“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Centrais promovem “Ocupa Brasília” contra as reformas

Quinta, 4 de maio de 2017
Movimento exige o fim da tramitação dos projetos que interferem na Previdência e nas leis trabalhistas

Da CUT Brasil
As Centrais Sindicais anunciaram, na tarde desta quinta-feira (04), em São Paulo, mais uma nova iniciativa de pressão contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. As entidades divulgaram a semana “Ocupa Brasília”, que acontecerá entre os dias 15 e 19 de maio.

Reforma que rasga a CLT chega ao Senado

Quinta, 4 de maio de 2017
Agora, como Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017, a nefasta reforma trabalhista chega ao senado e já foi tema da primeira sessão do plenário de maio nesta terça (3), quando foi debatida sua tramitação na Casa. A previsão é que a medida passe pelas comissões e seja votada em 30 dias.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

PSOL protocola ação no STF para reverter votação da urgência da reforma trabalhista

Segunda, 24 de abril de 2017
Da Liderança do Psol na Câmara dos Deputados

Proposta está na pauta desta semana e significa perda de direitos para os trabalhadores brasileiros. PSOL irá obstruir.

O PSOL protocolou nesta segunda-feira (24) no Supremo Tribunal Federal (STF) Mandado de Segurança para reverter a aprovação da urgência do projeto que trata da reforma trabalhista, ocorrida na noite da quarta-feira (19).

Foi mais uma manobra da Presidência da Câmara com aval do governo federal.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Temer começa a reforma trabalhista: É preciso uma reação dura para defender os direitos dos trabalhadores

Quinta, 22 de dezembro de 2016
Por Zé Maria, metalúrgico e presidente nacional do PSTU
Foto Agência Brasil

O presente de Natal de temer para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras não poderia ser pior. Baixou, por Medida Provisória, um conjunto de medidas que são já, na verdade, uma verdadeira reforma trabalhista que coloca na berlinda os nossos direitos.

A MP permite aumento da jornada diária de trabalho, fortalece o sistema de contratação temporária, precarizando ainda mais as condições de trabalho e institui a prevalência do “negociado sobre o legislado”. Esta é, talvez, a medida mais grave que consta da MP. Ela disponibiliza para negociação coletiva direitos que os trabalhadores, hoje, têm garantidos em lei.