Pesquisa apresentada nesta segunda-feira (11) durante a Assembleia da ONU para o Meio Ambiente, em Nairóbi, revela que a atual capacidade de produção de químicos, de 2,3 bilhões de toneladas, deve dobrar até 2030. O atual volume de químicos tem valor anual de 5 trilhões de dólares.
Apesar de compromissos para maximizar benefícios e minimizar os impactos dessa indústria, os químicos perigosos continuam a ser liberados no meio ambiente em grandes quantidades. Eles são onipresentes no ar, na água e no solo, na comida e nos seres humanos.
ONU Meio Ambiente alerta para aumento da produção de químicos e riscos de poluição. Foto: Pixabay
O tamanho da indústria química global ultrapassava os 5 trilhões de dólares em 2017 e deve dobrar até 2030.
Os benefícios de ações para minimizar os impactos adversos dos químicos foram estimados na casa das dezenas de bilhões de dólares por ano.
Tratados internacionais e instrumentos voluntários reduziram os riscos de alguns químicos e resíduos, mas o progresso foi desigual e lacunas de implementação perduram.
Um relatório divulgado hoje (29) pela Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que 93% das crianças e adolescentes respiram ar com nível de partículas finas acima do que é considerado recomendável para a saúde. A situação é mais grave em algumas regiões do mundo como a Ásia e a África e também nos países de renda média e baixa.
O corpo
hídrico do Córrego Ponte de Terra, segue o seu curso, se somando alguns
quilômetros à frente ao Córrego da Serra, e logo em seguida ao Ribeirão
Ponte Alta que recebe todos os córregos e riachos da Sub-bacia do
Corumbá, se somando ao rio de mesmo nome.
Por Juan Ricthelly
🌎Ação Socioambiental na Cachoeira do Anjos🌍
Introdução
A Cachoeira do Anjos, também conhecida como Pedreira e Santuário, é um monumento natural de inegável beleza que se encontra no Córrego Ponte de Terra no Gama.
Na parte superior, possui uma pequena piscina natural, em uma combinação perfeita de rochas esculpidas pelas forças da natureza e do tempo.
Logo abaixo é possível apreciar uma linda queda d'água de 30 metros e outra de 10 metros, cercada por um linda vegetação de cerrado.
Também é possível apreciar uma linda vista do Vale do Córrego Ponte de Terra, onde a mata, em razão da proteção natural proporcionada por um terreno inclinado e inapto para construções, plantações ou criação de animais.
Teríamos um pedaço de paraíso diante de nossos olhos, se houvesse somente isso ao chegarmos lá, infelizmente não é o que ocorre.
Muitas pessoas que frequentam o local, não se importam com a preservação e proteção da área, de modo que fazem churrascos e deixam lá seus indícios, fazem pixo em rochas que levaram milhões de anos se esculpindo, levam bebidas alcoólicas e deixam jogadas por lá garrafas quebradas e latas de cerveja, fumam cigarro e jogam as bitucas e carteiras vazias no chão e na água, levam os seus filhos e deixam as fraldas usadas em qualquer canto...
Para agravar a situação, o ponto de captação da Adasa é de fácil acesso na margem direita da DF-475 e muitas pessoas lavam carros, motos e bicicletas, despejando óleo, graxa, sabão, detergente e outros produtos químicos na água, que desce para um clube que existe logo abaixo e chega na Cachoeira do Anjos, onde muitas pessoas costumam tomar banho.
Nas cercanias da cachoeira, existem invasões e uma delas inclusive está acumulando resíduos sólidos da construção civil e carcaças de produtos eletrônicos que possuem metais pesados altamente poluentes em sua composição, e isso à poucos metros do corpo d'água.
O Córrego Ponte de Terra nasce no tão acossado setor onde se proliferam condomínios no Gama, próximo à Avenida São Francisco, logo abaixo, atrás do Pró-DF, forma um lago onde a CAESB captava água e decidiu abandonar, e desce passando por uma série de chácaras e condomínios.
