“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 24 de agosto de 2014

Urbanista por Brasília apela a todos para que o Cine Drive-in de Brasília seja salvo. Divulgue o abaixo-assinado nas redes sociais

Domingo, 24 de agosto de 2014

change.org


Um novo abaixo-assinado foi criado na sua região e achamos que você pode se interessar em assiná-lo:

Ouvidoria da Câmara Legislativa do Distrito Federal: Vamos proteger o Cine Drive-in de Brasília!

Urbanistas por Brasília
O Cine Drive-in de Brasília é o último em funcionamento no Brasil mas corre o risco de ser demolido.
Nosso Cine Drive-in foi inaugurado em 1973, possui a maior tela de projeção cinematográfica do país, com 312 metros quadrados e tem capacidade para até 500 carros. Além de uma opção de lazer para famílias, namorados e cinéfilos, nesses 40 anos se consolidou como parte da história da cidade e de seus moradores com um público mensal estimado de 1500 espectadores. Entretanto o autódromo sofrerá grande reforma que traz o risco de desativação e demolição do Cine Drive-in.
A Deputada Distrital Luzia de Paula apresentou o Projeto de Lei 1608/2013, que visa tombar o local, destacando sua localização, importância para a história da cidade, evolução tecnológica e manutenção do charme retrô do cinema, mas infelizmente essa lei até hoje não foi aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.
A aprovação da lei somente protegerá o Cine Drive-in de eventuais interferências ou demolição motivadas pelas obras do autódromo. Isso não implica em gasto público mas dá condições para que o empreendimento, que é privado, se desenvolva e se consolide, possibilitando inclusive se tornar um ponto turístico da cidade.
Essa petição pede que o PL 1608/2013 seja convertido em lei o mais rápido possível para que o Cine Drive-in de Brasília continue fazendo parte de nossa história.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Mais um golpe do GDF. E golpe baixo

Sexta, 27 de junho de 2014
Foto: MAIS UM GOLPE DO GDF

O GDF apresentou dia 25/06,intempestivamente, o PLC 99/2014 e que trata da composição do Conselho de Planejamento - Conplan, cujas atividades estão paralisadas tendo muitas  de suas decisões anuladas. O tão questionado Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico - PPCUB é um deles.O assunto foi à votação em um verdadeiro rolo compressor. A questão foi tão grave que representantes do MPDFT agiram imediatamente no sentido de advertir os parlamentares. O texto do PLC propõe uma nova composição, com escolha prevista de alguns de seus membros conforme regulamentação a ser ainda feita pelo GDF. 

Estranho o fato visto que sempre o Conplan é determinado por meio de Decreto e agora, salvo engano, em um claro golpe jurídico leva a proposta à aprovação dos parlamentares da CL, talvez até para dificultar a ação do Ministério Público que já vem questionando o GDF há muito tempo. 

Prevendo no PLC  o prazo para escolha de alguns de seus representantes até 31 de outubro ele coloca em sua proposta que a atual composição questionada pela justiça permaneça, provisoriamente, atuando na análise de projetos do Governo, ou seja, acelerando aprovações de interesse do Executivo durante os próximos 4 meses. Em sua composição atual apenas 4 ou 5 membros tem se mostrado rígidos em suas intervenções, contrários à projetos danosos à cidade mas sempre vencidos pelo voto dos demais conselheiros que , em geral, votam com o Governo. 

Lastimável que o GDF se aproveite desse momento para tentar mais um golpe contra a sociedade e o interesse público. A proposta foi votada e aprovada em 1º turno mesmo com rejeições de alguns poucos deputados/as mas não foi levada à aprovação em 2º turno. A intervenção do MP deve ter sido fundamental para que isso não ocorresse. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos. 
Publicado originalmente em
https://pt-br.facebook.com/urbanistasporbrasilia?filter=3

E o GDF se movimenta para fazer valer a sua vontade a qualquer preço. Que legitimidade há numa gestão dessas que, contra tudo e todos, impõe suas vontades ainda que judicialmente, moralmente e eticamente questionadas?


MAIS UM GOLPE DO GDF


O GDF apresentou dia 25/06,intempestivamente, o PLC 99/2014 e que trata da composição do Conselho de Planejamento - Conplan, cujas atividades estão paralisadas tendo muitas de suas decisões anuladas. O tão questionado Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico - PPCUB é um deles.O assunto foi à votação em um verdadeiro rolo compressor. A questão foi tão grave que representantes do MPDFT agiram imediatamente no sentido de advertir os parlamentares. O texto do PLC propõe uma nova composição, com escolha prevista de alguns de seus membros conforme regulamentação a ser ainda feita pelo GDF. 

