Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador tuma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tuma. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tuma Jr. balança a República, confirma que Lula era informante do DOPS e diz que possui provas sobre todas as denúncias

Terça, 4 de fevereiro de 2014

 
Carlos Newton
Da Tribuna da Internet
O programa Roda Viva começou morno, mas foi enquentando no decorrer do período, até começar a cozinhar o PT, Lula, Gilberto Carvalho, Dilma Rousseff e companhia limitada. No final, a panela de pressão estava realmente fervendo, e o ex-secretário nacional de Justiça e ex-delegado federal Romeu Tuma Jr. aproveitou para anunciar que está escrevendo o segundo livro da série “Assassinato de Reputações”.
Entre os entrevistadores, dois estavam a favor dele – o apresentador Augusto Nunes e o colunista Ricardo Setti, do site da Veja. Os demais estavam flagrantemente tentando demolir Tuma Jr., que pesa uns 120 quilos e é duro na queda. Os jornalistas Mário Cesar Carvalho, da Folha, Eugenio Bucci e Fernando Barros, ambos do Estadão, e a historiadora Cristine Prestes tentaram fustigar o entrevistado, mas ele absorveu bem os golpes e respondeu de forma irrefutável as perguntas, portando-se com muita firmeza.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Romeu Tuma Júnior revela como a máquina petista usa o Estado para demolir reputações

Domingo, 26 de janeiro de 2014 
Por Salatiel Soares Correia*
O best seller “Assassinato de Reputações — Um Crime de Estado”, do delegado de polícia e ex-deputado Romeu Tuma Junior, vasculha os bastidores do governo petista e conclui que se montou uma estrutura gigante para destruir os adversários políticos.
Era para ser só um susto, mas não foi o que de fato aconteceu. Ele seria sequestrado. Pediriam o resgate e este seria pago pelos mandantes do sequestro. A vítima ficaria grata por terem salvado sua vida. E, assim, o esquema de cobrança de sobretaxa por serviços prestados a Prefeitura de Sando André, que tanto asfixiava os empresários da região, seria atenuado. Mas deu tudo errado. O que estava previsto para ser um susto se transformou numa tragédia. A cena da desova do cadáver se evidenciava com muita clareza: “as costas [da vítima] fumegadas com tatuagens de cano quente. Antes de darem o tiro de misericórdia, encostaram-lhe a arma fervente na pele. Vejo o corpo e ainda sinto a vibração dessa cena. As mãos, Deus do céu, no formato de um louva-deus, sugerindo a postura de quem rezava, de quem implorou pela vida. A boca assumiu um quê monstruoso, desfigurada à bala. Olho para as reentrâncias do mato e tento estabelecer como teria sido a cena da desova”.
Fontes: Blog do Sombra com informações Jornal Opção - 26/01/2014

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Xii! O delegado Tuma falou, melhor, escreveu

Quarta, 22 de janeiro de 2014
no dia que isso "estourar", vai ser conhecida a maior Lavanderia da História da América Latina! 
(Tuma Júnior no Twitter sobre as relação JBS Friboi com os Governos do PT. Delegado aposentado da Polícia Civil de São Paulo, ele é autor do livro 'Assassinato de Reputações - Um crime de Estado'. Foi secretário nacional de Justiça do governo Lula no período 2007—2010)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Livro-bomba agora está disponível na internet

Domingo, 29 de dezembro de 2013
Do Diário do Poder
Para enfrentar o esquema que tenta impedir a circulação do seu livro-bomba, pressionando livrarias ou comprando estoque dos exemplares, o delegado Romeu Tuma Jr disponibilizou a obra na livraria virtual Amazon.com. “Assassinato de reputações” (Ed. Topbooks, Rio, 557 pp, R$ 69) revela que na ditadura o então sindicalista Lula foi informante do Dops, polícia política chefiada por seu pai, o lendário Romeu Tuma. Leia mais no Diário do Poder

sábado, 14 de dezembro de 2013

Protegendo a máfia

Sábado, 14 de dezembro de 2013
As novas revelações do ex-secretário Romeu Tuma Junior

sábado, 7 de dezembro de 2013

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Injustiça com o secretário de Justiça

Quinta, 13 de maio de 2010

Do jornalista Helio Fernandes na Tribuna da Imprensa:

“Imprensadíssimo” (?) e sem conseguir desfazer as acusações, resolveu tirar férias. Só que errou no tempo. ia ficar fora 10 dias, passou para 30, sua integridade não resiste a essa eternidade.
Pensando mais claramente, até já se defendeu ao dizer: “Eu não sabia que o chinês era o que estão dizendo dele”. Hoje, o “eu não sabia”, incorporado à vida pública.
O que se diz em Brasília: Tuma filho não é demitido pelo dossiê que muitos temem e acreditam que existe em poder do Tuma pai. Esse é o típico “dossiê ficha limpa”, quem sabe quanto tempo resistirá ou existirá?