O corpo hídrico do Córrego Ponte de Terra, segue o seu curso, se somando alguns quilômetros à frente ao Córrego da Serra, e logo em seguida ao Ribeirão Ponte Alta que recebe todos os córregos e riachos da Sub-bacia do Corumbá, se somando ao rio de mesmo nome.
Como se sabe, a água de Corumbá IV será captada para consumo humano e muitas pessoas parecem ainda não terem se dado conta de que tudo o que fizermos com os rios, riachos e corpos d'água de nossa cidade, voltará para nós em algum momento, e infelizmente o Córrego da Serra está sendo objeto de despejo de esgoto em algum ponto, se constata isso facilmente pelo odor podre e pela cor turva da água, quem frequenta habitualmente o local se espanta ao observar esses problemas visíveis, visto que a água do córrego é normalmente de cor cristalina e inodora.
Ação Socioambiental
Nos dias 18 e 19 de Novembro um grupo de voluntários do projeto Gama Verde, se reuniram para efetuar uma limpeza no local, durante dois dias de árduo trabalho foram retirados mais de 15 sacos de lixo, trabalho que apesar de realizado com disposição e boa vontade, foi insuficiente diante da poluição constante e sucedida por anos, sem nenhum trabalho que buscasse mitigar o problema.
O que mais chama a atenção é quantidade de vidro quebrado, de modo que serão necessárias várias ações com foco específico em recolhimento de vidro para melhorar o aspecto do lugar.
As formações rochosas, trabalho artístico natural das forças físicas e do tempo, se encontram pixadas e cheias de tinta, muitas vezes matando liquens que levaram milhares de anos para se alojar ali.
Serão necessárias outras ações no local, somadas à um trabalho de conscientização dos frequentadores, criação de lixeiras, placas e visitação constante de grupos para não permitir novamente o acumulo de lixo. Se faz urgente uma denúncia à ADASA para verificar o responsável ou responsáveis pelo despejo de esgoto e poluentes no córrego, bem como limitar o acesso ao ponto de captação da ADASA às margens da DF-475.
“Assim como existe uma rotulagem para os valores
nutricionais, já há padrões estabelecidos para a rotulagem ambiental, só
que isso ainda é pouco utilizado. Precisamos ser mais exigentes em
relação a transparência quanto a produção e origem dos alimentos”,
escreve Mario Barroso, superintendente de Conservação do WWF-Brasil
Por Mario Barroso, do WWF Brasil
Se somos o reflexo do que comemos, a Terra é a expressão de nossos
hábitos alimentares. Ao longo dos últimos 10 mil anos, o homem vem
transformando as paisagens naturais com as atividades de agricultura e
pastoreio, moldando os ecossistemas. Digitais dessa dinâmica
insustentável, as alterações feitas apenas nas últimas cinco décadas no
Cerrado brasileiro impressionam e preocupam.
Em 2006, uma nuvem tóxica oriunda da
pulverização aérea em plantações de soja chegou à área urbana e provocou
intoxicação aguda em crianças e idosos de Lucas do Rio Verde (MT). Já
em 2013, quase 100 pessoas, entre professores e alunos, tiveram
intoxicação depois que um avião jogou defensivos agrícolas sobre uma
escola de Rio Verde (GO).
O professor do Núcleo de Estudos
Ambientais e Saúde do Trabalhador da Universidade Federal de Mato
Grosso (UFMT) Wanderley Pignati, que participou da perícia dos dois
casos, acredita que a poluição causada por agrotóxicos pode ser
considerada intencional, uma vez que, para atingir o alvo, afeta também o
solo e a água.
