Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Republicado: A campanha eleitoral no DF, os 'anjos' e os 'becos' do Gama

Segunda, 4 de julho de 2014
Republicamos texto postado no dia 23 de julho deste ano.
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Quarta, 23 de julho de 2014
Mais um artigo sobre os "becos do Gama" começou a circular ontem (22/7) no Informativo Bico, jornal mensal do Gama (DF) com mais de 27 anos de vida e que circula em outras regiões administrativas do Distrito Federal e em órgãos públicos de Brasília. 

A seguir, o artigo.

Começou a romaria de distritais ao Gama. O que envergonha é o fato de muitos deles, que só agora resolvem voltar à cidade, ainda ontem traíam o Gama. Chegam com a cara mais limpa, o sorriso falso, fingindo cara de anjo, fazendo promessas mil. Neste final de semana (19 e 20 de julho) alguns aqui estiveram em reuniões e solenidades.
Pelo menos dois que fizeram campanha aqui no final de semana, juraram em sessões e Audiências Públicas na CLDF que o Gama podia ter certeza de contar com a sua luta para impedir novas leis que destinassem aos militares da PM e dos Bombeiros os “becos” do Gama. Juraram, sim. Mas no último dia 20 de maio rapidinho, rapidinho, imitando o que Judas fez com o Cristo, traíram suas palavras, seus compromissos, e pelas costas, também o Gama. Votaram nova lei, a 882/2014 que destina aos militares os chamados “becos” da cidade. Mas, quem sabe, o pau baixado por um Chico, pode resvalar e bater nos Franciscos. Eleitoralmente, só eleitoralmente.
Já outros distritais que desde 2008 votam pela doação dos becos aos militares estavam ausentes da sessão de 20 de maio que aprovou a lei 882. Esperteza?
Você eleitor, se achar que a destruição dos becos é bom para a cidade, vote nos distritais que assim decidiram. Mas se achar que a destruição é errada, é injusta, é prejudicial à cidade e à comunidade, avalie bem seu voto. A seguir listamos os distritais que em maio último votaram (Registro de Votação Nominal) na prejudicial nova lei dos becos (e também pontas de quadras), um projeto enviado à CLDF pelo governador Agnelo Queiroz:
Robério Negreiros, Rôney Nemer e Wellington Luiz (PMDB), Arlete Sampaio, Chico Vigilante, Cláudio Abrantes, Wasny de Roure (PT), Benedito Domingos e Dr. Michel (PP), Cristiano Araújo e Washington Mesquita (PTB), Joe Vale (PDT), Evandro Garla (PRB), Olair Francisco (PT do B), Agaciel Maia (PTC) e Professor Israel Batista (PV). Você pode recortar e guardar este texto e ao ser convidado para reunião política, e vai ser muitas vezes, verificar como o distrital da reunião votou na lei dos becos. Se concorda, o elogie. Se discorda, o critique e o questione.
Lembremos que há uma Ação Popular contra a lei dos becos, com sentença transitada em julgado, imutável, em 01/03/2012, determinando a desocupação dos “becos do Gama”.
Sérgio de Lima      , João B. Querino, José F. Beserra.
Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do jornal.
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Leia ainda sobre a lei 882 de 2014 clicando no link abaixo.

Ministério Público entra com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a lei 882 de junho de 2014; lambança do GDF e distritais que regulariza ocupações ilegais de becos.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

A campanha eleitoral no DF, os 'anjos' e os 'becos' do Gama

Quinta, 31 de julho de 2014
Republicamos texto publicado no dia 23 de julho deste ano.
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Quarta, 23 de julho de 2014
Mais um artigo sobre os "becos do Gama" começou a circular ontem (22/7) no Informativo Bico, jornal mensal do Gama (DF) com mais de 27 anos de vida e que circula em outras regiões administrativas do Distrito Federal e em órgãos públicos de Brasília. 

A seguir, o artigo.

