Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador samu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador samu. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de junho de 2018

No Samu do Gama, ninguém janta. E nem caga

Sábado, 30 de junho de 2018


O governo Rollemberg cortou a alimentação dos servidores dos hospitais e do Samu. Agora, só uma sopinha. O pessoal da Base do Samu no Gama, além de não poder jantar, já tem dias que estão proibidos de cagar.

É que no sanitário da base do Samu na cidade, só pode fazer xixi. Cagar nem pensar. Ou se o aperto for irresistível, não der pra segurar, correr pra moita na rua. Como a base do Samu é vizinha a 20ª Delegacia de Polícia, no Setor Oeste do Gama, o pessoal não vai querer ser "recolhido aos costumes". Acaba ficando amarelo, desconfiado, sem graça e...retado com o governador.

Também não dá para parar na moita quando estiver levando algum paciente para, por exemplo, hospitais do Plano Piloto ou Taguatinga (já que no HRG e o HRSM a coisa tá feia). É que uma vida deve ser salva, mesmo sob pena de um nó nas tripas, não do paciente, mas dos bravos servidores do Samu.

A mensagem é clara no Samu Gama: mijar pode, cagar...jamais. 

Olha o cartaz que colocaram no sanitário feminino da Base do Samu no Gama. Que vergonha, Rodrigo?

Dê um clique sobre a cagada, ops!, sobre a imagem no topo desta postagem, para ampliá-la.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Ataque aos cofres públicos: Samu é entregue às traças para depois ser terceirizado

Quarta, 17 de maio de 2017

Do site Ataque aos Cofres Públicos
Fontes: A Tribuna e SindServe
Governo Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) segue firme em sua política para a cidade: sucatear para terceirizar.

No Jornal A Tribuna de Santos desta quarta-feira (17), a diretora do Sindicato dos Servidores Públicos de Santos (Sindserv), Aurora Fernandez Rodriguez, ressalta o que está por trás da crise do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

domingo, 15 de janeiro de 2017

SAÚDE NO DF: Por falhas, Samu do DF perde recursos federais

Domingo, 15 de janeiro de 2017
Há 11 meses, governo federal não repassa recursos para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do DF porque o Executivo local não tem passado informações, como prestação de contas, manutenção dos veículos e índices de atendimento

Por OTÁVIO AUGUSTO-Correio Braziliense
E Blog do Sombra

 recomendação do Ministério da Saúde é que, para cada 50 mil habitantes, haja uma ambulância do Samu. No DF, a média é de um veículo para atender 78 mil pessoas

Nos 11 anos de existência, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital federal vive sua mais grave crise. A situação desandou de tal forma que o Ministério da Saúde suspendeu os repasses mensais de R$ 817,2 mil. Com isso, o Executivo local deixou de embolsar cerca de R$ 9 milhões do governo federal nos últimos 11 meses. As pendências levaram o DF a ser excluído da lista de 19 unidades da Federação que tiveram a frota renovada pela pasta. Todos os estados do centro-oeste receberam o investimento. Se a celeuma não for resolvida, o Samu pode perder o credenciamento ministerial e sofrer sanções ainda mais severas.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Liminar determina manutenção de serviço de abastecimento de veículos do Samu

Quarta, 23 de novembro de 2016
 Resultado de imagem para charge morte saúde
==========
Do TJDF
A juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal deferiu o pedido de tutela antecipada do Distrito Federal e determinou que a empresa Auto Posto Millenium Ltda retome, imediatamente, os serviços de fornecimento de combustíveis para as unidades móveis do SAMU, bem como retome a prestação de todos os serviços objeto do Contrato nº 121/2014, e seus aditivos, até que o mérito da ação seja decidido, sob multa de R$ 80 mil por dia de descumprimento. 

O pedido foi realizado pelo Distrito Federal, que ajuizou ação no intuito de obrigar a referida empresa a continuar prestando os serviços contratados, em especial, o fornecimento de gasolina para os veículos que fazem atendimento ao SAMU. Segundo o DF, o contrato está em vigor há mais de 28 meses e apenas três meses estão sem pagamento. Como se trata de serviço essencial, não pode ser interrompido.  