Estranho o fato visto que sempre o Conplan é determinado por meio de Decreto e agora, salvo engano, em um claro golpe jurídico leva a proposta à aprovação dos parlamentares da CL, talvez até para dificultar a ação do Ministério Público que já vem questionando o GDF há muito tempo.

Prevendo no PLC o prazo para escolha de alguns de seus representantes até 31 de outubro ele coloca em sua proposta que a atual composição questionada pela justiça permaneça, provisoriamente, atuando na análise de projetos do Governo, ou seja, acelerando aprovações de interesse do Executivo durante os próximos 4 meses. Em sua composição atual apenas 4 ou 5 membros tem se mostrado rígidos em suas intervenções, contrários à projetos danosos à cidade mas sempre vencidos pelo voto dos demais conselheiros que , em geral, votam com o Governo. 

Lastimável que o GDF se aproveite desse momento para tentar mais um golpe contra a sociedade e o interesse público. A proposta foi votada e aprovada em 1º turno mesmo com rejeições de alguns poucos deputados/as mas não foi levada à aprovação em 2º turno. A intervenção do MP deve ter sido fundamental para que isso não ocorresse. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos.
Foto: MAIS UM GOLPE DO GDF

O GDF apresentou dia 25/06,intempestivamente, o PLC 99/2014 e que trata da composição do Conselho de Planejamento - Conplan, cujas atividades estão paralisadas tendo muitas  de suas decisões anuladas. O tão questionado Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico - PPCUB é um deles.O assunto foi à votação em um verdadeiro rolo compressor. A questão foi tão grave que representantes do MPDFT agiram imediatamente no sentido de advertir os parlamentares. O texto do PLC propõe uma nova composição, com escolha prevista de alguns de seus membros conforme regulamentação a ser ainda feita pelo GDF. 

Estranho o fato visto que sempre o Conplan é determinado por meio de Decreto e agora, salvo engano, em um claro golpe jurídico leva a proposta à aprovação dos parlamentares da CL, talvez até para dificultar a ação do Ministério Público que já vem questionando o GDF há muito tempo. 

Prevendo no PLC  o prazo para escolha de alguns de seus representantes até 31 de outubro ele coloca em sua proposta que a atual composição questionada pela justiça permaneça, provisoriamente, atuando na análise de projetos do Governo, ou seja, acelerando aprovações de interesse do Executivo durante os próximos 4 meses. Em sua composição atual apenas 4 ou 5 membros tem se mostrado rígidos em suas intervenções, contrários à projetos danosos à cidade mas sempre vencidos pelo voto dos demais conselheiros que , em geral, votam com o Governo. 

Lastimável que o GDF se aproveite desse momento para tentar mais um golpe contra a sociedade e o interesse público. A proposta foi votada e aprovada em 1º turno mesmo com rejeições de alguns poucos deputados/as mas não foi levada à aprovação em 2º turno. A intervenção do MP deve ter sido fundamental para que isso não ocorresse. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos. 

















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Leia também:
A Luos não pode ser votada


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Outras opções para a Esplanada

Domingo, 17 de fevereiro de 2013
Publicado originariamente
em Urbanistas por Brasília
Retornando ao tema do Complexo Sub Esplanada, alguns detalhes que estão vindo à tona chamam a atenção de quem está acompanhando o assunto.

Pesquisando sobre o tema nos deparamos com um documento intitulado “Solução para o trânsito da Esplanada dos Ministérios“, de julho de 2010, elaborado por grupo de trabalho composto por representantes do MPOG, Ministério da Saúde, Ministério da Defesa e AGU, dentro da iniciativa denominada Forum SPOA.

Trata-se de um documento bastante fundamentado, originado de um seminário do IPEA, e que traz 5 propostas para melhoria das condições do trânsito na Esplanada dos Ministérios:

1ª Proposta – Estacionamento em local fora da Esplanada dos Ministérios (estádio Mané Garrincha ou outra área);

2ª Proposta -Transporte Funcional (serviço  de  fretamento  ou  transporte  coletivo privado);

3ª Proposta – Flexibilização do horário do servidor público;

4ª Proposta – Horário de trabalho diferenciado por órgão;

5ª Proposta – Garagem subterrânea e estacionamento provisório nas margens do canteiro central da Esplanda dos Ministérios (projeto do escritório Oscar Niemeyer).

É curioso perceber que as obras para garagens ficaram como quinta opção do grupo de trabalho, obviamente por haver outras soluções mais viáveis e menos dispendiosas para serem colocadas em prática. Também é importante notar que a opção por garagens se refere a um projeto bem mais modesto em dois subsolos, feito pelo escritório de Oscar Niemeyer.

