Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Zebra na Terracap

Sexta, 23 de janeiro de 2015
Do Blog do Mino
Após voltar atrás em três nomeações para cargos no governo, o GDF poderá ter de rever um quarto nome. Indicado para assumir a Direção Comercal da Terracap, Fábio Rolim não deve esperar uma boa acolhida entre seus pares. Vários integrantes da empresa, a imobiliária caixa-forte do Distrito Federal, não veem com bons olhos a nomeação de uma pessoa que esteve no olho do furacão da operação Bingo.

Apontado como representante Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Social (IBDS), Fábio Rolim acabou sendo citado no relatório final da CPI dos Bingos com suspeita de lavagem de dinheiro e crime contra a ordem tributária.

O IBDS foi apontado como instrumento de pagamentos de propinas e de sonegação de impostos, sendo ligado a órgãos públicos e pessoas envolvidas na renovação do contrato da multinacional Gtech com a Caixa Econômica Federal.

Flexibilidade e leveza

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

De volta as origens

Quinta, 20 de novembro de 2014

Do Blog do Mino

 Quem passava essa semana pelos corredores da Câmara Legislativa e parava em frente ao gabinete do deputado Patrício (PT) deparava-se com uma cena típica de mudança de casa. Várias caixas de papelão compunham o cenário e indicavam que alguém estava de mudança. Além de assessores encaixotando arquivos pessoais do agora, quase, ex-deputado distrital e futuro 1º sargento da PMDF, ficou a dúvida se o comando da corporação colocará, Patrício para fazer PO (policiamento ostensivo) nas perigosas ruas do DF.

domingo, 7 de setembro de 2014

A bomba anunciada

Domingo, 7 de setembro de 2014 
Blog do Mino
 Parecia ser boato de sexta feira da Capital Federal mas a internet confirmou a bomba que já vinha sendo anunciada por esta coluna. O ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto da Costa, preso durante a operação Lava Jato da Polícia Federal, com o beneficio da delação premiada revelou o nome dos políticos que faziam parte de um grande esquema de corrupção envolvendo a Petrobras com um grupo de doleiros internacionais que atuavam também no tráfico de drogas. Uma reedição do esquema do mensalão do PT foi revelada e provado pelo ex-diretor com verbas da maior estatal brasileira, além de apontar nome de parlamentares na maioria petistas e peemedebistas, confirmou o que esta coluna publicou com exclusividade, a participação do tesoureiro do Partido dos Trabalhadores, José Vaccari Neto. Paulo Roberto também disse em depoimento que o presidente do Congresso,Renan Calheiros, esteve com o doleiro Yousseff para tratar de aporte do fundo Postallis dos Correios, numa empresa controlada por Yousseff. A empresa Marsans Viagens e Turismo, usada pelo doleiro, serviu para lavagem de dinheiro que patrocinava a reedição do mensalão. Os personagens envolvidos no grande esquema de corrupção podem ser comparados com Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, José Vaccari Neto, atual tesoureiro do PT, Marcos Valério, operador financeiro do mensalão, Paulo Roberto Costa, atual operador financeiro do mensalão, André Vargas, operador político, José Dirceu, ex-operador político, José Genuíno, presidente do PT, Rui Falcão, atual presidente do PT, presidente Luis Inácio Lula da Silva, não sabia. Agora segundo Paulo Roberto, o ex-presidente Lula sabia e tudo era feito com a anuência de Lula e da presidente Dilma Rousseff.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Bomba relógio