Professor Wanderley Pignati acredita que poluição causado por agrotóxicos afeta solo e água —Divulgação
“Não
é acidente. O avião passa ao lado e, de qualquer jeito, o vento vai
levar para um lado ou para outro. Essa história de que o vento não leva o
veneno para outro lugar fere os princípios da aviação, inclusive, pois
se o vento estiver parado, o avião nem levanta voo”, disse o
especialista durante uma palestra na Assembleia Legislativa do Ceará, em
Fortaleza, em maio deste ano.
Um
dos principais argumentos contra a pulverização aérea é a chamada
deriva, quando a aplicação de defensivo agrícola não atinge o local
desejado e se espalha para outras áreas. O pesquisador da Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Aldemir Chaim, no artigo
Tecnologia de aplicação de agrotóxicos, de 2004, declara que a aplicação
de agrotóxicos no século atual não é muito diferente da forma como era
praticada no século passado. A principal característica dessa aplicação é
o desperdício de produto químico.
Estudo divulgado prevê o
continuado aumento de mortes prematuras se nada for feito para parar a
poluição. Atualmente, a maior parte das mortes ocorre na China e na
Índia.
12 de Fevereiro, 2016
Foto de Mingjia Zhou/Flickr.
Na
conferência anual da Associação Norte Americana para o Avanço da
Ciência, a decorrer em Washington D.C., uma equipa de investigadores
divulgou hoje que a poluição atmosférica é a razão pela qual morrem 5.5
milhões de pessoas por ano no mundo. Segundo o estudo, este número vai
continuar a aumentar se nada for feito para reduzir a poluição.
A organização não governamental britânica Oxfam afirmou hoje
(2) que 10% dos habitantes mais ricos do mundo são responsáveis por mais da
metade das emissões de dióxido de carbono (CO2). Em relatório
divulgado durante a 21ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças
Climáticas (COP21), em Paris, a Oxfam informou que, no sentido inverso, metade
dos mais pobres no planeta é responsável por apenas 10% das emissões poluentes.
"As alterações climáticas estão intrinsecamente ligadas
às desigualdades econômicas. É uma crise induzida pelas emissões de gases de
efeito estufa que afetam mais duramente os pobres", diz o relatório
intitulado "Desigualdades Extremas e Emissões de CO2".
O documento informa que uma pessoa que faça parte do 1% da
população mais rica do mundo "gera, em média, 175 vezes mais" dióxido
de carbono do que a que está entre os 10% mais pobres do mundo.
Na passada sexta-feira,
ativistas do Climáximo, movimento pela justiça climática, bloquearam
viaturas da VW no “Salão Automóvel Verde e Ecológico”, denunciando os
processos fraudulentos e os crimes ambientais da construtora alemã.
8 de Novembro, 2015
Ativistas
do Climáximo, movimento pela justiça climática, bloquearam viaturas da
VW no “Salão Automóvel Verde e Ecológico”, na passada sexta-feira
Em comunicado, o Climáximo
refere que “a poucos dias da Cimeira do Clima em Paris, a propaganda
verde aumenta, com empresas como a VW, a BP, ou a BMW a apresentarem-se à
população como verdes, enquanto executam processos fraudulentos e
crimes ambientais por todo o planeta”.
Purificar o Subaé Maria Bethânea, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Nicinha
= = = = = = = = = = = = = = = = = = = =
Do MPF na Bahia
Mineradora deve pagar indenização pelos danos ambientais causados, ao
passo que a União e a Funasa devem criar centro de referência para atendimento
das vítimas de contaminação
A Justiça Federal acolheu os pedidos formulados pelo Ministério Público
Federal na ação civil pública proposta em 2002, contra a empresa Plumbum, a
Funasa e a União, com o objetivo de reparar os danos ambientais e sociais
causados ao município de Santo Amaro da Purificação/BA.
De acordo com a ação, a empresa, que funcionou no local por mais de 30
anos, executava beneficiamento de minérios e produzia lingotes de chumbo
(espécie de barra de metal fundido). Os resíduos da produção eram descartados
de maneira inadequada, o que transformou Santo Amaro em uma das cidades mais
poluídas por chumbo no mundo e com vários ecossistemas degradados, segundo
constataram estudos desenvolvidos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e
outras instituições nacionais e internacionais.