Além das propostas apresentadas pelo Forum SPOA, também podem ser estudadas soluções mistas como transporte funcional até os grandes bolsões de estacionamento em torno do Estádio Nacional Mané Garrincha e Ginásio Nilson Nelson, além de soluções mais óbvias como revitalização e redesenho de todos os estacionamentos existentes, dos Ministérios e de seus Anexos, visando o aumento do número de vagas, além da liberação de garagens sub-utilizadas ao menos para pessoas com mobilidade reduzida (portadores de necessidades especiais, gestantes, idosos).

É importante destacar que começam a tomar corpo iniciativas de servidores da Esplanada dos Ministérios para que sejam criadas  ou resgatadas opções de transporte que sejam uma alternativa ao uso do transporte particular. Tais servidores tem se mostrado surpresos com a notícia de que em médio prazo terão que se submeter a  estacionamentos subterrâneos pagos ou então pagarão pesadas multas ao Detran. Os servidores da Esplanada querem as garagens do GDF?

E o que mais dizer do projeto Complexo Sub Esplanada? Aos poucos vamos descobrindo que se originou de um projeto iniciado por volta de 2006, com uma proposta bem mais singela de autoria do escritório de Oscar Niemeyer em dois subsolos para aproximadamente 6000 vagas. Nesse sentido, Carlos Magalhães, ex-sócio de Oscar Niemeyer, em entrevista ao Correio Braziliense criticou as saídas de pedestres do futuro estacionamento, que afetariam o tombamento da capital. “Em qualquer cidade com esse sistema, a pessoa sai do subsolo direto para a rua, sem necessidade dessas construções”, diz.

Ainda segundo ele chama a atenção a falta de consenso entre os diversos órgãos públicos para resolver o problema. “Ninguém está pensando no conjunto. Cada órgão quer resolver o próprio problema e ninguém quer discutir isso como um todo”, avalia. Filha do urbanista Lucio Costa, Maria Elisa Costa preferiu não comentar o projeto, mas defendeu o “silêncio verde” da Esplanada. “Em tese, a proposta é aceitável, desde que não interfira na cobertura, que deve ser toda gramada.”

Outro fator que chama a atenção é que essa proposta do Complexo Sub Esplanada divulgado em 31/1/2013 foi discutida a portas fechadas entre o GDF e o Congresso Nacional. Não há até o momento notícias sobre a participação do Executivo nas tratativas. Isso é surpreendente pois, em termos de número de usuários, esse poder será o mais atingido por uma eventual implantação dessa obra.

Diante de todos esses dados fica claro que o GDF nem sequer cogitou a adoção de outras soluções mais práticas e baratas, tampouco desenvolveu estudos consistentes para uma reformulação do transporte público da Esplanada dos Ministérios. Começam a surgir notícias de um eventual VLT para essa região, mas nos parece um tanto incoerente a propositura de um modal de transporte de massa sobreposto a uma solução de grande porte para estacionamento de veículos particulares. Talvez esteja faltando visão de planejamento e priorização no GDF.

Assim, a pergunta que fica cada vez mais evidente é: porque a opção pelos estacionamentos subterrâneos em um projeto dessa envergadura, com quase 6 vezes o tamanho da proposta original? Porque a primeira e única opção foi a mais dispendiosa?

Tirem suas conclusões.
Percebe-se o afloramento dos acessos de carros e pedestres interferindo no gramado da Esplanada.
Percebe-se o afloramento dos acessos de carros e pedestres interferindo no gramado da Esplanada.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A ferida no coração de um patrimônio mundial

