Do MPT no DF e no Tocantins
O subprocurador-geral do Trabalho Enéas Bazzo Torres e a
procuradora regional do Trabalho Edelamare Melo, do Ministério Público do
Trabalho (MPT), interpuseram Agravo requerendo a reconsideração da suspensão
concedida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede a contratação
de concursados da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF).
Na argumentação, os procuradores explicam que a substituição de terceirizados e comissionados por aprovados em concurso público não causará prejuízo no limite máximo que o Governo do Distrito Federal (GDF) está submetido na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
A procuradora Marici Coelho de Barros Pereira, atual
responsável pela Ação Civil Pública, afirma que o gasto com vigilantes
terceirizados é maior do que seria com os concursados da área de segurança. Ela
ainda explica porque não procede a informação de que a Decisão Judicial em 1ª
instância iria extrapolar os limites previstos na Lei de Responsabilidade
Fiscal.