Segunda, 1º de setembro de 2014
Blog do Mino
Esta semana o ex-presidente Lula deve anunciar definitivamente o seu afastamento da campanha do petista e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O motivo foi a bomba relógio deflagrada na saída de Padilha do ministério que o PT esperava estourar após a eleição. A denúncia publicada com exclusividade no Jornal de Brasília e no site QuidNovi, trouxe a tona uma fraude em licitação no Departamento de Saúde Indígena do Ministério da Saúde envolvendo cerca de R$ 1 bilhão após a denúncia, o senador tucano Aluísio Nunes Ferreira pediu a investigação da Polícia Federal e o resultado está sendo denunciado pelo Ministério Público Federal, que já pediu a suspenção do contrato com a empresa vencedora do certame, San Marino Locação de Veículos e Transportes LTDA e o bloqueio do bens dos proprietários da empresa e dos envolvidos na fraude. Nos depoimentos os envolvidos revelaram que 15% do valor bruto da fatura seria dirigido ao ministro Padilha, a fraude constatada pelo Ministério Público e Polícia Federal revelam um prejuízo de cerca de R$ 160 milhões, só na Bahia onde foi realizado o pregão presencial o Ministério Público e o Tribunal Regional Federal da Primeira Região, constataram um prejuízo de R$ 12 .803.461,70. A ação proposta pelo MPF na Bahia tem quatro procuradores com o caso e esta semana vão pedir o bloqueio dos bens de assessores do então ministro, Alexandre Padilha e avaliam pedir a quebra de sigilo telefônico e bancário de todos os envolvidos, inclusive do ex-ministro. Em Brasília a ação tem a frente o Procurador Federal de combate à corrupção, Paulo Galvão, que fará oitiva dos assessores e do ex-ministro.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Costela na brasa; arrudistas e petistas brigam no Gama e vão parar no HRG

Terça, 1º de julho de 2014
Do Blog do Mino
Costela na brasa


Começou o confronto entre militantes na corrida pelo Palácio do Buriti em Brasilia. Na cidade satélite do Gama, saboreando uma costela bovina, o grupo que deixava a convenção do PR ontem, onde Jose Roberto Arruda, lançou sua candidatura ao governo e os militantes petistas que estavam almoçando no restaurante entraram em confronto.

A briga teve feridos indo parar no hospital da cidade satélite. Os petistas agrediram José Roberto Arruda verbalmente que acabou deixando o local.

Logo em seguida, iniciou a pancadaria com feridos de ambos os lados. Pelo visto isso será só o começo.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Blog do Mino: Agenda explosiva do ex-diretor

Segunda, 28 de abril de 2014
Do Blog do Mino

Exclusivo: Agenda explosiva do ex-diretor



O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, deixou rastros no seu escritório na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, que está direcionando as investigações para um grande esquema de pagamentos de propina entre empreiteiras e políticos. A agenda e outros documentos apreendidos pela Polícia Federal indicam planilhas com pagamentos para campanhas eleitorais, nome de empreiteiras como, Odebrecht, Camargo Correa, OAS e outras consideradas empresas mãe que pagam pedágios em época de campanha para abocanhar contratos milionários.

A revista Eletrônica QUIDNOVI, trás hoje com exclusividade toda a agenda com organograma de empresas que lavam dinheiro em paraísos fiscais e contatos com representantes da classe política recebendo propina, também estará publicado a planilha com as empreiteiras que ajudariam nas campanhas políticas de 2014. Leia a íntegra

domingo, 6 de abril de 2014

Enquanto Malhães lançava corpos em rios, Mino Carta batia bumbo para Médici

Domingo, 6 de abril de 2014
Do Blog Náufrago da Utopia
Por Celso Lungaretti

Se preferir beba direto da fonte clicando aqui
 





Quando Mino Carta fez de sua revista um house organ no pior sentido da palavra, infestando-a de textos panfletários e lobbistas que secundavam a caça a Cesare Battisti deflagrada por Berlusconi, cansei de desafiá-lo para defender sua postura inquisitorial numa polêmica.

Sabia que se acovardaria, como sempre se acovardou.

Já amarelara em 2004, quando uma repórter da Carta Capital me entrevistou sobre o 25º aniversário da Lei da Anistia e ele ordenou, na enésima hora, que fossem suprimidas todas as referências ao meu nome. 

