A Audiência Pública nesta
terça-feira (3), às 19h, será no Plenário da Câmara Legislativa do DF
Da Ascom da deputada distrital Celina Leão (PPS)
Os profissionais do SAMU/DF estão há anos lutando por
melhores condições de trabalho. O
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU 192 é o principal
componente da Política Nacional de Atenção às Urgências, criada em 2003, que
tem como finalidade proteger a vida das pessoas e garantir a qualidade do
atendimento no SUS. O serviço funciona 24 horas por dia com equipes de
profissionais de saúde e realiza o atendimento de urgência e emergência em
qualquer lugar: residências, locais de trabalho e vias públicas. O socorro é
feito após chamada gratuita, feita para o telefone 192.
Tudo pelo futuro do "Instituto" do HBDF, mesmo que seja com o sacrifício, e morte, de pacientes de outros hospitais da rede.
Em vídeo, o Sindate-DF (Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Distrito Federal) denuncia o governo Rollemberg pelo fechamento de mais um serviço em hospital da rede pública do DF. Agora é o Hospital Regional do Guará. A 'Sala Vermelha" está fechada, visto que foi determinado que os servidores do Samu sejam alocados no Hospital de Base. É na sala vermelha que fica o pessoal do Samu, enquanto acompanha o paciente.
Esperteza, não? Preparando a caminha para o "Instituto do Base". Cobrindo um santo e descobrindo outro.
Veja o vídeo-denúncia de Newton Batista, diretor do Sindate.
Muitas ambulâncias básicas estão paradas no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) por falta de manutenção.
O Samu DF, que já foi referência para todo o país, se encontra agora sucateado. Falta até a indispensável manutenção preventiva e corretiva das viaturas, o que tem deixado muitos veículos fora de combate, pois é combate sim a luta pela vida dos usuários da rede pública de saúde.
Ao Samu também falta insumos básicos, além da injustificável redução do número de profissionais em cada viatura. Eram três profissionais, mas a Secretaria da Saúde reduziu para dois. Isto força muitas vezes as equipes das ambulâncias 'básicas' recorrerem aos serviços dos Bombeiros e das unidades avançadas (UTIs móveis), nos casos em que o quadro do paciente é mais crítico. E o que representa isso? Maior tempo para o atendimento adequado e, consequentemente, um risco elevadíssimo para a vida dos pacientes. São seis unidades avançadas do Samu (UTIs móveis), mas que estão sendo retiradas aos poucos, em razão da falta de manutenção dos veículos.
Falta pás dos desfibriladores
Como pode imaginar o governo do DF que as equipes das ambulâncias do Samu, serviço médico de urgência, consiga dar um excelente atendimento, como anteriormente sempre ocorria, se agora falta até pás do desfibrilador para reanimação cardiopulmonar? E quando essas não faltam, estão com prazo de validade vencida, o que significa, na prática, falta do acessório. E o paciente pode morrer por omissão, incompetência, desídia do governo.
Nas redes sociais Servidores do SAMU/DF denunciam:
"Como
se não bastasse a desconstrução das emergências fixas, aos poucos vão
destruindo o SAMU DF, após a retirada de um técnico de enfermagem de
cada viatura, agora também retiraram o DEA" [Desfibrilador Externo Automático].
Desde ontem as Unidades de Suporte Básico do Gama estão trabalhando sem o DEA!!!"
Objetivo da RCP e uso do DEA
O objetivo em realizar a Reanimação Cárdio-Pulmonar (RCP) é prover oxigênio ao cérebro e coração até que o tratamento adequado restaure os batimentos cardíacos normais. 'Que gestão é essa que economiza matando usuário?'
Outra denúncia séria que envolve o Samu, como todas as outras, é a que dá conta do estado em que se encontram os ventiladores mecânicos nas salas fixas do Samu, nas unidades hospitalares. E que funcionam como UTIs. É a partir delas que são estabilizados os pacientes e encaminhados a cirurgia ou às UTIs. Se tais ventiladores pararem só restará à equipe médica assistir ao paciente morrer.
Tão importantes assim, os ventiladores já ultrapassam, segundo denúncias de quem conhece muito bem o problema, o limite das 10 mil horas de funcionamento. Eles operam praticamente 24 horas por dia. A partir das 10 mil horas deveriam sofre manutenção, ou à substituição. Mas isso não tem acontecido, representando elevadíssimo risco para os pacientes ligados aos ventiladores mecânicos.
É o pandemônio!!!
Acorda, governador, tem gente morrendo em razão do caos no Samu!!!
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Veja no vídeo abaixo a importância das pás do desfibrilador cardíaco. É este tipo de pá que falta ao Samu. Ou o que falta mesmo é vontade, e competência —principalmente competência— para resolver boa parte dos problemas da saúde do DF? É, parece que isso.
