“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Prestação de contas —Saúde do DF tem orçamento maior em 2025, mas execução lenta acende alerta na Câmara

Sexta, 29 de agosto de 2025

Secretaria empenhou menos da metade dos recursos autorizados no primeiro quadrimestre
Prestação de Contas da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal referente ao 1º quadrimestre de 2025 - Rinaldo Morelli | Agência CLDF

Brasil de Fato — Brasília (DF)
Postado originalmente no BdF em 27.ago.2025
Caína Castanha

O orçamento da Saúde no Distrito Federal saltou de R$ 11 bilhões em 2024 para R$ 13,1 bilhões em 2025, um aumento de 19,37%. Os dados constam em relatório da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) sobre a execução orçamentária nos quatro primeiros meses do ano. O balanço foi apresentado no dia 20 de agosto em audiência pública da Comissão de Saúde da Câmara Legislativa do DF (CLDF).

Do total previsto para 2025, R$ 10,98 bilhões foram autorizados para despesas. Dentre as despesas empenhadas 60, 9% está destinado para pessoal e encargos sociais, 41,1% para outras despesas e 76,27% voltado para investimentos. Nesse quadrimestre, a despesa empenhada dos 10 bi chegou a R$ 4,8 bilhões (44,5%), enquanto apenas R$ 3,4 bilhões (31,8%) foram efetivamente liquidados.

quinta-feira, 20 de julho de 2023

MPDF cobra melhorias nos serviços de saúde do Gama e de Santa Maria; GDF ainda 'patina' ruim na saúde das duas cidadades; e o Caps do Gama, alguém viu?

Quinta, 20 de julho de 2023

Cidades fazem parte da Região de Saúde Sul. De acordo com a Secretaria de Saúde, essas obras já possuem disponibilidade orçamentária-financeira, mas ainda dependem de providências da autarquia.


O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) oficiou órgãos do Governo do Distrito Federal a respeito dos serviços de atenção primária da Região de Saúde Sul, que compreende Gama e Santa Maria. Os documentos foram enviados após reunião com representantes da Secretaria de Saúde, que apresentaram as principais dificuldades no atendimento aos pacientes dessas cidades.

Do MPDF

Um dos ofícios foi enviado à Novacap para cobrar o estabelecimento de um plano de ação e de prazos para o lançamento do edital para a construção de duas unidades básicas de saúde (UBS) na região. De acordo com a Secretaria de Saúde, essas obras já possuem disponibilidade orçamentária-financeira, mas ainda dependem de providências da autarquia.

Outro tema discutido na reunião foi o atendimento em saúde mental. Os gestores da Região de Saúde Sul foram oficiados para que apresentem um plano de trabalho para a melhoria da estrutura física do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Santa Maria, que atende usuários de álcool e outras drogas. Segundo relatos dos servidores e levantamento realizado pelo MPDFT, o local tem problemas estruturais que dificultam o atendimento dos pacientes.

sábado, 31 de março de 2018

Em todo o DF, rede pública de saúde do governo Rollemberg bloqueou atendimento de pediatria por falta de leitos. Nenhum hospital atendendo casos que não sejam bandeira vermelha

Sábado, 31 de março de 2018
Virou esculhambação a rede de saúde pública do governo do DF. Está totalmente bloqueado qualquer atendimento de crianças ("vinde a mim as criancinhas!"), exceção apenas para os garotos que recebem a classificação de risco vermelho. Azul, verde, amarelo que explodam, que esperem primeiro atingir o risco VERMELHO, pois só assim terão atendimento. E os gestores da saúde parece que brincando de tentativa e erro com a rede. Melhor, erro e erro.

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Por falar em Pediatria, a do HRG, bem como o Pronto Atendimento Infantil (PAI), continuam desde o ano passado totalmente fechados. Uma vergonha!

E o pior. Informes dão conta de que a Pediatria do HRG, tão bem montada e moderna, irresponsavelmente já fechada pelo governo, seria desmontada definitivamente e os equipamentos mandados para só Deus saberia responder. Quando alguém questiona se um plano nefasto referente ao desmonte da Pediatria do HRG tem fundo de verdade, os responsáveis (???) desconversam e blá blá blá. E nada confirmam ou negam.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Rollemberg sela futuro sombrio para o Base

Segunda, 3 de julho de 2017
Do SindSaúde
O governador sancionou projeto que transforma o maior hospital da capital em instituto
Contrariando servidores, sindicatos, órgãos de controles, inclusive federais, e até mesmo o segmento religioso, o governador Rodrigo Rollemberg sancionou nesta segunda-feira (3) o projeto de lei n° 1486/2017, que vende o Hospital de Base (HBDF) à terceirização, transformando-o em instituto. O chefe do Executivo, no entanto, não é o único com as mãos sujas. Treze parlamentares pactuaram e proporcionaram um destino incerto para a saúde pública do DF.

