“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Construção. Perigo no ar! Operário solto nas alturas de prédio em construção no Gama (DF)

Quinta, 7 de janeiro de 2016
Explicar o quê? Não precisa explicar o risco de morte que o operário está correndo nessa obra no Setor Leste do Gama. Ele pode atrapalhar o trânsito, como disse Chico Buarque na música 'Construção'. Clique nas imagens para ampliá-las.
















domingo, 6 de julho de 2014

As quatro irmãs

 Domingo, 6 de julho de 2014
Da Pública 
Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo



Negócios familiares, proximidade com governos, financiamento de campanhas e diversificação de atividades – da telefonia ao setor armamentício – compõem a história das gigantes Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez

Apesar de mais conhecidas no Brasil por sua atuação no setor de construção civil, as chamadas “quatro irmãs” – Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez – hoje atuam em diversas outras atividades. As empreiteiras respondem apenas por parte dos lucros destes grupos econômicos que atuam em todos os continentes, com foco nos mercados da África, América Latina e Ásia. Juntas, possuem empreendimentos que vão do agronegócio à moda, passando pela petroquímica, setor armamentício, telefonia e operação de concessões diversas.
Os controladores, porém, permanecem os mesmos e os maiores ganhos ficam com as famílias que comandam as empresas. “O controle de base familiar é uma característica da formação do capital monopolista dos grupos econômicos constituídos no Brasil. Embora isso não impeça a abertura de capital, esta é feita de modo a preservar sempre o controle acionário dos ativos mais rentáveis pelas famílias controladoras. Isso confere à estrutura societária desses grupos um formato piramidal, em que um controlador último controla toda uma cadeia de empresas”, analisa o cientista político da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) João Roberto, que coordena o Instituto Mais Democracia.
Além do controle familiar, outro traço comum é o fato de serem grandes financiadoras de campanhas. Entre as eleições de 2002 e 2012, juntas, as quatro empresas investiram mais de R$ 479 milhões em diversos comitês partidários e candidaturas pelo Brasil. No Estado do Rio de Janeiro, o PMDB é de longe o partido mais beneficiado, com R$ 6,27 milhões, mais que a soma dos quatro seguintes: PT, PSDB, PV e DEM. Porém os repasses podem ser ainda maiores em anos não-eleitorais. Em 2013, por exemplo, somente a Odebrecht repassou R$ 11 milhões dos R$ 17 milhões arrecadados pelo PMDB. Veja mais no infográfico:
Infografia: Bruno Fonseca

Além dos contratos para obras públicas, o governo federal também incentiva o negócio dessas empresas através do BNDES. Por meio da Lei de Acesso à Informação a reportagem apurou que, entre 2004 e 2013, o banco realizou 1665 transferências para as construtoras das “quatro irmãs”, totalizando mais de R$ 1,7 bilhão em empréstimos. Deste total, a Odebrecht e Andrade Gutierrez foram as maiores beneficiadas, levando R$ 1,1 bilhão. As duas também lideram o ranking de desembolsos para operações de exportação entre 2009 e março de 2014. Juntas, levaram mais de U$ 5,8 bilhões em empréstimos neste segmento. “É importante chamar a atenção para o fato de que o BNDES também tem participações, através do BNDESPAR no capital de empresas controladas pelas referidas empreiteiras, como a CPFL, controlada pela Camargo Correa; a Braskem, controlada pela Odebrecht; e da Oi/Telemar, controlada pela Andrade Gutierrez”, destaca João Roberto.
Conheça a história dessas quatro gigantes.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Mais um golpe do GDF. E golpe baixo

Sexta, 27 de junho de 2014
Foto: MAIS UM GOLPE DO GDF

O GDF apresentou dia 25/06,intempestivamente, o PLC 99/2014 e que trata da composição do Conselho de Planejamento - Conplan, cujas atividades estão paralisadas tendo muitas  de suas decisões anuladas. O tão questionado Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico - PPCUB é um deles.O assunto foi à votação em um verdadeiro rolo compressor. A questão foi tão grave que representantes do MPDFT agiram imediatamente no sentido de advertir os parlamentares. O texto do PLC propõe uma nova composição, com escolha prevista de alguns de seus membros conforme regulamentação a ser ainda feita pelo GDF. 

Estranho o fato visto que sempre o Conplan é determinado por meio de Decreto e agora, salvo engano, em um claro golpe jurídico leva a proposta à aprovação dos parlamentares da CL, talvez até para dificultar a ação do Ministério Público que já vem questionando o GDF há muito tempo. 

