguraram que tudo iria transcorrer sob a égide da legalidade e transparência. E agora, senhores parlamentares, onde estão vossas excelências para fiscalizar essa farra com a saúde pública?

"Esperamos que o Ministério Público e os órgãos de fiscalização e controle tomem providências imediatas para coibir essa bandalheira. Os indícios de ilegalidade estão visíveis nesses atos escusos. Só não ver quem não quer!", dispara Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

O SindSaúde irá buscar a tutela judicial para barrar esse esquema que se desenha na saúde do DF!

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Rollemberg sela futuro sombrio para o Base

Segunda, 3 de julho de 2017
Do SindSaúde
O governador sancionou projeto que transforma o maior hospital da capital em instituto
Contrariando servidores, sindicatos, órgãos de controles, inclusive federais, e até mesmo o segmento religioso, o governador Rodrigo Rollemberg sancionou nesta segunda-feira (3) o projeto de lei n° 1486/2017, que vende o Hospital de Base (HBDF) à terceirização, transformando-o em instituto. O chefe do Executivo, no entanto, não é o único com as mãos sujas. Treze parlamentares pactuaram e proporcionaram um destino incerto para a saúde pública do DF.

Rollemberg, o ‘socialista’, sancionou hoje (3/7) a famigerada lei que transforma o Hospital de Base em ‘instituto’; e o MPDF, entra ou não entra com ação direta de inconstitucionalidade?

Segunda, 3 de julho de 2017

Parlamentares, partidos, sindicatos, cidadãos, dizem que entrarão com ações na Justiça contra a famigerada lei da precarização do HBDF. Uns, com ação direta de inconstitucionalidade. Outros, com ações populares.


A vergonhosa lei que precariza, terceiriza, quarteiriza, 'quinteiriza' os serviços de saúde prestados pelo histórico Hospital de Base do DF, o HBDF, foi sancionada nesta segunda-feira (3/7) pelo governador ‘socialista’ (atentem para as aspas, por favor) de Brasília.

Lembremos que no dia 20 de junho, data da votação em que foi aprovado —transformando-se em lei— o nefasto projeto de lei nº 1.486/2017, de autoria do ‘socialista’ (entre aspas. Atentem sempre que  este socialista aí está entre aspas), foi publicada uma edição suplementar do Diário Oficial do DF. Nas páginas dois, três e quatro do DODF constate que há um caminhão de nomeações no mínimo estranhas. Dizem que de apadrinhados, afilhados, peixinhos, de alguns dos distritais que ‘acabaram’ sendo convencidos a votar pela aprovação do descabido PL. Seria bom todos os distritais que aprovaram a lei do instituto do HBDF viessem a público negar, nome por nome, que os indicados não são seus. Não vale mentir.

Chilique
Mais uma vez um chilique. Se em discurso na Ceilândia o governador ‘socialista’ já havia ‘chilicado’ quando falou do ainda PL da precarização do HBDF, hoje (3/7) pela manhã, após sancionar a lei, voltou a espumar, acredita-se que com a intenção de jogar para a direita. A medida que sua imagem se desgasta na esquerda e até no centro, ele toma atitudes e palavras que agradam à direita mais retrógrada do DF. Se isso vai resultar em voto, só as urnas em 2018 dirá.

Não é que ele, um ‘socialista’ do partido que foi de Miguel Arraes, o cearense/pernambucano arretado, um ícone da resistência e da esquerda (a histórica) brasileira, espumou contra os sindicatos e os sindicalistas? E isso porque eles criticam o desastre que é a desadministração da saúde pelo GDF.

Segundo o ‘socialista’ (pelo amor de Deus, caro leitor! Observe que continua entre aspas): “os sindicatos lutam por interesses próprios e não pela população”. E mais baboseira —se o parâmetro considerado for o antigo PSB de Arraes—  falou: “as lideranças sindicais são dispensadas do trabalho e isso causa uma distorção na sociedade.” Que se saiba, nem quando secretário de governo do DF, deputado distrital, ministro da Ciência e Tecnologia, deputado federal e depois senador, o ‘socialista’ (olha as aspas) Rollemberg se referiu a tal distorção na sociedade, essa dispensa de dirigentes sindicais. Dispensa que, por sinal, é prevista em dispositivos legais. Não é nenhum favor. Só agora, passados tantos anos, ele, o ‘socialista’, se insurge, critica, chilica. Por quê? Responda quem quiser.