Rollemberg, o ‘socialista’, sancionou hoje (3/7) a famigerada lei que transforma o Hospital de Base em ‘instituto’; e o MPDF, entra ou não entra com ação direta de inconstitucionalidade?

Segunda, 3 de julho de 2017

Parlamentares, partidos, sindicatos, cidadãos, dizem que entrarão com ações na Justiça contra a famigerada lei da precarização do HBDF. Uns, com ação direta de inconstitucionalidade. Outros, com ações populares.


A vergonhosa lei que precariza, terceiriza, quarteiriza, 'quinteiriza' os serviços de saúde prestados pelo histórico Hospital de Base do DF, o HBDF, foi sancionada nesta segunda-feira (3/7) pelo governador ‘socialista’ (atentem para as aspas, por favor) de Brasília.

Lembremos que no dia 20 de junho, data da votação em que foi aprovado —transformando-se em lei— o nefasto projeto de lei nº 1.486/2017, de autoria do ‘socialista’ (entre aspas. Atentem sempre que  este socialista aí está entre aspas), foi publicada uma edição suplementar do Diário Oficial do DF. Nas páginas dois, três e quatro do DODF constate que há um caminhão de nomeações no mínimo estranhas. Dizem que de apadrinhados, afilhados, peixinhos, de alguns dos distritais que ‘acabaram’ sendo convencidos a votar pela aprovação do descabido PL. Seria bom todos os distritais que aprovaram a lei do instituto do HBDF viessem a público negar, nome por nome, que os indicados não são seus. Não vale mentir.

Chilique
Mais uma vez um chilique. Se em discurso na Ceilândia o governador ‘socialista’ já havia ‘chilicado’ quando falou do ainda PL da precarização do HBDF, hoje (3/7) pela manhã, após sancionar a lei, voltou a espumar, acredita-se que com a intenção de jogar para a direita. A medida que sua imagem se desgasta na esquerda e até no centro, ele toma atitudes e palavras que agradam à direita mais retrógrada do DF. Se isso vai resultar em voto, só as urnas em 2018 dirá.

Não é que ele, um ‘socialista’ do partido que foi de Miguel Arraes, o cearense/pernambucano arretado, um ícone da resistência e da esquerda (a histórica) brasileira, espumou contra os sindicatos e os sindicalistas? E isso porque eles criticam o desastre que é a desadministração da saúde pelo GDF.

Segundo o ‘socialista’ (pelo amor de Deus, caro leitor! Observe que continua entre aspas): “os sindicatos lutam por interesses próprios e não pela população”. E mais baboseira —se o parâmetro considerado for o antigo PSB de Arraes—  falou: “as lideranças sindicais são dispensadas do trabalho e isso causa uma distorção na sociedade.” Que se saiba, nem quando secretário de governo do DF, deputado distrital, ministro da Ciência e Tecnologia, deputado federal e depois senador, o ‘socialista’ (olha as aspas) Rollemberg se referiu a tal distorção na sociedade, essa dispensa de dirigentes sindicais. Dispensa que, por sinal, é prevista em dispositivos legais. Não é nenhum favor. Só agora, passados tantos anos, ele, o ‘socialista’, se insurge, critica, chilica. Por quê? Responda quem quiser.

Durante o tempo em que o projeto de lei da precarização do Hospital de Base esteve em discussão na CLDF, as críticas foram as mais contundentes contra o modelo que o ‘socialista’ (outra vez entre aspas) quer finalmente implantar no HBDF.

As mais distintas entidades, inclusive Ministérios Públicos, entre os quais o de Contas da União, e até mesmo a presidente do Hospital Sarah —instituição que, num dia e no outro também, o governador e o secretario de Saúde do DF apontavam como sendo o modelo a ser imposto ao HBDF— criticou a proposta de Rollemberg. Demonstrou, a presidente da Rede Sarah Kubitschek, Lúcia Willadino Braga,  o erro do governador em querer enquadrar o Hospital de Base dentro de um modelo de outro hospital, este totalmente diferente do modelo do Base.

O que se pretende mesmo, apesar do uso de argumentos pretensamente modernizantes, mas que não passam de modernosos, é não se cumprir a lei das licitações, do concurso público sério, substituindo-o por acochambradas como as que ocorrem em todo o país com os tais ‘institutos’, oscips, OSs, que atacam os cofres públicos na área da saúde.

Agora é esperar que o Ministério Público do DF, os deputados que falavam em medidas judiciais, os líderes sindicais cumpram o que ameaçavam. Ações na Justiça. Em alguns casos, ação direta de inconstitucionalidade. Em outros, ações populares. 