Também naquela ocasião mandei uma veemente contestação da atitude despótica que tomou, com a mesma prepotência dos censores da ditadura. Não deixou que publicassem, nem respondeu. Estava ciente de que todo seu poder de nada valeria num confronto de textos, pois eu pulverizaria facilmente sua algaravia pomposa. 

A que se devia tal antipatia gratuita? É simples: ele odeia os contestadores de 1968. Sempre nos detestou. Como boa parte dos comunistas da velha guarda, naquele ano decisivo ele se posicionou, junto com os partidões da Itália e da França, do outro lado da barricada. Entre as forças da ordem e os jovens rebeldes, ficou com as primeiras. 

E contraiu ódio eterno pelos verdadeiros esquerdistas, que expuseram a cumplicidade dos PC's com a burguesia (o PC francês tudo fez para minar o apoio dos operários à revolução que já estava nas ruas, enquanto o italiano compartilhou o poder com ninguém menos que a Democracia Cristã, podre até a medula).

Então, mesmo não tendo identificação ou simpatia nenhuma pelo Demétrio Magnoli, não posso deixar de aplaudir as estocadas certeiras que ele deu no Mino Carta, na Folha de S. Paulo deste sábado (5).

Começa citando a ode ao golpe de 1964 que o próprio Mino fez publicar na Veja de 1º de abril de 1970 (ou seja, o editorial que ele assinava com suas iniciais, MC), ajudando os milicos a soprarem as seis velinhas:


"Propostos como solução natural para recompor a situação turbulenta do Brasil de João Goulart, os militares surgiram como o único antídoto de seguro efeito contra a subversão e a corrupção (...). Mas, assumido o poder, com a relutância de quem cultiva tradições e vocações legalistas, eles tiveram de admitir a sua condição de alternativa única. E, enquanto cuidavam de pôr a casa em ordem, tiveram de começar a preparar o país, a pátria amada, para sair da sua humilhante condição de subdesenvolvido. Perceberam que havia outras tarefas, além do combate à subversão e à corrupção --e pensaram no futuro"


Hoje, muitos companheiros desavisados mostram deferência e respeito por esse sujeitinho infame que via os Ustras e Curiós como "único antídoto de seguro efeito contra a subversão e a corrupção", atribuindo-lhes visão de futuro e louvando a firmeza com que botavam "a casa em ordem", nela instalando a paz dos cemitérios. Espero que doravante passem a ser mais seletivos em suas devoções.
 

Enfim, está certíssimo o Magnoli ao jogar na cara do Mino o seguinte:

"Enquanto Paulo Malhães lançava corpos em rios, Mino Carta batia bumbo para Médici. A censura não tem culpa: os censores proibiam certos textos, mas nunca obrigaram a escrever algo. Os proprietários da Abril não têm culpa (ou melhor, são culpados apenas pela seleção do diretor de Redação): segundo depoimento (nesse caso, insuspeito) de um antigo editor da revista e admirador do chefe, hoje convertido, como ele, ao lulismo, Carta dispunha de tal autonomia que os Civita só ficavam sabendo do conteúdo da Veja depois de completada a impressão".


Desta vez, mesmo que encontre uma insuspeitada e até agora inexistente coragem, de nada lhe adiantará. Não existe resposta nem justificativa possível.
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Leia o artigo "Eu sei o que você escreveu ontem" acessando o link http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2014/04/1436240-eu-sei-o-que-voce-escreveu-ontem.shtml

terça-feira, 25 de setembro de 2012

O Mago complica Agnelo Queiroz

Terça, 25 de setembro de 2012

Do portal QuidNovi

O governador de Brasília, Agnelo Queiroz, contratou na campanha de 2010 a empresa Canal 27 para dar suporte na área de comunicação. O QUIDNOVI revela agora com exclusividade a ilegalidade da operação.

