“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 21 de julho de 2024

É hoje, neste domingo, o 🌅✨ Melhor Pôr do Sol da Capital ✨🌅 Pôr do Sol Musical neste domingo, dia 21 de julho

Domingo, 21 de julho de 2024


🌅✨ Melhor Pôr do Sol da Capital ✨🌅

Neste domingo, 21, a partir das 16h, vivenciaremos mais um encontro espetacular para os apaixonados pelo pôr do sol e boa música. O saxofonista Joel do Sax 🎷 e o músico Juan Ricthelly 🎸 abrilhantarão a tarde, trazendo a harmonia do sax e do violão.

O coração do Parque Ecológico do Gama, conhecido como o ponto de encontro para caminhadas e corridas dos moradores locais, oferece uma das vistas mais deslumbrantes da cidade para apreciar o pôr do sol do Gama.

Estamos te convidando para o próximo encontro! Traga seu tapete, agasalho, caixa cooler e boas vibrações para aplaudir o astro rei ao som de boa música, poesias declamadas e fazer novas amizades. Reserve o final de tarde do dia 21/07 e venha se juntar a nós - nossos encontros acontecem todo 3° domingo do mês.

A participação é gratuita, mas a contribuição via PIX solidário para apoiar os artistas e músicos é sempre bem-vinda!

Para mais informações, confira o link na BIO ou siga-nos no Instagram @pordosolparquegama.

Fonte: Gama Cidadão

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Meio ambiente: moradores pedem consolidação do Parque do Gama

Segunda, 15 de novembro de 2021
Foto de Taciano Lemos, Blog Gama Livre

Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna

Em audiência virtual na Câmara Legislativa, moradores cobram infraestrutura para que possam usufruir dos atrativos do parque de 59,2 hectares. Pleitearam a efetiva desocupação da área para assegurar a efetiva preservação do parque.

Por Franci Moraes, da Agência CLDF

Antes Parque Vivencial e Urbano do Gama, a área de 59,2 hectares foi recategorizada, em 2019, como Parque Ecológico do Gama, uma Unidade de Conservação (UC) sob a gestão do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), devido a seus atributos ambientais, como as nascentes. Diversos moradores pleitearam a desocupação e a preservação do parque, além de seu viável usufruto, como Ítalo Miranda. “É um parque maravilhoso, mas abandonado”, disse, e acrescentou que “o uso do parque urbano recreativo é um antigo sonho”. O advogado e ambientalista Juan Ricthelly salientou a importância hídrica da área e a estudante de Engenharia Ambiental, Letícia Moraes, a relevância do bioma do cerrado, ao pleitear ações de recuperação dos campos de veredas e murunduns do parque ecológico. O decreto que criou a UC (Decreto 40.316/2019), discrimina que:

“No Parque Ecológico do Gama são vedadas atividades ou empreendimentos, públicos ou privados, que comprometam as infraestruturas de gestão e manejo, de lazer e recreação, assim como as características naturais da área ou que coloquem em risco a integridade dos ecossistemas e da biota local, salvo atividades ou empreendimentos previstos no seu Plano de Manejo”. Ainda segundo a parlamentar, moradores e frequentadores reclamam que o parque, que poderia beneficiar cerca de 140 mil moradores da região, encontra-se abandonado.

domingo, 14 de julho de 2019

Podem ter certeza, meus jovens. Se o Parque Ecológico do Gama fosse um banco, já teria sido salvo (parafraseando Eduardo Galeano); o Parque está sendo incendiado, morto de morte matada; veja vídeos

Domingo, 14 de julho de 2014


Como o Parque Ecológico do Gama não é um banco, ainda não foi salvo. Agoniza, está sendo morto de morte matada, apesar do esforço da população da cidade.

Parque Ecológico do Gama continua queimando. Está sendo consumido pelo fogo, pelo desprezo e omissão dos governantes e por interesses de especuladores imobiliários

Parque Ecológico do Gama pega fogo em 10 julho de 2019

No vídeo a seguir, o fogo, a emoção, a desgraça anunciada, e um pouco de alívio ao se constatar no dia seguinte ao 10 de julho que os prejuízos não foram tanto como se pensou na hora do incêndio. Mas o Parque Ecológico do Gama sangra, sangra e morre pela insensatez, e Deus sabe lá porque mais, dos governantes e autoridades do DF.


Parque Ecológico do Gama pega fogo em. Casual...ou criminoso?