Começou a romaria de distritais ao Gama. O que envergonha é o fato de muitos deles, que só agora resolvem voltar à cidade, ainda ontem traíam o Gama. Chegam com a cara mais limpa, o sorriso falso, fingindo cara de anjo, fazendo promessas mil. Neste final de semana (19 e 20 de julho) alguns aqui estiveram em reuniões e solenidades.
Pelo menos dois que fizeram campanha aqui no final de semana, juraram em sessões e Audiências Públicas na CLDF que o Gama podia ter certeza de contar com a sua luta para impedir novas leis que destinassem aos militares da PM e dos Bombeiros os “becos” do Gama. Juraram, sim. Mas no último dia 20 de maio rapidinho, rapidinho, imitando o que Judas fez com o Cristo, traíram suas palavras, seus compromissos, e pelas costas, também o Gama. Votaram nova lei, a 882/2014 que destina aos militares os chamados “becos” da cidade. Mas, quem sabe, o pau baixado por um Chico, pode resvalar e bater nos Franciscos. Eleitoralmente, só eleitoralmente.
Já outros distritais que desde 2008 votam pela doação dos becos aos militares estavam ausentes da sessão de 20 de maio que aprovou a lei 882. Esperteza?
Você eleitor, se achar que a destruição dos becos é bom para a cidade, vote nos distritais que assim decidiram. Mas se achar que a destruição é errada, é injusta, é prejudicial à cidade e à comunidade, avalie bem seu voto. A seguir listamos os distritais que em maio último votaram (Registro de Votação Nominal) na prejudicial nova lei dos becos (e também pontas de quadras), um projeto enviado à CLDF pelo governador Agnelo Queiroz:
Robério Negreiros, Rôney Nemer e Wellington Luiz (PMDB), Arlete Sampaio, Chico Vigilante, Cláudio Abrantes, Wasny de Roure (PT), Benedito Domingos e Dr. Michel (PP), Cristiano Araújo e Washington Mesquita (PTB), Joe Vale (PDT), Evandro Garla (PRB), Olair Francisco (PT do B), Agaciel Maia (PTC) e Professor Israel Batista (PV). Você pode recortar e guardar este texto e ao ser convidado para reunião política, e vai ser muitas vezes, verificar como o distrital da reunião votou na lei dos becos. Se concorda, o elogie. Se discorda, o critique e o questione.
Lembremos que há uma Ação Popular contra a lei dos becos, com sentença transitada em julgado, imutável, em 01/03/2012, determinando a desocupação dos “becos do Gama”.
Sérgio de Lima      , João B. Querino, José F. Beserra.
Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do jornal.
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Leia ainda sobre a lei 882 de 2014 clicando no link abaixo.

Ministério Público entra com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a lei 882 de junho de 2014; lambança do GDF e distritais que regulariza ocupações ilegais de becos.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