Atendimento particular em horário de trabalho e anúncio de
emprego para os colegas, são umas da série de irregularidades cometidos
pelo gestor
A enxurrada de irregularidades do governo Rollemberg parece não ter
fim. Rafael Vinhal, chefe do Samu informou à equipe que a qualquer
momento deve ser exonerado.
O SindSaude denunciou há algumas
semanas o descumprimento da lei 840/2011, que determina que a escala
deve ser administrativa. Mas Vinhal, foi flagrado atendendo em seu
consultório particular no horário da sua sua escala de serviço no Samu.
Essa medida é uma demonstração clara que o secretário de saúde não entende do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)...
Do Sindate/DF
Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do DF
Desmonte do SAMU do DF
Por Evely LeãoCriado em Por meio de redes sociais o Secretário de Saúde do Distrito Federal, Humberto Fonseca, fez alguns esclarecimentos quanto ao fato de ter reduzido o parâmetro do número de tripulantes das ambulâncias básicas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), explicando que essa redução era uma exigência do Ministério da Saúde e que isso renderia economia de dinheiro público em tempo de vacas magras.
Antes as equipes eram formadas por três tripulantes, sendo dois técnicos e um condutor, com a redução ficará apenas um técnico e um condutor, o qual o condutor pode fazer tudo, menos perfurar a pele. De acordo com o secretário, existem estudos científicos que demonstram que não há queda na qualidade do atendimento com apenas dois tripulantes, em relação a três.
O que o secretário esquece é que os condutores são os responsáveis pela segurança da equipe, pelo transporte, pelo veículo, pela segurança da cena junto aos demais membros da equipe. O que ele quer dizer com isso é que além do condutor fazer todo esse serviço, ainda terá que atender clinicamente a vítima?
Para o sindicato, essa medida só irá piorar ainda mais o serviço nas unidades do Samu, uma vez que cada profissional tem já tem sua função definida, isso poderia se caracterizar como desvio de função, além da saúde do servidor que ficaria seria prejudicada tendo apenas duas pessoas para realizar o serviço. Essa redução pode até funcionar na teria, porém na prática é bastante diferente.
Essa medida é uma demonstração clara que o secretário de saúde não entende do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no que se refere ao Atendimento pré-hospitalar (APH), e fazer gestão de gabinete definitivamente não é a saída.
Agora, as ambulâncias só terão UM profissional de enfermagem e um motorista
Sem a menor vergonha na cara, a subsecretária de Gestão de Pessoas, Jaqueline Carneiro, toma mais uma decisão absurda. As ambulâncias do Samu só contarão com dois tripulantes: o motorista e um profissional de enfermagem. Antes, as equipes eram compostas por pelo menos dois técnicos ou enfermeiros, seguido resolução do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Não precisa ser expert no assunto para entender que essa é a quantidade aceitável para um atendimento eficaz, já que um servidor não consegue remover o paciente sozinho e o motorista não pode tocar no paciente.
O deputado Wasny de Roure alertou, da tribuna da CLDF nesta terça-feira (7) que o SAMU-192 (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), foi descredenciado no Distrito Federal por meio da Portaria do Ministério da Saúde nº 995 de 11 de maio de 2016, em desatendimento ao previsto no artigo 31 da portaria nº 1.010/GM, enquadrando o SAMU-DF nas condicionantes de suspensão previstas no art. 34.
Atualmente a prestação do serviço está comprometida devido à política de ajuste fiscal adotada pelo governo de Rodrigo Rollemberg. O GDF tem deixado ambulâncias paradas por falta de pagamento de fornecedores de combustíveis. Também há casos de ambulâncias e “motolâncias” que estão paradas por falta de enfermeiros e técnicos de enfermagem. As viaturas estão sem seguro.
O SAMU vive sua mais grave crise, a exemplo, da falta de prestação de contas, manutenção de veículos e divulgação do índice de atendimento, o Ministério da Saúde suspendeu repasses da ordem R$ 817,2 mil mensais. Com isso, o DF deixou de receber mais de R$ 9 milhões nos últimos 11 meses.
'A situação é tão grave que o serviço corre o risco de ser descredenciado pelo Ministério da Saúde', afirma Wasny
O parlamentar destacou que o Serviço é o principal componente da Política Nacional de Atenção às Urgências, criada em 2003, que tem como finalidade proteger a vida das pessoas e garantir a qualidade no atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). Funciona 24 horas por dia com equipes de profissionais de saúde e realiza o atendimento de urgência e emergência em qualquer lugar: residências, locais de trabalho e vias pública. O socorro é feito após chamada gratuita por meio do telefone 192. Por mês, no DF, são cerca de 70 mil ligações, 20 mil teleatendimentos médicos e 7 mil atendimentos.
Confira o pronunciamento de Wasny:
Por Eliane Araújo – Comunicação do distrital Wasny de Roure (PT)