Prevendo no PLC  o prazo para escolha de alguns de seus representantes até 31 de outubro ele coloca em sua proposta que a atual composição questionada pela justiça permaneça, provisoriamente, atuando na análise de projetos do Governo, ou seja, acelerando aprovações de interesse do Executivo durante os próximos 4 meses. Em sua composição atual apenas 4 ou 5 membros tem se mostrado rígidos em suas intervenções, contrários à projetos danosos à cidade mas sempre vencidos pelo voto dos demais conselheiros que , em geral, votam com o Governo. 

Lastimável que o GDF se aproveite desse momento para tentar mais um golpe contra a sociedade e o interesse público. A proposta foi votada e aprovada em 1º turno mesmo com rejeições de alguns poucos deputados/as mas não foi levada à aprovação em 2º turno. A intervenção do MP deve ter sido fundamental para que isso não ocorresse. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos. 
Publicado originalmente em
https://pt-br.facebook.com/urbanistasporbrasilia?filter=3

E o GDF se movimenta para fazer valer a sua vontade a qualquer preço. Que legitimidade há numa gestão dessas que, contra tudo e todos, impõe suas vontades ainda que judicialmente, moralmente e eticamente questionadas?


MAIS UM GOLPE DO GDF


O GDF apresentou dia 25/06,intempestivamente, o PLC 99/2014 e que trata da composição do Conselho de Planejamento - Conplan, cujas atividades estão paralisadas tendo muitas de suas decisões anuladas. O tão questionado Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico - PPCUB é um deles.O assunto foi à votação em um verdadeiro rolo compressor. A questão foi tão grave que representantes do MPDFT agiram imediatamente no sentido de advertir os parlamentares. O texto do PLC propõe uma nova composição, com escolha prevista de alguns de seus membros conforme regulamentação a ser ainda feita pelo GDF. 

Estranho o fato visto que sempre o Conplan é determinado por meio de Decreto e agora, salvo engano, em um claro golpe jurídico leva a proposta à aprovação dos parlamentares da CL, talvez até para dificultar a ação do Ministério Público que já vem questionando o GDF há muito tempo.

Prevendo no PLC o prazo para escolha de alguns de seus representantes até 31 de outubro ele coloca em sua proposta que a atual composição questionada pela justiça permaneça, provisoriamente, atuando na análise de projetos do Governo, ou seja, acelerando aprovações de interesse do Executivo durante os próximos 4 meses. Em sua composição atual apenas 4 ou 5 membros tem se mostrado rígidos em suas intervenções, contrários à projetos danosos à cidade mas sempre vencidos pelo voto dos demais conselheiros que , em geral, votam com o Governo. 

Lastimável que o GDF se aproveite desse momento para tentar mais um golpe contra a sociedade e o interesse público. A proposta foi votada e aprovada em 1º turno mesmo com rejeições de alguns poucos deputados/as mas não foi levada à aprovação em 2º turno. A intervenção do MP deve ter sido fundamental para que isso não ocorresse. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos.
Foto: MAIS UM GOLPE DO GDF

O GDF apresentou dia 25/06,intempestivamente, o PLC 99/2014 e que trata da composição do Conselho de Planejamento - Conplan, cujas atividades estão paralisadas tendo muitas  de suas decisões anuladas. O tão questionado Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico - PPCUB é um deles.O assunto foi à votação em um verdadeiro rolo compressor. A questão foi tão grave que representantes do MPDFT agiram imediatamente no sentido de advertir os parlamentares. O texto do PLC propõe uma nova composição, com escolha prevista de alguns de seus membros conforme regulamentação a ser ainda feita pelo GDF. 

Estranho o fato visto que sempre o Conplan é determinado por meio de Decreto e agora, salvo engano, em um claro golpe jurídico leva a proposta à aprovação dos parlamentares da CL, talvez até para dificultar a ação do Ministério Público que já vem questionando o GDF há muito tempo. 

Prevendo no PLC  o prazo para escolha de alguns de seus representantes até 31 de outubro ele coloca em sua proposta que a atual composição questionada pela justiça permaneça, provisoriamente, atuando na análise de projetos do Governo, ou seja, acelerando aprovações de interesse do Executivo durante os próximos 4 meses. Em sua composição atual apenas 4 ou 5 membros tem se mostrado rígidos em suas intervenções, contrários à projetos danosos à cidade mas sempre vencidos pelo voto dos demais conselheiros que , em geral, votam com o Governo. 

Lastimável que o GDF se aproveite desse momento para tentar mais um golpe contra a sociedade e o interesse público. A proposta foi votada e aprovada em 1º turno mesmo com rejeições de alguns poucos deputados/as mas não foi levada à aprovação em 2º turno. A intervenção do MP deve ter sido fundamental para que isso não ocorresse. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos. 

















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