Ah! Uma última coisa. O chefe maior do tal Instituto do Hospital de Base será sempre o secretário de saúde do DF. Nada mais a declarar.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Caos nos hospitais do DF: 80% dos equipamentos de UTI não têm manutenção adequada

Sexta, 4 de novembro de 2016
Do TCDF
Equipamentos hospitalares sem uso, amontoados em corredores e depósitos, enquanto milhares de pacientes que dependem deles deixam de receber atendimento, não são uma cena rara nos hospitais públicos do Distrito Federal. Porém, uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) revelou a real dimensão do problema: na rede pública de saúde do DF, apenas cerca de 20% dos equipamentos têm cobertura contratual para manutenção preventiva e corretiva, e os outros 80% não contam com manutenção adequada pela Secretaria de Saúde do DF (SES/DF).

terça-feira, 25 de outubro de 2016

"O povo fala o que pensa e apoia o SindSaúde"; Sindicato denuncia sucateamento provocado no Hospital de Base (HBDF)

Terça, 25 de outubro de 2016
Por SindSaúde DF
25/10/2016 

A população do Distrito Federal se uniu aos servidores da Saúde na paralisação desta segunda (25), no Hospital de Base. Todos estão revoltados com a péssima gestão. Os pacientes denunciam a falta de servidores, de materiais e o sucateamento da Saúde.


“Não tem remédio, não tem nada. Eu estive no Hospital da Ceilândia e nem água tem, nem papel higiênico. Se a gente faz o xixi, a gente passa a mão e passa na cabeça. Eu pergunto: o que você está fazendo, governador?”, indaga a cidadã. Veja abaixo: 


O recado para o governador é apenas um: pede pra sair, Rollemberg! Outra cidadã afirmou: "se o governador não tem competência para administrar, que ele saia fora!". Assista abaixo: 


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GDF esconde inúmeros colchões enquanto pacientes agonizam no chão

25/10/2016 - 17:30 // Por SindSaúde DF
Na paralisação desta segunda (24), o SindSaúde revirou o Hospital de Base e descobriu várias irregularidades. Inúmeros colchões foram encontrados na lavanderia e outro monte em um galpão próximo ao almoxarifado. Enquanto os pacientes ficam deitados no chão ou em macas desconfortáveis, o GDF esconde centenas de colchões empilhados, em local inapropriado, apenas para sucatear o material.

“Com qual intenção a administração do Hospital de Base guarda esses colchonetes? Por que não substitui? Por que não dá um pouco mais de conforto ao paciente? Tem uma explicação aí. O sucateamento é, sim, provocado.”, afirmou Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde. Imagens exclusivas no vídeo abaixo: 

sábado, 22 de outubro de 2016

Breno foi salvo! Jovem de 16 anos quase morre com apêndice supurada e demora no atendimento do HRG

Sábado, 22 de outubro de 2016
Breno, 16 anos, foi salvo esta semana pela luta da sua mãe e a atuação de Ana Maria Soares, conselheira tutelar, além, claro, da dedicada médica do Hospital Regional do Gama (HRG). Mãe e filho viveram verdadeira Via Crucis durante uma semana.

Na foto acima, vemos pontos na barriga do garoto, que estava com apêndice supurado, mas que não conseguia atendimento no HRG. Ele vomitava, urinava sangue, sentia enormes dores. A mãe se desesperava. Conseguiu em 17 de outubro ser consultado, mas o hospital não tinha sequer reagente para realizar exame de hemograma completo. E nem reagente para revelação de radiografia, o que acabou sendo feito no Hospital Regional de Santa Maria. Mas que demorou, prolongando o sofrimento, e colocando a vida do jovem em alto risco.


No dia 18 de outubro ocorria uma manifestação da comunidade pelo completo funcionamento da Pediatria, e pela reabertura da unidade de Pronto Atendimento Infantil do hospital. A manifestação foi coberta por emissora de TV, o que foi aproveitado pela desesperada mãe para apelar que seu jovem filho fosse atendido, fosse salvo.

Mas no dia seguinte (19/10) o garoto, já com o resultado do exame radiográfico, foi atendido por uma médica que, imediatamente após ver o exame, o removeu para o centro cirúrgico. Possivelmente, se houvesse mais algumas horas de demora na cirurgia, hoje Breno seria apenas mais um nas estatísticas daqueles que morrem sem atendimento adequado nos hospital do DF.

Assim, em relato resumido, Breno foi salvo por uma mãe que se desesperava, mas continuava a lutar e clamar que o Estado salvasse seu filho; por uma conselheira tutelar que não se intimidou com a burocracia e as deficiências do HRG e por uma médica que logo percebeu que ele —Breno— teria que ser operado imediatamente.

