Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Quem precisa de cura? Os gays ou o preconceito?

Sexta, 13 de outubro de 2017
Quem precisa de cura? Os gays ou o preconceito?

Por meio do Instagram, a ex-cantora Gretchen saiu em defesa do filho transexual, Thammy Miranda, após o anúncio da liberação da liminar.

Politiquês/Reynaldo Rodrigues, Alô / Portal ContextoExato

Um dos assuntos que mais estiveram em alta durante o mês passado foi o projeto de lei que divide opiniões a respeito da “cura gay”. A Justiça Federal do Distrito Federal concedeu uma liminar que pode abrir brecha para que psicólogos tratem a homossexualidade como doença.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Ações contra norma que sustou regulamentação da lei anti-homofobia no DF terão rito abreviado

Sexta, 18 de agosto de 2017


Do STF
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), aplicou o rito abreviado previsto no artigo 12 da Lei 9.868/1999 ao trâmite das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) 5740 e 5744, ajuizadas contra norma que sustou regulamentação da lei anti-homofobia no Distrito Federal. A medida permite que o STF analise a matéria diretamente no mérito, sem prévia análise do pedido de liminar, tendo em vista a relevância da matéria e sua importância para a ordem social e segurança jurídica.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Fundamentalismo! Deputado quer revogar toda a legislação anti-homofobia aprovada em 2000 pela Câmara Legislativa

Quinta, 6 de julho de 2017
Deputado quer revogar toda a legislação anti-homofobia aprovada em 2000 pela Câmara Legislativa
Mais uma Adin
Por Ana Maria Campos-Correio Braziliense/Carlos Vieira/CB/D.A Press
Além do decreto legislativo que suspendeu os efeitos da regulamentação da lei anti-homofobia, o deputado Delmasso (Podemos) quer derrubar toda a legislação, aprovada em 2000 pela Câmara Legislativa. Ele apresentou um projeto de lei propondo a revogação da Lei 2.615/2000, de autoria dos então distritais Maninha e Rodrigo Rollemberg. A lei prevê punições administrativas para episódios de discriminação por causa da opção sexual.

Mais uma Adin

O PSB é o terceiro partido a entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade contra o decreto que sustou os efeitos da regulamentação da lei anti-homofobia. PT e PSol ajuizaram ações e, agora, o partido do governador apresentou questionamentos à Justiça. O GDF, por meio da Procuradoria-Geral do DF, também entrará com ação semelhante. O julgamento no Conselho Especial, entretanto, deve ser um só. 

Fonte: Blog do Sombra

terça-feira, 4 de julho de 2017

PSOL vai ao STF contra suspensão da Lei Anti-Homofobia no Distrito Federal

Terça, 4 de julho de 2017
Do Psol
PSOL vai ao STF contra suspensão da Lei Anti-Homofobia no Distrito Federal
O PSOL entra nessa terça-feira (04/06) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto legislativo que derrubou, no último dia 26, a Lei Anti-Homofobia do Distrito Federal.
A lei, de autoria da ex-deputada do PSOL Maria José Maninha, estabelece punições a estabelecimentos comerciais e órgãos públicos que cometerem LGBTfobia. Ela foi aprovada no dia 23 e revogada na Câmara Legislativa do DF no primeiro dia útil após a sua aprovação – e, absurdamente, um dia após a 20ª Parada LGBT do DF, que reuniu cerca de 15 mil pessoas em Brasília.
A articulação pela derrubada foi feita pela bancada fundamentalista da Câmara, sob a justificativa de que o Estado deve “proteger a família” – ou seja, com o absurdo argumento de que pessoas LGBTs ferem o conceito do que é uma família de verdade.
Para a autora da lei, Maninha, a derrubada da lei é um retrocesso brutal. “Uma situação tão aberrante que a Câmara se reuniu numa segunda, sem quórum qualificado, para votar um decreto legislativo a toque de caixa, interferindo numa decisão do Estado”.

terça-feira, 27 de junho de 2017

MPDF recebe representação pela manutenção da regulamentação da Lei Anti-Homofobia

Terça, 27 de junho de 2017

Do MPDF
imagem materiaA Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC) recebeu na tarde desta terça-feira, 27 de junho, representação de diversas entidades de defesa dos Direitos Humanos contra o decreto legislativo que derrubou a regulamentação da lei anti-homofobia. O pedido é para que o Ministério Público avalie medidas que possam ser adotadas para suspender o ato da Câmara Legislativa do DF (CLDF).

Entidades LGBT protestam contra derrubada de decreto anti-homofobia

Terça, 27 de junho de 2017

Da CLDF
Representantes de diversas entidades LGBT do Distrito Federal compareceram à Câmara Legislativa nesta terça-feira (27) para protestar contra a aprovação do projeto de decreto legislativo nº 300/2017, que susta os efeitos do decreto governamental que regulamenta a chamada Lei Anti-homofobia. O grupo de manifestantes recebeu apoio de parlamentares, e o deputado Ricardo Vale (PT) anunciou que irá apresentar outro PDL, que deverá ser submetido ao plenário, revogando a decisão.
"Tão logo seja publicado o texto do projeto sustando os efeitos do decreto governamental, eu entrarei com um PDL solicitando a revogação dessa decisão, que considero equivocada", explicou. O distrital criticou os colegas que votaram a favor da proposição, de autoria dos deputados Rodrigo Delmasso (Podemos), Bispo Renato Andrade (PR) e Julio Cesar (PRB), entre outros.
"Não devemos trazer temas religiosos para o Legislativo. O Estado é laico", declarou Ricardo Vale, fazendo críticas à bancada evangélica, que defendeu a inclusão da matéria na pauta da sessão itinerante do projeto Câmara em Movimento, realizada para debater questões ligadas ao setor produtivo, na última segunda-feira (26). "Devíamos estar evoluindo no respeito às diferenças e aos direitos humanos", completou.
A deputada Liliane Roriz (PTB) também se posicionou ao lado dos manifestantes e reforçou a ideia de apresentar uma proposição para revogar o PDL nº 300/2017. "Se até o papa Francisco respeita as pessoas LGBT, não é meia dúzia desta Casa que pode ir contra uma população inteira", argumentou. Ela fez questão de dizer que na sua família há gays e que sofrem com discriminação.
Liderança – O deputado Delmasso foi à tribuna para justificar o seu voto pela revogação do decreto e disse que seu embasamento foi "constitucional". Na interpretação do parlamentar, a Lei Anti-homofobia cria figuras jurídicas que somente poderiam ser estabelecidas pela União. "O governo não poderia regulamentar uma lei que contém inconstitucionalidades", ponderou Delmasso, que deve deixar a liderança do governo a partir de 1º de julho. Sobre esta questão, ele afirmou, porém, que continuará integrando a base do governo na Câmara Legislativa.
Marco Túlio Alencar - Coordenadoria de Comunicação Social