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Comissão de Ética investiga Tuma Júnior, mas ele continua no governo Lula

Segunda, 10 de maio de 2010
O que deveria acontecer ainda na semana passada só foi concretizado hoje. A Comissão de Ética Pública da Presidência abriu investigação contra o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior.
Tuma é acusado de manter ligações com a máfia chinesa de São Paulo.

A força do Xerife

Segunda, 10 de maio de 2010
Apanhado em grampo da Polícia Federal, Romeu Tuma Júnior, secretário Nacional de Justiça do governo Lula, está sob a suspeita de ligações nada legais com aquele que é apontado como o grande chefe da máfia chinesa em São Paulo, conhecido como Paulo Li.
Foi grampeado cobrando do chinês um aparelho de telefone que, claro, entraria no Brasil por meios atravessados. Grampeado também, segunda a PF, cobrando providências a respeito da situação de um futuro genro que não teria obtido aprovação num concurso para a Polícia Civil de São Paulo. Ainda segundo a PF, foi grampeado em conversas com o chinês tratando da legalização de imigrantes clandestinos.
Não que se possa afirmar que Tuma Júnior, filho do senador Romeu Tuma, o Xerife do Plano Cruzado do Sarney, que apóia o governo Lula, é culpado. Culpado só após a Justiça reconhecer isso. Até lá ele tem o privilégio de ser tratado como inocente. Mas mantê-lo em cargo tão alto, e que é responsável pelo combate à pirataria e ao crime organizado, vai uma grande diferença. O bom senso indica o caminho da exoneração até que tudo fique explicado.
O cargo de Tuma Júnior é de livre provimento, o que permite, sem explicações, a sua exoneração.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

PF liga Tuma Júnior, secretário nacional de Justiça, a chefe da máfia chinesa

Quarta, 5 de maio de 2010
Do jornal O Estado de São Paulo
Interceptação de gravações telefônicas e mensagens eletrônicas aponta contato frequente com Li Kwok Kwen, também conhecido como Paulo Li

Rodrigo Rangel, de O Estado de S.Paulo
Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela Polícia Federal (PF) durante investigação sobre contrabando ligam o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, ao principal alvo da operação, Li Kwok Kwen, apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.
A relação de Tuma Júnior com Kwen, também conhecido como Paulo Li, foi mapeada ao longo dos seis meses da investigação que deu origem à Operação Wei Jin, deflagrada em setembro de 2009.
Paulo Li foi preso com mais 13 pessoas, sob a acusação de comandar uma quadrilha especializada no contrabando de telefones celulares falsificados, importados ilegalmente da China.
Ao ser preso, Paulo Li telefonou para Tuma Júnior na frente dos agentes federais que cumpriam o mandado. Dias após a prisão, ao saber que seu nome poderia ter aparecido no inquérito, Tuma Júnior telefonou para a Superintendência da PF em São Paulo, onde corria a investigação, e pediu para ser ouvido. O depoimento foi tomado num sábado, para evitar exposição. Tuma declarou que não sabia de atividades ilegais de Li. O surgimento do nome Tuma Júnior no inquérito seguia em segredo até agora.
O esquema, estimou a PF à época, girava R$ 1,2 milhão por mês. Os aparelhos eram vendidos no comércio paralelo de São Paulo e no Nordeste. Denunciado pelo Ministério Público Federal pelos crimes de formação de quadrilha e descaminho, Li seguia preso até ontem.
Além de ocupar um dos postos mais importantes da estrutura do Ministério da Justiça, Tuma Júnior preside, desde o último dia 23 de abril, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria.
Foi investigando Paulo Li - a quem a PF se refere nos relatórios como comandante de "uma das maiores organizações criminosas de São Paulo e do Brasil" - que os policiais descobriram seus laços com Tuma Júnior. Entre os telefonemas gravados com autorização judicial, são frequentes as conversas de Li com o secretário nacional de Justiça.
Leia mais no Estadão