Durante o tempo em que o projeto de lei da precarização do Hospital de Base esteve em discussão na CLDF, as críticas foram as mais contundentes contra o modelo que o ‘socialista’ (outra vez entre aspas) quer finalmente implantar no HBDF.

As mais distintas entidades, inclusive Ministérios Públicos, entre os quais o de Contas da União, e até mesmo a presidente do Hospital Sarah —instituição que, num dia e no outro também, o governador e o secretario de Saúde do DF apontavam como sendo o modelo a ser imposto ao HBDF— criticou a proposta de Rollemberg. Demonstrou, a presidente da Rede Sarah Kubitschek, Lúcia Willadino Braga,  o erro do governador em querer enquadrar o Hospital de Base dentro de um modelo de outro hospital, este totalmente diferente do modelo do Base.

O que se pretende mesmo, apesar do uso de argumentos pretensamente modernizantes, mas que não passam de modernosos, é não se cumprir a lei das licitações, do concurso público sério, substituindo-o por acochambradas como as que ocorrem em todo o país com os tais ‘institutos’, oscips, OSs, que atacam os cofres públicos na área da saúde.

Agora é esperar que o Ministério Público do DF, os deputados que falavam em medidas judiciais, os líderes sindicais cumpram o que ameaçavam. Ações na Justiça. Em alguns casos, ação direta de inconstitucionalidade. Em outros, ações populares. 

Ah! Uma última coisa. O chefe maior do tal Instituto do Hospital de Base será sempre o secretário de saúde do DF. Nada mais a declarar.

sábado, 17 de junho de 2017

O desespero bate à porta de Rollemberg

Sábado, 17 de junho de 2017
Do Blog do Sombra
O desespero bate à porta de Rollemberg
O (des)Governado Rollemberg, engatilhou a sua metralhadora giratória contra os sindicatos da saúde e os seus representados
Por Marli Rodrigues, SindSaúde Foto: Reprodução/Divulgação/ Wilson Dias/ Agência Brasil
O (des)Governado Rollemberg, engatilhou a sua metralhadora giratória contra os sindicatos da saúde e os seus representados, na manhã de ontem (16), numa solenidade pública de entrega de escrituras, no sol nascente, disparando uma saraivada de mentiras, para uma claque de comissionados e aspones, que aplaudiram freneticamente o seu dono.

O povo ali presente, em quantidade ínfima, estavam mais preocupados em receber suas escrituras do que falar sobre algo que muito deles não compreendem, que é a TERCEIRIZAÇÃO da saúde pública.

Usar palanque político, onde está sendo oferecido algum tipo de benefício é fácil. A plateia é receptiva. Queremos ver Rollemberg soltar a sua retórica num pronto socorro público; numa UPA ou no próprio Hospital de Base.

Queremos ver essa verborragia, cara a cara com os pacientes e os operadores da saúde. Queremos ver se vai convencê-los que o PL 1486/2017, que o transforma o Hospital de Base em Instituto, quarteirizando o atendimento é a solução ideal.

Todos sabemos que pagará os seus "parceiros", contratos a peso de ouro e pretende contratar mão-de-obra, com salário escravo.

Fala-se muito em DESCENTRALIZAÇÃO da gestão e, para isso, omitem o fato de que, muitos serviços já são terceirizados e o atendimento NÃO melhorou. Ao contrário!

Tínhamos há poucos anos, serviços de excelência na oncologia, nefrologia e cardiologia no Hospital de Base.

