Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

STF confirma decisão que prorrogou prazo para conclusão de inquérito que investiga Fernando Collor por evasão de divisas, corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Quarta, 16 de dezembro de 2015
Do STF
2ª Turma confirma decisão que prorrogou prazo para conclusão de inquérito que investiga Fernando Collor

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal negou provimento a agravo interposto pela defesa do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) contra decisão do ministro Teori Zavascki que indeferiu pedido de suspensão de diligências no Inquérito (INQ) 3883, após ter sido autorizada a prorrogação do prazo para conclusão dos procedimentos. Por unanimidade, a Turma manteve a decisão do relator e afastou a alegação da defesa de Collor de que, em agosto, a Procuradoria Geral da República apresentou denúncia contra o senador, no INQ 4112, em relação a fatos já esclarecidos no curso do INQ 3883.

sábado, 18 de julho de 2015

Como Collor foi aceito no pomar mágico dos petistas

Sábado, 18 de julho de 2015 
Ao receber o controle de duas diretorias da BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras, o ex-presidente estabeleceu seu próprio balcão de negócios no petrolão. A Lava Jato foi bater à sua porta

Da Revista Veja
Por: Rodrigo Rangel e Robson Bonin

De inimigo visceral do PT nos anos 90, Fernando Collor converteu-se em um de seus mais fieis aliados

Leia a íntegra da reportagem no Blog do Sombra

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Carros de luxo de Collor não foram declarados à Justiça Eleitoral

Quarta, 15 de julho de 2015
Veículos foram apreendidos durante a Operação Politeia e levados para a Superintendência da PF no DF.

Ministério Público Federal é o verdadeiro caçador de marajá

Quarta, 15 de julho de 2015
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Uma Ferrari, uma Lamborghini, um Porsche e, segundo Ricardo Pessoa, dono da UTC e colaborador premiado, R$20 milhões de propina.
Quem é mesmo o marajá?

terça-feira, 14 de julho de 2015

Polícia Federal apreende R$ 4 milhões durante a Operação Politeia e Renan chama operação da PF de "intimidação" e Collor culpa procurador-geral

Terça, 14 de julho de 2015
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que não houve irregularidades no cumprimento dos mandados de busca e apreensão cumpridos na residência funcional de parlamentares alvo da Operação Politeia. Em nota, a PGR informou que a Polícia Legislativa do Senado não participou da operação porque os mandados foram cumpridos nos apartamentos funcionais dos investigados. No entendimento da procuradoria, os imóveis funcionais não são considerados extensão das dependências da Casa.

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Da Agência Brasil
Andre Richter – Repórter da Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) apreendeu hoje (14) durante as buscas e apreensões da Operação Politeia mais de R$ 4 milhões, oito veículos, duas obras de arte, joias e relógios, além de documentos e HD’s de computadores dos investigados. De acordo com o balanço da operação, os investigadores também encontraram US$ 45 mil e 24,5 mil euros. Os locais de apreensão das quantias não foram divulgados pela PF.

O tempo, parece, é senhor da razão! PF apreende Lamborghini, Ferrari e Porsche de Collor em nova fase da Lava Jato. E eu que pensava que lá só tinha um Fiat Elba!

Terça, 14 de julho de 2015
Leia aqui.

Leia ainda: 
PF cumpre mandado de busca e apreensão em casa de Collor e de outros políticos

Michélle Canes - Repórter da Agência Brasil
Agentes da Polícia Federal estiveram hoje (14) no apartamento funcional do senador Fernando Collor (PTB-AL), em uma quadra da Asa Sul, no centro da capital federal. A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) cumprem 53 mandados de busca e apreensão, na Operação Politeia. Os mandados são referentes a seis processos instaurados no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de provas obtidas na Operação Lava Jato e estão sendo cumpridos na Bahia, em Pernambuco, Alagoas, Santa Catarina, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Distrito Federal. A polícia cumpre mandados em residência de outros políticos.

