Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador levy. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador levy. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Dilma, Temer, Mercadante e o 'técnico' Joaquim Levy

Quinta, 3 de setembro de 2015
Sei não, toda vez que vejo Dilma, Temer, Mercadante, ou outro figurão declarar que o ministro da Fazenda Joaquim Levy continua prestigiado no governo, lembro logo daqueles técnicos de futebol em véspera de serem demitidos.

Os dirigentes do time vão para a TV e dizem que o técnico tá firme à frente da equipe. Mas logo adiante o técnico perde o emprego, por não conseguir que a equipe perna de pau ganhe.

É verdade que Levy não é nenhum técnico de futebol, menos ainda um cara fácil de ser demitido. Ele tem a costa larga, muito laaargaaa. Não chegou ao cargo de graça. Mas que a equipe é perna de pau, é.

domingo, 14 de junho de 2015

A esquizofrenia de um partido

Domingo, 14 de junho de 2015
Da Edição Brasil do jornal espanhol El País

Camisetas anti-Levy, palmas para Vaccari e protestos de rua da direita são contradições registradas no encontro do PT

Pelos saguões do hotel da praia do Rio Vermelho, em Salvador, onde acontece o V Congresso Nacional do PT, legenda de Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff, há militantes que passeiam com uma mensagem explícita na camiseta: "Fora o plano de Levy". O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é um liberal alheio ao partido, mas escolhido por Dilma, em janeiro, para conduzir o ajuste fiscal e a política econômica de corte de gastos que, na opinião dos dois, são necessários para que o país volte a crescer no próximo ano (no momento flerta com a recessão). As camisetas antiministro são um sintoma da peculiar esquizofrenia vivida pelo maior partido do Brasil, no poder há mais de 12 anos (oito com Lula e quatro com o primeiro mandato de Dilma).

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Carreta Brasil desgovernada, descendo a ladeira e em direção ao abismo, e Levy achando que é São Cristovão

Quarta, 10 de junho de 2015
Primeiro foi Dilma que declarou que Levy/Bradesco estava sendo injustiçado ao ser comparado a Judas Iscariotes.

Depois veio o vice-presidente da República, Michel Temer, aquela figura que mais parece um agente funerário (ou um Amigo da Onça?), e afirma que o ministro da Fazenda deveria ser comparado ao Cristo.

Se há blasfêmia, como alguns dizem, ao se usar a cruz na parada LGBT de São Paulo, onde a homofobia foi denunciada, o que seria comparar Levy/Bradesco ao Cristo?
Ontem veio o próprio Judas. Ops! O Cristo. Desculpem! O São Cristovão. E o Santo do Bradesco se declarou o protetor dos transportes, quando na realidade o verdadeiro santo é considerado o protetor dos motoristas.

Acha São Bradesco, ops novamente, São Cristovão, que por estar à frente, melhor, atrás de Dilma, no processo de privatizar a infraestrutura do país, está protegendo os transportes. Proteger motoristas é uma coisa. Empreiteiras, com a privatização, outra totalmente diferente. 'Graças' só empreiteiro e banqueiro recebe neste país. Não Graças divinas, de santos, mas sim e tão somente de governantes.

Pra falar a verdade, prefiro mais o São Cristovam aí de baixo ao São Cristovão do Ministério da Fazenda.
Resultado de imagem para São Cristovão

quinta-feira, 14 de maio de 2015

“Falcão fiscal treinado na Universidade de Chicago” é o superministro da Dilma

Quinta, 14 de maio de 2015
Do Blog Náufrago da Utopia
Por Celso Lungaretti
Os Chicago boys do Pinochet...
O segundo governo de Dilma Rousseff está sendo um pesadelo para a esquerda. Perdemos a supremacia nas ruas, a credibilidade, a superioridade moral, o respeito do povo. Perdemos tudo. Teremos de recomeçar do zero.
 