Após terminar os trabalhos a empresa Canal 27, cobrou R$ 1 milhão de reais pelo serviço e começou a correr atrás para receber a fatura. A empresa recebeu R$ 250 mil reais e emitiu uma única fatura, mas na prestação de contas entregue ao TSE, Agnelo dividiu em dois pagamentos. Até ai, o erro poderia ter sido reparado, mas o calote que a empresa recebeu obrigou a direção buscar a origem dos recursos pagos na fatura inicial. Eram oque suspeitavam. A empresa Fera Lubrificante LTDA atuou como caixa dois nas campanhas do PT e do PMDB.

A troca de e-mails entre os representantes da Fera Lubrificantes e Canal 27 deixaram rastros com seu conteúdo inflamável. O homem que nos bastidores cuidava das finanças da comunicação na campanha de Agnelo ao governo do Distrito Federal, Abdon Henrique de Araújo, tentou resolver, mas não obteve sucesso,agora procurado pelo QUIDNNOVI nesta terça 25 confirmou que a empresa Canal 27 prestou serviços na campanha petista, mas disse que foi somente para candidatos a deputados.

O curioso é que a empresa está na prestação de contas pessoal do candidato Agnelo Queiroz.

A dívida que se arrasta por dois anos, hoje está transformada numa bomba capaz de levar a cassação Agnelo e seu vice Tadeu Felippelli.

Os advogados da empresa Canal 27 estão ingressando com uma ação no TSE e no Superior Tribunal de Justiça (STJ) fórum de Agnelo e do vice Tadeu Felippelli.
Tudo foi documentado e registrado em áudio e vídeo, e essa documentação vai chegar a CPMI de Carlos Cachoeira. A empresa Fera Lubrificantes têm tentáculos em vários estados e parceria com a empresa Delta Engenharia, foco principal da CPMI e pertence a Ricardo Mago, sócio de Marcelo Sereno na refinaria de Manguinhos localizada na cidade do Rio de Janeiro. Sereno é braço direito de José Dirceu.
 
A empresa fez doações em várias campanhas e não figura no TSE nas prestações de contas dos candidatos. O contrato com a campanha de Agnelo e as transferências bancaria e troca de e-mails pode ser a pá de Cal para arrancar de vez Agnelo Queiroz da cadeira de governador do DF.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Nota oficial da Delta Construção e a resposta de Mino Pedrosa

Segunda, 16 de abril  de 2012
Da Revista Eletrônica Quid Novi
Quidnovi responde a nota da maior empresa fornecedora do Governo Federal, depois que publicamos áudio do presidente Fernando Cavendish dizendo como se compra um político para conseguir obras públicas.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Filippelli comemora o começo da derrocada de Agnelo, afirma Quid Novi

Segunda, 12 de dezembro de 2011
Da Revista Eletrônica Quid Novi

Neste final de semana o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz teve dor de cabeça. A Revista Isto É publicou uma matéria assinada pelo jornalista Cláudio Dantas que mostra a lavagem de dinheiro do Governador desde a sua passagem pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilãncia Sanitária. O dinheiro desviado está em empresas criadas pela família para esconder o patrimônio milionário do governador do DF.


Sábado, dia 9 de dezembro, Agnelo reuniu seu staff e disse que estava sendo vítima de um grupo terrorista. Nominou seus inimigos e determinou o contra ataque, mas teve uma coisa que o deixou preocupado: o jornalista Cláudio Dantas foi ameaçado de morte  pelo irmão de Agnelo, Airton Queiroz.  Tudo foi gravado e hoje, 12 de dezembro, a Revista Isto É acionou o Sindicato dos Jornalistas, a Federação - FENARJ e a OAB - Ordem dos Advogados do Brasil para tomar providências junto a justiça pela tentativa de calar a imprensa. Enquanto isso, o vice- governador Tadeu Filippelli, comemora silenciosamente o começo da derrocada de Agnelo.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Grampos tiram sono de Zé Dirceu