Quinta, 7 de fevereiro de 2013
De "Urbanistas por Brasília"
Em 2009 a população de Brasília se levantou contra o Mestre. Em um momento de união pela cidade, arquitetos e urbanistas, população local e a então presidência do IPHAN/DF se manifestaram contra o projeto de Oscar Niemeyer intitulado “Praça da Soberania”, localizada entre o Teatro Nacional e o Conjunto Cultural da República e em frente à Rodoviária.
O polêmico projeto previa um prédio para o “Memorial dos Presidentes da República do Brasil” e um grande obelisco com 100 metros de altura que impediria a visão livre da Esplanada dos Ministérios a partir da Rodoviária – visão livre que por sinal Lucio Costa queria desimpedida desde a concepção do Plano Piloto. Além disso o projeto incluía também um estacionamento subterrâneo para três mil carros.
Polêmico projeto de Niemeyer para a Esplanada dos Ministérios em 2009
Em enquete realizada à época pelo site do Correio Brasiliense, mais de 70% dos internautas foram contra a obra e em seguida uma onda de protestos tomou conta de Brasília. “Foi a primeira vez que a cidade reagiu ao anúncio de uma obra de Niemeyer”, afirmou o jornal. Além de toda a polêmica, a obra não possuía orçamento aprovado, não possuía autorização do Iphan e o então governador José Roberto Arruda – principal articulador da obra – logo em seguida deixaria o GDF. Apesar de Niemeyer ter refeito o projeto em uma tentativa de aprovação, o projeto foi engavetado.
Passados quatro anos a Esplanada dos Ministérios é palco de mais um mega projeto do  GDF, o qual tomou a mídia em 31 de janeiro de 2013 para anunciar um faraônico complexo de estacionamentos com quatro pavimentos subterrâneos, um mini-shopping e complexo de escritórios sob o canteiro central do Eixo Monumental.
Vista geral do resultado final com poços de ventilação, escadas, rampas e elevadores.
Trata-se de um projeto de grande envergadura, com mais de 340 mil m² de área construída e que impactará fortemente a configuração atual da Esplanada dos Ministérios enchendo-a de poços de ventilação, elevadores, escadas rolantes e rampas para veículos, elementos que interferirão no imponente e (às vezes) imaculado gramado cartão-postal.
Elevadores, escadas rolantes, rampas. A construção civil agradece e à sociedade sobra uma grande interrogação.
A Esplanada dos Ministérios é o espaço mais simbólico do Plano Piloto de Brasília. É o espaço solene da Capital da República por excelência, coroado pela Praça dos Três Poderes que abriga as instituições máximas do Estado Brasileiro. Isso por si só já bastaria para que um projeto como esses fosse discutido, no mínimo, à exaustão.
Mas nada disso é considerado. O GDF desenvolve um projeto a portas fechadas com uma empresa de São Paulo e, após os detalhes estarem acertados, divulga-se um projeto de 800 milhões de reais com previsão de execução de no mínimo três anos – uma ferida aberta em pleno coração de um Patrimônio Mundial – como se fosse uma obra de um ponto de ônibus. Divulga-se a “belezura” do projeto repleto de maquetes eletrônicas e animações, vira as costas e vai cuidar de sua execução.
O ápice do canto da sereia é o governo afirmar na apresentação do projeto para a imprensa que “a estrutura, concebida para reduzir o déficit de vagas para veículos na área central de Brasília, é um dos instrumentos da política de Transportes do GDF“. Ora, qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento ou de leitura de jornais sabe que nas principais cidades do mundo – que nem são Patrimônio Mundial! – todas as iniciativas relacionadas a transporte público desestimulam o uso do transporte particular, oferecendo para isso um transporte público eficiente, limpo e barato. Tudo o que o GDF não está fazendo e que fica claro com sua licitação de ônibus movidos a diesel para criar um oligopólio por 20 anos e que não prevê qualquer tipo de solução personalizada para a Esplanada dos Ministérios.
Após tomarmos conhecimento do projeto ficamos às voltas com uma série de perguntas: trata-se da melhor opção para solucionar a falta de vagas na Esplanada dos Ministérios?  Aliás, essa é uma opção? Porque gastar quase um bilhão de reais para criar estacionamentos subterrâneos em lugar de se criar um transporte público decente que desestimule o uso de automóveis pela população? De quem é esse projeto e que tipos de discussões houve para que se chegasse a essa solução? A solução para o pior transporte público do Brasil é criar estacionamentos para veículos particulares?
Diversos detalhes da proposta deixam arrepiados quem vem acompanhando a série de “brilhantes” projetos dessa gestão do GDF, destacando-se o fato dessa obra ser uma Parceria Público Privada (PPP), ou seja, o obra será explorada por particulares com estacionamentos pagos e a preços nada módicos. Alguém acha mesmo que os atuais usuários da Esplanada irão diariamente se submeter a cancelas e caixas eletrônicos? Para responder a essa pergunta sugiro um passeio pelas redondezas dos principais shoppings do Plano Piloto.
A quem interessa esse projeto? Às empresas de engenharia ou à população? A que custo social, patrimonial e ambiental? São perguntas que precisam ser respondidas antes de que os tratores comecem a rasgar a Esplanada por longos três anos e por fim a população observe atônita o resultado daquela notícia divulgada em 31/1/2013.
Soluções mais baratas e inteligentes estão à disposição para qualquer um que se debruce sobre o problema por cinco minutos. Soluções como a volta do transporte coletivo para os servidores dos ministérios (quem sabe com ônibus elétricos para o governo dar o exemplo?) ou até mesmo a criação de linhas de micro-ônibus entre a Esplanada e os imensos e subutilizados bolsões de estacionamentos do Estádio Nacional Mané Garrincha e Ginásio Nilson Nelson seriam soluções mais óbvias e com impacto urbano e ambiental quase zero.
Mais uma vez se torna necessário que a população de Brasília se posicione e mostre que a cidade tem quem a defenda de interesses outros que não seja o público.
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Leia também: CUIDADO COM O CANTO DA SEREIA!!