“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador mesa diretora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mesa diretora. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Como ficou a Mesa Diretora da CLDF para o biênio 2017—2018

Quinta, 15 de dezembro de 2016
Da CLDF

O deputado Joe Valle (PDT) foi eleito presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal para o biênio 2017-2018. A disputada eleição entre os deputados Joe Valle (PDT) e Agaciel Maia (PR) ocorreu no início da tarde desta quinta-feira (15), com quórum pleno de 24 parlamentares presentes em plenário. Cada candidato recebeu doze votos e o desempate se deu com base no inciso XIII do artigo 10 do Regimento Interno da Casa, que estabelece, como critérios sucessivos em caso de empate, contar com o maior número de legislaturas; pertencer a partido com maior número de deputados distritais; houver obtido o maior número de votos na última eleição e for o mais idoso.
Votaram favoravelmente a Joe Valle os deputados Chico Leite (Rede), Cláudio Abrantes (Rede), Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD), Joe Valle (PDT), Liliane Roriz (PTB), Rafael Prudente (PMDB), Raimundo Ribeiro (PPS), Reginaldo Veras (PDT), Robério Negreiros (PSDB), Sandra Faraj (SD) e Wellington Luiz (PMDB). Robério Negreiros chegou a anunciar o voto em Agaciel Maia, mas mudou o seu voto durante a eleição.
Votaram a favor de Agaciel Maia os deputados Agaciel Maia (PR), bispo Renato (PR), Chico Vigilante (PT), Israel Batista (PV), Juarezão (PSB), Júlio César (PRB), Lira (PHS), Luzia de Paula (PSB), Ricardo Vale (PT), Rodrigo Delmasso (PTN), Telma Rufino (Pros) e Wasny de Roure (PT).
Mesa Diretora – O deputado Wellington Luiz (PMDB) foi eleito vice-presidente da Casa, com 14 votos na disputa com Ricardo Vale. Sandra Faraj derrotou o presidente em exercício Juarezão na disputa pela 1° Secretaria. Robério Negreiros e Raimundo Ribeiro foram eleitos sem concorrentes, respectivamente, para Segunda e Terceira secretarias.  
Franci Moraes e Bruno Sodré - Coordenadoria de Comunicação Social

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A Câmara Legislativa do DF não ouviu o clamor das ruas e protege envolvidos na Caixa de Pandora

Segunda, 19 de agosto de 2013
"Se, como afirmam o Ministério Público do Distrito Federal, o Ministério Público Federal, o Superior Tribunal de Justiça, a Polícia Federal, o juiz que os condenou [a Aylton Gomes, Benedido Domingos e Rôney Nemer] na ação de improbidade e que lhes bloqueou os bens, e os Desembargadores que mantiveram o bloqueio de tais bens, os três deputados citados tiveram forte envolvimento com a quadrilha que pilhou os cofres públicos, não é possível compreender como mesmo assim, a Câmara Legislativa, apegando-se a uma interpretação absurda, entende que não é o caso de investigá-los."
  
Do Blog do Sombra
Aqui no Distrito Federal não é preciso muitas explicações acerca do que significa e do que significou a conhecida ação policial chamada de “Caixa de Pandora”. Está vivo na memória da população o mega esquema de corrupção que abateu diversos políticos no DF.

Alguns deles, flagrados em áudio e vídeo pilhando os cofres públicos e abarrotando cuecas, meias, bolsos e foram cassados, outros caíram no ostracismo, mas, para vergonha de toda gente de bem, alguns continuam ativos e influentes nos meandros do poder local. ...

Alguns, pasmem, ainda ostentam mandatos eletivos e muita influência no atual governo local, que, na campanha, se intitulou como sendo o “novo caminho”. Três tapas na cara da população respondem pelos nomes Aylton Gomes, Benedito Domingos e Roney Nemer. Foram acusados pelo delator. A CLDF não fez nada. Foram denunciados criminalmente pelo Procurador-Geral da República, a CLDF não fez nada. Foram acusados de improbidade pelo Núcleo de Combate ao Crime Organizado do MPDFT, a CLDF não fez nada. A denúncia da ação penal foi recebida pelo Superior Tribunal de Justiça, a CLDF não fez nada. A ação de improbidade foi recebida pelo TJDFT, a CLDF não fez nada. Os políticos foram CONDENADOS, em primeiro grau, na ação de improbidade, a CLDF, insuflada a agir pela ONG Adote um Distrital, fez uma grande lambança, afrontou a população e o direito, como explicaremos a seguir.
 
Fonte: Blog do Sombra

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Membros da Mesa Diretora da Câmara são investigados pela Justiça

Terça, 5 de fevereiro de 2013
Mariângela Gallucci - Estadão
Integrantes da Mesa Diretora da Câmara enfrentam investigações que tramitam perante o Supremo Tribunal Federal (STF). O novo 3º. secretário, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), é investigado pelo Ministério Público Federal por suspeita de peculato. Denunciado, o parlamentar é acusado de envolvimento com irregularidades supostamente cometidas numa licitação na Secretaria de Educação de Alagoas. Leia a íntegra

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Eleição na CLDF: Balança, mas não cai

Quinta, 13 de dezembro de 2012 

Do Blog do Sombra


Dá até para imaginar como devem ser cômicas, para não dizer trágicas, as reuniões dos rebeldes ao Palácio do Buriti para encontrar um nome que tenha condições de disputar a chapa com o ex-líder do Governo, Wasny de Roure (PT), que se candidatou ao comando da Câmara Legislativa com as bênçãos do governador Agnelo Queiroz. Imaginemos: ...
 