Aos poucos e na surdina, foram feitos convênios milionários com clínicas de oncologia, nefrologia (para realização de hemodiálise) e com o ICDF (antigo Incor). Ao mesmo tempo, ficamos com profissionais de ponta em cirurgia cardíaca desmotivados e sem campo para atuação. Assim como na Nefrologia e Oncologia e etc.

E como estão as filas de hemodiálise, radioterapia, quimioterapia e cirurgias do coração na SES? Enormes.

Pacientes morrendo pelo descaso do secretário que terceiriza esses serviços, com o argumento de melhorar o atendimento, dando celeridade aos tratamentos. Mais uma mentira deslavada.

O caos aumentou. Os óbitos pela desassistência também. E, ninguém tem coragem de falar para a população que isso vem ocorrendo porque, de quando em vez, os atendimentos são SUSPENSOS por falta de pagamento.

É isso que vai acontecer no Hospital de Base. Só que agora, em vez de morrer somente os pacientes com câncer, nefropatas e cardíacos, todas as especialidades serão atingidas. A hora que acabar o dinheiro, acaba a assistência. Alguém quer arriscar, com um governo notoriamente "caloteiro"?

Não há mágica. E o povo NÃO é burro! Se não há dinheiro para pagar os fornecedores no modelo atual, o que mudará com o novo? A simples mudança de nome fará brotar dinheiro para a saúde?

Ninguém é tolo, governador! O povo já sabe qual a sua intenção. E também a dos deputados que estão defendendo essa idéia. Não estão pensando no paciente.

Acha que a rejeição ao seu governo, apontada em todas as pesquisas, sendo que a última aponta quase 100%, é culpa dos sindicatos?

Discursinhos pautados na mentira, aplaudida por seus apoiadores não vai reverter esse quadro. É melhor começar a trabalhar com seriedade e eficiência. Deve achar que o bom de ter uma rejeição em sua totalidade é que não tem mais como piorar, né? Errado. Se continuar nesse caminho torto, pode ser o terceiro governador do DF, a ser preso.

Essa baixa popularidade é culpa sua e dos seus comandados, tanto no executivo, quanto no legislativo, por sabotarem as prioridades que a sociedade necessita em detrimento dos interesses de seus "amiguinhos" e financiadores de campanha.

Sabemos que você é LEAL ao seu grupo. Aliás, parece que até a Polícia Federal (PF) anda desconfiando.

Vossa Excelência age como um déspota, tentando massacrar com seu poderio, os que lhe opõem e enfrentam.

Mas, isso não assusta sindicalista e servidor da saúde. Estamos acostumados a enfrentar a MORTE em nosso labor diário e vencê-la, muitas vezes, apesar das adversidades. Não será um filhinho de papai birrento e descompensado que irá nos tirar de nosso eixo.

Quando precisou de apoio para ser senador e governador, achou nosso apoio qualificado e importante.

Hoje, com sua máscara no chão, tenta nos denegrir e jogar a população contra a gente. E, mais ainda, tenta "separar" "Sindicatos" de "Servidores". Bem se vê que não conhece nada sobre os guerreiros da saúde. As entidades encamparam a luta deliberada pela categoria. Estamos juntos & misturados!

A verdade virá à tona. A sua real intenção será desnudada. Os seus financiadores de campanha podem ser os próximos a fazer delação premiada. E aí, a jiripoca vai piar para o seu lado!

Temos visto que seu esquema é forte. A ponto de um promotor de Justiça, defender, apaixonadamente, essa indecência de projeto do Instituto Hospital de Base, contrariando todos os outros promotores e procuradores que vêem com muita preocupação essa medida.

A mídia lhe favorece de modo escancarado, vendendo ilusões e sonhos, à população incauta. Mas, eles serão os primeiros a denunciar os desvios e a corrupção. Isso nos consola.

Concordamos em um ponto central: a saúde não pode mais continuar como está.

E, existe sim uma solução viável, legal e justa. Temos um modelo de sucesso, funcionando no DF e que é totalmente descentralizado: a FUNDAÇÃO HEMOCENTRO.