PF cumpre mandados de busca e apreensão em casas de políticos

Terça, 14 de julho de 2015 
Senadores Collor e Ciro Nogueira e deputado Eduardo da Fonte foram alvo. 

Operação desta terça tem 53 mandados e é desdobramento da Lava Jato.
Veja a íntegra em
http://g1.globo.com/al/alagoas/noticia/2015/07/pf-cumpre-mandados-de-busca-e-apreensao-em-maceio.html

quinta-feira, 9 de julho de 2015

PF confirma operação bancária para Collor na Lava Jato

Quinta, 9 de julho de 2015
Investigadores da PF havia pedido acesso aos documentos como forma de comprovar relatos do doleiro Alberto Youssef. Além dos depósitos, feitos em espécie e no total de R$ 50 mil, repasses foram feitos diretamente para o senador em Alagoas
Leia mais no Congresso em Foco:
http://m.congressoemfoco.uol.com.br/noticias/pf-confirma-operacao-bancaria-para-collor-na-lava-jato/

segunda-feira, 18 de maio de 2015

STF autoriza quebra de sigilos de Collor


Segunda, 18 de maio de 2015
Jornal do Brasil
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, na última quinta-feira (14), a quebra de sigilo bancário e fiscal do senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) no período de 1º de janeiro de 2011 a 1º de abril de 2014. O pedido foi feito pela Procuradoria Geral da República (PGR) dentro de inquérito da Operação Lava Jato.

segunda-feira, 9 de março de 2015

"Um povo que elege corruptos não é vítima, é cumplice!"

Segunda, 9 de março de 2015


Do Facebook da ex-senadora Heloisa Helena (Psol):
Após a divulgação da lista podre do tal Petrolão, recebi muitas mensagens perguntando como avalio o fato de Alagoas ser “campeã em participação” em mais uma bandidagem... Sinceramente, existe alguma novidade em relação aos “currículos” dos envolvidos daqui?? Os novos fatos graves e repugnantes divulgados nacionalmente (aqui divulgação microscópica, claro!!!) apenas alardeiam nacionalmente o que aqui e alhures já era conhecido sobre eles né?! Assim sendo, sei que a maioria dos eleitores de nossa - bela, sofrida e roubada – Alagoas ainda prefere políticos ladrões e mentirosos, pois exceto os casos de inocência ou ignorância a maioria sabe muito bem o que faz nas urnas legitimando vergonhosamente banditismo político e impunidade! Um dia mudará!! Um dia com certeza haverá de mudar, mas no momento prefiro agradecer profundamente aos eleitores que de forma honrada, corajosa e livre me ajudaram a enfrentar todo o poderio sujo de Benedito de Lira, Fernando Collor, Renan Calheiros - os 3 que deram 100% de participação vergonhosa ao nosso estado no Senado! Portanto, como sempre repito, SAUDAÇÕES A QUEM TEM CORAGEM E DESPREZO À PUSILANIMIDADE!!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Youssef afirma que Collor recebeu R$ 3 mi de subsidiária, diz jornal

Terça, 24 de fevereiro de 2015 
Do jornal O Tempo (Belo Horizonte) 
Ex-presidente da República estaria entre os beneficiados em esquema de corrupção envolvendo acordos com BR Distribuidora, segundo depoimento de doleiro
Collor estabelece novas regras
Em depoimento prestado aos procuradores, responsáveis por investigação de casos de corrupção, o doleiro Alberto Youssef relatou que o senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL) recebeu R$ 3 milhões em propina referente a acordo com a subsidiária da estatal, BR Distribuidora. As informações foram divulgadas pelo jornal 'Folha de S. Paulo'.
 
De acordo com Youssef, o empresário e consultor do setor de energia Pedro Paulo Leoni Ramos era um emissário de Collor e do PTB e seria o responsável por estabelecer o contato com a BR Distribuidora, intermediando a troca do dinheiro.
 