O vídeo seguinte mostra o Parque Ecológico do Gama, também conhecido por Parque Urbano e Vivencial do Gama, dois dias após o incêndio noturno do dia 10 de julho de 2019. Incêndio casual ou criminoso? Responda quem quiser.

O fato é que o abandono do parque, pelos governos, e também por interesses de invasores e, especialmente, de especuladores imobiliários, grandes especuladores do DF, têm no decorrer dos anos desde a criação legal da área (em 1988, no governo de José Aparecido) colocado cada vez mais em risco a sobrevivência do parque e do meio ambiente na área. Nenhum dos governos até aqui tive a coragem (seria falta de coragem mesmo?) de cumprir a sentença da Justiça, sentença que há muito transitou em julgado e que determina (determina, pois ainda é válida) de desocupar o Parque, retirando todos os invasores daquelas terras. Covardia ou interesses escusos? Responda quem quiser!

A natureza chora, sangra, queima, morre, no Parque Ecológico do Gama, o nosso querido 'Parque Urbano e Vivencial', e isso sob os olhares complacentes, mais cúmplices do que complacentes, de governantes e autoridades.

O meio ambiente no Parque Ecológico do Gama grita: 'Estou morrendo de morte matada! Salvem-me!'

OBS.: Vídeo gravado pelo Gama Livre, em 12/7/2019.


Parque Ecológico do Gama pega fogo. Veja vídeo do estrago

Vídeo montagem de fotos, e 1 vídeo, mostrando o Parque Ecológico do Gama, o nosso querido Parque Urbano e Vivencial do Gama. Imagens feitas pelo Gama Livre no dia 12 de julho de 2019, dois dias após o incêndio (casual ou criminoso, acontecido na noite de 10/7/2019), sendo que apenas duas fotos, uma que mostra a flor Mimosa Heringeri, encontrada apenas na área Sul do DF, e a outra foto da mina d'água, é de autoria de Juanh Ricthelly, que é coordenador da ONG Gama Livre.

O Parque Ecológico do Gama, desprezado pelos governos do DF, queimado frequentemente Deus sabe quais as reais razões, cobiçado loucamente por grandes especuladores imobiliários, pede socorro.

Salvem o Parque Ecológico do Gama! Salvem o meio ambiente!


R$1 milhão e meio havia para cercar e dar segurança ao Parque Ecológico do Gama. A emenda parlamentar não foi usada. Agora o parque continua totalmente desprotegido 
Abaixo, o vídeo é um "bordejo" ao redor do Parque Ecológico do Gama e mostra como a área está desprotegida. Praticamente não há cercamento. As grades se encontram no chão, algumas poucas. Grande parte, porem, foram arrancadas e roubadas. Outras (grades) ainda resistem ao abandono e falta de fiscalização eficaz. O incrível é que o Executivo deixou de usar recursos de mais de 1 milhão de reais de emenda parlamentar destinada especificamente ao cercamento da área. Por que não usou? Não usou por quê? Responda quem quiser. 


Leia ainda sobre o incêndio (casual ou criminoso) no Blog Brasília, por Chico Sant'Anna. Clique aqui e leia 'Fogo devasta parte do Parque do Gama'

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Uma importante vitória na luta pelo Parque Ecológico do Gama; Justiça determina ao DF e à ex-administradora da cidade demolir os irregulares banheiros para autoescolas; leia íntegra da setença

Quinta, 7 de fevereiro de 2019
Dado que os réus Distrito Federal e a administradora regional Maria Antonia Rodrigues Magalhães insistiram em resistir ao embargo judicial, prosseguindo na edificação ilegal, têm a obrigação solidária de recompor o estado de fato anterior do imóvel, mediante a demolição e remoção dos entulhos da obra causadora do dano ambiental, de modo a restaurar a composição física natural, no prazo de 30 dias desde a publicação desta sentença, sob pena de multa diária no valor de R$ 2.000,00, limitada ao valor global de R$ 2.000.000,00.



