Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Ex-ministra Eliana Calmon vê cenário para impeachment

Quarta, 22 de julho de 2015
Da Tribuna da Bahia
Por Osvaldo Lyra*
Longe das atividades político-partidárias desde a última eleição, quando foi derrotada na disputa ao Senado, a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, disse ontem que há pouco tempo não via elementos nem clima para um eventual pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. No entanto, esse cenário mudou. Para ela, o que existe hoje são excessos por parte do PT, “que quer passar a ideia de que o impeachment será uma tentativa de golpe”. A justificativa, segundo disse, é que a maquiagem feita nas contas públicas, através das pedaladas fiscais, sobretudo num ano eleitoral, se configuram em um fato muito grave. “Gravíssimo. Por isso vejo sim razão para que haja uma punição política para a presidente da República”.
Eliana Calmon disse não acreditar na possibilidade de um eventual pedido de impedimento acontecer após o julgamento das contas de campanha da presidente da República, referentes ao pleito de 2014, pelo Tribunal Superior Eleitoral. Questionada sobre o assunto, ela fez sérias restrições à atuação da Justiça Eleitoral do Brasil. “Não sei se na Justiça Eleitoral há o amadurecimento necessário para que se faça um julgamento com a devida isenção”. A jurista, que se inscreveu na Ordem dos Advogados do Brasil e está atuando na advocacia (através de consultorias e pareceres), disse que há influência política e partidária no Tribunal Superior Eleitoral. “Não há uma Justiça, principalmente nos tribunais superiores, que não seja política”.
Para ela, até muito pouco tempo era inimaginável a prisão de dirigentes de grandes construtoras do país, como o presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht. Até porque, disse, a Justiça brasileira é muito conivente com o que se passa na política. “O Poder Judiciário se aparelha em favor do partido político que está dominando, que está no poder”. No entanto, a ex-ministra disse que o juiz Sérgio Moro conseguiu viabilizar a investigação, no âmbito da Operação Lava Jato, por estar encontrando eco dentro do próprio Supremo Tribunal Federal (STF). “Se não houvesse clima para isso, já tinham ceifado a atuação dele, que é um juiz de primeiro grau”, disse a ex-ministra do STJ, ao ressaltar a importância da pressão social que existe hoje no Brasil, em favor de uma rígida investigação.

A ex-ministra disse esperar que a população continue usando os meios democráticos possíveis, sobretudo, de pressão nas ruas, para que o processo de depuração da política seja intensificado. “Estamos vendo uma revolta muito grande da população, sobretudo, da classe média, que é quem paga tudo. Mas o pobre também já está sentindo no bolso, da mesma forma que as grandes empresas e empresários do país”.
Questionada sobre o assunto, ela disse não acreditar na possibilidade de se anular a Operação Lava Jato por inteiro, pois se isso fosse delineado, teria acontecido lá atrás, no começo das investigações, o que não aconteceu no STF. Para ela, a questão da dosimetria (aplicação das penas) ainda será discutida no âmbito do Judiciário. “Acredito que as condenações acontecerão, mas todas as penas deverão ser abrandadas, sobretudo, na condenação política”.
Calmon disse ainda que a presidente Dilma está imersa em três graves crises. A primeira delas, a crise política, de relação com o Congresso Nacional. Tem ainda a crise financeira que atinge a todos. Mas, talvez, a mais grave de todas, a crise de confiança da população. “Diante de tantas mentiras e tantos enganos, nós olhamos para a presidente e não acreditamos em nada do que ela fala. Foi uma coisa impressionante o que aconteceu na campanha do ano passado. Fomos todos enganados. Nada que ela falava era verdade. E disso, ela não pode negar”.
Segundo a ex-ministra, a imagem que a presidente tinha junto à população era de uma pessoa séria, de uma mulher correta, de uma boa gerente. “E de repente isso tudo acabou”, disse, ao ponderar que não há nenhum fato isolado, de corrupção, que pese contra a honra da presidente da República. “Mas a confiabilidade que se deve ter de qualquer dirigente, não há mais sobre ela”. A ex-ministra criticou ainda a tentativa da presidente Dilma de imputar à questão de gênero (o fato de ser mulher), a pressão que estaria sofrendo. “Não existe nada que respalde isso, pois ela sequer foi eleita pelo fato de ser mulher”.

*Osvaldo Lyra é editor de Política da Tribuna da Bahia.

sábado, 14 de março de 2015

Domingo de protestos poderá deixar o governo mais fragilizado ainda

Sábado, 14 de março de 2015
Do Blog Náufrago da Utopia
Por Celso Lungaretti 



A página eletrônica vemprarua, criada a partir das jornadas de protesto de 2013 contra a majoração do transporte coletivo em Sampa, apresenta-se como um "projeto apartidário" que "surgiu da ideia em reunir em um site informações sobre as diversas manifestações [de protesto] agendadas no Brasil"..