A campanha eleitoral no DF, os 'anjos' e os 'becos' do Gama

Segunda, 28 de julho de 2014
O texto abaixo é a republicação de postagem do dia 23 de julho deste ano.
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Quarta, 23 de julho de 2014
Mais um artigo sobre os "becos do Gama" começou a circular ontem (22/7) no Informativo Bico, jornal mensal do Gama (DF) com mais de 27 anos de vida e que circula em outras regiões administrativas do Distrito Federal e em órgãos públicos de Brasília.
A seguir, o artigo.
Começou a romaria de distritais ao Gama. O que envergonha é o fato de muitos deles, que só agora resolvem voltar à cidade, ainda ontem traíam o Gama. Chegam com a cara mais limpa, o sorriso falso, fingindo cara de anjo, fazendo promessas mil. Neste final de semana (19 e 20 de julho) alguns aqui estiveram em reuniões e solenidades.
Pelo menos dois que fizeram campanha aqui no final de semana, juraram em sessões e Audiências Públicas na CLDF que o Gama podia ter certeza de contar com a sua luta para impedir novas leis que destinassem aos militares da PM e dos Bombeiros os “becos” do Gama. Juraram, sim. Mas no último dia 20 de maio rapidinho, rapidinho, imitando o que Judas fez com o Cristo, traíram suas palavras, seus compromissos, e pelas costas, também o Gama. Votaram nova lei, a 882/2014 que destina aos militares os chamados “becos” da cidade. Mas, quem sabe, o pau baixado por um Chico, pode resvalar e bater nos Franciscos. Eleitoralmente, só eleitoralmente.
Já outros distritais que desde 2008 votam pela doação dos becos aos militares estavam ausentes da sessão de 20 de maio que aprovou a lei 882. Esperteza?
Você eleitor, se achar que a destruição dos becos é bom para a cidade, vote nos distritais que assim decidiram. Mas se achar que a destruição é errada, é injusta, é prejudicial à cidade e à comunidade, avalie bem seu voto. A seguir listamos os distritais que em maio último votaram (Registro de Votação Nominal) na prejudicial nova lei dos becos (e também pontas de quadras), um projeto enviado à CLDF pelo governador Agnelo Queiroz:
Robério Negreiros, Rôney Nemer e Wellington Luiz (PMDB), Arlete Sampaio, Chico Vigilante, Cláudio Abrantes, Wasny de Roure (PT), Benedito Domingos e Dr. Michel (PP), Cristiano Araújo e Washington Mesquita (PTB), Joe Vale (PDT), Evandro Garla (PRB), Olair Francisco (PT do B), Agaciel Maia (PTC) e Professor Israel Batista (PV). Você pode recortar e guardar este texto e ao ser convidado para reunião política, e vai ser muitas vezes, verificar como o distrital da reunião votou na lei dos becos. Se concorda, o elogie. Se discorda, o critique e o questione.
Lembremos que há uma Ação Popular contra a lei dos becos, com sentença transitada em julgado, imutável, em 01/03/2012, determinando a desocupação dos “becos do Gama”.
Sérgio de Lima      , João B. Querino, José F. Beserra.
Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do jornal.
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Leia ainda sobre a lei 882 de 2014 clicando no link abaixo.

sábado, 26 de julho de 2014

Lei do DF sobre ocupação de becos pode ser inconstitucional

Sábado, 26 de julho de 2014
 Do Blog do Riella



O Ministério Público quer derrubar lei aprovada pela Câmara Legislativa que tenta regularizar a ocupação de becos em diversas áreas do DF.

A Procuradoria-Geral de Justiça ajuizou ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei Complementar 882, de 2 de junho de 2014. A lei impugnada estabelece a desafetação de becos em diversas regiões administrativas do DF, ou seja, autoriza a alienação dessas áreas públicas a particulares que as ocupem, ainda que há poucos meses.

A ação proposta sustenta que a lei estabelece privilégio aos ocupantes atuais, além de não ter sido precedida de estudos técnicos urbanísticos que avaliassem o impacto dessas alterações e de ampla participação da população de cada uma das regiões administrativas afetadas, como exige a Lei Orgânica do Distrito Federal.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A campanha eleitoral no DF, os 'anjos' e os 'becos' do Gama

Quarta, 23 de julho de 2014
Mais um artigo sobre os "becos do Gama" começou a circular ontem (22/7) no Informativo Bico, jornal mensal do Gama (DF) com mais de 27 anos de vida e que circula em outras regiões administrativas do Distrito Federal e em órgãos públicos de Brasília. 

A seguir, o artigo.