Breno foi, enfim, salvo!

E continuará a alegrar a família, apesar de sua história aqui relatada, sucintamente, revelar o quanto é grave o caos nos serviços públicos de saúde no DF.

Adiante imagens captadas pelo Gama Livre no dia 18/10/2016, e que mostram o desespero de uma mãe ao ver o Estado negar ao seu jovem filho atendimento médico digno.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Enquando não prenderem secretários e governadores, o caos na saúde continuará: Homem do Gama morre no HBDF depois de esperar por tomógrafo e ambulância

Segunda, 17 de outubro de 2016
Do Metrópoles
Manoela Alcântara

Homem morre no HBDF depois de esperar por tomógrafo e ambulância


A família de Arnaldo Teixeira, 53 anos, ainda contratou ambulância particular, mas depois de ter um AVC e dois dias de espera, ele não resistiu

Um homem morreu na madrugada deste domingo (16/10) depois de esperar quase três dias por uma ambulância com Unidade de Terapia Intensiva no Hospital Regional do Gama (HRG). De acordo com a família de Arnaldo Teixeira dos Santos, 53 anos, ele começou a passar mal na última quarta-feira (12/10), quando estava na casa de um amigo, em Santo Antônio do Descoberto, município goiano.

Com a pressão alta, Arnaldo foi encaminhado ao hospital mais próximo. “Ele chegou lá andando, falando normalmente”, conta a filha do servidor público do DER, Laís Fernandes Teixeira, 26.

Em Santo Antônio do Descoberto, Arnaldo Teixeira tomou um remédio para controlar a pressão. Sem sucesso, foi transferido para o HRG no mesmo dia. “Quando chegou lá, o colocaram em coma induzido. Disseram que o caso era grave e que ele precisava de uma tomografia do crânio para saber o que havia ocorrido. Mas no hospital do Gama não tinha tomógrafo”, disse Laís.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Pacientes com Doença de Crohn estão sem suplemento alimentar na rede pública de saúde

Segunda, 3 de outubro de 2016
Do MP de Contas do DF //// Blog do Sombra
Recomendação conjunta do MP de Contas e MPDFT pede aquisição urgente. Doença é autoimune e impede absorção de nutrientes


Suplemento alimentar em pó, fundamental para pacientes com Doença de Crohn, está em falta desde maio na rede pública. Foto: Divulgação

O Ministério Público de Contas (MPC/DF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentaram uma recomendação conjunta à Secretaria de Saúde (SES) para aquisição imediata de um suplemento nutricional para atender pacientes com Doença de Crohn. O suplemento alimentar em pó faz a reposição de vitaminas e nutrientes, além de ter efeito anti-inflamatório, mas está em falta na rede pública desde maio.

sábado, 24 de setembro de 2016

MP de Contas quer saber por que Secretaria de Saúde não faz licitação há 16 anos para serviços de telefonia

Sábado, 24 de setembro de 2016
Do MP de Contas do DF
Representação foi apresentada ao TCDF como pedido de investigação. Informação foi dada pelo GDF ao ser questionado sobre cortes de telefones na SES
SES teria ficado meses com telefones cortados por falta de pagamento. MP de Contas pede apuração, também, sobre falta de licitação. 

O Ministério Público de Contas (MPC/DF) quer saber por qual motivo a Secretaria de Saúde (SES) não faz licitação para contratar serviços de telefonia há 16 anos. A informação foi repassada pelo próprio GDF ao ser perguntado sobre os cortes das linhas telefônicas da SES, que deixaram os telefones inoperantes por mais de dois meses. As linhas teriam sido cortadas por falta de pagamento. A representação apresentada ao Tribunal de Contas (TCDF) pede que o caso seja apurado.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

ABSURDO! Secretaria de Saúde promove política de enganação ao paciente, não vamos aceitar!

Sexta, 23 de setembro de 2016
O memorando da vergonha...

[Clique na imagem]



Um memorando entregue no final de agosto pela gerência de Odontologia da Secretaria de Saúde do Distrito Federal para técnicos de saúde bucal e odontólogos afirma que “em hipótese nenhuma respalda seus cirurgiões dentistas ou técnicos de higiene dental a deixar de atender os pacientes por falta de material algum”. Isso já não é novidade nenhuma para servidores ou população, já que o improviso é uma imposição do Estado. Mas o que deixou servidores estarrecidos é a esquiva do gerente de odontologia da SES, Paulo Sérgio dos Santos Queiroga em não respaldar os profissionais quando não puderem atender por falta de capotes, luvas, máscaras e por ai vai. Ora, como dentistas poderão fazer curativos na boca de um paciente sem luvas? Como poderão ser feitas cirurgias sem equipamentos devidamente esterelizados? Isso está nos cheirando a maus caminhos, o pior sem volta…


Até onde vai a falta de governo de Humberto Lucena? Aliás ele já está exercendo seu cargo? Ou ele é Secretário de Saúde apenas para acompanhar julgamentos no TCU e rever velhos amigos? E o senhor governador, ainda vai jogar a culpa nos chefes do Executivo de mandatos anteriores? Onde o senhor está investindo toda a arrecadação do GDF? Quando o senhor vai sair dos maus caminhos?


