Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Caixa de Pandora: Juiz nega pedidos das defesas de Arruda, Paulo Octávio, Geraldo Maciel, José Celso Gontijo, Durval Barbosa e Marcelo Carvalho

Segunda, 31 de julho de 2017
Do TJDT
O juiz da 7ª Vara Criminal de Brasília negou vários pedidos formulados pelas defesas do ex-Governador do DF José Roberto Arruda e de outros réus, em uma das ações penais oriunda da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. A ação foi distribuída em 2014 para o juízo da 7ª Vara Criminal, cuja denúncia contra os réus José Roberto Arruda; Geraldo Maciel; Paulo Octávio Alves Pereira; José Celso Valadares Gontijo; Marcelo Carvalho de Oliveira e Durval Barbosa Rodrigues, foi recebida no dia 23/4/2014.
Desde então, diversos pedidos vêm sendo protocolados pelos advogados dos acusados, que insistem, principalmente, na tese de ilicitude das provas e na realização de perícia dos gravadores utilizados por Durval Barbosa, no ano de 2009, quando ele resolveu delatar o esquema de corrupção conhecido como Mensalão do DEM. Na ocasião, as investigações da Polícia Federal revelaram a existência no Distrito Federal de esquema de compra de apoio político por meio de pagamento de mesada a parlamentares, financiada por propina arrecadada do setor privado.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Caixa de Pandora: Arruda, CONDENADO ontem, não poderá ser candidato a governador

Quinta, 10 de julho de 2014
Do Blog do Riella

Por RENATO RIELLA
9/7/2014
O ex-governador José Roberto Arruda recebeu hoje [ontem, 9 de julho] condenação em segunda instância pela 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do DF, com suspensão dos direitos políticos por oito anos. Por isso, pode ser dito que estará impedido de disputar a eleição no dia 5 de outubro.

O artigo 15 da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135, de junho de 2010) é claro, ao definir:
 
-“Transitada em julgado ou publicada a decisão proferida por órgão colegiado que declarar a inelegibilidade do candidato, ser-lhe-á negado registro, ou cancelado, se já tiver sido feito, ou declarado nulo o diploma, se já expedido”.

Assim, o registro da candidatura do Arruda a governador, pelo PR de Valdemar Costa Neto (preso na Papuda), poderá ser cancelado quando o TJDF publicar a decisão tomada hoje pela 2ª Turma Cível. É o que se lê na Lei da Ficha Limpa.

O mesmo vale para a candidatura de Jaqueline a deputada federal – logo ela, que ocupava o primeiro lugar nas pesquisas eleitorais.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Raad e os envolvidos na Operação Caixa de Pandora

Sexta, 3 de maio de 2013
O deputado distrital Raad Massou não está em bons lençóis. Mas a preocupação agora é também com os distritais acusados na denúncia do esquema de corrupção nacionalmente conhecido como Operação Caixa de Pandora. O Ministério Público Federal pediu o recebimento integral da denúncia.

Além dos chefões apontados pelo MPF –Arruda e Paulo Octávio– são denunciadas várias outras pessoas, dentre as quais três continuam como deputados distritais, todos eles da base do governador Agnelo Queiroz.

Na íntegra da manifestação do Ministério Público Federal, estão lá Rôney Nemer, do PMDB, (folha 291), Benedito Domingos, do PP, (folha 293) e Aylton Gomes, do PR, (folha 303). Quando haverá a instauração de processo no conselho de ética da CLDF? 

Outros quatro ex-distritais também são acusados.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Deputado Eduardo Cunha teve rejeitado seu pedido de reparação de danos contra Durval Barbosa

Quinta, 21 de março de 2013
Do Blog do Sombra
A decisão de não acatar o pedido do parlamentar do Rio de Janeiro foi prolatada no último dia 15 pela juíza Ana Maria Morato da 7ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Na Decisão, a juíza condena Eduardo Cunha a arcar com o pagamento das custas processuais e com os horários do advogado de defesa do colaborador judicial Durval Barbosa. Leia a sentença aqui
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Do Gama Livre: Nesta quinta (21/3) a sessão plenária do STF deve julgar matéria de interesse de Eduardo Cunha. Clique aqui e veja no site do STF.


