Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Bezerra de Ouro condena, em segunda instância, o ex-governador Roriz. E também Nenê Constantino e o ex-presidente do BRB

Quinta, 15 de outubro de 2015 
Imagem da internet — Blog do Odir Ribeiro
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A Coluna Eixo Capital, do Correio Braziliense, divulga hoje (15/10) a condenação, pela 1ª Turma Cívil do TJDF, do ex-governador Roriz, no rumoroso caso da Bezerra de Ouro. Na mesma decisão foram condenados Nenê Constantino, dono da Gol e o ex-presidente do BRB na época de Roriz governador, Tarcísio Franklin.
Roriz, que caiu do cargo de senador pelo coice dado pela Bezerra de Ouro, havia sido absolvido em primeira instância. Mas o Ministério Público recorreu e agora a sentença foi anulada, e ele condenado.
Vai ter que levar a bezerrinha agora para o STJ. Lá, novo julgamento, e mais alguns anos a bichinha continuará a pastar rindo da cara do contribuinte. Quem sabe  se algum dia isso muda no Brasil? É por este tipo de coisa que se deve assinar o abaixo-assinado apoiado pelo Ministério Público Federal e que pretende se transformar em projeto de lei para apertar, e tornar mais efetivo, o combate à corrupção. Acesse as “10 Medidas Contra a Corrupção” no link:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Procuradoria Geral da República encaminha à PR/DF representação de Demóstenes Torres contra Fernando Bezerra

Quarta, 11de janeiro de 2011
Do MPF 
Representação aponta indícios de improbidade administrativa, por isso será examinada na primeira instância

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, determinou nesta quarta-feira, 11 de janeiro, o encaminhamento à Procuradoria da República no Distrito Federal (PR/DF) de representação protocolada pelo senador Demóstenes Torres contra o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.

De acordo com Gurgel, a representação aponta indícios de prática de atos de improbidade administrativa, cuja competência para exame não se insere nas atribuições do procurador-geral da República.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Líder do DEM entra com representação envolvendo ministro da Integração por nepotismo e improbidade administrativa

Terça, 10 de janeiro de 2012
Mariana Jungmann, repórter da Agência Brasil
Brasília - A oposição no Congresso Nacional resolveu antecipar-se à ida do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, ao Senado, e apresentou hoje (10) uma representação à Procuradoria-Geral da República solicitando a abertura de uma ação civil pública envolvendo o ministro. Bezerra tem reunião marcada com a comissão representativa do Senado para dar explicações sobre as acusações de favorecer o seu estado, Pernambuco, no repasse de verbas federais para a prevenção de desastres.

A partir dessa acusação, entre outras coisas, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), apresentou representação na qual pede a condenação de Bezerra por improbidade administrativa, com a perda do cargo de ministro e dos direitos políticos, e indenizar o Estado pelos prejuízos causados, além de multa no valor até dez vezes os custos dos prejuízos.

As acusações do líder do Democratas no Senado contra o ministro vão além das denúncias de favorecimento ao estado de Pernambuco que, segundo Demóstenes, recebeu até o dobro de repasses do que outras unidades da Federação que habitualmente sofrem com desastres, como Minas Gerais e o Rio de Janeiro.

O senador também acusa Bezerra de priorizar o filho, deputado federal Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB-PE), na liberação de emendas parlamentares relacionadas ao Ministério da Integração Nacional. Segundo Torres, o deputado foi o único que teve 99% do valor de uma emenda repassado pelo ministério, enquanto outros membros da própria base aliada do governo ficaram longe de conseguir desempenho semelhante.

Existem ainda, segundo o líder oposicionista, irregularidades quanto à permanência do irmão do ministro, Clementino Coelho, na presidência interina da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf). Para Demóstenes Torres, o fato de Coelho já ser diretor da companhia e não ter sido indicado diretamente pelo ministro não anulam os indícios de nepotismo. “Ele não podia ter ocupado interinamente essa presidência. Isso fere a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal [que trata de casos de nepotismo no serviço público”, disse.

Na tentativa de esvaziar as denúncias contra o ministro da Integração, o governo já se mobilizou. Clementino Coelho deixou hoje a presidência da Codevasf, retornando ao cargo de diretor que ocupava antes do irmão virar ministro. Além disso, o próprio Fernando Bezerra solicitou que a comissão representativa do Congresso Nacional – que atua quando o Parlamento está em recesso – fosse convocada para ouvi-lo sobre as acusações.