O SindSaúde esclarece que para o atendimento é necessário seguir um protocolo. O paciente deve ser atendido por material esterelizado, de qualidade e individual para não haver contaminações. Todos os profissionais que se formam fazem um juramento para proteger a integridade do paciente e não para enganá-lo e assim aumentar as estatísticas. Além disso, a Constituição Federal em seu artigo 196, diz que "a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação"

"Gostaria de lembrar ao senhor secretário que a pior cobertura de saúde bucal do Brasil está em Brasília, não por falta de profissionais e sim por falta de gerenciamento. Esse memorando é uma agressão à vida do paciente e à formação dos profissionais. Isso deve ser denunciado. O Secretário é cúmplice desses atos, já que o que quer é estatística e não proteção aos pacientes. Os profissionais não vão arriscar a vida da população para entregar números enormes. Faço um convite ao autor do memorando, ao Secretário e Governador, tenham coragem de levar o filho de vocês ou a genitora para um atendimento dessa natureza. Um pouco de bom senso e de vergonha talvez possa suprir a falta de caráter e compromisso com a coisa pública. o DF não merece vocês!"

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Pediatria do HRG: Diretoria do SindSaúde se reúne com líderes da Câmara Legislativa

Quarta, 7 de setembro de 2016
Do SindSaúde
Por Déborah Siqueira Pinheiro 
 

A direção do SindSaúde esteve nesta terça-feira (6) na reunião semanal do Colégio de Líderes na Câmara Legislativa para reivindicar aos deputados atenção especial à saúde das crianças, uma vez que a ala de internação pediátrica do Hospital Regional do Gama (HRG) está parcialmente fechada e o pronto socorro pediátrico está com 95% de restrição no atendimento. De acordo com documento emitido pela direção do HRG o PS será fechado nos próximos dias por falta de pediatras.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Em meio à crise na Saúde, GDF investe apenas 2,3% do orçamento previsto para reforma de Postos de Saúde, alerta Chico Leite

Terça, 6 de setembro de 2016
Fonte: Gabinete do distrital Chico Leite (Rede)

De acordo com novo estudo orçamentário apresentado pelo parlamentar, aplicação dos recursos para garantir melhorias nas instalações das Unidades Básicas de Saúde no DF é praticamente a mesma de sete meses atrás. Montante empregado até o momento é de apenas R$ 516 mil 

Reprodução da internet
Seguindo sua agenda permanente de fiscalização dos recursos públicos, o deputado Chico Leite (Rede) apresentou um novo estudo orçamentário que comprova o baixo investimento por parte do GDF na reforma dos Postos de Saúde no Distrito Federal. O levantamento foi realizado no início do ano e atualizado pelo parlamentar agora no final do mês de agosto, com o encerramento do segundo quadrimestre do ano. Em sete meses, pouco mudou a realidade desses investimentos. “A situação é crítica e não podemos deixar de investir na melhoria das Unidades de Saúde. A população já não aguenta mais tanto descaso”, defende.

Pediatria do HRG: Quem se preocupa com a vida? Governo sucateia, chefias intimidam e servidores reagem

Terça, 6 de setembro de 2016
Diz o SindSaúde que servidores do HRG sofrerem ameaças de seus coordenadores para que apagassem de seus perfis em redes sociais da internet as manifestações contra o fechamento da pediatria.  Se isto de fato ocorreu, caracteriza, possivelmente, um crime contra a liberdade de expressão.
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Do SindSaúde
Governo sucateia, chefias intimidam e servidores reagem

Depois das denúncias feitas pelo SindSaúde na última sexta-feira (2) sobre o fechamento da pediatria e do pronto-socorro de pediatria do Hospital Regional do Gama (HRG) por falta de pediatras, os servidores são pressionados pelas chefias.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Desabafo sobre a incompetência do governo Rollemberg, que fechou a excelente Pediatria do HRG

Segunda, 5 de setembro de 2016
Ontem, domingo (4/9), reproduzimos aqui postagem do site do SindSaúde que tratava do absurdo do fechamento, pelo governo Rollemberg, da pediatria do Hospital Regional do Gama (HRG).