Inquérito (Inq) 2984
Relator: Ministro Gilmar Mendes
Ministério Público Federal x Eduardo Cosentino da Cunha
Denúncia em que é imputado ao denunciado a prática do crime previsto no artigo 304 /c art. 297, ambos do Código Penal, por ter supostamente se utilizado de documentos falsos ao postular a juntada de cópias de cinco documentos oficiais, quatro dos quais falsificados materialmente, no intuito de obter o arquivamento do Processo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro nº 106.777-0/00. Alega o denunciado em sua defesa preliminar, em síntese, que não há no presente feito qualquer indício de sua participação na falsificação dos quatro documentos oficiais mencionados na denúncia. Afirma que a denúncia não descreve ou aponta qualquer indício de sua ciência sobre a falsidade dos documentos, nem aponta sua participação especial no suposto conluio.
Em discussão: saber se presentes os pressupostos e requisitos necessários ao recebimento da denúncia.
PGR: pelo recebimento da denúncia.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Caixa de Pandora: Distrital Aylton Gomes volta a ter bens bloqueados em processo por improbidade administrativa

Quarta, 5 de dezembro de 2012
Do MPDF
STF reconhece que prerrogativa de foro limita-se à instância penal

Réus da operação "Caixa de Pandora" devem responder por improbidade administrativa em 1º grau de jurisdição

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu, em caráter liminar, medida cautelar para suspender uma decisão do Superior Tribunal de Justiça e reconhecer que réus com prerrogativa de foro na esfera criminal devem responder por crimes de improbidade administrativa na primeira instância. A ação cautelar foi promovida pelo Ministério Público do DF e Territórios. A decisão do STF foi proferida, no último dia 29, pelo presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa.

Com isso, Barbosa reafirmou a competência de juízo de 1o grau para processar e julgar ações de improbidade administrativa e suspendeu a decisão liminar do STJ que determinava o desbloqueio dos bens do deputado distrital Aylton Gomes (PR), processado em decorrência da "Operação Caixa de Pandora". O deputado volta a ter bens indisponíveis até o julgamento do processo.

Matéria constitucional

A ação cautelar foi proposta pelo MPDFT depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) modificou entendimento sempre reiterado do STF sobre a matéria, o que restabeleceu, na prática, disposição do Código de Processo Penal já declarada inconstitucional na ADI 2797. "O julgamento das ações de inconstitucionalidade, em seu mérito, possui efeitos erga omnes e vincula todas as instâncias judiciais, na forma do art. 102, § 2º, da Lei Maior. O STJ, por isso mesmo, estava obrigado a seguir a orientação da Suprema Corte, intérprete ultimo e maior do texto constitucional", ressalta a ação. O MPDFT demonstrou ainda que a medida deferida pelo STJ colocava em risco a ordem pública, notadamente quanto ao aspecto jurídico-constitucional.

Caixa de Pandora

O MPDFT ajuizou, perante o juízo fazendário do Distrito Federal, ações de improbidade contra mais de 30 réus investigados a partir da "Operação Caixa de Pandora". Também impetrou ações cautelares para decretar a indisponibilidade de bens dos investigados e viabilizar o ressarcimento dos danos ao patrimônio e à moralidade pública.

Um dos réus do processo é o deputado distrital Aylton Gomes. Detentor de prerrogativa de função na esfera criminal, ele questionou as decisões de primeira e segunda instância do TJDF, que reafirmaram a competência da Justiça local de 1ª instância para julgar os processos de improbidade administrativa. Nas duas decisões proferidas pelo Tribunal de Justiça do DF, a Justiça determinou a indisponibilidade de bens pertencentes ao deputado distrital, a fim de assegurar o ressarcimento dos danos decorrentes dos atos de improbidade praticados.

O deputado recorreu ao STJ questionando a indisponibilidade de bens, por incompetência do juízo. A defesa do deputado argumentou que a prerrogativa de foro também deveria ser reconhecida para as ações civis de improbidade. Em caráter liminar, o STJ aceitou o recurso do deputado e ordenou o desbloqueio dos bens dele.

Na decisão da última quinta-feira, o presidente Joaquim Barbosa acolheu os argumentos do MPDFT e ratificou a competência do magistrado de 1º grau para processo e julgamento das ações de improbidade e restabeleceu o bloqueio dos bens do deputado distrital.

Clique aqui para ver a íntegra da decisão do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa (AC 3258).

Fonte: MPDF 
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Aylton Gomes. Foto site CLDF
Comentário do Gama Livre: Aylton Gomes, que quase chorou na frente das TVs quando o ex-governador Arruda foi preso, acabou cooptado pelo governo Agnelo. Hoje é um soldado, melhor, sargento, do governador atual. Verdade que subordinando-se ao Cabo. Ele, Aylton, é reu em ação de improbidade decorrente do nojento Mensalão do Dem, ocorrido em Brasília e estourado pela Polícia Federal no dia 27 de novembro de 2009, há três anos, portanto.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Caixa de Pandora, três anos. Oração da Propina

Terça, 27 de novembro de 2012 
Em 27 de novembro de 2009 a Caixa de Pandora foi aberta. A podridão do político arruda tomou conta dos ares da capital do Brasil. E isso depois da violação do painel do Senado.

Caixa de Pandora, três anos da descoberta da corrupção desenfreada do governo Arruda.

Terça, 27 de novembro de 2012
Violência da PM de Arruda contra os manifestantes que protestavam na Praça do Buriti, em 9 de dezembro de 2009.