A magistrada entendeu que estavam presentes os requisitos legais para a concessão da tutela liminar e registrou que: “Com efeito, não é lícito que uma empresa que contrate com a Administração Pública interrompa, de forma unilateral, os serviços a que se comprometeu através da celebração de ajuste administrativo. Isso porque, o contrato celebrado segue o regime jurídico de direito público, no qual o interesse público é a pedra de toque que rege a relação, garantindo, desta forma, o princípio da continuidade dos serviços essenciais à população... A inadimplência do poder público não é motivo, por si só, idôneo para que os serviços sejam interrompidos, unilateralmente, pela empresa que com a Administração Pública contratou, mormente considerando o risco à população envolvido no caso em liça... Sendo o SAMU o meio de transporte dos convalidos que se apresentam com premente risco de morte, a manutenção deste serviço público, abastecido e devidamente equipado com instrumentos aptos à garantir os primeiros socorros básicos, configura-se como direito fundamental à vida que possui toda pessoa humana, cujo conteúdo sobressai a qualquer interesse econômico da empresa contratante... Ressalte-se que não se quer, com a afirmação suso, chancelar condutas inadimplentes por parte da Administração Pública, mas apenas enaltecer o direito à vida daqueles que esperam do Estado o mínimo de dignidade e amparo à saúde".

A decisão não é definitiva e pode ser objeto de recurso.



Ambulâncias do Samu ficam sem gasolina de novo!

Quarta, 23 de novembro de 2016
Do SindSaúde

Mais uma vez as ambulâncias do SAMU estão sem gasolina. Até a tarde desta terça-feira (22), pelo menos três veículos não puderam rodar. Dois deles são de unidades avançadas, ou seja, que têm médico na equipe e são usadas para atendimentos graves ou remoções.
Até quando a população do DF vai morrer a míngua de um governo que não se preocupa em manter condições mínimas de atendimento? Em outubro, dois homens morreram depois de esperar por uma ambulância, que estava fora de atividade por falta de combustível.
O SindSaúde teve acesso, com exclusividade, a uma nota que prova que naquele 11 de outubro não foi possível encher o tanque nos postos conveniados ao GDF.
Comprovante da falta de crédito no dia 11 de outubro
Comprovante da falta de crédito no dia 11 de outubro


Comprovante que o convênio não está ativoComprovante que o convênio não está ativo

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Governo libera R$ 24,6 milhões para custeio do Samu em 16 estados do país; o que significa isto? Apenas 13 minutos de pagamento da "dívida" aos bancos; uma vergonha!

Segunda, 1º de junho de 2015
Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil
O Ministério da Saúde liberou hoje (1º) R$ 24,6 milhões do Fundo Nacional de Saúde para custeio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192). Os recursos serão recebidos por estados e municípios em parcela única.

Os valores são uma complementação dos recursos financeiros estabelecidos em portarias já publicadas sem observar a data do efetivo funcionamento do Samu 192.

Serão beneficiados municípios dos estados de São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco, Minas Gerais, Goiás, do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Paraná, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Amazonas, da Paraíba e Bahia.

A portaria com a lista de municípios foi publicada no Diário Oficial de União.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Caos na saúde do DF: População sofre com a falta de atendimento

Segunda, 14 de outubro de 2013
Do Jornal de Brasília
Não prestar socorro é crime previsto no Código Penal, artigo 135. Contudo, por mais que se esforcem, bombeiros e servidores do Serviço Médico de Urgência (Samu) não estão conseguindo atender a todos os chamados de urgência da população do Distrito Federal. Isso ocorre por falta de ambulâncias ou mesmo de pessoal para atendimento. 


Os bombeiros trabalham hoje apenas com 20 ambulâncias, 50% do seu total. Isso porque seis estão quebradas, sem condições de uso, e outras 14 em manutenção. Já o Samu, que conta com 31 carros em pleno funcionamento (seis estão parados), sofreu redução nas horas-extras dos trabalhadores, segundo o Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem (Sindate-DF), o que colaborou com a queda nos acolhimentos.