Começou a romaria de distritais ao Gama. O que envergonha é o fato de muitos deles, que só agora resolvem voltar à cidade, ainda ontem traíam o Gama. Chegam com a cara mais limpa, o sorriso falso, fingindo cara de anjo, fazendo promessas mil. Neste final de semana (19 e 20 de julho) alguns aqui estiveram em reuniões e solenidades.
Pelo menos dois que fizeram campanha aqui no final de semana, juraram em sessões e Audiências Públicas na CLDF que o Gama podia ter certeza de contar com a sua luta para impedir novas leis que destinassem aos militares da PM e dos Bombeiros os “becos” do Gama. Juraram, sim. Mas no último dia 20 de maio rapidinho, rapidinho, imitando o que Judas fez com o Cristo, traíram suas palavras, seus compromissos, e pelas costas, também o Gama. Votaram nova lei, a 882/2014 que destina aos militares os chamados “becos” da cidade. Mas, quem sabe, o pau baixado por um Chico, pode resvalar e bater nos Franciscos. Eleitoralmente, só eleitoralmente.
Já outros distritais que desde 2008 votam pela doação dos becos aos militares estavam ausentes da sessão de 20 de maio que aprovou a lei 882. Esperteza?
Você eleitor, se achar que a destruição dos becos é bom para a cidade, vote nos distritais que assim decidiram. Mas se achar que a destruição é errada, é injusta, é prejudicial à cidade e à comunidade, avalie bem seu voto. A seguir listamos os distritais que em maio último votaram (Registro de Votação Nominal) na prejudicial nova lei dos becos (e também pontas de quadras), um projeto enviado à CLDF pelo governador Agnelo Queiroz:
Robério Negreiros, Rôney Nemer e Wellington Luiz (PMDB), Arlete Sampaio, Chico Vigilante, Cláudio Abrantes, Wasny de Roure (PT), Benedito Domingos e Dr. Michel (PP), Cristiano Araújo e Washington Mesquita (PTB), Joe Vale (PDT), Evandro Garla (PRB), Olair Francisco (PT do B), Agaciel Maia (PTC) e Professor Israel Batista (PV). Você pode recortar e guardar este texto e ao ser convidado para reunião política, e vai ser muitas vezes, verificar como o distrital da reunião votou na lei dos becos. Se concorda, o elogie. Se discorda, o critique e o questione.
Lembremos que há uma Ação Popular contra a lei dos becos, com sentença transitada em julgado, imutável, em 01/03/2012, determinando a desocupação dos “becos do Gama”.
Sérgio de Lima      , João B. Querino, José F. Beserra.
Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do jornal.
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Ministério Público entra com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a lei 882 de junho de 2014; lambança do GDF e Distritais que regulariza ocupações ilegais de becos

Quarta, 23 de julho de 2014
Do MPDFT

MPDFT questiona nova lei que regulariza ocupações ilegais de becos 

A Procuradoria-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios ajuizou nessa quarta-feira, dia 23, ação direta de inconstitucionalidade contra a Lei Complementar 882, de 2 de junho de 2014. A lei impugnada estabelece a desafetação de becos em diversas regiões administrativas do DF, ou seja, autoriza a alienação dessas áreas públicas a particulares que as ocupem, ainda que há poucos meses.
A ação proposta sustenta que a lei estabelece privilégio aos ocupantes atuais, além de não ter sido precedida de estudos técnicos urbanísticos que avaliassem o impacto dessas alterações e de ampla participação da população de cada uma das regiões administrativas afetadas, como exige a Lei Orgânica do Distrito Federal. Pelo menos cinco leis distritais anteriores, que buscavam conceder benefícios semelhantes, foram julgadas inconstitucionais pelo Conselho Especial do TJDFT, após o ajuizamento de diversas ações pelo MPDFT.
Para o Ministério Público, a própria Lei Complementar 882 inviabilizou a análise prévia dos impactos das desafetações, porque incluiu entre os espaços públicos a serem desafetados áreas que “tenham sido ocupadas com uso predominantemente residencial” até 31 de dezembro de 2013 (art. 1º), ou seja, há menos de sete meses.
A ação direta de inconstitucionalidade demonstra que a lei impugnada, além de fomentar a ocupação ilegal de novas áreas públicas, cria preferência de distribuição de lotes públicos às pessoas que os ocuparam ilegalmente, em detrimento de centenas de milhares de pessoas carentes que integram o cadastro da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal à espera de uma convocação.
Por esses motivos, a ação aponta ainda a violação aos princípios constitucionais da legalidade, da isonomia, da impessoalidade, da moralidade, da razoabilidade, da motivação e do interesse público, previstos na Lei Orgânica do Distrito Federal.
Por fim, a ação demonstra a existência de jurisprudência pacífica sobre a matéria, citando também diversas outras leis distritais já julgadas inconstitucionais, que também buscaram promover a alienação ou doação de imóveis públicos, com dispensa de licitação, para servidores públicos ou ocupantes irregulares, enquadrando-os artificialmente como integrantes de “programas habitacionais de interesse social”.
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Leia aqui a petição do MPDFT que requer a declaração de inconstitucionalidade dessa nova lambança entre GDF e distritais. O pedido é para a anulação da lei desde a sua origem.