Caixa de Pandora e a violência da polícia militar contra os manifestantes

Terça, 27 de novembro de 2012
"Manifestação contra Arruda, Paulo Octavio e Câmara Legislativa do DF. Dia Mundial de Combate a Corrupção. Brasília 09 de Dezembro de 2009". 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Parla, Valério! Parla, homem dos mensalões

Terça, 23 de outubro de 2012
STF já condenou Marcos Valério a 11 anos e oito meses de cadeia, além de multa de R$976 mil, condenações referentes apenas a três crimes.

Tomara que venham mais alguns anos de condenação. Quem sabe se assim ele, Marcos Valério, resolve falar tudo o que sabe, indicando exatamente quem foi quem e quem pegou o que no mensalão do PT.

E, com medo de futuras  condenações, abra também todo o jogo do mensalão do PSDB mineiro, facilitando a ida de mais alguns para a cadeia.

Já que falamos em mensalões do PT e do PSDB, bem que o STJ podia acelarar o julgamento do mensalão do Dem do DF, o do Arruda, que teria envolvido deputados distritais, alguns dos quais ainda na CLDF.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A MÁQUINA DO CRIME: A HISTÓRIA SE REPETE

Terça, 31 de janeiro de 2012
Da Revista Eletrônica Quid Novi
O governador do Distrito Federal  Agnelo Queiroz e o vice Tadeu Filipelli começaram o ano metendo os pés pelas mãos. Cometeram um crime ao armar uma operação usando a Polícia Civil  do DF com a intenção de fazer  busca e apreensão na casa do jornalista Edson Sombra, com o intuito de apreender todo o material da Caixa de Pandora que envolve  grandes empresários e políticos do DF, inclusive o próprio governador Agnelo. O jornalista Edson Sombra é fiel depositário, junto com o Ministério Público Federal, de todo o material do inquérito da Caixa de Pandora que será julgado pelo Supremo Tribunal Federal ainda este ano.
Agnelo tinha também a intenção de achar “alguma coisa” contra o jornalista para desmoralizá-lo e desqualificá-lo como principal testemunha de Durval Barbosa, o delator do Mensalão do DEM, responsável por desencadear o inquérito da Caixa de Pandora.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Operação Caixa de Pandora: Ministério Público Federal recebe perícia e novos documentos

Quuinta, 22 de setembro de 2011
Do MPF
22/9/2011
MPF recebe perícia e documentos em inquérito que investiga corrupção no GDF

Perícia e cheques apreendidos foram remetidos esta semana pela PF ao Ministério Público Federal
 
O Ministério Público Federal recebeu no início desta semana dois importantes documentos para serem juntados ao conjunto de provas do Inquérito 650-DF do Superior Tribunal de Justiça (STJ), mais conhecido como Operação Caixa de Pandora, que investiga a prática de corrupção no governo do Distrito Federal, na gestão de José Roberto Arruda. Um dos documentos é uma perícia de prova obtida em ação controlada, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), feita durante a investigação - que consistiu na afixação de equipamento de gravação em um colaborador do inquérito para colheita de provas.

"A perícia da prova é necessária para que ela possa ser aceita em juízo, em ação penal", diz a subprocuradora-geral da República Raquel Dodge, responsável pelo inquérito no MPF. Ela explica que requisitou essa perícia ao STJ no início deste ano, pois a ausência dessa perícia poderia comprometer a eficácia de uma denúncia. A perícia chegou ao MPF na última terça-feira, 20 de setembro, no fim da tarde.

Além da perícia, chegaram ao MPF, na segunda-feira, 19 de setembro, vários cheques apreendidos pela Polícia Federal durante a operação na residência e empresas de investigados, que ainda não constavam dos autos do inquérito.

"O Ministério Público Federal tem adotado todas as medidas para garantir a idoneidade e a higidez das provas que estão sendo coligidas nos autos do Inquérito 650-DF", afirma Raquel Dodge. Segundo ela, essas e outras medidas adotadas no curso dessa investigação são exigências legais e constitucionais que possibilitam o exercício das atribuições dos membros do MPF.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Bip, bip, sai da frente!


Segunda, 28 de março de 2011
E o Detran, já no governo Agnelo, renovou, sem licitação, contrato com a empresa Search Tecnologia, citada na Operação Caixa de Pandora.  De acordo com a reportagem do DFTV desta noite, o contrato foi assinado em 8 de fevereiro de 2011 e o seu valor é de R$11,9 milhões, referentes a contrato de seis meses de prestação de serviços de informática.

A desculpa é sempre a mesma: contrato emergencial.

Durval Barbosa afirmou em depoimento na Operação Caixa de Pandora que a empresa "pagava propina de forma regular e contínua, de acordo com a liberação do pagamento das faturas".