Porque não adotar o mesmo modelo para as unidades de saúde? É isso que o CSDF aprovou em consonância com a 9° conferência de saúde, ou seja, uma gestão descentralizada e totalmente pública.

É isso o que defendemos. O SUS é a maior conquista do povo brasileiro e não podemos aceitar e ser coniventes com governantes aventureiros, de um mandato só, desmontar o que levou anos para ser construído.

Estaremos no embate em defesa da saúde pública, até nosso último suspiro.

Temos consciência que seus "benfeitores" estão cobrando a fatura, mas, não seremos omissos assistindo o comércio de vidas, vendendo o HBDF.

O SINDSAÚDE​ passou por vários confrontos ao longo de sua existência.

Principalmente contra gestores e governos ditos de "direita". Causa-nos profundo constrangimento que, um governador, eleito sob a bandeira (dita) socialista, que sempre foi aliado dos partidos de esquerda, nascedouro dos movimentos sociais e sindicais, tenha se transformado em nosso pior algoz. A mão pesada, cruel e ao mesmo tempo, incompetente desse socialista deixará uma marca indelével em nossas lembranças.

ROLLEMBERG, nunca mais!

Mas, enquanto estiver por aí, enquanto as delações não lhe alcançam, estaremos aqui, para lhe dizer:

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Proposta descentraliza recursos do Hospital de Base e proíbe administração por “Organizações Sociais”

Quinta, 15 de junho de 2017
Do Blog do Sombra
Proposta descentraliza recursos do Hospital de Base e proíbe administração por “Organizações Sociais”
A proposta descentraliza os recursos e dá mais autonomia para os gestores do hospital usarem os recursos públicos. Além disso, deixa claro que não pode ser entregue nas “mãos de Organizações Sociais”, como o governo almeja.

Assessoria de Comunicação do deputado distrital Chico Vigilante
O deputado distrital Chico Vigilante (PT) apresentou uma proposta alternativa ao projeto Nº 1486/2017, do Poder Executivo, que cria o Instituto Hospital de Base. A proposição foi lida no plenário da Câmara Legislativa pelo próprio parlamentar, na tarde desta quarta-feira (14), depois do amplo debate entre os deputados pós e contra a criação do instituto.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Instituto Hospital de Base: Bom para o DF ou jogo de cartas marcadas?

Política Distrital
POR KLEBER KARPOV · 13 DE JUNHO DE 2017


Para se tentar acabar com o caos da saúde pública do DF, aposta na melhoria do HBDF pode se tornar uma grande armadilha à Saúde do DF

Por Kleber Karpov

As cartas estão na mesa e o Projeto de Lei (PL) 1.486/2017, de autoria do Executivo, que institui o Instituto Hospital de Base do DF (IHBDF), pode ser apreciado nessa terça-feira (13/Jun), na Câmara Legislativa do DF (CLDF). O tema divide opiniões além de gerar debates que apontam, além de suposta inconstitucionalidade do PL,  a possiblidade de, os deputados distritais endossarem o início de um processo de terceirização da saúde pública do DF, sem precedentes.

De um lado, entidades sindicais, servidores, membro do Tribunal de Contas da União (TCU), conselhos regionais de Medicina e de Enfermagem, ex-gestores e instituições ligadas à Saúde, se posicionaram contrários ao PL. Do outro, o governo, parte do ‘controle social’, representado pelo Conselho de Saúde do DF (CDSF) e, para a surpresa de muitos, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), defendem a conversão do HBDF em instituto.

Atropelo

Um dos pontos controversos foi a rapidez com que o PL tramitou em algumas comissões da CLDF. Em manobra da base do governo na CLDF, dois dias após o governador do DF, o socialista, Rodrigo Rollemberg (PSB) encaminhar proposta à CLDF, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS)(15/Mar) deu parecer favorável ao PL, sem quaisquer discussões aprofundadas sobre a minuta.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Terceirizar a saúde é a meta do GDF

Sexta, 2 de junho de 2017
Do SindSaúde


Terceirização indireta?

