“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

TSE mantém Agnelo inelegível mas afasta pena para Filipelli

Terça, 7 de fevereiro de 2017
Do TSE
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, na noite desta terça-feira (7), por unanimidade, manter a inelegibilidade imposta pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) ao ex-governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) por desvirtuamento de propaganda institucional em 2014, quando tentou se reeleger ao cargo. Os ministros afastaram multa de R$ 30 mil que Agnelo e Filipelli deveriam pagar de forma solidária no caso.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A espera do fim

Quarta, 29 de agosto de 2012
Da Revista Eletrônica QuidNovi

Blog do Mino


O Vice-governador Tadeu Felippelli está acompanhando atentamente a derrocada de Agnelo na CPMI do Cachoeira com a quebra de sigilo e escândalos frequentes  do governador. O vice é um lobo em pele de cordeiro, acende duas velas para o impeachment de Agnelo, um para Deus e uma para do Diabo. A primeira é para Agnelo se arrastar até a virada do ano evitando uma nova eleição, a segunda é para o governador não usar o famoso abraço de afogado.
 
A todo tempo vaza da CPMI depósitos que vinculam Agnelo a pessoas ligadas na sua trajetória politica, pelo visto o governador não seguiu o ditado de vovó: Diga-me com quem andas que te direi quem és.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Filho de vice do Agnelo é funcionário fantasma na Câmara

Segunda, 2 de julho de 2012
Bruno Filippelli, herdeiro de Tadeu Filippelli, deveria dar expediente no gabinete de deputado peemedebista. Mas passa o dia comandando a própria empresa
Bruno Fillipelli, em vídeo da Juventude do PMDB/DF veiculado no YouTube
Bruno Fillipelli, em vídeo da Juventude do PMDB/DF veiculado no YouTube (Reprodução de vídeo)

Por Gabriel Castro -- O filho do vice-governador do Distrito Federal é funcionário-fantasma em um gabinete na Câmara dos Deputados. Bruno Ervilha Filippelli, herdeiro do peemedebista Tadeu Filippelli, deveria trabalhar no escritório do deputado Pedro Chaves (PMDB-GO). Apesar de receber quase 10 000 reais dos cofres públicos por mês, Bruno não aparece na Câmara. Ele dá expediente em outro lugar: a empresa que controla com o irmão.

É na Aero Channel, companhia que comercializa paineis de publicidade, que o filho do vice-governador trabalha. Além do salário, Bruno obtém outro benefício com a sua nomeação no gabinete do deputado: o filho do vice-governador é servidor de carreira do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Como foi requisitado para  trabalhar na Câmara, ele pode dar expediente diariamente na própria empresa sem ter de prestar contas e, ao mesmo tempo, mantém a possibilidade de reassumir o cargo no Tribunal de Justiça quando quiser.

Mais do que isso: aos mais de 6 000 reais que recebe do tribunal, ele acresceu uma gratificação 3 540 reais, paga pela Câmara. No fim das contas, passou a ganhar mais para trabalhar menos - ou nada.

Uma funcionária da Aero Channel confirmou ao site de VEJA que Bruno trabalha na empresa diariamente: "Ele costuma ficar aqui, mas ainda não voltou depois do casamento", disse. O empresário se casou no dia 7 de junho, em uma festa milionária. A cerimônia foi realizada em um castelo na Itália, nas imediações de Roma. As fotos estão num site de coluna social de Brasília. Três dias antes, ele havia entrado oficialmente de férias de seu cargo na Câmara. Deveria ter retornado ao trabalho no dia 25. Mas não apareceu. No gabinete, uma servidora identificada como Geralda confirmou que Bruno é lotado no escritório de Pedro Chaves, mas não soube dizer o serviço prestado por ele. Também disse não saber o paradeiro de empresároi nem o número de telefone do herdeiro de Tadeu Filippelli.

Os 19 dias de férias em junho, aliás, não foram os únicos em 2012: Bruno ficou oficialmente fora do trabalho pela Câmara entre os dias 5 de janeiro e 3 de fevereiro. Antes disso, mais repouso: de 6 a 20 de dezembro do ano passado. Tudo isso tendo assumido o cargo na Câmara em fevereiro de 2011. Saldo final: em sete meses, o filho do vice-governador tirou 64 dias de férias. E nem precisava.

Resposta - Bruno Filippelli não foi localizado para comentar o caso. A assessoria do deputado Pedro Chaves afirmou, sem detalhes, que o empresário não comparece ao gabinete porque "presta serviços externos junto aos órgãos federais". Ainda assim, reconheceu que, depois das férias que deveriam ter se encerrado em 22 de junho, o filho do vice-governador não retornou ao "trabalho".

Filippeli


Fonte: Revista Veja 
Blog do Odir

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A MÁQUINA DO CRIME: A HISTÓRIA SE REPETE

Terça, 31 de janeiro de 2012
Da Revista Eletrônica Quid Novi
O governador do Distrito Federal  Agnelo Queiroz e o vice Tadeu Filipelli começaram o ano metendo os pés pelas mãos. Cometeram um crime ao armar uma operação usando a Polícia Civil  do DF com a intenção de fazer  busca e apreensão na casa do jornalista Edson Sombra, com o intuito de apreender todo o material da Caixa de Pandora que envolve  grandes empresários e políticos do DF, inclusive o próprio governador Agnelo. O jornalista Edson Sombra é fiel depositário, junto com o Ministério Público Federal, de todo o material do inquérito da Caixa de Pandora que será julgado pelo Supremo Tribunal Federal ainda este ano.
Agnelo tinha também a intenção de achar “alguma coisa” contra o jornalista para desmoralizá-lo e desqualificá-lo como principal testemunha de Durval Barbosa, o delator do Mensalão do DEM, responsável por desencadear o inquérito da Caixa de Pandora.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

FILIPELLI: CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS!

