Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Delator Fernando Baiano entrega registro de hotel para comprovar reunião com Palocci em que foi acertado o pagamento de R$2 milhões para campanha de Dilma

Terça, 12 de janeiro de 2016
Do Jornal de Brasília
O operador de propinas Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, entregou à Polícia Federal cópia dos registros de entrada e saída do hotel em que se hospedou em Brasília, em junho de 2010, ocasião que teria participado de reunião entre o ex-ministro Antonio Palocci e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. No encontro, ele afirma que foi acertado o pagamento de R$ 2 milhões para a campanha da presidente Dilma Rousseff. Continue lendo

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

MPF denuncia Bumlai, Vaccari, Fernando Baiano e mais oito investigados na 21ª fase da Lava Jato

Segunda, 14 de dezembro de 2015
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou hoje (14) denúncia à Justiça Federal no Paraná contra o empresário José Carlos Bumlai e mais dez investigados na Operação Passe Livre, a 21ª fase da Lava Jato.
Brasília - O pecuarista José Carlos Bumlai depõe na CPI do BNDES (Valter Campanato/Agência Brasil)
O pecuarista José Carlos Bumlai é denunciado pelo Ministério Público Federal —Valter Campanato/Agência Brasil
Entre os denunciados estão os ex-diretores da Petrobras Nestor Ceveró,  Jorge Zelada e Eduardo Musa, empresários ligados à Construtora Schain, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o lobista Fernando Soares, mais conhecido como Fernando Baiano. Todos responderão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Bumlai usou contratos firmados com a Petrobras para quitar empréstimos com o Banco Schahin. Segundo os procuradores, depoimentos de investigados que assinaram acordos de delação premiada revelam que o empréstimo de cerca de R$ 12 milhões  se destinava ao Partido dos Trabalhadores (PT) e foi pago mediante a contratação da Schahin como operadora do navio-sonda Vitória 10.000, da Petrobras, em 2009.
Ao apresentar a denúncia, que será julgada pelo juiz federal Sergio Moro, o MPF pediu que os envolvidos devolvam à Petrobras R$ 53,5 milhões, valor relacionado aos prejuízos causados pelos desvios de recursos da estatal nessa investigação.
Saiba Mais

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

STF: Negado seguimento a reclamação de Fernando Baiano contra homologação de delação

Sexta, 13 de novembro de 2015
Do STF
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento à Reclamação (RCL) 21514, por meio da qual a defesa do empresário Fernando Antônio Falcão Soares – o Fernando Baiano – buscava sustar a tramitação da ação penal a que seu cliente responde perante a Justiça Federal em Curitiba (PR). A defesa questionava a competência daquele juízo para homologar acordo de delação em que o presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha, foi citado. Mas, para o relator do caso, ministro Teori Zavascki, quando o acordo foi homologado pelo juiz reclamado não havia notícia de envolvimento de autoridade com prerrogativa de foro nos fatos investigados.

sábado, 10 de outubro de 2015

Vixe Maria! Supremo homologa delação de Fernando Baiano


Sexta, 9 de outubro de 2015
Andre Richter – Repórter da Agência Brasil
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou hoje (9) a delação premiada do empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, investigado na Operação Lava Jato. Baiano está preso desde novembro do ano passado, acusado de intermediar o pagamento de propina em contratos para aluguel de navios-sonda pela Petrobras. 
O conteúdo das informações prestadas aos investigadores não foi divulgado porque a delação está em segredo de Justiça. Com a assinatura da delação com o Ministério Público Federal (MPF), Soares deve receber benefícios como redução de pena e a possibilidade de ir para o regime de prisão domiciliar imediatamente. Ele citou nomes de pessoas com foro privilegiado e, por isso, o acordo foi validado pelo ministro Zavascki. 
Fernando Baiano foi condenado pelo juiz federal Sergio Moro a 16 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ele é apontado como um dos operadores do esquema de superfaturamento de contratos da Petrobras e pagamento de propina a partidos e agentes políticos.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Lava Jato: delator confirma que Cunha recebeu propina de US$ 5 milhões

Sexta, 25 de setembro de 2015
Do Congresso em Foco
Por Fábio Góis
Tido como operador do PMDB no esquema de corrupção, Fernando Baiano reitera acusações do lobista Júlio Camargo, da Toyo Setal, sobre dinheiro pago a deputado via fraude em contratos de aluguel de navios-sonda. Cunha nega
Um dos políticos investigados na Operação Lava Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recebeu propina de US$ 5 milhões do esquema de corrupção na Petrobras desvendado pelo Polícia Federal. Foi o que confirmou Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano, tido como operador do PMDB na trama de corrupção, em um de seus depoimentos Justiça. A informação foi veiculada nesta sexta-feira (25) pelo Blog do Josias, hospedado no Portal UOL.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Fernando Baiano enfim fecha delação e promete agitar a Lava Jato

Quinta, 10 de setembro de 2015
Da Tribuna da Internet

Baiano vai entregar os que faltam
Deu no iG Minas Gerais
O lobista Fernando Soares, apontado como o operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras pelas investigações da Lava Jato, fechou o acordo de delação, segundo revelou o jornal “Valor Econômico”.
A assinatura do acordo foi feita com a PGR (Procuradoria Geral da República) e aconteceu no dia em que ele foi transferido definitivamente do Complexo Médico Penal, em Pinhais, para a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde o lobista se reúne com procuradores há mais de um mês para negociar o conteúdo que irá delatar e os benefícios que receberá em troca.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Operação Lava-Jato: Juiz Sérgio Moro condena Cerveró, Fernando Baiano e Júlio Camargo

Segunda, 17 de agosto de 2015
Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil
O ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e os lobistas Fernando Antônio Soares, conhecido como Fernando Baiano e apontado como operador do PMDB no esquema de corrupção na Petrobras, e Júlio Camargo foram condenados hoje (17) por corrupção e lavagem de dinheiro em uma das ações penais decorrentes da Operação Lava Jato, que investiga o pagamento de propina em contratos para compra de navios-sondas pela estatal.
Depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) Mista da Petrobras do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró (José Cruz/Agência Braisl)
O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró recebeu
a  segunda  condenação /     ArquivoAgência Brasil
Conforme sentença proferida pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos da Lava Jato na primeira instância, Cerveró deve cumprir pena de 12 anos, três meses e dez dias de reclusão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro mais o pagamento de multa. Em maio, Cerveró já havia sido condenado a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro pela compra de um apartamento, depois da ocultação e dissimulação de valores oriundos do pagamento de propina.
Já Fernando Baiano foi condenado a 12 anos, três meses e dez dias de reclusão, mais multa, pelos mesmos crimes. Júlio Camargo, que em delação premiada disse que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cobrou US$ 5 milhões em propina do esquema investigado pela Lava Jato, foi condenado a 14 anos de detenção.

sábado, 22 de novembro de 2014

A roubalheira desenfreada no país: Diretor de empresa afirma que pagou US$ 40 milhões em propina a Fernando Baiano


Sábado, 22 de novembro de 2014
André Richter, Agência Brasil – Enviado Especial
Em depoimento de delação premiada à Justiça, um diretor da empresa Toyo Setal afirmou que pagou U$ 40 milhões ao empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, para intermediar a compra de sondas de perfuração para a Petrobras. No depoimento, Júlio Gerin de Almeida Camargo declarou que o valor foi repassado para Soares por meio de contas offshore indicadas por ele no Uruguai e na Suíça.