Por Jurana Lopes
Contrato com clínicas credencias é a forma que GDF encontrou para terceirizar aos poucos a saúde pública do DF. Nesta semana, foi a vez de contratar serviços de oftalmologia

Aos poucos e de maneira discreta, o Governo do Distrito Federal tem terceirizado cada vez mais a saúde pública ofertada no DF. Ao invés de diminuir a quantidade de clínicas e serviços credenciados, investir na saúde pública e ampliar o atendimento, a cada nova resolução, o GDF aumenta o número de clínicas credenciadas. Ou seja, uma terceirização indireta do sistema.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Privatização dos serviços e gestão do Hospital de Base passa em Comissão da CLDF. Agaciel Maia (PR) e Delmasso (Podemos) [podemos o quê?] votaram a favor. Celina Leão, contra. Roberto Negreiros se omitiu de votar. Mas ainda tem jogo

Segunda, 8 de maio de 2017

Da CLDF


sábado, 6 de maio de 2017

Na CLDF, Seminário de faz de conta para "promover a ideia de privatizar o Hospital de Base"

Sábado, 6 de maio de 2017
Com direito a grupos de trabalho, seminário para debater futuro do Hospital de Base virou palco para apoio a proposta do governo.

Seminário de faz de conta

Do SindMédico/DF

Um seminário cujo objetivo único era promover a ideia de privatizar o Hospital de Base. Assim foi o suposto debate na Câmara Legislativa, nesta sexta-feira (05), acerca do projeto n° 1.486/2017, que transforma o maior hospital público do Distrito Federal em instituto.

Entre os palestrantes convidados, claro, estava o próprio secretário de Saúde, Humberto Fonseca, o ex-ministro da Saúde, José Agenor e o assessor da escola Fiocruz de Governo, Armando Baggio. Os três, conforme matérias veiculadas na imprensa local, têm histórico de envolvimento em irregularidades.

“O seminário apenas deu palco para a proposta do governo”, avaliou o presidente do SindMédico-DF, Gutemberg Fialho, ao sair do evento. Durante o seminário, o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, voltou a falar que o SUS é um modelo falido. “Não tenho dúvida”, ressaltou.

Obviamente, foi o próprio secretário de Saúde quem falou sobre as supostas benfeitorias da privatização do Hospital de Base. Para convencer a plateia, inclusive, ele levou slides apontando a diferença entre órgão autônomo; autarquia federal; fundação estatal; empresa pública “social”; serviço social; organização social e privatização.

Antes, porém, da fala ensaiada de Humberto Fonseca, coincidentemente, o ex-ministro da Saúde, José Agenor, discursou sobre os desafios do SUS no DF. Também guiado, claro, pelo destino que o levou até o Seminário “por acaso”, ele destacou a importância de debater novos modelos de gestão, o financiamento da saúde e a necessidade de expansão da Atenção Primária.

Ao falar sobre o tema “A descentralização e seus desafios”, Armando Raggio, que em 2000 foi acusado de uso indevido de dinheiro do Sistema Único de Saúde (SUS), à frente da gestão da Saúde do estado do Paraná, defendeu que toda a descentralização ocorra “ao mesmo tempo” no sistema.

O presidente do Conselho de Saúde do DF, Helvécio Ferreira, substitui à mesa o coordenador da assessoria técnica do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Nilo Bretas.

Após as palestras, representantes de sindicatos, da sociedade civil e o promotor de Saúde do DF, Jairo Bisol, puderam participar da discussão. Cada um com cinco minutos para a fala. Nesse momento, o vice-presidente do SindMédico-DF, Carlos Fernando da Silva, destacou, entre outros pontos, que, desde o início de sua gestão à frente da SES-DF, Humberto Fonseca tem feito verdadeiras “presepadas”. E concluiu: “secretário, pede para sair”.