Apesar de a fábrica ter sido desativada em 1993, o local onde
funcionava não foi devidamente isolado, o que possibilitava o acesso de pessoas
e animais na área contaminada. Para evitar que a área fosse acessada, a Justiça decretou,em 2003, também a pedido do MPF, a intimação dos representantes da Plumbum
para que comprovassem providências para cercar a área, colocar avisos para a
população sobre o perigo de contaminação e elaborar plano de permanência e
revezamento de vigilantes na entrada da antiga fábrica. Além disso, a empresa
foi obrigada a cumprir as determinações constantes no relatório de inspeção
elaborado pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), a fim de
evitar que a escória contaminada se dispersasse.
Condenações – Em função dos danos ambientais e sociais causados ao
município, a Justiça confirmou decisão proferida no ano de 2003 para que a
mineradora promova o cercamento eficaz da área da antiga fundição e toda a zona
circunvizinha sujeita à contaminação; instale, em todo o perímetro sob domínio
da empresa, placas de advertência indicando os riscos de contaminação; mantenha
quadro de vigilantes em número suficiente à cobertura da área, de modo
permanente e com condições de repelir eventuais invasores daquele espaço; e
instale área alagadiça para evitar a migração da escória depositada para o
leito do Rio Subaé.
Além disso, a sentença determinou que a empresa promova pagamento de
indenização pelos danos ambientais causados, em valor correspondente a 10% do
seu faturamento bruto, apurado mês a mês desde a data em que sucedeu a extinta
COBRAC (em 1989) até quando encerrou suas atividades no local em 1993. O
montante deve ser monetariamente atualizado e vinculado à utilização em ações
de recuperação ambiental das áreas atingidas pela disseminação de chumbo e
cádmio em Santo Amaro. A mineradora deve promover o encapsulamento dos resíduos
poluentes, guardando atenção às normas técnicas brasileiras e sob
acompanhamento do Inema. Também foi determinada a proibição de retirada e
alienação de quaisquer bens sob titularidade da empresa ré naquele município,
para que sirvam de garantia para o cumprimento das obrigações previstas.
A sentença ainda confirmou decisão liminar determinando que a União e a
Funasa implantem, naquele município, no prazo máximo de seis meses, um centro
de referência para tratamento de pacientes vítimas de contaminação por metais
pesados, elaborando plano efetivo de atendimento.
São Paulo – Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de
São Paulo (Poli-USP) desenvolveram um novo material com as mesmas
qualidades e o mesmo desempenho do amianto para a fabricação de telhas. O
composto reúne quantidade reduzida de fibras sintéticas – que têm preço
elevado no mercado – e foi baseado na estrutura de materiais naturais
como o bambu.
“Faz tempo que a indústria brasileira procura uma telha para
substituir a de amianto. Fibras vegetais foram testadas, mas elas não
têm durabilidade muito boa. As fibras sintéticas foram empregadas, mas
com desempenho inferior às de amianto. Desenvolvemos algo que reduz o
emprego de fibras sintéticas sem alterar o desempenho da telha”, disse o
pesquisador Cleber Marcos Ribeiro Dias, autor do estudo sobre o emprego
das fibras.
No Brasil, o amianto é usado principalmente na fabricação de caixas
d'água e telhas. Pesquisadores lembram que o produto é nocivo à saúde.
No entanto, representantes de empresas defendem que é possível produzir o
material de forma segura, garantindo a movimentação da economia e o
emprego de milhares de trabalhadores. O amianto é considerado
cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na mesma classe que o
benzeno, formol e tabaco. Mais de 50 países já proibiram a substância.
Pelo
menos cinco estados proíbem a extração, comercialização e o uso do
amianto: São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e Mato
Grosso. A pedido das empresas produtoras, o Supremo Tribunal Federal
analisa se a proibição nesses estados é constitucional.