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Uma importante vitória na luta pelo Parque Ecológico do Gama

Por
Dom Juan Ricthelly

UMA IMPORTANTE VITÓRIA NA LUTA PELO PARQUE ECOLÓGICO DO GAMA
Em novembro de 2017 ao passar pelo Parque Ecológico do Gama percebemos que uma obra se iniciava sem identificação, custos ou quem estava fazendo, em questão de um dia haviam cavado todos os buracos da fundação e alocado um contêiner ao lado.
Fomos ao Diário Oficial do Distrito Federal e verificamos que havia o anúncio da ‘construção de banheiros públicos com sala de apoio institucional’, exatamente nesses termos, no valor de R$ 248.696,49 e ficamos surpresos pela falta de diálogo da Administração com a Comunidade, depois soubemos que somente os diretamente beneficiados haviam sido consultados sobre a questão.
Nossa reação precisava ser imediata, pois ao que parecia  as obras indicavam que um ritmo acelerado de construção seria imposto. Promovemos uma representação junto ao Ministério Público na Promotoria do Meio Ambiente solicitando que a Audiência Pública realizada anteriormente fosse refeita, em razão de ter pautado o debate com base em pressupostos equivocados e ao mesmo tempo ingressamos com uma Ação Popular solicitando o embargo da obra e outras providências em defesa do Parque.
Para atrasar um pouco o avanço da construção, um grupo de ambientalistas se uniu e numa manhã de domingo invadimos o local da obra, tapamos novamente os buracos das fundações com pás e enxadas e plantamos uma muda de árvore em cada buraco, com isso atrasamos os trabalhos em um dia, o que deu tempo da liminar sair embargando a obra.
Infelizmente a Administração Regional adotou uma postura de ataque, continuou com às obras, descumprindo a decisão e foi para as redes sociais tentar angariar a simpatia da população, fizemos o mesmo e o retorno foi incrível, com um alcance maior até.
A obra seguiu embargada até janeiro de 2018, a liminar havia sido derrubada pelo Tribunal, e ocorreu, então, imediato reinício da construção. Recorremos e fomos defender a liminar perante um colegiado de desembargadores e, infelizmente, fomos massacrados diante de uma plateia repleta de pessoas, por julgadores insensíveis à questão ambiental.
O IBRAM foi obrigado a refazer a Audiência Pública a pedido do Ministério Público, e isso nos movimentou no sentido de fazer um levantamento completo sobre a história e a situação do parque, pois ao contrário das outras vezes, queríamos preparar a população para o debate.
Nesse espírito, fizemos uma pesquisa que durou meses, onde fomos nos arquivos poeirentos de vários órgãos públicos, buscar a história perdida do Parque Ecológico do Gama, e quanto mais fundo íamos, mas fundo tínhamos que ir, pois às informações nunca eram completas e tínhamos que ir em busca de documentos de órgãos públicos que não existiam há vários governos, até mesmo escrevi um conjunto de crônicas narrando essa aventura, chamado de Aventuras Burocráticas, muita gente riu muito acompanhando cada capítulo que se desenhava.
Após reunir toda informação que conseguimos, sistematizamos um seminário, onde abordávamos os aspectos históricos, sociais, ambientais, econômicos, políticos e jurídicos do Parque Ecológico do Gama, o objetivo era capacitar quem quisesse participar da audiência, para fazermos um contraponto ao tecnicismo dos órgãos públicos, que chegam vomitando um universo de informações, numa linguagem que às pessoas não entendem sobre coisas que são importantes no seu dia a dia, e assim muitas vezes uma Audiência Pública é utilizada para legitimar ações que vão contra os interesses da comunidade.
Mais de 100 pessoas participaram dos seminários, que ocorreram em várias edições em várias escolas da cidade e em horários acessíveis.
No dia da Audiência compareceram aproximadamente 200 pessoas e houve uma rara participação massiva e ativa da comunidade, infelizmente o IBRAM adotou uma postura belicosa, atacando o Conselho Gestor do Mosaico de Unidades de Conservação do Gama e diretamente a minha pessoa, o que fez com eu exigisse direito de resposta e rebati ponto a ponto.
Ficou clara naquela audiência que a intenção do governo seguia sendo a de governos anteriores, que era adotar o caminho mais fácil para a consolidação do Parque Ecológico do Gama, removendo um grupo de pessoas em situação de vulnerabilidade social e contemplando instituições invasoras do parque, nos oferecendo uma poligonal que contemplava o segundo grupo, doando frações consideráveis do parque para eles.
Saímos desmotivados daquela audiência, veio carnaval, Copa do Mundo, Eleições e o processo foi seguindo o seu curso, confesso que já o tinha como perdido até ontem, quando saiu a sentença da Vara do Meio Ambiente nos dando razão.
Peço licença agora, para narrar diretamente em primeira pessoa, pois às emoções me obrigam.
Confesso que não tinha nenhuma expectativa positiva em relação a um desfecho favorável ao que eu defendi junto com outras lideranças da cidade, ao longo de toda essa briga que ainda não acabou, adquiri inimigos, coisa que nunca tive, fui atacado, ofendido e acusado de estar em busca dos meus 15 minutos de fama, teve quem dissesse inclusive que eu e os que estavam comigo, atrapalhávamos o progresso e o desenvolvimento de nossa cidade, comecei a ter medo de frequentar o parque, de caminhar na rua e de sentar num bar para tomar uma cerveja...
Financeiramente não ganhei absolutamente nada com tudo isso, muito pelo contrário, gastei dinheiro e tempo que poderia ter dedicado à outras coisas. Me lembro que em dezembro de 2017 estava relaxando em São Paulo enquanto acompanhava a Comic Com, e tive que interromper o meu descanso e a minha peregrinação à Meca Nerd  para comparecer à uma reunião com o Ministério Público em Brasília, tendo que adiantar passagem e abrir mão dos dias de hospedagem que havia pago, sai direto do aeroporto para a reunião e inclusive tive que me vestir dentro do carro, e não me arrependo de nada disso, pois tudo foi feito em nome da coletividade, da proteção ao meio ambiente e do desejo sincero de que possamos usufruir de espaços públicos de qualidade onde vivemos, sem precisar se deslocar para o Plano Piloto ou outros locais.
Certamente o GDF vai recorrer, tenho receio de que a mesma turma que derrubou o embargo seja sorteada para decidir, mas essa é uma vitória a ser comemorada, pois em uma luta que ocorre há mais de 30 anos, conseguimos uma pequena vitória que jamais tivemos, e isso sinaliza para o Poder Público que aqui existe um grupo de pessoas comprometidas com a defesa de seu território e dos interesses coletivos, e que não aceitaremos mais silenciosamente qualquer imposição inventada de cima para baixo que insistam em aplicar arbitrariamente em nossa cidade.
Vencemos uma importante batalha, a guerra segue, certamente estaremos aqui cumprindo o nosso papel de cidadãos apaixonados pela natureza e por nossa cidade e o que ela representa para nós.
Dom Juan Ricthelly
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Em face do exposto, julgo procedente o pedido, para declarar a nulidade dos atos administrativos que importaram na execução da obra de pavimentação e edificação de sala de apoio institucional a autoescolas na região do Parque do Gama.

