“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

A favor de indiciamentos, deputados da CPI do BNDES apresentam voto em separado

Quarta, 24 de fevereiro de 2016
Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil
Brasília - O presidente da CPI do BNDES, deputado Marcos Rotta, e o relator José Rocha, durante reunião para discutir os relatórios setoriais (José Cruz/Agência Brasil)
Relatório do deputado José Rocha (centro) não pede indiciamentos na CPI do BNDESJosé Cruz/Agência Brasil
Um dos quatro sub-relatores da comissão parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou irregularidades nos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), deputado Alexandre Baldy (PSDB-GO), apresentou hoje (24) o primeiro voto em separado contrário ao parecer final elaborado pelo deputado José Rocha (PR-BA).

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

CPI aprova convocação dos empresários Eike Batista e Taiguara Rodrigues, mas cheira a pizza; empresários da JBS ficam de fora

Quarta, 9 de setembro de 2015
CPI derrubou, por 15 votos a 9, o requerimento para ouvir os empresários Wesley Batista e Joesley Batista, da JBS. Ou medão!!!!
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Carolina Gonçalves, repórter da Agência Brasil
Em sessão marcada por tumulto e divergências, a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que apura denúncias sobre irregularidades em empréstimos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou hoje (9), por votação simbólica, a convocação dos empresários Eike Batista, do Grupo EBX, e Taiguara Rodrigues dos Santos, do Exergia Brasil.

Os depoimentos devem ocorrer apenas depois do dia 27, já que, até esta data, a comissão já tem uma série de audiências marcadas para ouvir diretores e ex-presidentes da instituição.
O deputado Marcos Rotta (PMDB-AM) foi eleito presidente da CPI do BNDES (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Base  aliada  reclamou  de  falta  de tempo para  se manifestar; presidente da CPI, Marcos Rotta,  disse que deputados "dormiram no ponto"  Arquivo/ABr
A aprovação do requerimento para ouvir Taiguara Rodrigues provocou bate-boca e questionamentos por parte de deputados base aliada. Petistas reclamaram que não tiveram tempo para se manifestar. “Não foi correto com a gente”, reclamou Carlos Zarattini (PT-SP).

O presidente da CPI, Marcos Rotta (PMDB-AM), porém, manteve o resultado. “Se vocês dormiram no ponto, não é problema do presidente. Aguardei segundos para que Vossas Excelências se manifestassem”, disse o deputado.

A convocação ocorreu minutos depois de a CPI ter decidido, por 15 votos a 9, derrubar outro requerimento para ouvir os empresários Wesley Batista e Joesley Batista, da JBS. Nesse caso, os votos foram contados depois que a oposição pediu verificação e iniciou, em tom de apelo, discursos pela convocação dos empresários, que receberam grandes volumes de financiamento do BNDES. “Se tiver que ter fato concreto, crime julgado, para podermos convocar, não precisamos ter essa CPI, que é uma comissão de investigação. Há elemento suspeito e indício? Então é dever da CPI apurar. A JBS está entre as empresas que receberam um grande volume de financiamento do BNDES”, afirmou o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA).

Para o deputado Edio Lopes (PMDB-RR), a CPI precisa ter mais elementos para a convocação. “Convocar diretores e presidentes sem fato consistente é colocar empresas em risco. Eles têm acionistas, crédito e interesses, e uma simples convocação pode estabelecer prejuízos”, disse Lopes. Na mesma linha, o deputado Delegado Edson Moreira (PTN-MG) pediu cautela. “Vamos trazer para cá e perguntar o quê? Chamar só para fazer espetáculo, não. Não é hora de chamar estas pessoas.”

Tais apelos não surtiram, porém, efeito: Eike Batista foi convocado para explicar os empréstimos de mais de R$ 10 bilhões feitos à EBX, que atualmente está falida. e Taiguara Rodrigues teve a convocação aprovada em votação simbólica. Os autores do pedido justificaram a convocação pelo fato de Taiguara ter recebido, por meio da Odebrecht, recursos para complementação de obras em Angola e por suspeita de favorecimento do empresário, que é filho de um irmão da primeira mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante a sessão, alguns parlamentares questionaram o fato de alguns documentos enviado pelo BNDES terem sido entregues com carimbos de sigilo. Betinho Gomes (PSDB-PE) reclamou que sequer as atas de reuniões dos conselhos do banco foram disponibilizadas e a instituição só informou a lista de presença destes encontros. “As informações que nos mandaram não acrescentam nada. Não têm utilidade alguma”, disse o deputado.

Marcos Rotta antecipou para o colegiado que o BNDES reconheceu “que tomou uma cautela demasiada”. A CPI tem uma reunião reservada com representantes do BNDES que, segundo Rotta, o procuraram para rever a classificação de alguns dos documentos enviados e apresentar propostas sobre quais poderiam ser abertos.

domingo, 14 de junho de 2015

O Reizinho do BNDES

Domingo, 14 de junho de 2015
Da Tribuna da Imprensa
Por Sebastião Nery
Meses depois da renuncia em agosto de 1961, Jânio  Quadros voltou da Europa em 1962 e se candidatou a governador de São Paulo, com um slogan do saudoso deputado baiano, cassado em 1964, João Dória:
-“A renúncia foi uma denúncia”.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Com 199 assinaturas de deputados, CPI do BNDES é protocolada na Câmara

Quinta, 16 de abril de 2015

199 deputados assinam CPI para investigar empréstimos concedidos pelo BNDES

Da Agência Câmara Notícias*

Gabriela Korossy - Câmara dos Deputados
Audiência pública para ouvir o depoimento do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Luciano Coutinho
O depoimento do presidente do BNDES, Luciano Coutinho (E), hoje à CPI da Petrobras não convenceu os deputados que pedem uma investigação no banco oficial.
Dos 28 partidos políticos com representação na Câmara dos Deputados, apenas integrantes do PT e do PCdoB não assinaram o pedido para investigar o banco oficial de fomento ao desenvolvimento.

Deputados de vários partidos protocolaram, nesta quinta-feira (16), na Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar se há irregularidades nos empréstimos concedidos pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entre 2003 e 2015.