O ex-secretário de Saúde Jofran Frejat esteve no seminário, também se posicionou contrário à proposta de privatizar o HBDF e defendeu o SUS.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

CLDF adia novamente apreciação do projeto que cria o prejudicial Instituto Hospital de Base do DF

Quarta, 19 de abril de 2017

Da CLDF
A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa se reuniu na manhã de hoje (19) para apreciar várias proposições de sua pauta, com especial destaque para o PL nº 1.486/2017, do Poder Executivo, que cria o Instituto Hospital de Base do DF. Com a presença dos deputados Wasny de Roure (PT), Reginaldo Veras (PDT) e Raimundo Ribeiro (PPS), além de dezenas de servidores do maior hospital do DF, havia a expectativa de que o projeto, cujo parecer deveria ter sido votado na reunião anterior, fosse apreciado hoje. A tramitação, porém, foi novamente adiada.

A postergação da análise do projeto se deu porque o relator da matéria na CESC, deputado Juarezão (PSB), não compareceu à reunião. "A exemplo da última reunião, o relator não compareceu. Quero esclarecer que esta é a única comissão da Casa em que a matéria ainda não foi votada. Minha decisão, enquanto presidente da comissão, é de levar a matéria para votação na próxima reunião, esteja o relator presente ou não", afirmou o presidente Wasny de Roure.

O deputado Raimundo Ribeiro (PPS) advertiu que há possibilidade de votação do parecer da comissão em plenário e chegou a propor a retirada do projeto da pauta até que o relator esteja presente para votação de seu parecer, mas a proposta foi rejeitada pelo presidente da CESC. "A tramitação na comissão é extremamente importante, pois é aqui que temos a oportunidade de debater a matéria em detalhes, inclusive com a participação dos interessados. Não abro mão da votação deste projeto na comissão, e levarei essa posição ao presidente da Casa", garantiu Wasny de Roure. 


Éder Wen - Coordenadoria de Comunicação Social

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Duelo ao pôr do Sol. Presidente do Conselho de Saúde do DF critica deputados e os desafia para um debate e é chamado de pelego pelo distrital Wellington Luiz, presidente da CPI da Saúde, e que aceitou a briga

Quinta, 6 de abril de 2017
Imagem do filme 'Duelo ao pôr do sol'

“Até porque até agora ele me parece apenas como um pelego, nada além de um pelego.” (do Wellington Luiz)

O presidente do Conselho de Saúde, Helvécio Ferreira, em sua gravação distribuída profusamente pelos grupos de WhatsApp, chama de circo as audiências públicas.

Seria o público os palhaços?

Mas o bom mesmo, se é que isso é realmente bom, é ouvir duas gravações. A primeira, de Helvécio Ferreira, presidente do Conselho de Saúde do DF, onde estaria por conta de sua indicação como representante do gestor, isto é, do governo. Verdade que há críticas por ele ocupar (segundo duelos no WhatsApp) um cargo de confiança na Secretaria de Saúde.

O segundo áudio é o do presidente da CPI da Saúde, deputado Wellington Luiz. A CPI da saúde e aquela que é bombardeada pela base do governador na Câmara Legislativa do DF.

Vamos ouvir nos áudios abaixo as críticas, os desafios entre os dois, enquanto o duelo ao pôr do sol esta sendo aguardado ansiosamente por todos.






Clique aqui, veja reportagem do DFTV e conclua se o presidente do Conselho de Saúde do DF é ou não a favor da privatização dos serviços do Hospital de Base do DF. Privatização através do tal 'Instituto'. Uma OS com maquiagem.


http://g1.globo.com/distrito-federal/dftv-2edicao/videos/t/edicoes/v/gdf-desiste-de-parceria-com-organizacoes-sociais-para-melhorar-atendimento-medico/5724407/

terça-feira, 21 de março de 2017

CLDF: "Instituto" Hospital de Base —uma privatização camuflada da saúde pública— já recebeu os votos dos pastores Júlio César (PRB) e Rodrigo Delmasso (Podemos), além dos distritais Agaciel Maia (PR) e professor Israel (PV)

Terça, 21 de março de 2017
Privatização dos serviços de saúde

As duas votações foram na manhã desta terça (21/3)

Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o Projeto de Lei teve o parecer favorável do relator, deputado pastor Júlio César (PRB). E  também o voto do pastor Rodrigo Delmasso.