Leia a seguir o desabafo de uma dedicada servidora do HRG. Texto publicado no grupo do WhatsApp do FComGama (Fórum Comunitário do Gama). Observe também as imagens da pediatria e conclua se não é uma irresponsabilidade de qualquer governo acabar (este é o exato termo que define o fechamento. A-ca-bar!!!!) com a Pediatria do velho, bom, e necessário, Hospital Regional do Gama. As reformas no setor de pediatria foram feitas no governo passado.

Veja o desabafo:

"PEDIATRIA  DO  HRG.   Há  anos,  trabalhamos  nesse espaço  buscando   um  atendimento  humanizado  às  crianças  e  famílias.   A pediatria do HRG é  referência  em  atendimento  infantil  ao gama,  Santa  Maria  e Entorno  Sul.  Fechar  a clínica  é   desrespeitar  a previsão  legal  em  seu artigo  7, do  Estatuto da Criança  e  Adolescente."

E tudo, certamente, para 'justificar' (sem de fato justificar) a implantação das chamadas 'Organizações Socias', as OSs, no atendimento médico-hospitalar naquele setor de Pediatria. Começará pela pediatria, vai engolindo setor atrás de setor e, quando acordarmos, todo o serviço estará nas lucrativas mãos dos donos, sim, donos, das OSs. 

Clique nas imagens para ampliá-las e verificar a irresponsabilidade de se fechar a Pediatria do HRG.





É ou não uma irresponsabilidade (ou incompetência), ou as duas coisas juntas, impedir que as crianças do Gama, Santa Maria, Entorno Sul, do DF, usufruam de um atendimento médico-hospitalar de qualidade elevada?

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A incompetência do governo do DF é bem maior do que se pensava. Depois de fechar a emergência da pediatria do HRG, hoje foi a vez do ambulatório do setor. E não é para balanço

Sexta, 2 de setembro de 2016
Do SindSaúde
A população e os servidores do Gama estão assustados com mais um fechamento no hospital regional da cidade. A partir desta sexta-feira (2) o ambulatório da pediatria também estará fechado. Desde o começo de agosto o pronto socorro já não atende mais (leia o memorando abaixo).


No momento a diretoria do SindSaúde está reunida com o diretor da regional.


Aguardem mais informações.

domingo, 21 de agosto de 2016

GDF tira dinheiro de remédios para pagar empresas terceirizadas da Saúde

Domingo, 21 de agosto de 2016
Do Metrópoles
Rollemberg editou decreto remanejando mais de R$ 22 milhões da área: remanejou dinheiro da compra de medicamentos e manutenção de equipamentos para pagar contratos de vigilância e limpeza após funcionários das terceirizadas cruzarem os braços por falta de salários

Por Kelly Almeida
A estudante Fernanda Gomide tem 18 anos e foi diagnosticada com fibrose cística quando nasceu. A doença genética não tem cura, e o uso de medicamento é indispensável no combate à bactéria que pode levá-la à morte. Mas, desde novembro, ela e os outros pacientes que precisam da medicação não conseguem a substância por falta de estoque na Secretaria de Saúde. A reposição pode ficar ainda mais complicada, já que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) editou um decreto remanejando mais de R$ 22 milhões da pasta. O socialista tirou dinheiro da compra de remédios e da manutenção de equipamentos para pagar contratos de vigilância e limpeza.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Caos na saúde: Das 51 promessas de campanha Rollemberg não conseguiu implementar 50

Terça, 12 de julho de 2016 
Promessas só no papel
Fontes: Por Manuela Rolim e Francisco Dutra, do Jornal de Brasília / Blog do Sombra
Para conquistar os votos dos eleitores em 2014, o plano de governo proposto pela chapa encabeçada pelo candidato e atual governador Rodrigo Rollemberg apresentou 51 promessas para a Saúde Pública do Distrito Federal. Segundo um levantamento produzido neste ano pelo PSB, partido do governador, o Executivo ainda não conseguiu implementar 50 compromissos de campanha. Conforme o estudo, somente um foi parcialmente implementado. ...

No começo neste ano, tendo consciência da baixa aprovação do governo Rollemberg, o PSB começou uma ampla revisita ao programa de governo. A proposta era mapear os pontos positivos e negativos da gestão para propor correções de estratégia e novos projetos. O relatório apontando a baixa execução das promessas de campanha ficou consolidado no ofício 070/2016 do diretório regional da legenda. No dia 10 de junho, às 11h46, o partido entregou o documento diretamente para a chefia de gabinete da Secretaria de Saúde. Na época, as considerações ficaram apenas no papel.