Um contrato assinado, em 2012, no valor de R$ 300 milhões, entre rede de postos de São Paulo e a subsidiária da estatal seria, segundo o doleiro, a fonte da propina recebida pelo ex-presidente. A partir da negociação, ficaria decidido que a rede deixaria uma marca de combustíveis e seria integrada ao grupo de revendedores da BR Distribuidora.

Segundo a 'Folha', durante depoimento à Polícia Federal, Youssef confirmou também que todos os envolvidos tinham conhecimento sobre o papel Ramos, como emissário. Por outro lado, o doleiro não apresentou detalhes sobre a forma como a propina foi encaminhada para Collor e não citou nomes de diretores da subsidiária  que poderiam estar envolvidos no esquema.

O depoimento foi prestado por Alberto Youssef no período entre outubro e novembro de 2014, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde acontecem as investigações da operação Lava Jato.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Lava Jato: Propina em domicílio

Sábado, 13 de dezembro de 2014

As revelações do homem que entregava dinheiro desviado da Petrobras na casa de deputados, senadores, governadores, ministros e até na sede nacional do PT

Depois de tantas revelações sobre engenharias corruptas complexas de sobrepreços, aditivos, aceleração de obras e manobras cambiais engenhosas, a Operação Lava-Jato produziu agora uma história simples e de fácil entendimento. Ela se refere ao que ocorre na etapa final do esquema de corrupção, quando dinheiro vivo é entregue em domicílio aos participantes. Durante quase uma década, Rafael Ângulo Lopez, esse senhor de cabelos grisalhos e aparência frágil da fotografia acima, executou esse trabalho. Ele era o distribuidor da propina que a quadrilha desviou dos cofres da Petrobras. Era o responsável pelo atendimento das demandas financeiras de clientes especiais, como deputados, senadores, governadores e ministros. Braço-direito do doleiro Alberto Youssef, o caixa da organização, Rafael era “o homem das boas notícias”. Ele passou os últimos anos cruzando o país de Norte a Sul em vôos comerciais com fortunas em cédulas amarradas ao próprio corpo sem nunca ter sido apanhado. Em cada cidade, um ou mais destinatários desse Papai Noel da corrupção o aguardavam ansiosamente.

Os vôos da alegria sempre começavam em São Paulo, onde funcionava o escritório central do grupo. As entregas de dinheiro em domicílio eram feitas em endereços elegantes de figurões de Brasília, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Maceió, São Luís. Eventualmente ele levava remessas para destinatários no Peru, na Bolívia e no Panamá. Discreto, falando só o estritamente necessário ao telefone, não deixou pistas de suas atividades em mensagens ou diálogos eletrônicos. Isso o manteve distante dos olhos e ouvidos da Polícia Federal nas primeiras etapas da operação Lava-Jato. Graças à dupla cidadania — espanhola e brasileira —, Rafael usava o passaporte europeu e ar naturalmente formal para transitar pelos aeroportos sem despertar suspeitas. Ele cumpria suas missões mais delicadas com praticamente todo o corpo coberto por camadas de notas fixadas com fita adesiva e filme plástico, daqueles usados para embalar alimentos. A muamba, segundo ele disse à polícia, era mais fácil e confortável de ser acomodada nas pernas. Quando os volumes era muito altos, Rafael contava com a ajuda de dois ou três comparsas.

A rotina do trabalho permitiu que o entregador soubesse mais do que o recomendável sobre a vida paralela e criminosa de seus clientes famosos, o que pode ser prenúncio de um grande pesadelo. É que Rafael tinha uma outra característica que poucos sabiam: a organização. Ele anotava e guardava comprovantes de todas as suas operações clandestinas. É considerado, por isso, uma testemunha capaz de ajudar a fisgar em definitivo alguns figurões envolvidos no escândalo da Petrobras. VEJA apurou que o entregador já se ofereceu para fazer um acordo de delação premiada, a exemplo do seu ex-patrão.

