Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 14 de março de 2019

Ataque a tiros em Suzano (SP) é comemorado em fórum racista e misógino na internet

Quinta, 14 de março de 2019

Da
13/03/19 por Leonardo Coelho e Maria Teresa Cruz

Participantes do Dogolachan afirmam que atiradores frequentavam fórum e teriam avisado dos planos; os chamados ‘chans’ reúnem os incels, ou celibatários involuntários, homens frustrados sexualmente, racistas, pedófilos e misóginos

Guilherme e Luiz Henrique realizaram o ataque que deixou 8 mortos. Os dois se suicidaram | Foto: reprodução

“Descobriram o perfil do herói”, escreve um anônimo, sob o pseudônimo de Sanctvs, no Dogolachan, um dos mais conhecidos “chans”, que são fóruns de disseminação de ódio e incitação a crimes que opera na internet. O perfil dos frequentadores é o dos “incels”, os celibatários involuntários, homens que não conseguem fazer sexo e culpam as mulheres e o mundo por isso: são racistas, misóginos, homofóbicos e compartilham conteúdo pornográficos com predileção a pedofilia, além de incitarem o estupro, conforme a Ponte mostrou numa série de reportagens no ano passado.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Denúncia: Lobistas do massacre de Manaus tiveram financiamento de campanha e estão todos impunes; presos compravam regalias; veja

Sábado, 7 de janeiro de 20167
Do viomundo

DENÚNCIAS
Leandro Fortes: Lobistas do massacre de Manaus tiveram financiamento de campanha e estão todos impunes; presos compravam regalias; veja

06 de janeiro de 2017

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LOBISTAS DO MASSACRE
por Leandro Fortes, no Facebook

A Umanizzare Gestão Prisional Privada, empresa responsável pelo presídio privado onde ocorreu o recente massacre de presos, em Manaus, mantém um lobista de plantão no Congresso Nacional: o deputado Silas Câmara, do PSD do Amazonas.

Em 2014, ela doou 200 mil reais para a campanha a deputado federal de Silas.

Expoente da chamada “bancada da bala”, Silas foi um dos 43 parlamentares responsáveis, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, pela aprovação da admissibilidade da PEC 171/1993 — que prevê a redução da maioridade penal para 16 anos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Mais um 'acidente'. Agora em Roraima: 33 pessoas morrem em presídio

Sexta, 6 de janeiro de 2016

Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil

Pelo menos 33 presos da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (Pamc), na zona Rural de Boa Vista (RR), foram mortos hoje (6). Segundo a Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania, o tumulto na unidade começou durante a madrugada.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

OAB processa governo do Amazonas e juíza dá 72 horas para defesa

Quarta, 4 de janeiro de 2016

Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil
A seccional do Amazonas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM) entrou com uma ação judicial contra o estado, com o objetivo de exigir que o governado de José Melo de Oliveira tome medidas imediatas para garantir o cumprimento da Lei de Execuções Penais e dos Direitos Humanos.

A ação civil pública foi aceita pela juíza federal Marília Gurgel R. de Paiva Sales, que deu 72 horas para que o governo do Amazonas apresente suas justificativas no processo.

“Massacre em Manaus deixa claro que terceirização não valeu a pena”

Quarta, 4 de janeiro de 2017
Da Ponte

Para Maria Marques, da Pastoral Carcerária do Amazonas, terceirização de presídio Anísio Jobim colaborou no massacre de 56 presos

Complexo Penitenciário Anísio Jobim | Foto: Secretaria de Administração

“O sistema privatizado e o abandono pelo Estado têm tanta culpa pelo massacre quanto a guerra de facções”, afirma Maria Marques, representante da Pastoral Carcerária no Amazonas, a respeito da chacina que deixou 56 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus (AM).

MPF instaura inquérito para investigar situação de presos federais e indígenas no Compaj, em Manaus

Quarta, 4 de janeiro de 2016
Do MPF 
Estado deve informar sobre eventual mortes de presos federais e indígenas em motim ocorrido no início da semana e indicar providências a serem tomadas para garantir integridade dos presos
MPF instaura inquérito para investigar situação de presos federais e indígenas no Compaj, em Manaus
Imagem: ©iStockphoto.com
O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) instaurou inquérito civil para investigar a situação dos presos federais e indígenas custodiados no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, após a rebelião ocorrida entre os dias 1º e 2 deste mês. O órgão expediu ofícios destinados à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e à Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) requisitando informações sobre a situação destes presos.