Internamente, filiados da sigla estão incomodados com a postura do GDF, especialmente pelo fato do governo apostar na polêmica estratégia de contratação de Organizações Sociais (OSs) para a gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e na Atenção Primária em Ceilândia. Pedindo para não serem identificados, os próprios filiados questionam como o governo pode apostar em uma promessa deste porte, se encontra dificuldades em honrar os compromissos de campanha.

Sem mudanças

O primeiro item do relatório é justamente o fortalecimento da Atenção Primária nas áreas urbanas e rurais, por meio do programa Saúde da Família. Em resumo este serviço foca na prevenção e educação a partir do trabalho de equipes multidisciplinares que visitam diretamente os lares da população. O estudo do PSB detectou falhas nas ações de governo, incluindo desconexão com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

O relatório aponta também que até o momento não foi cumprida a promessa de entrega em domicílio de medicamentos para pacientes idosos, com deficiência ou doenças graves. Outro compromisso não cumprido foi a devolução dos impostos distritais sobre medicamentos. Neste caso, há uma sugestão: a adoção da restituição em alguns remédios específicos, nos quais a situação fiscal fosse mais simples.

De acordo com o levantamento, a única promessa com sinais claros de implementação é o redesenho do sistema hospitalar. Mesmo assim, o trabalho apresenta graves inconsistências.
 
Ponto de vista
 
Segundo o presidente do Conselho de Saúde do DF, Helvécio Ferreira, o colegiado está muito atento à promessas feitas. “Nossa principal preocupação é com a descentralização e regionalização da rede. Se o governador cumprir isso, deixará um grande legado.
 
Por enquanto, parece que ele quer cumpri-la”, comentou. Por outro lado, Ferreira não esconde sérias ressalvas quanto a intenção de contratação de OSs. Para o conselheiro, não há espaço para contratos na Atenção Primária. “Temos uma resolução que estabelece que ela deve ficar sob os cuidados da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)”, afirmou.
 
Quanto às UPAs, Ferreira admite que a discussão é válida, desde que as instituições participantes seja sérias e reconhecidas publicamente.
 
Longe da realidade
 
Aumento do número de agentes e equipes do Programa Saúde da Família;

Ampliação de Unidades Básicas de Saúde, UPAs e Núcleos de Apoio ao Saúde da Família;

Ampliação do quadro de profissionais da Atenção Básica;

Melhora no acesso aos serviços de Saúde;

Entrega em domicílio de remédios para idosos, pessoas com deficiência ou doenças graves;

Devolução dos impostos distritais sobre remédios, via Nota Legal;

Reestruturação da Vigilância em Saúde;
Ampliação, modernização e qualificação da infraestrutura hospitalar de Brasília;

Criação de um complexo hospitalar de alta tecnologia;

Implantação de Policlínicas Odontológicas em todas as regiões do DF;

Construção de novos hospitais regionais no Recanto das Emas e São Sebastião;

Ampliação e revitalização dos hospitais regionais existentes;

Construção de duas farmácias de alto custo, uma no Gama outra em Sobradinho;

Expansão do número de leitos materno-infantil, internação-adulto e UTI-adulto;

Expansão e otimização do SAMU;

Aperfeiçoamento do serviço de classificação de risco;
Convênios com instituições filantrópicas para atendimento de dependentes químicos;

Acompanhamento domiciliar para pacientes crônicos;
Secretaria diz que medidas foram tomadas
 
“As críticas deste documento não procedem. As políticas de saúde estão sendo implementadas”, rebateu a Secretaria de Saúde em nota. Segundo a pasta, o relatório redigido pelo PSB está incorreto e o governo está tomando providências concretas para honrar os compromissos estabelecidos em 2014.

Segundo a secretaria, o reforço da Atenção Primária está sendo feito a partir de dois eixos. O primeiro é o Brasília Saudável, cujo foco é transformar o Saúde da Família na porta de entrada, sendo que um dos pilares do projeto é a contração de OSs para Ceilândia. Em 30 de junho, a pasta assinou um convênio com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) para a capacitação de profissionais para a formação de equipes do programa.

“No caso das seis UPAs, a ideia da parceria está relacionada ao fato delas terem sido criadas sem pessoal próprio, tendo funcionado até aqui com contratos temporários e pagamento de horas extras”, argumentou a pasta.

A secretaria garantiu que atualmente existem 30 obras nas Unidades Básicas de Saúde, a exemplos da construção do Hospital do Câncer e a ampliação do Hospital da Criança. A pasta ainda argumentou que está honrando as promessas de campanhas educativas, de prevenção e também vem construindo parcerias com o Governo Federal, municípios da Região Metropolitana, faculdades e demais instituições.