Qualquer cidadão com um pingo de discernimento político estará chegando à conclusão de que partidos de esquerda jogam suas mais sagradas bandeiras no lixo e assumem o ideário do inimigo como tábua de salvação, quando ameaçados de perderem o poder. 
 
Se depois de 1964 nos imolamos para provar aos brasileiros que (ao contrário daqueles que haviam se deixado enxotar do governo com um piparote) éramos capazes de sangrar por nossos ideais, o que precisaremos fazer nos próximos anos para provar aos brasileiros que (ao contrário da corrente do PT que apoia o Dilma.2) não fazemos ajustes recessivos à custa dos explorados?
...e o da Dilma (ou será o contrário?).
Do Chile deveríamos copiar a coerência e a coragem de Salvador Allende, não as diretrizes dos Chicago boys
 
A referência é aos aproximadamente 25 jovens economistas chilenos, a maioria pós-graduados da Universidade de Chicago, que formularam a política econômica do carrasco Augusto Pinochet, recebendo elogios entusiásticos de Milton Friedman, o pai do neoliberalismo. 
 
Friedman chegou a falar em milagre do Chile. Mas, se era para recorrer a um milagreiro dessa laia, por que Dilma foi buscar um de segunda categoria? O Delfim Netto, que joga na divisão principal e prestou o mesmíssimo serviço aos ditadores brasileiros, não teria sido uma escolha melhor? Certamente, mas era preciso salvar as aparências... 
 
Quando igualo Joaquim Levy aos serviçais chilenos de Pinochet, não estou exagerando. Leiam alguns trechos do interessante artigo desta 5ª feira, 14, de Fernando Canzian (detentor de dois prêmios Esso de jornalismo) e me digam se Levy, cria da mesmíssima universidade estadunidense e do FMI, não pertence à mesmíssima corrente:
"A série de ajustes conduzida neste momento por Joaquim Levy é pura prescrição do FMI, instituição na qual o ministro da Fazenda trabalhou por sete anos.
Ele é o 007 do FMI, com licença para matar-nos... 
 Na terça (12), o Fundo fez elogios às ações de Levy. No mesmo dia, o [jornal] britânico Financial Times o chamou de 'falcão fiscal treinado na Universidade de Chicago'.
O receituário do FMI é sempre previsível e clássico, destinado a países que chegam ao fundo do poço, como o Brasil sob Dilma.
Corte de despesas e aumento de receitas quando há crises fiscais, mais a implosão de programas insustentáveis do ponto de vista atuarial. Os cortes no seguro desemprego e pensões por mortes são parte dessas medidas.
De saída, o FMI também impõe a seus endividados forte elevação dos juros para conter a inflação e tentar amenizar os efeitos de outro instrumento do receituário: um 'tarifaço' a fim de corrigir preços defasados e equilibrar o caixa de empresas fornecedoras de energia, combustíveis etc. para que possam perpetuar investimentos.
...O objetivo é aproximar ao máximo o país da economia de mercado.
 ...Se olharmos para todos os países que precisaram de dinheiro do Fundo para se manter à tona, veremos que a base do receituário é sempre a mesma... 
O Brasil segue mais uma vez o mesmo caminho..."
Não há absolutamente nada em comum entre homens de esquerda e os falcões fiscais treinados na Universidade de Chicago, com estágio no FMI, para ministrarem os remédios amargos da ortodoxia capitalista. Quando são companheiros de viagem, é porque alguém está traindo suas convicções. 
 
Temo que não seja o Levy.

sábado, 21 de março de 2015

Dilma reafirma que sua resposta para a crise será a saída pela direita

Sábado, 21 de março de 2015
Do Blog Náufrago da Utopia 
Por Celso Lungaretti

A presidenta Dilma Rousseff, em meio à semana mais azíaga de seus dois governos, conseguiu dar outro tiro no pé: compareceu a um evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, em Eldorado do Sul, apenas para levar merecidos puxões de orelha de João Pedro Stedile, principal porta-voz do MST, e responder-lhe pifiamente, decepcionando mais uma vez aqueles que a elegeram. 
 
