Foi questionada também quanto ao Sarah a transparência nos critérios de
escolha dos pacientes a serem atendidos e a prestação de contas dos
recursos públicos repassados pelo Ministério da Saúde
A criação do Instituto Hospital de Base,
nos moldes da Associação das Pioneiras Sociais (Rede Sarah), e a
transparência e seletividade do atendimento prestado por essa entidade
foram discutidas em reunião realizada na última quinta-feira, 20 de
abril. Estiveram presentes a promotora de Justiça de Defesa da Saúde
Marisa Isar, a procuradora da República Eliana Rocha e a auditora de
controle externo do Tribunal de Contas da União (TCU) e também
presidente da Associação Aud-TCU Lucieni Pereira. No encontro,
questionaram a restritiva seleção de pacientes feita pelo Hospital Sarah
para prestação de serviços de saúde, a transparência nos critérios de
escolha dos pacientes a serem atendidos e a prestação de contas dos
recursos públicos repassados pelo Ministério da Saúde.