Dado que os réus Distrito Federal e a administradora regional Maria Antonia Rodrigues Magalhães insistiram em resistir ao embargo judicial, prosseguindo na edificação ilegal, têm a obrigação solidária de recompor o estado de fato anterior do imóvel, mediante a demolição e remoção dos entulhos da obra causadora do dano ambiental, de modo a restaurar a composição física natural, no prazo de 30 dias desde a publicação desta sentença, sob pena de multa diária no valor de R$ 2.000,00, limitada ao valor global de R$ 2.000.000,00.

Comino aos réus a proibição de executar ou autorizar obras públicas ou particulares na área a ser destinada ao Parque do Gama, enquanto não houver plano de manejo e adequada consulta pública prévia, sob pena de multa no valor de R$ 50.000,00 por cada ato de violação à presente cominação, sem prejuízo da responsabilidade criminal e/ou por improbidade administrativa respectiva.

Sem custas e sem honorários.

Brasília, 6 de fevereiro de 2019 14:32:33.

CARLOS FREDERICO MAROJA DE MEDEIROS


Juiz de Direito

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Do Gama Livre: 
Saiba mais um pouco sobre esse rumoroso caso da "Construção de banheiros públicos com salas de apoio institucional [que zorra é essa? E que custou a bagatela de 248.696,49. Ô banherinho caro da zorra] no Parque Urbano Norte - ST. Norte Gama - DF" 

Ao final da matéria do link abaixo, há links que levam a outras matérias sobre o caso.