Como se não bastassem a goleada que sofreu nas ruas no último domingo (15), a queda de sua popularidade a percentuais nunca dantes vistos neste país num início de governo, o começo da debandada daqueles que tradicionalmente abandonam os barcos quando estão afundando e as novas evidências surgidas de que o programa Mais Médicos torna o Brasil cúmplice de um país que viola os direitos humanos e trabalhistas dos seus doutores, Dilma teve de ouvir, na lata, o que grande parte dos petistas estão pensando do seu segundo mandato, mas poucos têm coragem de dizer.
 
Eis trechos do desabafo do Stedile:
"Nenhum ministro deve se sentir superior ao povo. Porque fomos nós que elegemos a presidenta e apenas demos um mandato para ela escolher os ministros. Então, os ministros da senhora têm de ser mais humildes, como disseram na televisão. Ser mais humilde não é para ir pro Céu. É para ouvir o povo, as nossas organizações, para saber onde tem problema.
 "Se o orçamento tem problemas, por que é que o seu Levy não vem discutir conosco? Porque temos propostas. Não basta querer acertar o Orçamento da União apenas cortando o gasto social. Quem tem que pagar a conta não são os trabalhadores, são os ricos e os milionários [Bravíssimo!!!].
"Não dá para continuar assim, [ao escolher ministros] não olhe para partidos, que entram lá para fazer sua 'cotinha' medíocre. 
"Queremos um novo modelo agrícola, que se baseie na produção de alimentos saudáveis para evitar que continue a proliferação do câncer. O agronegócio é um exportador de veneno! [Bravíssimo!!!]".
Já as falas da Dilma, sem nenhum jogo de cintura para sair dessas saias justas, foram na linha daquele mais do mesmo que só faz aumentar a sua rejeição, pois sinaliza que ela vai insistir no estelionato eleitoral. Continuará marchando na contramão das promessas que fez em campanha, numa aposta insensata no grande capital como sustentáculo do seu mandato, ao invés escorar-se nos explorados: 
"A concepção do movimento é uma, de um governo é outra [Uma pergunta singela: se soubéssemos que era assim que a coisa acabaria, teríamos ralado tanto para colocar o PT no poder?]. O governo olha para o país e vê vários setores, não vê só a agricultura familiar. Olhamos o país e vemos também o agronegócio [Tem a cara da Kátia Abreu, aquela que agora é amiga da Dilma desde criancinha...], vemos todas as reivindicações... Entre a crítica ser democrática e a gente aceitar a crítica tem uma pequena distância [Pequena?! A mim, mais me parece um fosso...]
"Agora nós não temos como continuar absorvendo tudo [refere-se aos impactos da crise internacional, a qual, por sinal, já terminou lá fora. É uma admissão da Dilma, de que cometeu erros crassos no primeiro governo?]. Não estamos pedindo para ninguém assumir toda a responsabilidade. Não estamos acabando com as políticas sociais, estamos ajustando um pouco [Um pouco?! A mim, mais me parece um garrote vil sendo apertado...].
"Esse momento de dificuldade é passageiro e conjuntural. Nós juntos, aprovando o ajuste, saímos disso no curto prazo [E o diploma de otário, quando será entregue aos que engolirem esta patranha? O ajuste inevitavelmente nos imporá rigores acentuados durante 2015 inteiro, provavelmente em 2016 também e talvez nos anos seguintes. Isto lá é curto prazo?!]".
Resumo da opereta: se nas ruas o Fora, Dilma! ganhou (no número de cidadãos presentes às respectivas manifestantes) por 10x1 do Fica, Dilma!, a proporção se manteve no embate com o Stedile. Ele foi convincente nas críticas e ela, persistente no distanciamento de suas bases. Um desastre em termos de comunicação, como da hábito.
 