Quinta, 19 de janeiro de 2012
Da Revista Eletrôncia Quid Novi
O vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filipelli, sofreu a segunda derrota acachapante consecutiva em ação movida contra o delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa e desta vez na Suprema Corte – sem direito mais a recursos. Durval Barbosa entregou vários vídeos ao Ministério Público e a Justiça Federal que levaram entre outros fatos, a queda e a prisão do ex-governador José Roberto Arruda, no final de 2009. Num dos vídeos, Durval comenta com o empresário Alcir Colaço um acordo selado entre Filipelli e Arruda para tirar o PMDB das mãos do então candidato ao GDF Joaquim Roriz. O acordo, segundo Durval e Colaço, era de R$ 1 milhão por mês e Arruda dizia que até R$ 2 milhões estaria bem pago.
 
O secretário de Obras de Arruda, Márcio Machado, era pessoalmente o responsável por viabilizar junto aos empreiteiros o pagamento da mesada de Filipelli, dividida entre a cúpula do PMDB  logo em seguida.
 
Nelson Tadeu Filipelli entrou, em 2009, com uma ação de calúnia, injúria e difamação contra Durval Barbosa e Alcir Colaço, exigindo indenização de R$ 500 mil, pela divulgação dos vídeos. Leia mais

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Filippelli comemora o começo da derrocada de Agnelo, afirma Quid Novi

Segunda, 12 de dezembro de 2011
Da Revista Eletrônica Quid Novi

Neste final de semana o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz teve dor de cabeça. A Revista Isto É publicou uma matéria assinada pelo jornalista Cláudio Dantas que mostra a lavagem de dinheiro do Governador desde a sua passagem pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária. O dinheiro desviado está em empresas criadas pela família para esconder o patrimônio milionário do governador do DF.


Sábado, dia 9 de dezembro, Agnelo reuniu seu staff e disse que estava sendo vítima de um grupo terrorista. Nominou seus inimigos e determinou o contra ataque, mas teve uma coisa que o deixou preocupado: o jornalista Cláudio Dantas foi ameaçado de morte  pelo irmão de Agnelo, Airton Queiroz.  Tudo foi gravado e hoje, 12 de dezembro, a Revista Isto É acionou o Sindicato dos Jornalistas, a Federação - FENARJ e a OAB - Ordem dos Advogados do Brasil para tomar providências junto a justiça pela tentativa de calar a imprensa. Enquanto isso, o vice- governador Tadeu Filippelli, comemora silenciosamente o começo da derrocada de Agnelo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ecos da Novacap

Sexta, 1 de julho de 2011
Inimigos de sangue de ontem, companheiros de hoje.


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Massacre da Novacap em 1999

Segunda, 20 de setembro de 2010
Imagens fortes do massacre da Novacap em 1999

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Vai esquentar

Sábado, 19 de junho de 2010
O PMDB-DF, controlado pelo ex-rorizista e ex-arrudista Tadeu Filippelli, negou hoje (18/6) o registro a Rogério Rosso para disputar a convenção regional de amanhã. Rosso quer ser candidato a governador, jogando areia na candidatura de Filippelli como vice de Agnelo Queiroz do PT.
Qual será a reação e as providências que Rosso tomará até a hora da convenção é que são elas. Ele poderá recorrer à Justiça Eleitoral.
Mas uma coisa é certa. Azedou de vez as relações entre o governador-tampax e Filippelli.
Sexta, 18 de junho de 2008
“A coisa pode ficar Rosso para Filippelli e Agnelo” (de um velho militante do PMDB, hoje no Gama-DF)

"Gim pode deixar bêbada a chapa de Agnelo" (resposta dada por um interlocutor do militante do PMDB)

  Uma zona é essa eleição para governador do DF (opinião do Gama Livre)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Rorizista na chapa do PT para governador

Segunda, 17 de maio de 2010
Se no Maranhão a opção foi por Roseana Sarney, aqui em Brasília o candidato petista ao governo, Agnelo Queiroz, deverá ter como vice o deputado federal Tadeu Filipelli (PMDB), ex-rorizista e ex-arrudista.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Roriz vai pagar 15 mil de multa e faz o PMDB, seu ex-partido, perder 5 minutos de propaganda na TV

Terça, 11 de maio de 2010
Em setembro de 2009 Roriz, em programa do PMDB na TV, declarou que seria candidato ao governo de Brasília. Por isso o ex-governador pagará uma multa de R$15 mil. O seu ex-partido, o PMDB, também pagará multa de igual valor, além de perder cinco minutos de propaganda eleitoral na TV. A decisão foi por unanimidade do TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

A declaração de que seria candidato a governador só poderia acontecer depois do dia 5 de julho de 2010. Roriz hoje está no PSC. Seu ex-partido deverá indicar o deputado federal Tadeu Filipelli, antigo aliado de Roriz, para vice-governador na chapa de Agnelo Queiroz do PT.