“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 21 de janeiro de 2017

Aos baianos . . . e a todos aqueles que sabem o que é gostoso, a BOCADA

Sábado, 21 de janeiro de 2017
Esse rap Bocada é pura provocação a quem já comeu muito acarajé da Cira, da Dinha, da Regina e de tantas outras baianas.

É meter inveja a baiano que vive longe da 'Cidade da Bahia' —como Jorge Amado carinhosamente se referia à capital baiana.

É matar de inveja a quem não dispensava um acarajé, fosse da Ribeira, do Bomfim, do Relógio de São Pedro, da Praça da Piedade, da Praça da Sé, da Praça do Terreiro no Pelourinho, da Praça Castro Alves, do Campo Grande, da Barra, do Rio Vermelho, do Largo de Amaralina, da Praça da Pituba, da Boca do Rio, de Piatã, Itapuã, e também da beira da lagoa escura, aquela que é arrodeada de areia branca, a encantada e encantadora Lagoa do Abaeté. E de qualquer lugar, de qualquer praça, da frente de qualquer igreja ou terreiro de candomblé da também 'saborosa' São Salvador da Bahia.

O clipe acima conta a história bem-humorada e irreverente de um personagem viciado em acarajé.


BAIXE A MÚSICA BOCADA - www.simplesrap.com

FICHA TÉCNICA E CONTATOS

Direção: R. Santin

Roteiro: Banda Simples Rap'ortagem e R. Santin
Produção: Banda Simples Rap'ortagem e R. Santin
Câmeras: Danilo e R. Santin
Montagem: R. Santin
Efeitos Visuais: R. Santin

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Carmen Miranda & Dorival Caymmi: A preta do acarajé (1939). Composição de Caymmi.
Publicado no Youtube pelo

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Sacrilégio. Operação Acarajé na Lava-Jato

Segunda, 22 de fevereiro de 2016
Apelido para propina em dinheiro é que não faltará  no tabuleiro da baiana.
 Acarajé sendo preparado. Ou seria propina em dinheiro?

Todos os envolvidos na 23ª operação da Lava-Jato, denominada de Acarajé, deveriam pegar prisão perpétua. Como usar o nome ‘acarajé’ significando propina em dinheiro. Isso é um sacrilégio.

Que chamem de 'pixuleco', mas de acarajé, não.
Quer dizer que ao saborear um delicioso acarajé da Bahia estaria eu engolindo uma propina em dinheiro? Falta de respeito com o consumidor e com o ‘Santo’.
Cadeia neles!

Já já vai surgir outra operação, agora com o nome de 'Cocada'. Ou 'bolinho de estudante', a famosa punheta dos tabuleiros da baiana.

E qual seria a propina em dinheiro que valeria mais? A propina 'acarajé', ou a propina 'abará'?

Resultado de imagem para foto abará da bahia 
Abará

Resultado de imagem para foto punheta baiana 
Bolinho de estudante.
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O acarajé, a Odebrecht e a OAS; Se já dobramos a Fifa, vamos dobrar quem quer que seja!

Sexta, 6 de setembro de 2013
Leia abaixo o apelo feito pela Associação das Baianas de Acarajé (Abam)

Você deve lembrar da minha campanha pedindo para a Fifa liberar a venda de acarajés por baianas na Copa do Mundo. Pois aconteceu um novo absurdo: nós conseguimos a liberação para a Copa, mas não nos jogos normais da Arena Fonte Nova. 

A Odebrecht e a OAS Engenharia, que controlam a Fonte Nova Participações, proibiram que as baianas trabalhem nos dias normais. Por isso criei de novo um abaixo-assinado, agora endereçado a estas que estão entre as pessoas mais ricas da Bahia.

As baianas de acarajé são patrimônio imaterial reconhecido pelo Iphan e pelo Governo do Estado, e agora também pela Fifa graças à nossa campanha! Se dobramos a Fifa, vamos dobrar quem quer que seja!