Quanto mais precisa dos explorados para salvar sua cabeça, mais Dilma os aliena e tenta convencer os exploradores de que seguirá à risca o desumano receituário neoliberal. A rainha Maria Antonieta não faria melhor.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

A verdade é uma só: Levy não sabe como reativar a economia

Domingo, 1º de fevereiro de 2015
Da Tribuna da Internet
Carlos Newton
Sempre que muda o governante (em nosso caso, “governanta”, como diz a comentarista Teresa Fabrício), sempre surge uma esperança de que as coisas possam melhorar. É uma sensação contagiante, que ocorre até mesmo quando se trata de uma simples reeleição. Na verdade, esse delírio coletivo funciona nos mesmos moldes da chamada síndrome do Ano Novo, quando a maioria das pessoas tenta acreditar que os problemas serão resolvidos só porque o calendário foi renovado.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O Brasil e o "patrimonialismo"

Quarta, 21 de janeiro de 2015
Joaquim Levy

Por Mauro Santayana


(Hoje em Dia) - O novo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou, há alguns dias, que, no financiamento a empresas, é preciso abandonar o "patrimonialismo" e apoiar a "igualdade de oportunidades" e a "impessoalidade" do Estado.


O que o Ministro quis dizer com isso?


Será que ele estava sugerindo que acredita que uma empresa nacional, que paga dos mais altos juros do mundo, dispõe das mesmas oportunidades que empresas estrangeiras que captam recursos a juros dez vezes mais baixos em seus países de origem, ou recebem descarada ajuda governamental, de países como a Espanha, recentemente condenada pela UE por financiar e apoiar, desde a última década do século passado, "ilegalmente", segundo as regras europeias, a internacionalização de suas empresas, especialmente na América Latina?


Os Estados não costumam ser impessoais. Eles servem às nações na formulação e execução de estratégias, estabelecidas segundo a época e os desafios, escolhendo os setores nacionais que irão apoiar, para a execução de projetos e programas voltados para a conquista do desenvolvimento, e de poder e projeção econômica, militar e  geopolítica, em um mundo cada vez mais competitivo.


Dizer que o Estado deve ser "impessoal" em um planeta em que a Europa e os EUA,  principalmente, funcionam na base do lobby - com a permanente troca de favores entre políticos, estado e iniciativa privada - em que o Pentágono, por exemplo,  escolhe, há anos, na base do compadrio, as empresas que irão participar do desenvolvimento e fabricação de suas armas e sistemas, fartamente financiados com dinheiro do contribuinte, e com acesso vetado por lei para empresas estrangeiras como a Embraer, obrigada a se associar a uma empresa local para vender aviões à USAF; e existem bancos de fomento que tem como única missão apoiar setores e empreendedores locais, como é o caso do Eximbank, e  de outras instituições congêneres da Coréia, Japão, Alemanha,  só pode ser um devaneio romântico ou um insulto à inteligência da Nação.


Todos os países - ou ao menos os de maior sucesso, sempre  investiram em cientistas, empreendedores, ideias, empresas e projetos. E para cada Krupp, Rockfeller, Agnelli, Volkswagen, Bayer, Boeing, bem sucedidos, há bilhões em recursos em dinheiro público aplicados em dezenas de empreendedores e empresas que irão fracassar, em um processo permanente de tentativa e erro, que é fiel retrato de como caminham as nações ("capitalistas" ou "socialistas") e a humanidade.


Está certo, vamos acabar com o "patrimonialismo". Mas o que representa o governo pagar bilhões de reais em juros, dos mais altos do mundo, aos bancos e aos sistema financeiro, todos os anos, senão o mais inútil "patrimonialismo"?


O que o Brasil precisa, não é deixar de financiar suas empresas - como fez o BNDES, por exemplo, com o consórcio do qual tomava parte o Bradesco, na polêmica privatização, a preço irrisório, da Vale do Rio Doce, nos anos 1990.


