
Natural de Minas Gerais, onde convive cotidianamente com os impactos do modelo predatório da mineração, ela crítica a lógica capitalista, que sistematicamente destrói a natureza e os modos de vida, em especial dos povos e comunidades tradicionais. Em contraposição, Celinha aponta a agroecologia, cujo dia nacional é comemorado nesta sexta-feira (3), como uma alternativa.
“A agroecologia é um elo muito forte entre a sustentabilidade do comer, do fazer, do manejo com a terra, da saúde e da economia solidária. Na verdade, você tem um tripé: sustentabilidade, saúde e economia. E, para ter tudo isso, é preciso ter terra. A agroecologia é, antes de tudo, garantir a terra”, destaca.