Por favor, assine minha campanha. Precisamos chamar atenção do Brasil novamente para os absurdos que vivemos todos os dias em Salvador nas mãos de quem tem poder.

Espalhe o link também para seus amigos: www.change.org/baianasnafontenova

Muito obrigada!

Rita Santos
Presidente da Associação das Baianas de Acarajé (Abam)

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Fifa, deixa a baiana entrar

Sexta, 5 de abril de 2013
Taciano --

Conseguimos passar nossa mensagem! Levamos mais de 80 baianas para a frente da Fonte Nova e acabamos de entregar o abaixo-assinado com a sua e mais 16228 assinaturas direto à assessoria da Presidenta Dilma. Hoje de manhã foi a inauguração oficial da Arena Fonte Nova, aqui em Salvador. Algumas baianas estão aqui há mais de 40 anos e sempre venderam seu acarajé dentro do estádio. Porém, durante os jogos da Copa, fomos banidas do estádio pela Fifa.

Veja esta foto linda da nossa mobilização hoje de manhã.

Ainda falta entregar o abaixo-assinado para a Fifa, a verdadeira responsável por definir se teremos ou não espaço na Fonte Nova durante a Copa. A campanha continua, portanto. Vamos dobrar o número de assinaturas! Encaminhe este email para os seus amigos pedindo para eles assinarem: www.change.org/acaraje.

Foi emocionante ver as baianas unidas para defender nossos direitos. Mas só as nossas vozes não são suficientes, precisamos de assinaturas do Brasil inteiro para mostrar que vocês nos apoiam.

Vamos defender a cultura brasileira!

Obrigada,

Rita Santos
Presidente da Associação das Baianas de Acarajé (Abam)

sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu gosto é de acarajé. Quem gosta de panetone é o Arruda

Sábado, 23 de janeiro de 2010
Estou na Bahia. Morei muitos anos em Amaralina, eram 142 passos da areia da praia, cerca de 400 metros do Largo das Baianas. Bateu uma saudade, fui lá saborear um acarajé saindo do tacho. Um acarajé como deve ser comido, quente, puro, com no máximo um camarão, e, claro, com pimenta, para que se possa sentir o sabor do acarajé. Fui lá comer um acarajé, olhando o mar de Amaralina e recebendo no rosto a gostosa e refrescante brisa do mar.

E não é que lá encontrei ao redor da baiana do acarajé dois amigos dos meus tempos de Amaralina? Alegria por encontrar amigos que há mais de dez anos não sabia por onde andavam. Sabiam que moro em Brasília. Um deles foi logo sapecando, antes mesmo de que eu os visse, a frase “veio procurar penetone em tabuleiro de baiana?”. A resposta veio à queima-roupa, espontânea, um misto de raiva e de desabafo, não quanto aos meus queridos amigos, mas quanto à situação que infelicita Brasília.

- Eu gosto é de acarajé. Quem gosta de panetone é o Arruda.

A velha baiana, de quem normalmente compro acarajé e abará quando estou em Salvador, deu uma risadinha e deixou escapar: “Acarajé e abará”.

É, gosto de acarajé e abará. Arruda é que gosta de panetone. Se fosse demorar mais em Salvador iria providenciar um adesivo para o carro. A frase? “Eu gosto de acarajé. Quem gosta de panetone é o Arruda”. E um adesivo grande. Vocês que estão aí em Brasília é que talvez não tenham a idéia de como temos de ouvir comentários de pessoas que despertam para o fato de que a placa do carro é de Brasília. Tento me desligar por alguns dias do Panetonegate, mas não é que o Arruda vem aqui nessa Terra de Todos os Santos e de todos os Orixás me perseguir?

Nem precisava o contribuinte brasiliense pagar os milhões que está pagando à escola de samba Beija-Flor para divulgar Brasília nos 80 minutos de desfile no Sambódromo do Rio de Janeiro. Brasília está sendo divulgada pelas coisas, e que coisas, que aconteceram na política do Distrito Federal.

Obrigado, Arruda, pela divulgação de nossa cidade!