“A Secretaria de Administração Pública (Seap) pediu que diminuíssem as horas-extras. O governo, em vez de fazer pente fino em outras áreas, optou por fazer o corte no Samu”, aponta o vice-presidente do Sindate, Jorge Vianna. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Não precisa explicar, eu só queria entender

Quarta, 6 de junho de 2012
“Samu demora uma hora e jovem morre na escola”

Como pode o Samu —Serviço de Atendimento Móvel de Urgência— demorar uma hora para prestar um socorro? Demonstra, assim, que não é atendimento, nem sempre é móvel e, certamente, não é de urgência?

Como dizia aquele personagem de Chico Anísio no Planeta dos Macacos, antigo programa humorístico da TV Globo:

“Não precisa explicar, eu só queria entender.”

sexta-feira, 23 de março de 2012

Saúde de Agnelo na UTI

Sexta, 23 de março de 2012
A saúde pública no DF melhorou. Isso, claro, só na propaganda milionária do governo. Na prática, a cada dia piora.

Agora o governo Agnelo, que já tinha seis ambulâncias do Samu paradas por falta de pessoal (ou seria por incompetência?), ao determinar restrição no pagamento de horas extras, manda para a garagem mais dez ambulâncias. É a saúde do ex-futuro-secretário (lembram-se das promessas de campanha?) trilhando um novo caminho, e a passos largos, mas para o colapso total.

As dez ambulâncias serão retiradas de serviço a partir de primeiro de abril. É primeiro de abril, mas não é mentira.

Reportagem de hoje (23/3) do jornalista Roberto Machado, do Correio Braziliense, revela a penúria que se abate sobre o Samu, um serviço que, de um modo geral, a não ser em casos de acidentes, atende normalmente as populações mais pobres. São essas populações as mais penalizadas pelas decisões de Agnelo.

A reportagem revela que das 37 ambulâncias do Samu que deveriam atender a população, seis já estão paradas. No dia da mentira, primeiro de abril, mais dez serão encostadas. Isso representará —com as seis anteriormente imobilizadas— uma queda de 43% na capacidade de trabalho do serviço, do atendimento.

E ainda sua excelência, o governador Agnelo, trombeteia na TV, no rádio e nos jornais, os avanços do atendimento à saúde no sistema público do DF. Avanço? Só se for das ambulâncias a caminho da garagem.

Ah! A Saúde é de Agnelo, mas as agruras são do povo.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Agnelo, um governo sem energia

Segunda, 27 de fevereiro de 2012
Que há um verdadeiro caos no serviço público de saúde do DF, ninguém mais duvida. Afinal, se há um setor que está sempre nas páginas de jornais, nas TVs e nos sites e blogs de Brasília, é o da saúde. O médico falta (e falta por ineficácia de gestão), o teto desaba, o material nunca chega, o desrespeito sobra, é a morte que vem.

Que o governo Agnelo/Filippelli é um que evidencia que não tem energia, é. Mas que falte a energia de baterias dos aparelhos de reanimação cardíaca das unidades do Samu, aí já é de mais, mesmo considerando que o caos já reina em todas as outras áreas da saúde.

A desculpa? Como sempre é aquela que diz que houve problemas com fornecedores e coisas tais. E o infeliz paciente que morra pela ineficiência dos gestores da saúde. Agora, nem morrer no hospital ele pode, pois deve morrer dentro das ambulâncias.

Reportagem do G1 DF dá conta de que equipamentos de massagem cardíaca das 31 ambulâncias e dez veículos de intervenção do Samu do DF estão parados desde o ano passado (isso mesmo, DESDE O ANO PASSADO). O último ficou sem energia, parado, há seis meses. Esses tipos de equipamentos são usados em pessoas que têm parada cardíaca. Pode? No DF pode.

Já que o problema é falta de energia, se liga, governador!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Que morra o povo

Terça, 27 de setembro de 2011
Por Ivan de Carvalho
No domingo, a Rede Globo, no programa Fantástico (que, como incontáveis outras coisas da televisão brasileira, só não é mais chato por falta de espaço, ou tempo, sei lá), apresentou uma reportagem importante sobre o setor público de saúde no país.

            Na verdade, a reportagem foi sobre as ambulâncias do Samu. Mas, como efeito colateral, acabou revelando uma parte da absurda gestão do setor público de saúde e das condições calamitosas em que funcionam (ou não funcionam, seria mais correto dizer) as emergências nos hospitais públicos. 