Não sei dizer se é isto ou mais do que isto, pois vai além da função informativa, posicionando-se, em editorial, ao lado dos "movimentos que querem libertar o povo brasileiro deste modelo falido de governo". De qualquer forma, parece cumprir honestamente o papel de agenda, daí eu ter nele pinçado um quadro interessante do que poderá ocorrer neste domingo, 15.

Segundo a relação do vemprarua, as manifestações estão:
  • confirmadas em 35 cidades brasileiras, sendo a metade capitais (Aracaju, Belém, Belô, Brasília, Curitiba, Floripa, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Natal, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Luiz, São Paulo, Teresina e Vitória);
  • confirmadas em 9 cidades estrangeiras, quais sejam Bruxelas, Lisboa, Londres, Miami, Nova York, Orlando (claro!), Santa Cruz de la Sierra (claro!), São Francisco e Sidney;
  • previstas, mas não confirmadas, em 198 cidades brasileiras, incluindo Campinas (onde a partida de futebol marcada para as 16 horas foi mantida para não deixar a TV Globo sem sua atração dominical, e que se dane o povo se ocorrerem distúrbios!), Curitiba, Rio de Janeiro e, até, as três cidades do ABC paulista, berço do PT.

Os protestos do contra tendem a ser mais impactantes...
O governo que coloque as barbas de molho. Não será só um desabafo histérico dos coxinhas e dos sem-fome, como sua rede de blogueiros amestrados tenta fazer crer. Pode mesmo acontecer algo impactante, que seria a senha para os ratos abandonarem de vez o navio, colocando o Titanic em rota acelerada de colisão com o iceberg.

Eu insisto: passou da hora de os dirigentes petistas admitirem que grassa muito descontentamento entre os brasileiros e que alguma forma de compartilhamento do poder deve ser tentada, caso o partido não queira perdê-lo por inteiro.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Está chegando uma tempestade perfeita. Sobreviverá Dilma a ela?

Segunda, 23 de fevereiro de 2015

Tempestade perfeita foi como os serviços de meteorologia dos EUA designaram um fenômeno ocorrido em outubro de 1991, quando condições de tempo incomuns maximizaram a contundência de uma grande tempestade vinda do Atlântico Leste; os ventos superaram a força de furacão, as ondas foram além dos 9 metros de altura. 
O título original do filme que aqui se chamou Mar em Fúria (dirigido por  Wolfgang Petersen e estrelado por George Clooney), The perfect storm, popularizou mundialmente a expressão, significando um evento desastroso resultante da sinergia de uma série de fatores adversos.

Segundo o cientista social Marcus André Melo, PhD pela Universidade britânica de Sussex (cuja entrevista ao repórter Fernando Canzian, da Folha de S. Paulo, pode ser acessada aqui), é algo assim que se desenha para o Brasil em 2015:

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Impeachment não basta, tirar a “gerentona” é trocar seis por meia dúzia. . . precisamos combater a real causa dos problemas

Sexta, 13 de fevereiro de 2015
Precisamos parar com a mania de atacar os efeitos, em vez de combater a real causa dos problemas...
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Por Daniel Mazola — Tribuna da Imprensa
Prezados leitores, vamos raciocinar, analisem, pensem. Se as investigações da Operação Lava Jato comprovarem que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, usou dinheiro do ‘petrolão’ para irrigar a campanha presidencial da “gerentona” Dilma Rousseff, conforme revelam as "delações premiadas", a própria Legislação Eleitoral (Lei 9.504, de 30 de setembro de 1997) em vigor determina que a presidente seja automaticamente cassada. Nesse caso nem precisará de impeachment para liquidá-la.

A verdade é que PT e PSDB representam a mesma política econômica, e pelas mentiras que Dilma contou na campanha reeleitoreira que vieram à tona, e pela crise sistêmica de corrupção e incompetência da gestão econômica, a presidente perdeu as condições morais de governabilidade. O problema é saber que na saída dela quem assume é o vice Michel Temer (PMDB-SP), ou outros ‘bichos’ da mesma espécie como Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL)...

Mas voltemos ao fato, Dilma agiu de má-fé e mentiu deslavadamente durante a campanha eleitoral, fazendo agora exatamente aquilo que havia acusado seus opositores de estarem propondo, principalmente referente à política econômica. Circula no Facebook: "Dilma Rousseff é desonesta, falsa e indecisa”. Esta é a opinião, respectivamente, de 47%, 54% e 50% dos brasileiros consultados pelo Datafolha.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Impeachment contra Dilma? Duvido, mas desde já lavo minhas mãos e preparo a pipoca

Quinta, 12 de fevereiro de 2015
Por Raphael Tsavkko
Eu não poderia me importar menos com um possível impeachment de Dilma, o que me preocupa, no entanto, é a incapacidade política do brasileiro de ser político e de fazer política.
 