Avisaram que a cagada da "construção de banheiros públicos com salas de apoio institucional" no Parque do Gama podia dar merda. Administradora regional do Gama vira ré na ação popular 

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Dia Nacional da Biodiversidade (20/5) terá caminhada com prática de plogging no Parque Ecológico do Gama

Quinta, 17 de maio de 2018
Clique na imagem acima para ampliá-la

🏃‍♂🏃‍♀CAMINHADA ECOLÓGICA, COM PRÁTICA DE PLOGGING NO PARQUE ECOLÓGICO DO GAMA (PEG)🌳🌱

📍PONTO DE ENCONTRO: Administração do PEG
🕓HORÁRIO: 9h - 11h
DATA: 20/05/2015

No dia 22 de Maio se comemora o DIA NACIONAL DA BIODIVERSIDADE.
Essa data, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), visa conscientizar a população mundial sobre a importância da diversidade biológica, além da necessidade da proteção da biodiversidade em todos os ecossistemas do planeta.
Normalmente, durante esta data, várias instituições em prol da defesa do meio ambiente organizam atividades com o objetivo de educar a população em geral sobre a importância da preservação da biodiversidade para o equilíbrio da vida na Terra.
Em nossa reunião definimos uma Caminhada Ecológica no PEG, pela defesa do parque e conscientização sobre a situação do parque e sua biodiversidade, e também sobre a diversidade do cerrado.
Como o Dia da Biodiversidade será no meio da semana a caminhada ocorrerá no domingo que vem.

PLOGGING🏃‍♀🏃‍♂

O plogging é uma mistura de atividade física com sustentabilidade. Como funciona? É bem simples, basta combinar alguma prática esportiva como caminhadas ou corridas com a coleta de lixo. Não se esqueça de levar uma sacola para ir colocando todos os resíduos recolhidos no trajeto.

RECOMENDAÇÕES:
💧Levar uma água;
👟Usar sapato fechado;
👖Estar trajando uma calça que cubra completamente às pernas;
☀Usar protetor solar.

Realização:
🌳Conselho Gestor do Mosaico de Unidades de Conservação do Gama
🌱Gama Verde
🌿Bioma Cerrado

Apoio: 
⚜Grupo de Escoteiros Gênesis 22

terça-feira, 15 de maio de 2018

E no Parque Ecológico do Gama, fecham-se as cortinas, esbulha-se o patrimônio público, destrói-se o meio ambiente; igreja constrói dentro da área

Terça, 15 de maio de 2018
Foto: 14/5/2018_manhã
A Terra, que é de Deus, parece que não sensibiliza alguns. Continua a destruição do Parque Ecológico do Gama, e debaixo das barbas do governo de Brasília.

O vídeo a seguir, gravado na manhã desta terça (15/5/2018), revela a esperteza de invasores. Depois de expandir a invasão em terras do Parque Ecológico do Gama, igreja cerca com lona terra ocupada irregularmente, para que o Estado, que é cego —ou coloca vendas em si próprio— não enxergue o esbulho da propriedade que é do povo. Cegueira ou conluio? Eis a questão.

Indignado com o ato, morador do Gama ao gravar o esbulho  afirma que denunciará a irregularidade. A seguir veja o vídeo. Mais adiante você tem cinco imagens de outubro de 2011, do Google Earth, onde se pode ver que de lá para cá a invasão cresceu.


Saiba mais:

Invadindo terras alheias "em nome do senhor"; Êta matéria arretada!!! 1º de junho de 2016

Veja agora as imagens do Google Earth de outubro de 2011:

Clique nas imagens para ampliá-las. 




terça-feira, 17 de abril de 2018

Parque Ecológico do Gama. Depois da ‘consulta pública’ do dia 14 de abril, a luta continua

Terça, 17 de abril de 2018
Foto: Joaquim Dantas

Do Gama Verde

No último sábado (14/04/2018) aconteceu mais uma Consulta Pública relativa ao Parque Ecológico do Gama (PEG), promovida pelo Ibram no Auditório Verde da FACIPLAC, Campus Gama.

O objetivo era discutir mais uma vez a questão do parque, que é repleta de problemas e entraves que duram há mais de três décadas. Sendo que essa última consulta foi possível após reunião da comunidade junto ao Ministério Público, que solicitou ao Ibram a realização de outra consulta, já que houve alguns pontos controvertidos em relação à primeira realizada em maio do ano passado.

Estiveram presentes lideranças da cidade, instituições comprometidas e envolvidas com a ocupação ilegítima do PEG, dentre outros, com destaque especial para o Grupo de Escoteiros Gênesis 22 do Gama, que enriqueceu e muito o debate com a sua presença e participação.