Quarta, 7 de dezembro de 2011
Da Revista Eletrônica Quid Novi
Por Mino Pedrosa
Domingo, 4 de dezembro de 2011, o ex-ministro José Dirceu, apontado no Mensalão do PT como o chefe da quadrilha, plantou nota na Coluna do jornalista Cláudio Humberto, tentando responder a matéria publicada pelo Quidnovi, sobre as gravações autorizadas judicialmente com conversas do ex-chefe da Casa Civil do governo Lula e suas relações de negócios. O áudio publicado pela Revista Eletrônica Quidnovi faz parte de horas de gravações autorizadas pela Justiça Federal. Em outras gravações, há informações que José Dirceu trata com seu fiel escudeiro, o petista Marcelo Sereno,  envolvendo negócios no Rio de Janeiro, de um senador nordestino de um partido da base aliada.

O Quidnovi republica agora o áudio e um dos documentos inéditos da Justiça Federal que mostram que José Dirceu, conhecido pelos peritos de áudio como Lênin, sempre usou tráfego de influência dentro e fora do Governo.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Agnelo: o camarada traidor"

Sexta, 21 de outubro de 2011
Postagem de hoje (21/10) da revista eletrônica QuidNovi

Por Mino Pedrosa
AGNELO: O CAMARADA TRAIDOR

A Polícia Federal saiu semana passada em busca de Daniel Almeida Tavares  e Marília Coelho Cunha envolvidos no processo da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária que corre em segredo de justiça. Os dois operadores de um esquema de propina na Agencia de Saúde do Governo Federal , durante a gestão do atual governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, estão foragidos. A surpresa foi que Marília Coelho Cunha foi nomeada nesta 4ª feira, para um cargo no GDF, conforme o Diário Oficial de 19 de outubro de 2011, seção 2, página 36, mas está desaparecida.

A Polícia também não sabe de Daniel, mas o ex-funcionário do Laboratório União Química tem uma história para contar. Num fim de semana, quando Agnelo Queiroz estava à frente da ANVISA, o médico recebeu Daniel em sua mansão no Lago Sul. O governador do DF, levou Daniel para uma biblioteca no subsolo de casa, onde pouquíssimas pessoas costumam freqüentar. Daniel estava preparado para documentar o encontro desde a entrada na mansão de Agnelo. Alí, o  rapaz entregou  R$ 75 mil ao então dirigente da ANVISA como pagamento de propina efetuado pelo Laboratório União Química.

Agnelo reclamou a Daniel. Sentiu falta de R$ 5 mil na quantia combinada. O rapaz prometeu ao político depositar o dinheiro no dia seguinte. E o fez, através de transferência bancária via HSBC. Deste modo, Daniel recolheu mais uma prova contra Agnelo Queiroz.

Outro episódio que Daniel tem registrado é o presente que a União Química deu para o filho de Agnelo Queiroz: um pálio branco. Agnelo perguntou a Daniel o valor do carro e foi informado: R$ 30 mil. O Governador pediu que Daniel então vendesse o veículo e depositasse o dinheiro em sua conta bancária. O que foi feito em seis parcelas semanais, no mesmo HSBC.

A história de Marília Coelho Cunha é tão interessante quanto a de Daniel e envolve a mesma União Química. Marília foi Gerente de Inspeção e Controle de Insumos da ANVISA e responde processo de favorecimento ilícito ao Laboratório.

Essas informações não estão exclusivas de Daniel. Fazem parte também de um dossiê que o soldado quatro estrelas João Dias Ferreira tem em suas mãos sobre seu camarada Agnelo Queiroz. João Dias procurou Daniel e recolheu o material para tentar salvar, na época o então amigo de PC do B.

domingo, 16 de outubro de 2011

Um novo inferno astral do DF?

Domingo, 16 de outubro de 2011
O jornalista Mino Pedrosa faz graves acusações hoje (16/10) na sua revista eletrônica QuidNovi, colocando na roda o governador Agnelo (PT), o vice Tadeu Filippelli (PMDB) e o secretário de governo Paulo Tadeu (PT). As acusações vêm na esteira das feitas pelo campeão de Kung Fu, João Dias, que neste final de semana teve entrevista publicada na revista Veja, onde acusou de corrupção o ministro dos Esportes, Orlando Silva (PC do B), e outras autoridades.