            Quanto ao Samu, a reportagem mostrou que há centenas de ambulâncias desse serviço imobilizadas, não por estarem quebradas ou “em manutenção”, mas por terem sido recebidas antes de implantada a rede que lhes daria utilidade, de modo que nunca foram postas em uso. 

            Isso é tão vergonhoso sob o aspecto da má gestão do setor – má gestão que evidentemente resulta no desperdício de vários bilhões de reais – que autoridades sob cuja custódia estão algumas dessas ambulâncias novas e nunca usadas as mantêm escondidas, talvez para evitar a indignação pública. Ou não aumentá-la. A reportagem flagrou alguns casos, mas também mostrou que, entre as escondidas, as guardadas discretamente e as que estão disponíveis à observação popular, são centenas. 

            O jornalismo da emissora, que, quando quer ou não recebe orientação para só produzir abobrinhas, sabe trabalhar, mostrou que também há um inaceitável número de ambulâncias muito usadas caindo aos pedaços ou em interminável “manutenção”, enquanto outras, as novas sem uso, não estão nem aí para o drama e o sofrimento popular. Motor não é coração. 

            A reportagem sobre as ambulâncias do Samu acabou mostrando, mais uma vez, pois já é rotina vermos isso, o caos nas emergências dos hospitais públicos. As ambulâncias chegam, entregam o paciente e ficam “presas” no hospital por duas horas ou mais, porque a maca do veículo não é liberada. É que o paciente continua nela – o hospital usa as macas das ambulâncias, pois a alternativa seria por o paciente no chão. Aliás, não está na reportagem, mas isso às vezes acontece. 

          Impressionam as pressurosas explicações e “garantias estendidas” à reportagem por autoridades de Estados e Municípios sobre as razões de cada coisa ruim descoberta e sobre planos e providências em curso que vão normalizar tudo nos prazos que anunciam. Além da correção dos malfeitos e da natural responsabilização. Tudo com uma certeza só comparável à que terá emocionado as populações ao observarem a chegada de ambulâncias novinhas que iriam atender suas necessidades de emergência em saúde. Também impressionam as declarações da autoridade federal ouvida pela reportagem sobre os problemas apresentados. Palavras firmes, planos e certezas sobre a melhoria da gestão e resolução ágil dos problemas identificados. 

            Enquanto isso, a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, do PT, em entrevista, ontem, admite que o governo ainda quer (mas não toma a iniciativa de propor para não se desgastar, como deixou claro a presidente Dilma em recente reunião do Conselho Político da coalizão que apóia seu governo) a criação de um tributo que permita investir mais R$ 45 bilhões por ano para o setor de saúde. A ministra Ideli espera que o tributo seja aprovado pelo Congresso em 2012. Assim, poderão ser compradas milhares de ambulâncias para o Samu e, depois de exibidas juntas em um local, para que o povo veja o feito, escondidas em vários, para que o povo não veja o malfeito e morra sem saber. 

- - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - - - -  - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - - 
Este artigo foi publicado originalmente na Tribuna da Bahia.
Ivan de Carvalho é jornalista baiano.
 - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - - - -  - - - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - -
Olha o Samu aí, gente!
 

domingo, 22 de novembro de 2009

GDF investiu apenas 3,6 por cento dos recursos do Samu

Domingo, 22 de novembro de 2009
Enquanto em 2009 o GDF (Governo do Distrito Federal) aplicou apenas 3,6 por cento do dinheiro que deveria ser investido no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), para a empresa terceirizada Toesa  o gasto é de R$2 milhões por mês (isso mesmo, por mês).  A acusação é do deputado distrital Chico Leite (PT).
Lembra o deputado que o Samu, que pode ser acionado pelo telefone 192, é um dos serviços públicos de excelência oferecidos à população do DF, mas que infelizmente o governo do Distrito Federal ao invés de investir recursos do orçamento para melhorar ainda mais o serviço, optou por terceirizar parte do atendimento para uma empresa do Rio de Janeiro contratada sem licitação.
“Quero que o GDF explique por que falta dinheiro para o SAMU, mas não para a Toesa”, declarou Chico Leite.