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Rápido (?) comentário do Gama Livre: 

“As críticas deste documento [do PSB, partido do governador] não procedem. As políticas de saúde estão sendo implementadas”, diz a Secretaria de Saúde. Isso mostra que a 'Direção' da Pasta continua voando. O que não procede é tentar convencer que as ações (ou, melhor, falta de) contribuem para a solução do caos na saúde do DF.

Por falar em Direção da Secretaria de Saúde, isso parece até brincadeira. Uma direção que não sabemos se amanhã será a mesma, de tantas vezes que os secretários têm caído. Já lá se vão, acho, para quase meia dúzia de secretários em apenas um ano e meio de governo (???) Rollemberg.

Entendo até que o relatório do PSB sobre o desastre que é a condução da saúde pública no DF acerta quando diz: '...a única promessa com sinais claros de implementação é o redesenho do sistema hospitalar. Mesmo assim, o trabalho apresenta graves inconsistências.' 

Desenhar e redesenhar qualquer um faz, mesmo que não tenha méritos para isso. Que seja até mesmo uma criança. O que se está chamando de redesenho é uma coisa horrorosa. Ineficiente. Que se sair do papel como os 'redesenhistas' estão fazendo será o caos absoluto, o aumento dos buracos de vazamento de recursos públicos para determinadas pessoas. Tanto jurídicas como físicas.

Melhor que nunca saia do papel este tal de redesenho. Que permaneça apenas como uma brincadeirinha a mais de desenho. Que nunca saia das pranchetas (ou dos computadores). 

Cheira a beirar os limites do ridículo querer justificar a entrega das UPAs às pseudos OSs pelo fato de que as Unidades de Pronto Atendimento foram construídas e não há pessoal em quantidade para atuar. O governo já atingiu um ano e meio —dos quatro que tem— e quase nada de eficaz fez para suprir, pelo menos, boa parte da carência de pessoal na rede de atendimento médico.

Mas como dizia, não sei que personagem de novela ou de programa de humor ou sei lá que diacho era: 'Faz parte!' Sim, isso faz parte da estratégia de privatizar os serviços de atendimento médico, entregando de bandeja nas mãos das OSs. Todos nós sabemos como funcionam essas OSs. A cretinice é que alguns dizem que são organizações sociais sem fins lucrativos. Elas são, sim. Fins lucrativos têm os seus donos. E algumas dessas OSs possuem como 'sócios' fundos soberanos internacionais, especialmente asiáticos. Coisa de Cingapura, entendeu? Mas tem bancos e fundos americanos também. Uma das OSs que está querendo pegar a boquinha na Saúde do DF lembra até aquela poesia "Quadrilha" (olha só o nome!) de Carlos Drummond de Andrade, mas com alguma adaptação. Horrível adaptação.
 
Horrorosa adaptação, é verdade. Mas...lá vai:
Quadrilha 


A OS1 amava o hospitasl que amava e era submissa a uma dor que amava ao cingapuriano, mas que também amava um americano que não amava ninguém

Parte da OS1 acaba indo para os Estados Unidos, outro para o convento em Cingapura.

Paciente brasiliense morreu, não foi de desastre, foi de falta de UTI

Saúde suicidou-se e OSs casaram com cofre público que entrou de gaiato na história

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Chico Leite alerta para investimentos em ampliação de postos de saúde

Quinta, 11 de fevereiro de 2016

Desde o ano de 2012 o GDF deixou de investir na ampliação das Unidades Básicas de Saúde na cidade. Dados levantados pelo mandato do deputado Chico Leite (Rede) apontam que, no ano passado, o governo autorizou mais de R$ 3,8 milhões para a ampliação e modernização das unidades, entretanto o orçamento utilizado foi igual a zero.

Chico Leite define com preocupante a situação e afirma que o acesso à saúde é um direito básico da população e deve ser respeitado “Alertamos para essa falta de atenção com os postos de saúde. Esse é um serviço essencial prestado à comunidade e precisa ser tratado com mais atenção”, conclui.

Os dados, retirados do Sistema Integrado de Gestão Governamental (SIGGO), apontam que, no ano de 2012, o orçamento autorizado foi de R$ 640 mil. Em 2013, pouco mais de R$ 1 milhão. Já em 2014 foram autorizados R$ 197,5 milhões, mas em todos esses anos nenhum centavo foi realmente gasto com o serviço.
 
Unidades Básicas de Saúde (UBS) são locais destinado para que o cidadão possa receber atendimentos básicos e gratuitos em Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem e Odontologia. Os principais serviços oferecidos são consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontológico, encaminhamentos para especialidades e fornecimento de medicação básica.

Fonte: Assessoria do deputado Chico Leite