No primeiro nome ventilado, um deputado disse: “Esse não pode porque está enrolado no processo judicial resultante da Caixa de Pandora”. Ok, vejamos o próximo.
 
Ao passar para a segunda candidatura, outro distrital descarta: “Xiii, esse aí está para ser citado como suspeito de desvios de emendas em uma Fundação do GDF”.
 
Desanimados, passariam então para a outra possibilidade: “Nossa, esse não foi aquele que o pai foi preso em operação da Polícia Federal?”.
 
Na quarta e última possibilidade, antes mesmo de mencionar o nome, os distritais já estariam com a frase na ponta da língua: “Na falta de tu, vai tu mesmo”. Mas foram surpreendidos com outra máxima que marcou o encontro: “Entre a ética e o pão, eu fico com o pão”.
 
A risada só não foi mais duradoura porque outro parlamentar, descontente com as articulações, ganhou os holofotes ao justificar a escolha de seu voto antes de deixar a sala: “Comigo, não. Se o governador mandar eu votar numa pedra, eu voto”.
 
E assim o fará.
 
Brilhantes os nossos deputados.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O golpe do mestre

Terça, 4 de dezembro de 2012
Após semanas de especulações em torno da nova composição da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, o governador Agnelo Queiroz (PT) decidiu, sutilmente, desenhar o formato por ele há tempos desejado.
 
Mesmo depois do lançamento de uma possível candidatura do deputado Chico Leite (PT) e do Partido dos Trabalhadores ter se manifestado favoravelmente à reeleição do atual presidente, o deputado Patrício, eis que hoje, após reunião a portas fechadas com a bancada petista, Agnelo decidiu escolher o seu candidato: o ex-líder do Governo na Casa, o deputado Wasny de Roure (PT).
 
Para vice-presidente, agradando o bloco do PMDB, o nome seria o de Agaciel Maia (PTC), que preside a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da Casa. ...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

PDT ajuíza ação para garantir decisão do Supremo de empossar Acir

Quinta, 5 de novembro de 2009
Do site do STF
PDT ajuíza ação para garantir decisão do Supremo de empossar Acir Gurgacz (PDT)

Chegou ao Supremo Tribunal Federal a Reclamação (RCL) 9354 ajuizada, com pedido de liminar, pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) a fim de que seja resguardada a integridade e a autoridade da decisão do STF no Mandado de Segurança (MS) 27613. Ao julgar esta ação, o Plenário da Corte decidiu que a Mesa do Senado Federal teria de declarar vaga, imediatamente, a cadeira atualmente ocupada pelo senador Expedito Júnior (PSDB-RO) e empossar em seu lugar o candidato por ele derrotado nas eleições de 2006, Acir Marcos Gurgacz (PDT).

O PDT pede, liminarmente, a suspensão dos efeitos dos atos praticados pela Mesa do Senado Federal e de seu presidente pela negativa em cumprir, imediatamente, decisão da Justiça Eleitoral que determinou a cassação do diploma de Expedito Júnior do cargo de senador da República pelo estado de Rondônia.

O partido também solicita o trancamento do processo legislativo, determinado e iniciado a partir do ato questionado, bem como pede a determinação à Mesa do Senado que se abstenha de praticar qualquer ato protelatório ou contrário ao cumprimento da decisão do STF. Na ação, o PDT pede o afastamento imediato do senador Expedito Júnior e a posse de Acir Marcos Gurgacz na vaga.

No mérito, o partido solicita a procedência da reclamação e a “eliminação do mundo jurídico” de todos os atos praticados pela Mesa do Senado e por seu presidente, tendo em vista violação ao que foi decidido no MS 27613 em sessão plenária do STF realizada no dia 28 de outubro de 2009. Na ocasião, a Corte impôs o cumprimento imediato da decisão tomada pela Justiça Eleitoral em agosto de 2008.

“A demora na prestação jurisdicional terá o condão de macular a harmonia entre os Poderes, na medida em que a permanência da eficácia do ato da Mesa do Senado agride afrontosamente a ordem democrática e desrespeita o comando originado de uma decisão dessa Corte, guardiã das normas constitucionais e do Tribunal Superior Eleitoral”, sustenta o PDT. Conforme o partido, o ato da Mesa do Senado Federal desrespeita a decisão plenária do STF proferida no MS 27613, “submetendo a decisão dessa Corte a um novo crivo por parte de um órgão incompetente”.

“Por essas razões, os atos da Mesa do Senado Federal devem ser tidos como abusivos, desrespeitosos e incapazes de ensejar qualquer forma de rediscussão quanto à validade e à eficácia da decisão e a ordem emanada dessa Corte”, finalizou.

O relator do caso é o ministro Ricardo Lewandowski.