As acusações de Mino Pedrosa são explosivas e se apuradas —e porventura comprovadas— colocarão o Distrito Federal em um novo inferno astral, semelhante ao vivido no final de 2009 e início de 2010, quando estourou o Mensalão do Demo, o mensalão do Arruda.

Você pode acessar as postagens da revista eletrônica QuidNovi clicando nos links abaixo.



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

"Soldado João Dias faz Batalhão bater continência, enquadra autoridades e até o governador do DF Agnelo Queiroz"

Sexta, 9 de setembro de 2011
Do site Quid Novi

Por Mino Pedrosa
Ministério Público do Distrito Federal entrou no caso do acerto de contas entre policiais e empresários que disputavam espaço no Governo do DF, que veio à tona, revelado pela revista Quidnovi, no final do mês passado. O assunto veio à baila depois de uma briga entre policiais, numa padaria no bairro do Sudoeste em Brasília. Foi em alguns depoimentos colhidos pelo NCOC – Núcleo de Combate às Organizações Criminosas que o MP chegou à seguinte história: João Dias Ferreira foi à residência do secretário de Saúde Rafael Barbosa e num escândalo reclamou a saída do diretor da Corretora do BRB Manoel Tavares, um grão mestre maçon membro a Loja Grande Oriente.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

IDELI SALVATTI: RELAÇÕES INSTITUCIONAIS NA CHINA

Quinta, 8 de setembro de 2011
Postagem das 19h50 no site Quid Novi

Uma modesta quitanda oriental, em Brasília, contou com a presença ilustre de uma ministra de Estado, nesta 5ª feira, para o almoço. Era Ideli Salvatti, acompanhada de duas pessoas, discretas que escolheram uma mesinha no canto, coberta por um biombo, para tratar de um assunto muito confidencial. Ideli falava baixo, quase sussurrando. E sempre calando-se quando um funcionário se aproximava. O encontro durou 53 minutos. Por traz de guardanapos, a ministra das Relações Institucionais lia atentamente calhamaço de papel que lhe foi entregue por seus convivas. Ao deixar o pequeno estabelecimento, entrou num carro popular em nome de uma empresa, acompanhada dos dois homens não identificados. A ministra teve o cuidado de olhar e verificar ao redor, antes de entrar no carro.

Como o índice de criminalidade em Brasília vem aumentando muito, e já é grande preocupação das autoridades, uma ministra de Estado andar sem segurança não utilizando o carro oficial, é no mínimo temerário. Ou , então, o assunto era estritamente confidencial e extra-agenda, que no horário tinha marcado, em sua sala no Palácio do Planalto, audiência com a Frente Parlamentar e com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

“Governador Agnelo Queiroz e senador Gim Argello com as mãos no cofre da ANVISA”, denuncia reportagem de Mino Pedrosa

Quarta, 21 de junho de 2011 
Alvo de processo do Ministério Público Federal, sob a acusação de ser responsável por superfaturamento no aluguel antecipado da Vila do Pan (Rio de Janeiro, 2007), fato constatado em relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), o governador de Brasília, Agnelo Queiroz, parece que não consegue sair do seu inferno astral.

Além de ainda não ter mostrado a que veio, com um governo que continua sem conseguir um mínimo de arrumação da “casa” (muitos dos arrumadores vieram dos governos que sujaram a casa) e nem pegar um novo caminho, Agnelo tem sofrido acusações sérias.

Foi acusado em reportagem da revista Época de ter recebido R$300 mil de doação para sua campanha ao governo, através do seu comitê. Doação “por dentro”, o que significa registrada na prestação de contas. O estranho apontado no episódio é que a M Brasil, a empresa doadora, tinha como seus dois proprietários um sargento do Corpo dos Bombeiros da Bahia, que ganha salário de pouco mais de R$1.900. O outro proprietário, um motoboy, que também mora em uma casinha em subúrbio pobre de Salvador, sequer sabia que possuía tal empresa. Eram, de fato, dois laranjas enchendo os cofres dos outros.