Excelente resultado da privatização das prisões

Quarta, 4 de janeiro de 2016
Seria justo que, como primeira medida, as autoridades judiciais identificassem quem se beneficia com a gestão dos presídios e mandassem todos fazer companhia a seus clientes.
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Da Tribuna da Internet
Carlos Chagas
Carlos Chagas
O macabro espetáculo do assassinato a facão de 56 presos na maior penitenciária de Manaus faz pensar na finalidade da pena, que aprendemos nos primeiros meses da Faculdade de Direito: reparar o passado ou preservar o futuro?
Nesse caso mais recente de horror explícito, nenhum dos dois. Na capital amazonense, nem os assassinos podem ser considerados recuperados, nem os assassinados tiveram chance de recuperar-se. Omitiu-se o poder público entregando tantos animais à própria sorte.  Os que morreram e os que mataram são fruto de uma trágica experiência adotada faz algum tempo no sistema prisional brasileiro: a parceria público-privada.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Amazonas: presídio do massacre é privatizado

Terça, 3 de janeiro de 2017
Do Blog Avaliação Educacional — Blog do Freitas
A grande imprensa não explorou, exceto a mídia alternativa, mas o presídio em que 60 pessoas foram mortas em Manaus é operado por uma terceirizada: Consócio Pamas – Penitenciárias do Amazonas, a Umanizzare Gestão Prisional e Serviços e a LFG Locações e Serviços Ltda. É o que denuncia o Portal Vermelho:
“A tragédia consumou-se, entretanto, com um elemento a mais, a provar a desresponsabilização total do Estado frente aos Direitos Humanos.
Em 2015, depois de criar uma secretaria específica para cuidar dos presídios, a Secretaria de Administração Penitenciária, José Melo contratou um consórcio, através de contrato de parceria publico-privada, para administrar os presídios do Amazonas. O extrato do contrato foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 9 de dezembro. Trata-se de um contrato de R$ 205,9 milhões para concessão de cinco unidades prisionais por 27 anos, prorrogáveis até o limite de 35 anos.
A Umanizzare, que em 2014 recebeu do governo amazonense R$ 137.284.505,62, prometia, como o seu nome já diz em italiano, “Humanizar” os detentos.”
Onde entra a privatização ela secundariza objetivos sociais e os submete a objetivos materiais: a geração do lucro. Portanto, se uma unidade prisional fica com presos acima do número estipulado, tanto melhor, pois o número de presos é um elemento da definição de quanto a contratada recebe. Mais ainda, como mostram os dados americanos sobre privatização de prisões, se as penas são mais longas, tais contratadas, adoram, pois os presos ficarão mais tempo dando lucro nas prisões.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Anistia Internacional denuncia ao mundo que PM da Bahia após o massacre do Cabula, em Salvador, ameaça a comunidade

Sexta, 20 de fevereiro de 2015 
Da Anistia Internacional
https://anistia.org.br/entre-em-acao/carta/acao-urgente-doze-pessoas-mortas-por-policiais-militares/

Nota pública: Anistia Internacional convoca mobilização mundial por chacina na Bahia
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A Anistia Internacional acaba de lançar (18) uma Ação Urgente para chamar atenção para a operação policial que resultou em 12 mortes no bairro Cabula, em Salvador. No dia 6 de fevereiro, 12 jovens foram mortos a tiros e quatro ficaram feridos após abordagem da Rondesp – Rondas Especiais (Polícia Militar). Embora a versão oficial da polícia afirmasse que policiais reagiram após serem recebidos a tiros por um grupo de homens a caminho de um assalto a banco, moradores que conversaram com a Anistia Internacional relatam que os rapazes estavam rendidos quando foram supostamente assassinados por policiais militares. Há ainda evidências de que não houve perícia adequada da cena do crime, já que esta pode ter sido alterada.