“Nós fizemos testes do novo composto em escala industrial e já
pedimos uma patente com participação de duas empresas, uma de Leme (SP) e
outra de Criciúma, que nos ajudaram na pesquisa. Os testes mostraram
viabilidade na produção industrial”, disse o pesquisador.
O trabalho, feito com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do
Estado de São Paulo (Fapesp), foi desenvolvida no projeto
Cimento-Celulose, elaborado pelos professores Holmer Savastano e
Vanderley John, da Poli-USP.
Há poucos dias, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema
Elétrico (ONS), Hermes Chipp, declarou ao jornal “Valor” que as usinas
termelétricas devem ficar ligadas durante todo o ano de 2013 para evitar
problemas de abastecimento de energia durante a Copa do Mundo de 2014.
“As térmicas a gás e carvão ficam durante todo o período seco, para
atingir o nível-meta em novembro e garantir o abastecimento em 2014, que
é um ano especial por causa da Copa”, disse Chipp, acrescentando que
não existe previsão nem para o desligamento das usinas térmicas a óleo,
que custam ainda mais. “Se as chuvas forem boas, pode-se paralisar as
térmicas a óleo a partir de maio, mas as outras ficam”, disse ao jornal.
Hoje, cerca de 25 térmicas a óleo e diesel estão em operação no país.
O aumento do uso da energia com fontes térmicas – caras e poluentes –
tem crescido no país nos últimos anos. Segundo o Greenpeace, o prejuízo
trazido pelas termelétricas vem do uso adicional de combustíveis
fósseis – óleo combustível, diesel e gás natural – , das elevadas
emissões de gases estufa e do uso intensivo de água.
A assessoria de imprensa da Associação Brasileira de Distribuidores
de Energia Elétrica (Abradee) diz que o uso intensivo das termelétricas
já vem provocando custos crescentes: “Em novembro o custo foi de R$ 600
milhões, em outubro R$ 800 milhões e em dezembro R$ 1,3 bilhão. A
previsão é de que em janeiro chegue a R$ 1,5 bilhão” respondeu por
e-mail à Pública. A Abradee diz não é possível fazer uma estimativa do
custo do funcionamento direto das usinas durante o ano de 2013, mas com
certeza vai agravar o cenário atual, que já é crítico: “O acionamento
das usinas térmicas a plena carga no ano passado, para economizar água
dos reservatórios, abriu um rombo no caixa das distribuidoras de
energia. Em dezembro, a conta atingiu um valor recorde de R$ 1,389
bilhão e deixou pelo menos 13 empresas do segmento com fluxo de caixa
negativo”.
Os principais impactos ambientais gerados pelas térmicas são as altas
emissões de material particulado, óxidos de enxofre e dióxido de
carbono no ar, que causam problemas cardiorespiratórios na população e
interferência na fauna e flora, além de chuvas ácidas, contaminação de
lençois freáticos e contribuem para o aquecimento do planeta.
Mas para a Copa pode.
“Hoje existe muita tecnologia para minimizar e atenuar ou mesmo
reduzir bastante os impactos ambientais. A questão é saber se as usinas
brasileiras estão recebendo estes aportes financeiros para possibilitar
adaptações tecnológicas relevantes” diz o professor Roberto Naime, do
Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental da Universidade
Feevale.
Procurada pela Pública, a assessoria de imprensa da ONS não quis se
pronunciar sobre a declaração de Hermes Chipp. Por telefone, o assessor
disse que o diretor “não confirma nem desmente a informação” e que “não
tem mais nada a declarar sobre isso”.
É para a Copa? Pode poluir e cobrar mais caro. Só não pode deixar os gringos no escuro.
O blog Copa Pública é uma experiência de
jornalismo cidadão que mostra como a população brasileira tem sido
afetada pelos preparativos para a Copa de 2014 – e como está se
organizando para não ficar de fora.
Fonte: Pública - Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo