Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador poluição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poluição. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de março de 2019

Relatório da ONU pede ação urgente para enfrentar poluição por substâncias químicas

Segunda, 11 de março de 2019
Da
ONU no Brasil
Pesquisa apresentada nesta segunda-feira (11) durante a Assembleia da ONU para o Meio Ambiente, em Nairóbi, revela que a atual capacidade de produção de químicos, de 2,3 bilhões de toneladas, deve dobrar até 2030. O atual volume de químicos tem valor anual de 5 trilhões de dólares.
Apesar de compromissos para maximizar benefícios e minimizar os impactos dessa indústria, os químicos perigosos continuam a ser liberados no meio ambiente em grandes quantidades. Eles são onipresentes no ar, na água e no solo, na comida e nos seres humanos.
Para ONU Meio Ambiente, gestão de produtos químicos deve contar com estruturas de governança globais mais abrangentes. Foto: Pixabay
ONU Meio Ambiente alerta para aumento da produção de químicos e riscos de poluição. Foto: Pixabay
  • O tamanho da indústria química global ultrapassava os 5 trilhões de dólares em 2017 e deve dobrar até 2030.
  • Os benefícios de ações para minimizar os impactos adversos dos químicos foram estimados na casa das dezenas de bilhões de dólares por ano.
  • Tratados internacionais e instrumentos voluntários reduziram os riscos de alguns químicos e resíduos, mas o progresso foi desigual e lacunas de implementação perduram.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

OMS: 93% das crianças respiram poluição acima do recomendável; em países de baixa renda, 87% dos menores de 5 anos são expostos

Segunda, 29 de outubro de 2018


Por Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil 
Um relatório divulgado hoje (29) pela Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que 93% das crianças e adolescentes respiram ar com nível de partículas finas acima do que é considerado recomendável para a saúde. A situação é mais grave em algumas regiões do mundo como a Ásia e a África e também nos países de renda média e baixa.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

As águas que passam pela linda Cachoeira dos Anjos, no Gama, estão sendo poluídas por esgoto; água que vai para Corumbá IV e você logo deverá beber; veja vídeo

Segunda, 20 de novembro de 2017

O corpo hídrico do Córrego Ponte de Terra, segue o seu curso, se somando alguns quilômetros à frente ao Córrego da Serra, e logo em seguida ao Ribeirão Ponte Alta que recebe todos os córregos e riachos da Sub-bacia do Corumbá, se somando ao rio de mesmo nome.

Por
Juan Ricthelly

🌎Ação Socioambiental na Cachoeira do Anjos🌍

Introdução

A Cachoeira do Anjos, também conhecida como Pedreira e Santuário, é um monumento natural de inegável beleza que se encontra no Córrego Ponte de Terra no Gama.
 
Na parte superior, possui uma pequena piscina natural, em uma combinação perfeita de rochas esculpidas pelas forças da natureza e do tempo.
 
Logo abaixo é possível apreciar uma linda queda d'água de 30 metros e outra de 10 metros, cercada por um linda vegetação de cerrado.
 
Também é possível apreciar uma linda vista do Vale do Córrego Ponte de Terra, onde a mata, em razão da proteção natural proporcionada por um terreno inclinado e inapto para construções, plantações ou criação de animais.
 
Teríamos um pedaço de paraíso diante de nossos olhos, se houvesse somente isso ao chegarmos lá, infelizmente não é o que ocorre.
 
Muitas pessoas que frequentam o local, não se importam com a preservação e proteção da área, de modo que fazem churrascos e deixam lá seus indícios, fazem pixo em rochas que levaram milhões de anos se esculpindo, levam bebidas alcoólicas e deixam jogadas por lá garrafas quebradas e latas de cerveja, fumam cigarro e jogam as bitucas e carteiras vazias no chão e na água, levam os seus filhos e deixam as fraldas usadas em qualquer canto...
 
Para agravar  a situação, o ponto de captação da Adasa é de fácil acesso na margem direita da DF-475 e muitas pessoas lavam carros, motos e bicicletas, despejando óleo, graxa, sabão, detergente e outros produtos químicos na água, que desce para um clube que existe logo abaixo e chega na Cachoeira do Anjos, onde muitas pessoas costumam tomar banho.
 
Nas cercanias da cachoeira, existem invasões e uma delas inclusive está acumulando resíduos sólidos da construção civil e carcaças de produtos eletrônicos que possuem metais pesados altamente poluentes em sua composição, e isso à poucos metros do corpo d'água.
 
O Córrego Ponte de Terra nasce no tão acossado setor onde se proliferam condomínios no Gama, próximo à Avenida São Francisco, logo abaixo, atrás do Pró-DF, forma um lago onde a CAESB captava água e decidiu abandonar, e desce passando por uma série de chácaras e condomínios.
 
O corpo hídrico do Córrego Ponte de Terra, segue o seu curso, se somando alguns quilômetros à frente ao Córrego da Serra, e logo em seguida ao Ribeirão Ponte Alta que recebe todos os córregos e riachos da Sub-bacia do Corumbá, se somando ao rio de mesmo nome.
 
Como se sabe, a água de Corumbá IV será captada para consumo humano e muitas pessoas parecem ainda não terem se dado conta de que tudo o que fizermos com os rios, riachos e corpos d'água de nossa cidade, voltará para nós em algum momento, e infelizmente o Córrego da Serra está sendo objeto de despejo de esgoto em algum ponto, se constata isso facilmente pelo odor podre e pela cor turva da água, quem frequenta habitualmente o local se espanta ao observar esses problemas visíveis, visto que a água do córrego é normalmente de cor cristalina e inodora.

Ação Socioambiental

Nos dias 18 e 19 de Novembro um grupo de voluntários do projeto Gama Verde, se reuniram para efetuar uma limpeza no local, durante dois dias de árduo trabalho foram retirados mais de 15 sacos de lixo, trabalho que apesar de realizado com disposição e boa vontade, foi insuficiente diante da poluição constante e sucedida por anos, sem nenhum trabalho que buscasse mitigar o problema.
 
O que mais chama a atenção é quantidade de vidro quebrado, de modo que serão necessárias várias ações com foco específico em recolhimento de vidro para melhorar o aspecto do lugar.
 
As formações rochosas, trabalho artístico natural das forças físicas e do tempo, se encontram pixadas e cheias de tinta, muitas vezes matando liquens que levaram milhares de anos para se alojar ali.

Serão necessárias outras ações no local, somadas à um trabalho de conscientização dos frequentadores, criação de lixeiras, placas e visitação constante de grupos para não permitir novamente o acumulo de lixo.
Se faz urgente uma denúncia à ADASA para verificar o responsável ou responsáveis pelo despejo de esgoto e poluentes no córrego, bem como limitar o acesso ao ponto de captação da ADASA às margens da DF-475.

Gama-DF. 19 de Novembro de 2017

Juan Ricthelly

Foto: Humberto Cerrado

🌳Gama Verde🌳

Veja vídeo

Vídeo realizado pelo Gama Verde em 19/11/2017.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O impacto que está na mesa

Sexta, 12 de agosto de 2016
Do site Saúde Popular / WWF Brasil
12/08/2016
“Assim como existe uma rotulagem para os valores nutricionais, já há padrões estabelecidos para a rotulagem ambiental, só que isso ainda é pouco utilizado. Precisamos ser mais exigentes em relação a transparência quanto a produção e origem dos alimentos”, escreve Mario Barroso, superintendente de Conservação do WWF-Brasil

Por Mario Barroso, do WWF Brasil

Se somos o reflexo do que comemos, a Terra é a expressão de nossos hábitos alimentares. Ao longo dos últimos 10 mil anos, o homem vem transformando as paisagens naturais com as atividades de agricultura e pastoreio, moldando os ecossistemas. Digitais dessa dinâmica insustentável, as alterações feitas apenas nas últimas cinco décadas no Cerrado brasileiro impressionam e preocupam.

sábado, 16 de julho de 2016

Pulverização aérea de agrotóxico provoca danos persistentes, dizem especialistas

Sábado, 16 de julho de 2016
Edwirges Nogueira – Repórter da Agência Brasil
Em 2006, uma nuvem tóxica oriunda da pulverização aérea em plantações de soja chegou à área urbana e provocou intoxicação aguda em crianças e idosos de Lucas do Rio Verde (MT). Já em 2013, quase 100 pessoas, entre professores e alunos, tiveram intoxicação depois que um avião jogou defensivos agrícolas sobre uma escola de Rio Verde (GO).
O professor do Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Wanderley Pignati, que participou da perícia dos dois casos, acredita que a poluição causada por agrotóxicos pode ser considerada intencional, uma vez que, para atingir o alvo, afeta também o solo e a água.

Professor Wanderley Pignati
Professor Wanderley Pignati acredita que poluição causado por agrotóxicos afeta solo e água —Divulgação
“Não é acidente. O avião passa ao lado e, de qualquer jeito, o vento vai levar para um lado ou para outro. Essa história de que o vento não leva o veneno para outro lugar fere os princípios da aviação, inclusive, pois se o vento estiver parado, o avião nem levanta voo”, disse o especialista durante uma palestra na Assembleia Legislativa do Ceará, em Fortaleza, em maio deste ano.

Um dos principais argumentos contra a pulverização aérea é a chamada deriva, quando a aplicação de defensivo agrícola não atinge o local desejado e se espalha para outras áreas. O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Aldemir Chaim, no artigo Tecnologia de aplicação de agrotóxicos, de 2004, declara que a aplicação de agrotóxicos no século atual não é muito diferente da forma como era praticada no século passado. A principal característica dessa aplicação é o desperdício de produto químico.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Mais de 5,5 milhões de pessoas morrem por ano devido à poluição do ar

Sexta, 12 de fevereiro de 2016
Estudo divulgado prevê o continuado aumento de mortes prematuras se nada for feito para parar a poluição. Atualmente, a maior parte das mortes ocorre na China e na Índia.
12 de Fevereiro, 2016
Foto de Mingjia Zhou/Flickr.
Na conferência anual da Associação Norte Americana para o Avanço da Ciência, a decorrer em Washington D.C., uma equipa de investigadores divulgou hoje que a poluição atmosférica é a razão pela qual morrem 5.5 milhões de pessoas por ano no mundo. Segundo o estudo, este número vai continuar a aumentar se nada for feito para reduzir a poluição.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Oxfam: 10% dos mais ricos geram mais de 50% das emissões de CO2


Quarta, 2 de dezembro de 2015
Da Agência Lusa
A organização não governamental britânica Oxfam afirmou hoje (2) que 10% dos habitantes mais ricos do mundo são responsáveis por mais da metade das emissões de dióxido de carbono (CO2). Em relatório divulgado durante a 21ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), em Paris, a Oxfam informou que, no sentido inverso, metade dos mais pobres no planeta é responsável por apenas 10% das emissões poluentes.
"As alterações climáticas estão intrinsecamente ligadas às desigualdades econômicas. É uma crise induzida pelas emissões de gases de efeito estufa que afetam mais duramente os pobres", diz o relatório intitulado "Desigualdades Extremas e Emissões de CO2".
O documento informa que uma pessoa que faça parte do 1% da população mais rica do mundo "gera, em média, 175 vezes mais" dióxido de carbono do que a que está entre os 10% mais pobres do mundo.

domingo, 8 de novembro de 2015

Climáximo bloqueia viaturas da Volkswagen na FIL

Domingo, 8 de novembro de 2015
Na passada sexta-feira, ativistas do Climáximo, movimento pela justiça climática, bloquearam viaturas da VW no “Salão Automóvel Verde e Ecológico”, denunciando os processos fraudulentos e os crimes ambientais da construtora alemã.
Ativistas do Climáximo, movimento pela justiça climática, bloquearam viaturas da VW no “Salão Automóvel Verde e Ecológico”, na passada sexta-feira
Em comunicado, o Climáximo refere que “a poucos dias da Cimeira do Clima em Paris, a propaganda verde aumenta, com empresas como a VW, a BP, ou a BMW a apresentarem-se à população como verdes, enquanto executam processos fraudulentos e crimes ambientais por todo o planeta”.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Purificar o Subaé: Justiça Federal condena empresa Plumbum Mineração, União e Funasa por contaminação com chumbo em Santo Amaro/BA

Segunda, 28 de abril de 2014
Purificar o Subaé
Maria Bethânea, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Nicinha