Dilma foi incontestavelmente eleita pela maioria dos brasileiros, uma quantidade significativa iludida por suas promessas falsas de campanha. Se por um lado suas mentiras (ainda que óbvias) são uma parte da razão para eu não me importar caso ela venha a cair, por outro estas mesmas mentiras são um expediente absolutamente comum na política (e não apenas brasileira).
 

O estelionato eleitoral é a forma mais comum de se fazer política. Não há nada de novo aí. Claro, Dilma tem chegado em um nível extremo de estelionato, dado que foi eleita pela esquerda, mas governa igual ou até de maneira pior que Aécio, seu adversário. E digo pior pois ela conta com a conivência de sindicatos e movimentos cooptados e trabalhados/silenciados/amaciados pelo PT nestes 12 anos de poder.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Dilma? Lembrei de Collor e o impeachment; fidelidade do PMDB não vale um cibazol

Terça, 10 de fevereiro de 2015
Lembrei agora de um fato passado na política do Brasil recente, dos anos de 1992. Acossado pelas denúncias de corrupção feitas por partidos de oposição ao seu governo, um certo presidente do Brasil viu desmoronar de uma hora para a outra o seu mandato. Até irmão apareceu para denunciá-lo por corrupção. Mas o que atropelou mesmo o presidente naquela época foi uma Elba, um carro comum, vagabundo.
A pressão aumentava e a arrogância do presidente, a sua prepotência, o impedia de ver com clareza a gravidade da situação. Com mais pressão, veio o infeliz (não para nós) conselho de um determinado político que, dizem, era de Brasília e por aqui ainda anda, mas sem cargo no Legislativo.  Se a pressão aumentava, era só usar uma força contrária. Qual? O povo nas ruas, claro. E o presidente anunciou o seu apelo para que as pessoas em determinado dia fossem às ruas vestidas de verde e amarelo. Naquele dia o povo foi às praças, avenidas e ruas do país. Inclusive nas daqui de Brasília. Mas foi de preto, cara pintada e exigindo a cabeça do presidente Collor.
Não demorou e a cabeça rolou. É verdade que depois, para tristeza de milhões, mas felicidade dos seus algozes no PT, maior partido de oposição naqueles anos de 1992, Collor voltaria depois como queridinho aliado de Lula e Dilma no Senado. Mas essa não é a questão central.
Uma questão é: se mesmo esfrangalhada a oposição, depois de mensalões que se infiltraram também travestidos de petrolões [e bilhões], a oposição terá forças para de fato fazer oposição.
E a mãe de todas as indagações: O povo brasileiro, desalentado, envergonhado, anestesiado, depois de tantas trações de seus sucessivos e recentes governos —de FHC até Dilma— ainda terá pique para vestir preto e sair às ruas?
Acho difícil, mas não impossível, pois as forças do povo são imprevisíveis. E se isso acontecer, a indignação, no próximo dia 15, quando estão convocando manifestações em várias cidades contra a presidente, e o PT está apelando para seus militantes também irem às ruas vestidos de vermelho? Aí...seja o que Deus quiser. Poderá ser um tiro no pé da própria presidente.
P.S.: O PMDB seria fiel na defesa do mandato da presidente? Ora, a fidelidade desse partido hoje ‘não vale um cibazol’.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Mais um pedido de impeachment contra o governador Agnelo

Segunda, 23 de abril de 2012
Da CLDF
Bruno Sodré de Moraes - Coordenadoria de Comunicação Socia

PSDB protocola pedido de impeachment contra Agnelo Queiroz

23/04/2012 19:02
Representantes do PSDB-DF protocolaram na tarde desta segunda-feira (23), na Câmara Legislativa, um pedido de afastamento imediato e abertura de processo de impeachment contra o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. Com o documento do PSDB, já são três os pedidos de investigação protocolados contra o governador. Na semana passada, o PSOl e o Comitê Ficha Limpa no DF/Movimento Adote Um Distrital também protocolaram pedidos de impeachment.

Assinam o pedido: Raimundo Ribeiro, vice-presidente do PSDB/DF e ex-deputado distrital, e mais oito integrantes do partido. O documento segue para análise da Procuradoria Geral da Camara Legislativa, que tem cinco dias para se pronunciar sobre a legitimidade do pleito.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pedido de impeachment de Agnelo Queiroz

Quarta, 18 de abril de 2012
O caldo está engrossando. Pedidos de prisão, requerimentos para CPI, descoberta de grampos contra adversários, jornalistas e blogueiros. Agora no site Petição Pública há um abaixo-assinado requerendo o impedimento do governador Agnelo Queiroz. Veja a seguir os termos do documento que se encontra em http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N23450

Abaixo-assinado Impeachment do Governador Agnelo Queiroz

Para:Câmara Legislativa do Distrito Federal

Nós do "Em Brasília" convidamos todos os cidadãos e as cidadãs para assinarem o pedido de Impeachment do Governador Agnelo Queiroz.