E, sim, escolher, abertamente, publicamente, como deve investir seus recursos, em benefício do país e dos brasileiros, e fazê-lo decididamente, com critérios transparentes, e sem hipocrisia, como fazem as outras nações do mundo.

Acesse o blog de Mauro Santayana

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Levy descarta reajustar, no momento, a tabela do Imposto de Renda; é o arrocho para conseguir cada vez mais superávit primário, que só serve para enriquecer banqueiros

Terça, 13 de janeiro de 2014
Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje, em café da manhã com os jornalistas, que o governo não estuda, no momento, reajustar a tabela do Imposto de Renda. A tabela do Imposto de Renda é constituída de alíquotas que são aplicadas ao contribuinte de acordo com a renda de cada um, durante a apresentação da Declaração de Renda anual. Os contribuintes de menor renda não são alcançados pela tributação.


Estudo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional) indica que a defasagem da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física acumulada desde 1996 chega a 64,28%. Segundo o estudo, em razão dos reajustes salariais, que acompanham a inflação, e também da defasagem da tabela, contribuintes passaram a ser mais tributados pelo fato de terem melhorado seus ganhos nas datas-base.


Levy evitou também dizer se haverá uma nova alíquota do imposto de renda para os contribuintes que ganham mais. “A alíquota máxima a gente não está vendo”, destacou. O ministro ressaltou que, se for para “ficar pensando nessa questão”, seria preciso avaliar, por exemplo, a situação das pessoas que têm renda por meio de pequenas empresas e terminam não pagando impostos ou pagando alíquotas reduzidas.


O novo secretário da Receita, Jorge Rachid, também presente no café da manhã, disse que seu papel será o de contribuir com o ajuste fiscal e aumentar a arrecadação. Evitou falar em aumento de impostos. Ele também disse que procurará adotar práticas aduaneiras que permitam destravar o fluxo do comércio exterior.


O Secretário do Tesouro Nacional, Tarcísio Godoy, também respondeu a perguntas de jornalistas. Segundo ele, no que se refere ao Tesouro Nacional, o governo se empenhará em alcançar três metas: equilíbrio fiscal, ampliação da transparência e continuação da administração da dívida com responsabilidade.
==========
Comentário do Gama Livre: "...o governo se empenhará em alcançar três metas: equilíbrio fiscal, ampliação da transparência e continuação da administração da dívida com responsabilidade".

Veja só o tamanho do engodo. Equilíbrio fiscal significa para o governo cortar gastos sociais, eliminar metade dos valores das pensões, dificultar o acesso ao seguro desemprego, cortar só do "Brasil País Educador" (é pra rir ou pra chorar? Que cinismo, que mentira, que engodo) SETE BILHÕES de reais, cortar 1/3 (um terço) dos gastos que não sejam, claro, para o pagamento das escorchantes taxas de juros para a banqueirada.

E para que tudo isso? Para administrar a dívida com responsabilidade. Como se não fosse a maior irresponsabilidade dos nossos governantes essa tal administração da dívida. Pagamos atualmente, e diariamente, TRÊS BILHÕES DE REAIS DE JUROS por uma dívida que a constituição determinou que sobre a qual o congresso fizesse uma auditoria. Governo e Congresso algum de 1988  até agora cumpriu esse mandamento da Constituição de 1988. Inocência, incompetência, ou conivência? Certamente conivência.

Quanto à meta "ampliação da transparência", uma das citada por Tacísio Godoy, secretário do Tesouro Nacional, uma observação: transparência uma ova! Transparência quando não se permite ao povo brasileiro saber sequer os nomes das pessoas/empresas a quem devemos? É, por exemplo, você dever a alguém, ser cobrado, pagar com o seu suor, e vida (quantos morrem nos hospitais?), e sequer ter o direito de saber a quem deve.

Essa é a situação em que nos encontramos. Triste situação, ainda mais quando temos banqueiros dando a ordem (ou desordem?) na economia do país.

Triste país!!!