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = =
Do MPF na Bahia
Mineradora deve pagar indenização pelos danos ambientais causados, ao passo que a União e a Funasa devem criar centro de referência para atendimento das vítimas de contaminação
A Justiça Federal acolheu os pedidos formulados pelo Ministério Público Federal na ação civil pública proposta em 2002, contra a empresa Plumbum, a Funasa e a União, com o objetivo de reparar os danos ambientais e sociais causados ao município de Santo Amaro da Purificação/BA.
De acordo com a ação, a empresa, que funcionou no local por mais de 30 anos, executava beneficiamento de minérios e produzia lingotes de chumbo (espécie de barra de metal fundido). Os resíduos da produção eram descartados de maneira inadequada, o que transformou Santo Amaro em uma das cidades mais poluídas por chumbo no mundo e com vários ecossistemas degradados, segundo constataram estudos desenvolvidos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e outras instituições nacionais e internacionais.
Apesar de a fábrica ter sido desativada em 1993, o local onde funcionava não foi devidamente isolado, o que possibilitava o acesso de pessoas e animais na área contaminada. Para evitar que a área fosse acessada, a Justiça decretou,em 2003, também a pedido do MPF, a intimação dos representantes da Plumbum para que comprovassem providências para cercar a área, colocar avisos para a população sobre o perigo de contaminação e elaborar plano de permanência e revezamento de vigilantes na entrada da antiga fábrica. Além disso, a empresa foi obrigada a cumprir as determinações constantes no relatório de inspeção elaborado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), a fim de evitar que a escória contaminada se dispersasse.
Condenações – Em função dos danos ambientais e sociais causados ao município, a Justiça confirmou decisão proferida no ano de 2003 para que a mineradora promova o cercamento eficaz da área da antiga fundição e toda a zona circunvizinha sujeita à contaminação; instale, em todo o perímetro sob domínio da empresa, placas de advertência indicando os riscos de contaminação; mantenha quadro de vigilantes em número suficiente à cobertura da área, de modo permanente e com condições de repelir eventuais invasores daquele espaço; e instale área alagadiça para evitar a migração da escória depositada para o leito do Rio Subaé.
Além disso, a sentença determinou que a empresa promova pagamento de indenização pelos danos ambientais causados, em valor correspondente a 10% do seu faturamento bruto, apurado mês a mês desde a data em que sucedeu a extinta COBRAC (em 1989) até quando encerrou suas atividades no local em 1993. O montante deve ser monetariamente atualizado e vinculado à utilização em ações de recuperação ambiental das áreas atingidas pela disseminação de chumbo e cádmio em Santo Amaro. A mineradora deve promover o encapsulamento dos resíduos poluentes, guardando atenção às normas técnicas brasileiras e sob acompanhamento do Inema. Também foi determinada a proibição de retirada e alienação de quaisquer bens sob titularidade da empresa ré naquele município, para que sirvam de garantia para o cumprimento das obrigações previstas.
A sentença ainda confirmou decisão liminar determinando que a União e a Funasa implantem, naquele município, no prazo máximo de seis meses, um centro de referência para tratamento de pacientes vítimas de contaminação por metais pesados, elaborando plano efetivo de atendimento.
Notícias relacionadas:

Número para consulta processual: 2003. 33.00.000238-4

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Pesquisa da USP desenvolve material para substituir amianto

Terça, 24 de dezembro de 2013
Bruno Bocchini Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) desenvolveram um novo material com as mesmas qualidades e o mesmo desempenho do amianto para a fabricação de telhas. O composto reúne quantidade reduzida de fibras sintéticas – que têm preço elevado no mercado – e foi baseado na estrutura de materiais naturais como o bambu.

“Faz tempo que a indústria brasileira procura uma telha para substituir a de amianto. Fibras vegetais foram testadas, mas elas não têm durabilidade muito boa. As fibras sintéticas foram empregadas, mas com desempenho inferior às de amianto. Desenvolvemos algo que reduz o emprego de fibras sintéticas sem alterar o desempenho da telha”, disse o pesquisador Cleber Marcos Ribeiro Dias, autor do estudo sobre o emprego das fibras.

No Brasil, o amianto é usado principalmente na fabricação de caixas d'água e telhas. Pesquisadores lembram que o produto é nocivo à saúde. No entanto, representantes de empresas defendem que é possível produzir o material de forma segura, garantindo a movimentação da economia e o emprego de milhares de trabalhadores. O amianto é considerado cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na mesma classe que o benzeno, formol e tabaco. Mais de 50 países já proibiram a substância.
Pelo menos cinco estados proíbem a extração, comercialização e o uso do amianto: São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato Grosso. A pedido das empresas produtoras, o Supremo Tribunal Federal analisa se a proibição nesses estados é constitucional.

“Nós fizemos testes do novo composto em escala industrial e já pedimos uma patente com participação de duas empresas, uma de Leme (SP) e outra de Criciúma, que nos ajudaram na pesquisa. Os testes mostraram viabilidade na produção industrial”, disse o pesquisador.

O trabalho, feito com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi desenvolvida no projeto Cimento-Celulose, elaborado pelos professores Holmer Savastano e Vanderley John, da Poli-USP.
= = = = = = = = = = = = 
Leia também:

Uso de amianto na indústria divide opiniões em audiência no STF

Auditora do trabalho afirma que há um “silêncio epidemiológico” no país sobre o amianto

Proibir amianto é viável, revela estudo

O Globo: Ministério Público do Trabalho processa a Eternit em R$ 1 bilhão por contaminação com amianto

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Só não vale deixar os gringos no escuro

Sábado, 23 de fevereiro de 2013 
Poluentes e caras, usinas termelétricas devem ficar ligadas o ano todo para armazenar energia para a Copa