Mais ainda, o grupo da M Brasil foi beneficiado com um contrato milionário, contrato realizado sem licitação, ao arrepio da lei, contrariando parecer do órgão jurídico da Anvisa. Na época o diretor da Anvisa era o hoje governador de Brasília.

Agnelo deixou a agência para se desincompatibilizar, o que era necessário fazer para que pudesse disputar o governo do DF. Seu substituto na Anvisa anulou imediatamente o contrato com o grupo da M Brasil, cumprindo, assim, a orientação do parecer do setor jurídico.

Ontem (21/6) o jornalista investigativo Mino Pedrosa publicou no site QuidiNovi uma reportagem jogando sobre os ombros de Agnelo sérias acusações. Acusações que não podem ficar sem resposta, sem explicações do governador de Brasília. E também explicações do senador Gim Argelo.

A reportagem “Governador Agnelo Queiroz e senador Gim Argello com as mãos no cofre da ANVISA” coloca coisas como: “Laudos, pareceres e perícias, encomendadas por Agnelo Queiroz na ANVISA, revelam um grande esquema de corrupção com superfaturamento em desfavor da Agência criada para proteger o consumidor na área da Saúde Federal. Os documentos mostram como opera o senador Gim Argelo, (PTB-DF) usando seu testa de ferro Marcos Pereira Lombardi, empresário com o maior patrimônio pessoal imobiliário de Brasília, conhecido como Marcola.”

E mais: “A cena do crime se passa na sede nacional da ANVISA, em Brasília, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), trecho 5, lote 200, Área Especial 57, mais o acréscimo de invasão de uma área pública.”

Não pode, não deve, o governador de uma unidade da federação governar sem que consiga explicar esse tipo de acusações. Deveria o governador de Brasília, para o bem do Distrito Federal, que tão turbulentos dias viveu com a desastrosa passagem de Arruda pelo Buriti, dar todas as explicações detalhadas sobre o assunto. Se é que as pode dar.

Agnelo terá que demonstrar que o governo do Distrito Federal é um governo que de um novo caminho, um governo diferente.

A reportagem completa de Mino Pedrosa pode ser lida aqui.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Mino Pedrosa: Senador Gim Argelo (PTB-DF) envolvido no esquema financeiro dos aloprados da campanha de Dilma.

Segunda, 14 de junho de 2010

Toda essa história dos aloprados, veio à tona atrás do biombo de um restaurante japonês na Academia de Tênis de Brasília. Como revelamos com exclusividade no dia 28, às 15h55, nesta coluna, a "reunião sigilosa" entre o coordenador de imprensa da campanha de Dilma Rousseff, Luiz Lanzetta e o jornalista Amaury Ribeiro Jr. teve como testemunhas o senador Gim Argelo (PTB-DF), o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), dois empresários e este jornalista. O que não sabíamos e revelamos hoje: um dos empresários era Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, responsável pelo pagamento de esquema de arapongagem contra a campanha do tucano José Serra.
Hoje, vem à tona a relação entre o senador Gim Argelo e o empresário Bené. Só agora, é possível entender como Bené ficou encarregado dos pagamentos na campanha de Dilma Rousseff. A indicação foi de Gim Argelo. Senador muito próximo a Dilma Rousseff e sócio oculto de Bené em vários imóveis em Brasília e empresas que atuam no governo do Distrito Federal e Governo Federal.
Benedito, um jovem de 34 anos, chamou a atenção da Controladoria Geral da União (CGU) pelo volume de contratos e milhões que abocanhou dos cofres públicos no governo petista, principalmente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e Ministério de Turismo como revelou esta coluna.
Gim credenciou Bené para ser o financiador de serviços prestados à campanha de Dilma Rousseff.
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