Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

MPF Cidadão 30 anos: situação das mulheres no sistema prisional é debatida em evento na PGR

Quarta, 28 de fevereiro de 2018
MPF Cidadão 30 anos: situação das mulheres no sistema prisional é debatida em evento na PGR
Do MPF
Iniciativa terá participação da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e da presidente do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia
Discutir as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no sistema prisional brasileiro, a necessidade de estruturas material e assistencial específicas para atender às particularidades do gênero e os direitos previstos em lei e ainda não garantidos às detentas. Com esses objetivos, o Ministério Público Federal (MPF) promove, no dia 6 de março, o evento “A mulher no Sistema Prisional Brasileiro”. A iniciativa integra o projeto MPF Cidadão 30 anos no âmbito da Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional (7CCR/MPF).

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Números não apontam benefícios nas cadeias com participação privada

Terça, 17 de janeiro de 2017

Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo

Mesmo defasados, dados oficiais indicam mortalidade maior nos presídios da gestão privada; presença das empresas no setor prisional ainda é tímida
Um dos grandes problemas quando se fala do sistema penitenciário é a falta de dados atualizados. Quando apresentou um plano nacional de segurança para dar uma resposta à matança nos presídios, neste mês, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou que não há registro sobre a quantidade de presos nas penitenciárias brasileiras.
No entanto, existem dados disponíveis do próprio MJ, que foram compilados pelo Departamento Penitenciário Nacional, e o último levantamento é de 2014.

A barbárie e o sistema prisional

Terça, 17 de janeiro de 2017
Da Tribuna da Imprensa Sindical
Por Hélio Duque*


Na Noruega, o neonazista Anders Behring Breivik, no dia 22 de julho de 2011, explodiu um carro bomba matando 8 pessoas no complexo governamental de Oslo. Ampliando a sua ação terrorista, deslocou-se para Ilha de Utoeya, na região oeste de Oslo, onde a sangue frio, carregando metralhadora automática, assassinou 69 pessoas. Eram jovens que participavam do acampamento da Juventude do Partido Trabalhista Norueguês. No julgamento em primeira instância foi condenado a 22 anos de prisão, podendo ter a sentença prorrogável a ser definido pela Justiça de Noruega.