Leia a íntegra na revista veja ou no Blog do Sombra.

domingo, 10 de agosto de 2014

EXCLUSIVO do Blog do Mino: Delação confirmada


Domingo, 10 de agosto de 2014
Esta coluna publicou com exclusividade a relação do doleiro Alberto Youssef com o petista Cândido Vaccarezza operando no fundo de pensão do Estado de Tocantins –   TO. Também foi publicada com exclusividade a agenda do doleiro Fayed Traboulsi que demonstra movimentação milionária de pessoas ligadas a políticos no Congresso Nacional, inclusive o governador do Tocantins Siqueira Campos e seu filho Eduardo Siqueira Campos. O fundo de Tocantins faz parte da investigação da Polícia Federal no escândalo da operação Lava-Jato. O jornal de Brasilia e o site Quid Novi tiveram acesso ao depoimento de Meire Poza, contadora do doleiro Alberto Youssef, que revela o esquema de lavagem de dinheiro utilizados por políticos do PT, PMDB e PP. As informações publicadas a cerca de 20 dias mostravam Pedro Paulo Leoni Ramos, ex ministro do governo Fernando Collor, operando com empresas no fundo de previdência de Tocantins adquirindo 40% de participação da rede de restaurantes Porcão, causando um prejuízo de mais de 400 milhões de reais ao fundo de previdência Tocantinense. Os documentos publicados à época pelo Jornal de Brasilia ligavam os irmãos Carlos e Tasso Jereissati, ex senador tucano, proprietários da empresa Moinho Cearense, apontada no inquérito da Polícia Federal lavando dinheiro com notas fiscais frias usadas nas empresas laranjas comandadas pelo doleiro Alberto Youssef.

Leia no Blog do Mino o Termo de Declarações prestadas à PF por Meire Bonfim da Silva Poza, contadora do doleiro Alberto Youssef.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Polícia Federal acha comprovantes de pagamento de doleiro a Collor

Sexta, 23 de maio de 2014

Os depósitos bancários teriam sido feitos em maio de 2013 e somam R$ 50 mil 

Antonio Pita - O Estado de S. Paulo
Rio - A Polícia Federal encontrou, durante as operações de busca e apreensão no escritório do doleiro Alberto Youssef, oito comprovantes de depósitos bancários em nome do senador Fernando Collor de Mello (PTB -AL). Os depósitos teriam sido feitos no intervalo de três dias, em maio de 2013, e somam R$ 50 mil.
Depósito de Youssef a Collor variam de R$ 1,5 mil a R$ 9 mil - Didas Sampaio/Estadão
Didas Sampaio/Estadão
Depósito de Youssef a Collor variam de R$ 1,5 mil a R$ 9 mil

A descoberta da PF é citada em ofício do juiz federal Sergio Moro, do Paraná, remetido ao Supremo Tribunal Federal para explicar a sua atuação no processo decorrente da Operação Lava Jato.

O juiz afirma que os agentes da PF localizaram oito diferentes comprovantes bancários em valores de R$ 1.500, R$ 4000, R$ 8000 e R$ 9000, realizados entre os dias 2 e 5 de maio de 2013. De acordo com o documento, publicado na tarde desta quinta-feira, 22, o material apreendido pela Polícia Federal foi encontrado "fortuitamente" durante a busca e apreensão no escritório do doleiro Alberto Youssef, acusado de comandar uma organização criminosa que movimentou mais de R$ 10 bilhões em recursos públicos. Leia a íntegra

domingo, 13 de abril de 2014

STF marca julgamento da ação penal contra o ex-presidente Collor

Domingo, 13 de abril de 2014
André Richter - Repórter da Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 24 de abril o julgamento da ação penal que envolve o senador Fernando Collor (PTB-AL), acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) dos crimes de peculato e corrupção passiva. As acusações referem-se ao período em que Collor foi presidente da República, entre 1991 e 1992, ano do impeachment que marcou o final do seu governo.
A denúncia contra o ex-presidente foi recebida pela Justiça de primeira instância em 2000 e chegou ao STF, em 2007. O processo foi distribuído para o ministro Menezes Direito, mas com a morte do magistrado, em 2008, o processo passou para relatoria da ministra Cármen Lúcia.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Repúdio às propostas de Collor contra a fiscalização dos tribunais de contas