Os trabalhos foram iniciados pelo servidor Renato Prado, explicando a dinâmica da consulta e as regras de convivência, dentre elas a de Comunicação Não Violenta, que infelizmente foi rompida pelo mesmo, em claro ataque ao advogado ambientalista Juan Ricthelly, causando desconforto em todos os presentes.

Foi apresentado a todos o currículo e o histórico de atuação profissional do interlocutor, que inegavelmente tem conhecimento técnico e experiência de campo sobre a implantação de Unidades de Conservação, não sendo questionado por nenhum dos presentes sobre a sua capacidade ou aptidão profissional, para tratar do tema.

Logo em seguida foi apresentada a proposta de implantação do PEG, em comparação com a da última consulta, passando-se pela parte relativa à legislação, havendo uma certa confusão de conceitos que foram corrigidas posteriormente no âmbito da própria consulta.

Foi apresentada uma proposta de poligonal que infelizmente é insatisfatória e imediatista, que enquanto propõe a remoção dos chacareiros, que são um grupo social em situação delicada, mantém intacta a situação das instituições que irregularmente ocupam extensas áreas na parte Leste do PEG, e isso não por uma questão ecológica, mas por pragmatismo político mesmo.

Após a apresentação da proposta, o interlocutor pediu espaço para abordar brevemente a questão de Conselhos Gestores de Unidades de Conservação, numa postura nítida de ataque, ao Conselho Gestor do Mosaico de Unidades de Conservação do Gama (CGMUCG), grupo composto por cidadãos e instituições, que se reúne há mais de dois anos, tendo se originado do Grupo de Trabalho Parque do Gama, que vem promovendo uma série de ações voltadas para a preservação do Meio Ambiente e Educação Ambiental, tendo o reconhecimento da comunidade.

O interlocutor abordou de forma enfática o aspecto legal da criação de Conselhos Gestores,  deixando claro que se o CGMUCG não existe legalmente e com a chancela dos poderes constituídos, ele então não existe e deve ser portanto ignorado.

O que nos leva a refletir profundamente sobre o preciosismo que se dá à formalidade em detrimento da prática, quantos “Conselhos” formalmente constituídos somente existem no papel? Quantos outros, não existem formalmente, mas existem de fato? Contribuindo de forma prática com as suas comunidades?

O que é mais importante?

O reconhecimento da comunidade, e a certeza de se estar fazendo um bom trabalho junto dela, ou uma simples publicação no Diário Oficial do Distrito Federal?

E num momento confuso, partiu-se da velada crítica ao CGMUCG, para um ataque pessoal direto à um de seus membros, o advogado ambientalista Juan Ricthelly, sugerindo-o a leitura do Código Penal, na frente de todos, recebendo um sonoro: “Quanta grosseria!” de um dos presentes.

O advogado pediu em seguida direito de resposta, já que havia sido nominalmente citado, explicando brevemente a história do CGMUCG, e que a existência de movimento social ou ambientalista, está nas ações promovidas pelo mesmo, e não num pedaço de papel, cabendo ao Estado reconhecer ou não posteriormente.

Iniciaram-se as falas da comunidade, havendo apoio e rechaço à proposta apresentada, sendo sugerido o acréscimo do estacionamento utilizado pelas autoescolas nos limites da poligonal e o recuo das cercas que foram avançadas pelas instituições, já que a proposta contempla a permanência delas onde estão.

Uma das falas mais marcantes foi a de um dos líderes dos chacareiros, que demonstrou preocupação com o futuro daquelas famílias, perguntando o que aconteceria com eles. Que eram favoráveis à implantação do PEG, mas que temiam ser simplesmente despejados sem nenhum suporte.

Foto: Joaquim Dantas

Conclusões

1. Todos são favoráveis à implantação do PEG, não houve ninguém contrário à criação da Unidade de Conservação, mas o problema central, reside na poligonal.

2. A poligonal proposta pelo Ibram, contempla as instituições que ocuparam de forma ilegal os limites da PEG, obviamente que elas concordam com a proposta.

3. Foi estabelecido um prazo de 30 dias, que se esgota no dia 18 de Maio para manifestações por escrito sobre a proposta apresentada.

4. O PEG existe legalmente desde 1988, e o dispositivo legal que o originou nunca foi revogado.

5. A Lei 1959/98 é irrelevante para o debate da questão, já que é fato incontroverso  — pois já decidido pelo TJDFT— a sua inconstitucionalidade, em razão de ter sido de autoria de um deputado distrital, o que contaminou a lei por vício de iniciativa.