Motivos:

- O governador não explicou onde foi parar os 200 mil do campeonato de skate do Gama
- O governador não se explicou sobre o escândalo do Ministério do Esporte;
- O Governador não se explicou sobre o escândalo da ANVISA;
- O Primeiro escalão do governo participou de reunião clandestina onde o tema foi contratos da empresa DELTA , que tem relações promíscuas com o bicheiro Carlinhos Cachoeira e é alvo da investigação da Polícia Federal.
" Estou aqui no restaurante esperando o Rafael e o Paulo Tadeu. Os dois vêm cá para amarrar os bigodes comigo. Vamos ver como é que vai ser"
"No diálogo são citados João Monteiro, ex-diretor do Serviço de Limpeza Urbana de Brasília (SLU), exonerado na última semana; Rafael, que seria Rafael Barbosa; e Cláudio seria Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta no Centro-Oeste"


-O Governador intercedeu em favor da Delta
- A empresa Delta nomeou "servidores" no SLU;

- O GDF possui contrato milionário com a empresa Delta Construções;

“ Nós temos que pegar, você tem que fechar com o menino ai, a contratação direta e a Delta assumi o trem” Carlinhos Cachoeira"

- Houve grande influencia do GDF para contratação direta da empresa DELTA;

“Marcello: "Teve uma reunião, Chicão, entre o Agnelo; Agnelo, o Rafael e João Monteiro, agora esses dias. E o Agnelo falou para o João diretamente, isso foi o Cláudio me contando, pra cuidar da Delta, pra deixar tudo, pra não dar problema nenhum no lixo".

- Em gravações, pessoas ligadas ao bicheiro confirmaram doação ilegal a campanha do Governador Agnelo.

"Nas conversas gravadas na Operação Monte Carlo, reveladas nesta quinta pelo jornal O Estado de S. Paulo, aliados de Carlinhos Cachoeira, segundo a PF, dizem que a diretoria da empresa no Rio exigia agora, em contratos, a contrapartida pelas doações. E fazia pressão no Palácio do Buriti por nomeações e liberação de verbas. Ao todo, a Delta consta como doadora de R$ 2,3 milhões a comitês partidários no País. A prestação de contas de Agnelo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não registra doação da empresa, em indício de caixa 2, segundo investigadores. Do total, R$ 1,1 milhão foi destinado ao Comitê Nacional do PT e o restante ao PMDB"

"A chegada de Agnelo ao Palácio do Buriti coincide com o vultoso incremento dos repasses à Delta. Em 2010, a empreiteira recebeu R$ 19,4 milhões do governo, valor que saltou para R$ 92,8 milhões em 2011, primeiro ano do petista no poder. Este ano, a empresa já recebeu R$ 27,5 milhões. Desde 2007, quando o governador era José Roberto Arruda, a Delta detém contratos de limpeza urbana no DF"
-Governador contratou um blog por 11 mil reais que não tem nenhuma publicação desde 2010
- enfim Brasília esta um caos

Os signatários

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Câmara do DF recebe cinco pedidos de impeachment de Agnelo

Quarta, 9 de novembro de 2011
Do G1 DF

DEM, PSDB, presidentes das duas legendas e advogado foram os autores.  

Por meio de sua assessoria, governador disse que não se pronunciaria.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal recebeu na tarde desta quarta-feira (9) cinco pedidos de impeachment do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz.

Os pedidos foram feitos pelo DEM, pelo PSDB, pelo presidente do DEM no DF, Alberto Fraga, pelo presidente em exercício do PSDB no DF, Raimundo Ribeiro, e pelo advogado Rogério Dias Pereira, que já havia entrado com outro pedido, no último dia 27, que acabou arquivado.
A assessoria do governador Agnelo Queiroz informou que ele não vai se promunciar sobre os pedidos protocolados nesta quarta.

A entrega dos pedidos foi acompanhada pelos senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Agripino Maia (DEM-RN), que é presidente nacional do DEM, e Alvaro Dias (PSDB-PR).

De acordo com o presidente regional do PSDB, Raimundo Ribeiro, o governador nao tem condições de permanecer no cargo por ter seu nome envolvido em denúncias de irregularidades na liberação de verbas do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, quando ocupou o cargo, entre 2003 e 2006.
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