Quarta, 10 de julho de 2013

Nota de repúdio a propostas contra atuação dos TCs

10/07/2013
O Instituto Rui Barbosa divulgou, na sexta-feira passada (5/7), nota de repúdio às propostas de lei apresentadas pelo senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) visando a restringir a atuação dos Tribunais de Contas, sob a alegação de que a fiscalização estaria impactando no valor e no andamento das obras realizadas pelo poder público.

O IRB é uma associação civil de estudos e pesquisas e tem por objetivo aprimorar as atividades exercidas nos Tribunais de Contas do país. Também cabe ao instituto investigar a organização e os métodos e procedimentos de controles externo e interno para promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento dos serviços dos TCs do país.

Abaixo a íntegra da nota de repúdio:
O Instituto Rui Barbosa, associação de estudos e pesquisas dos Tribunais de Contas do Brasil, repudia as propostas apresentadas no último dia 3 de julho pelo ex-presidente da República e senador Fernando Collor. A saber:
 
1) Emenda ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO, que visa à responsabilização civil e administrativa de servidores por falhas no procedimento fiscalizatório que acarretem comprovados prejuízos ao Erário pela paralisação ou atraso na execução de obras e serviços.
 
2) Projeto de Lei para condicionar à aprovação do Congresso Nacional a produção de efeitos de medida cautelar do Tribunal de Contas adotada em relação a contratos administrativos.
 
A sugestão para penalização de auditores desenha-se como uma tentativa de imposição de um clima de terror entre servidores públicos de Tribunais de Contas, cuja atribuição constitucional é coibir a malversação do dinheiro público por meio da fiscalização de atos e procedimentos. É a contramão das passeatas feitas por milhões de brasileiros que rumaram à transparência e clamaram por um basta à corrupção.
 
Para eventuais questionamentos legais de procedimentos fiscalizatórios, o caminho natural é o Poder Judiciário. Técnicos de Tribunais de Contas, por meio deste Instituto e por unidades de Educação Corporativa espalhadas por todo o Brasil, são capacitados exaustivamente em toda transversalidade disciplinar, característica ao Sistema de Controle Externo, o que, seguramente, credencia-os como um dos mais especializados e bem treinados corpos técnicos do País.
 
Em relação à proposta, para que medidas cautelares de ministros e conselheiros necessitem de aprovação do Poder Legislativo, entende-se que se trata de uma tentativa, não apenas de limitar a atribuição judicante, bem como de ensaiar discussões no âmbito político-partidário que poderão custar caro aos cofres públicos.
 
Por fim, o Instituto Rui Barbosa compreende a atitude como consequência do avanço substantivo do Sistema de Controle Externo, que tanto tem incomodado gestores mal intencionados e descapacitados. Atitude característica de quem conhece de perto a mão forte e eficaz do Controle, seja Externo, seja Social.

Instituto Rui Barbosa
Associação de Estudos e Pesquisas dos Tribunais de Contas do Brasil

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Denúncia do senador Fernando Collor contra procurador geral da República pela compra de tablets é improcedente, decide o TCU

Sexta, 5 de julho de 2013

Pregão eletrônico para compra de tablets pela PGR é regular

Tribunal de Contas da União considerou desnecessário realizar auditoria específica no processo

A Procuradoria Geral da República (PGR) poderá adquirir tablets da marca Apple, os “iPads”, e finalizar o Pregão Eletrônico nº 141/2012, realizado no dia 31 de dezembro de 2012. O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu pela regularidade do certame em sessão ordinária realizada em 3 de julho e considerou desnecessário realizar auditoria específica no processo. Após informar as partes, o caso será arquivado.
 