Para o oposicionista, o ministro não conseguirá dar explicações convincentes na reunião com a comissão, que está marcada para quinta-feira (12). Além disso, ele aposta que o dano político causado à imagem do ministro deverá permanecer. “Vir ao Congresso não significa nada. Já vi ministro corrupto sair daqui aplaudido e ser exonerado no dia seguinte pela presidenta da República”, declarou Torres.

A Procuradoria-Geral da República ainda irá analisar a solicitação do líder do Democratas e estudar se entra ou não com a ação civil pública proposta na representação.

Fonte: Agência Brasil

Dilma nomeia novo presidente da Codevasf

Terça, 10 de janeiro de 2012
Da Agência Brasil
A nomeação do novo presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Guilherme Gonçalves de Almeida, foi publicada hoje (10) no Diário Oficial da União. O decreto de nomeação é assinado pela presidenta Dilma Rousseff. A indicação de Almeida foi anunciada no dia 6 pela Casa Civil em nota oficial.

De acordo com a nota, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, encaminhou o pedido de nomeação de Almeida há 50 dias. O documento informa ainda que o irmão do ministro, Clementino de Souza Coelho, exercia o cargo provisoriamente por ser o integrante mais antigo da Codevasf.

O irmão do ministro assumiu a presidência da Codevasf 21 dias após a posse de Bezerra no Ministério da Integração Nacional - em 24 de janeiro de 2011. Na ocasião, Orlando Cézar da Costa Castro foi exonerado. Segundo o estatuto da empresa, o diretor mais antigo é que deve assumir o cargo interinamente. Como Clementino se enquadrava nessa exigência, permaneceu na função.

A interinidade de Clementino Coelho gerou polêmica e acusações contra o ministro, que negou nepotismo. No Ministério da Integração Nacional, a informação é que o irmão do ministro ocupou o cargo “de acordo com o estatuto da empresa”.

Bezerra livre, só não se sabe até quando

Terça, 10 de janeiro de 2012
Após se encontrar ontem (9/1) com Dilma, o ministro Bezerra disse que tem o apoio da presidente.
 
Então é sinal que Bezerra vai continuar mandando no pasto, ops, no Ministério da Integração. Só tem um problema, o pasto pode ser destruído a qualquer momento, como muitos pastos e cidades estão sendo pelas forças das águas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O STF e a morte da bezerra

Quarta, 22 de setembro de 2010
Estou aqui “pensando na morte da bezerra”.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O trabalho que dá criar bezerra

Terça, 3 de agosto de 2010
O Psol, que havia anteriormente protocolado no TRE-DF pedido de impugnação da candidatura de Roriz a governador com base na Ficha Limpa, entregou ontem (2/8) as alegações contrárias à defesa do ex-governador de Brasília. Agora é esperar o que vai dar.

Roriz renunciou em 2007 ao mandato de senador quando estourou o escândalo da bezerra de ouro. Aquele imbróglio de um cheque de dois milhões de reais descontado na boca do caixa do BRB para pagamento de uma bezerrinha. Pela Lei da Ficha Limpa, quem renuncia a mandato parlamentar para escapar de possível cassação fica inelegível por oito anos.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

A bezerra ainda dá trabalho

Quarta, 14 de abril de 2010
A bezerra -não aquela que é candidata na chapa de Tony Panetone, mas a outra que teria custado uma fortuna e para a compra da qual Joaquim Roriz pegou um cheque de R$2,2 milhões de Nenê Constantino- voltou a trazer problemas para o cacique da política de Brasília.
Em razão de uma bezerra, o fazendeiro Roriz agora está enrolado com o núcleo de combate às organizações criminosas do Ministério Público do Distrito Federal. O núcleo apresentou ontem (13/4) à Justiça denúncia contra o ex-governador do DF e contra Nenê Constantino, o empresário de Brasília controlador da Gol.
A acusação contra o ex-governador é por improbidade administrativa e o Ministério Público quer que a Justiça estipule como valor da causa R$223 mil.
A ação do Ministério Público vai trazer mais problemas para a candidatura de Roriz ao governo do DF nas eleições de outubro próximo. A depender dos rumos que o processo  tome e da sua repercussão na mídia, a bezerra corre algum risco de ir para o brejo.