6. O Conselho de Arquitetura Urbanismo e Meio Ambiente (CAUMA) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) dos anos 70 e 80, eram órgão públicos, tendo o governador como presidente, não se confundindo com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) de hoje, que é um órgão privado de classe profissional.

7. A Legislação que comprova a existência legal do PEG e os locais onde os documentos podem ser encontrados, são os seguintes:

       Decreto 11.190/88 (DODF 10/08/88);
       Decisão nº 41/88 do CAUMA (Arquivo Público de Brasília);
       Processo nº 030.000.516/85 (Arquivo da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Serviços Públicos)

8. Somente os chacareiros —segundo a proposta apresentada pelo Ibram na audiência do último sábado (14/4)— serão removidos, os “Peixes Graúdos” continuarão lá;

9. As questões burocráticas serão resolvidas, mas o conflito social persistirá;

10. Invadir terra pública é um negócio lucrativo no DF.


Foto 27/6/2016: arquivo Blog Gama Livre

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Veja aqui o vídeo da audiência (link postado aqui nesta quarta, 18/4/2018, às 20h19.

sábado, 10 de março de 2018

🌳🌳🌳🌳Quem ama, protege o Gama🌱🌱🌱🌱; Será amanhã, domingo (11/3), o seminário sobre o Parque Ecológico do Gama (PEG); PARTICIPE!!!

Sábado, 10 de março de 2018
Em Maio do ano passado, foi realizada uma “Consulta Pública” sobre o Parque Ecológico do Gama (PEG), onde o GDF por meio do IBRAM, apresentou uma proposta de poligonal e parque que bem entendeu, sem levar em consideração algumas questões que foram levantadas por alguns dos presentes.

Infelizmente, não se tratou de uma consulta, mas de uma apresentação, onde as falas da população só foram ouvidas à título de cumprimento do script.

Há o péssimo hábito em se realizar Consultas e Audiências Públicas, sem a preocupação prévia em informar a população sobre o que será tratado, de modo que o governo e seus representantes, dominam o debate em razão dos dados e informações que possuem, ficando para a comunidade, a sorte de poder contar com alguém dentre os seus membros, que tenha o domínio do conteúdo tratado, podendo assim sair de sua condição de ouvinte, participando de forma efetiva do debate. 

E infelizmente isso nem sempre ocorre, cabendo à comunidade na maioria das vezes, simplesmente aceitar o que foi dito pelo governo.

No mês de Dezembro em reunião com o Ministério Público, o IBRAM se comprometeu a realizar outra Consulta Pública sobre o PEG, sendo assim, o Conselho Gestor, lideranças da cidade e outras entidades se uniram para idealizar esse seminário, para municiar a comunidade informações, permitindo assim que ela participe de fato do debate, saindo de sua condição de mera espectadora, e quebrando o monopólio da informação exercido pelo Estado nos debates com a população. 

Informação é poder, e uma comunidade informada, é uma comunidade empoderada.

Nesse espírito de emancipação por meio da informação, o Conselho Gestor do Mosaico de Unidades de Conservação do Gama, tem a honra de convidar toda a comunidade a participar desse rico seminário, que tratará dos aspectos históricos, políticos, sociais, ambientais e econômicos que envolvem o Parque Ecológico do Gama.

DATA: 11/03/2018
🕘HORÁRIO: 9:00
📍LOCAL: Centro de Ensino Especial do Gama

✊PARTICIPE!✊

🌳Quem ama, protege o Gama!🌱

🌿CONSELHO GESTOR DO MOSAICO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO GAMA🌿

**************
Veja também:

Gama unido contra o projeto de lei que destrói o Parque Urbano e Vivencial; o PL 1252/2016 é de iniciativa do governador Rollemberg

quarta-feira, 7 de março de 2018

🌳Quem ama, protege o Gama🌱; Será neste domingo (11/3) o seminário sobre o Parque Ecológico do Gama (PEG); PARTICIPE!!!

Terça, 7 de março de 2018
Em Maio do ano passado, foi realizada uma “Consulta Pública” sobre o Parque Ecológico do Gama (PEG), onde o GDF por meio do IBRAM, apresentou uma proposta de poligonal e parque que bem entendeu, sem levar em consideração algumas questões que foram levantadas por alguns dos presentes.

Infelizmente, não se tratou de uma consulta, mas de uma apresentação, onde as falas da população só foram ouvidas à título de cumprimento do script.