Os ministros do TCU analisaram solicitação encaminhada pelo Senado Federal em fevereiro de 2013. A Casa Legislativa questionou haver direcionamento do pregão eletrônico para o produto denominado iPad, da empresa Apple. De acordo com a Lei de Licitações (Lei nº 8.666/1993), “é vedada a realização de licitação cujo objeto inclua bens e serviços sem similaridade ou de marcas, características e especificações, salvo nos casos em que for tecnicamente justificável, ou ainda quando o fornecimento de tais materiais e serviços for feito sob o regime de administração contratada, previsto e discriminado no ato convocatório.”

terça-feira, 26 de março de 2013

Comissão do Senado convidará Gurgel para esclarecer compra de tablets

Terça, 26 de março de 2013
Marcos Chagas 
Repórter da Agência Brasil
A Comissão de Meio Ambiente, Fiscalização e Controle do Senado aprovou hoje (26) convite ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para que esclareça supostas irregularidades em pregão eletrônico  para aquisição de 1.226 tablets. No requerimento, o senador Fernando Collor (PTB-AL) argumenta que o processo de licitação, feito no dia 31 de dezembro de 2012, apresenta "indícios claros de direcionamento para que a empresa vitoriosa fosse a Apple".

Segundo Collor, o edital do Ministério Público da União (MPU) cita a empresa diretamente uma vez e três vezes indiretamente. O senador lembrou que a Lei de Licitações determina que marcas não podem ser citadas em editais de compras públicas. Como se trata de um convite, Gurgel só comparecerá à audiência pública caso queira.

Momentos difíceis têm marcado as relações entre o senador e o procurador. Na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, em 2012, Collor apresentou uma série de requerimentos para que Gurgel comparecesse à comissão. O senador chegou a entrar com pedido de impeachment contra o procurador-geral.

Em 22 de fevereiro, Fernando Collor conseguiu aprovar em plenário requerimento para que o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue a compra dos tablets pelo MPU. Ao tomar conhecimento da aprovação do pedido, Gurgel qualificou de "risível" a decisão do Senado. Collor subiu à tribuna e sugeriu a Gurgel que "calasse a boca".
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Comentário do Gama Livre: Estamos no país em que aqueles que mandam ladrões de dinheiro público para a cadeia é que são vítimas de perseguições mesquinhas. Se poderia esperar outra coisa desse nosso (cruz credo!) Congresso? Não, só coisas desse tipo é que podemos ver. Infelizmente!

Daqui a pouco será o ministro Joaquim Barbosa que poderá ser "convidado" a depor. E frente a Fernando Collor.

Ê, Brasil!

sábado, 9 de março de 2013

Lindbergh Farias ajudou a eleger Renan Calheiros presidente do Senado

Sábado, 9 de março de 2013
Veneno do Blog do Garotinho

Lindbergh ri do que Renan disse, e faz rir o senador Fernando Collor (PTB - AL)
Lindbergh ri do que Renan disse, e faz rir o senador Fernando Collor (PTB - AL)

O senador Lindbergh Farias (PT - RJ) mais uma vez revela seu lado hipócrita ao reclamar do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB - AL). Ora, Lindbergh foi um dos que ajudou Renan Calheiros a ser presidente do Senado e consequentemente do Congresso, mesmo com o Brasil inteiro clamando "Fora Renan!". Lindbergh votou nele, pediu votos para Renan, ria das suas piadas, dava tapinhas no ombro, enfim bajulava-o de todas as formas. Agora quem deve estar rindo da cara de Lindbergh é Renan Calheiros.

Aliás, como mudou esse rapaz. Ele que foi líder dos "caras pintadas" pedindo o impeachment de Collor, hoje diverte o senador com suas piadas levando-o às gargalhadas e também o bajulando. Como mudou Lindbergh!

Aliás, querem uma boa, o senador Lindbergh que nunca foi evangélico está hoje numa convenção de pastores em Paty do Alferes, interior fluminense, fingindo que é o que não é.