--> Já na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), o projeto que privatiza de fato os serviços do HBDF recebeu os votos favoráveis dos deputados Agaciel Maia (PR), do professor Israel (PV) e, novamente, do pastor Júlio César (PRB). O único que votou contra a privatização dos serviços foi o distrital Reginaldo Veras, do PDT.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Sobre o 'instituto' do HBB, mais uma falsa garantia do governo Rollemberg

Quarta, 16 de março de 2017
Do SindSaúde

"Nenhum servidor do Hospital de Base terá perda salarial ou de gratificações", garantiu Humberto Fonseca, secretário de Saúde, aos servidores. Na última quinta-feira (16), o medo da retirada de conquistas e a incerteza de como será a administração foram algumas das perguntas dos profissionais ao governo. 
Mais uma vez o governo tenta lubridiar os servidores da Saúde com o discurso de que o novo modelo não terá um manual próprio de contratação e gestão de pessoas. “Todos nós sabemos como vai funcionar. Funcionários celetistas devem ocupar o quadro do hospital, assim como funciona em todo Instituto. Ou agora, o secretário lançou um modelo inovador?”, questionou Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

quarta-feira, 15 de março de 2017

SindSaúde: Assembleia geral declara guerra às portarias e instituto no Hospital de Base

Quarta, 15 de março de 2017
Do SindSaúde

Em Assembleia a categoria do SindSaúde declarou, na manhã desta quarta-feira (15), guerra aos desmandos e imposições que visam destruir a saúde pública do Distrito Federal. As portarias 77, 78 e 94 foram execradas pela categoria. Além disso, a reforma da previdência foi reprovada por unanimidade. Servidores ainda repudiaram o governador Rodrigo Rollemberg e ao secretário de Saúde, Humberto Fonseca.

terça-feira, 14 de março de 2017

Deputado Wasny questiona projeto que transforma Hospital de Base em instituto

Terça, 14 de março de 2017
Por Wasny de Roure, deputado distrital PT

O governo, que não logrou êxito na implantação das Organizações da Saúde (OSs), agora apresenta um outro modelo de gestão em que delega o controle ao mesmo autor, o Estado. A proposta reveste-se em nova roupagem a antiga e nefasta prática das OSs.

O projeto, que foi entregue pessoalmente pelo governador Rodrigo Rollemberg aos presidentes das Comissões Permanentes da CLDF, na manhã desta terça-feira (14), quer transformar o Hospital de Base (HBDF) em Instituto e, assim, se libertar das amarras impostas pela Lei de Licitações (8.666) e pelas regras de contratação de servidores públicos. Em síntese é mais uma tentativa de terceirização do serviço público no DF.

Existe uma série de dúvidas que devem ser sanadas. Para isso defendemos um amplo debate em defesa do SUS (Sistema Único de Saúde), do concurso público, com servidores prestando serviço de qualidade, com processo de licitatório transparente e eficiente e na modalidade de pregão eletrônico.

A proposta em contratar “organizações sociais” (Institutos) fora dos limites das despesas de pessoal é uma afronta aos servidores públicos que se encontram em mora em seus direitos trabalhistas já aprovados em lei. O entendimento em contratar as organizações sociais “por fora” afasta o DF cada vez mais da possibilidade em quitar os passivos remuneratórios com as categorias que foram prejudicadas. Ainda mais grave seria a possibilidade em efetivar novos contratos, com clara quebra de cronologia de direitos, criando tratamento diferenciado às organizações sociais em detrimento aos servidores públicos do DF.

Deve-se levar em conta, que será a Câmara Legislativa, em última instância que vai decidir no plenário, sobre a aprovação ou não. O projeto representa risco já que desqualifica o serviço público progressivamente. Portanto temos que aprofundar o debate e reformular o projeto.

Deputado Wasny de Roure (PT-DF)