Há o péssimo hábito em se realizar Consultas e Audiências Públicas, sem a preocupação prévia em informar a população sobre o que será tratado, de modo que o governo e seus representantes, dominam o debate em razão dos dados e informações que possuem, ficando para a comunidade, a sorte de poder contar com alguém dentre os seus membros, que tenha o domínio do conteúdo tratado, podendo assim sair de sua condição de ouvinte, participando de forma efetiva do debate. 

E infelizmente isso nem sempre ocorre, cabendo à comunidade na maioria das vezes, simplesmente aceitar o que foi dito pelo governo.

No mês de Dezembro em reunião com o Ministério Público, o IBRAM se comprometeu a realizar outra Consulta Pública sobre o PEG, sendo assim, o Conselho Gestor, lideranças da cidade e outras entidades se uniram para idealizar esse seminário, para municiar a comunidade informações, permitindo assim que ela participe de fato do debate, saindo de sua condição de mera espectadora, e quebrando o monopólio da informação exercido pelo Estado nos debates com a população. 

Informação é poder, e uma comunidade informada, é uma comunidade empoderada.

Nesse espírito de emancipação por meio da informação, o Conselho Gestor do Mosaico de Unidades de Conservação do Gama, tem a honra de convidar toda a comunidade a participar desse rico seminário, que tratará dos aspectos históricos, políticos, sociais, ambientais e econômicos que envolvem o Parque Ecológico do Gama.

DATA: 11/03/2018
🕘HORÁRIO: 9:00
📍LOCAL: Centro de Ensino Especial do Gama

✊PARTICIPE!✊

🌳Quem ama, protege o Gama!🌱

🌿CONSELHO GESTOR DO MOSAICO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO GAMA🌿

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Veja também:

Gama unido contra o projeto de lei que destrói o Parque Urbano e Vivencial; o PL 1252/2016 é de iniciativa do governador Rollemberg

domingo, 10 de dezembro de 2017

#OParqueÉNosso!!! A importância dos campos de murundus do Parque Ecológico do Gama

Domingo, 10 de dezembro de 2017
Por
Vinícius Rocha

Campos de Murundus no Parque Ecológico do Gama – Os campos de murundus são formações geomorfológicas comuns em áreas de veredas, e características de regiões planas e susceptíveis a inundações, compostos por pequenos morros. A sua importância à vida vegetal e animal deve-se a abundância de recursos para manutenção dos seres que possuem alguma relação com os microrelevos. 

Analisando a localização geográfica do parque, e as características urbanas e ambientais ao seu redor, o Parque Ecológico do Gama e as formações murundus contidas em sua área, são essenciais para o equilíbrio do ambiente urbano e natural, visto que a área do parque serve de amortecimento para a água da chuva, tendo ligação direta com os murundus, que permitem, com sua vegetação lenhosa do cerrado, maior absorção. A área inundável em períodos chuvosos, de solo hidromórfico, tem relação com a altura do lençol freático, o qual nos leva a observar a nascente do Córrego Serra, entre a área do parque e ao novo bairro Residencial Paraíso. Toda essa área possui tarefa importante no sistema de drenagem da cidade, que evita maior volume de escoamento superficial provocado pelas chuvas, nas ruas e adjacências. 

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UMA ESPÉCIE ÚNICA EM ALTO RISCO DE EXTINÇÃO: 

Mimosa heringeri – Da família botânica Fabaceae, a árvore endêmica do cerrado é encontrada em áreas com formação geomorfológica alagadiça, originária e restrita do sul do Distrito Federal. Sabe-se que hoje, a Mimosa heringeri é essencialmente restrita ao Parque Ecológico do Gama, não existindo em nenhum local além dessa região e adjacências. A explicação para sua exclusividade ao parque, é devido razões ecológico/ambientais, como a altitude, que pode provocar, para algumas espécies, o isolamento geográfico. A sua proliferação dentro do parque reforça a percepção da capacidade de absorção do solo na região. Isso impulsiona a relevância da manutenção e preservação da área, da vida animal e vegetal do parque.


IMAGEM (A) Detalhe da floração de M. heringeri; IMAGEM (B) Planta adulta da espécie M. heringeri.

Fonte: GARCIA; J.P. Título: Avaliação da qualidade fisiológica e caracterização morfológica das sementes de duas espécies nativas do Cerrado. Universidade de Brasília. 2013. - com adaptação.

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