Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Chico Leite ataca aumento das passagens e cobra explicações do GDF sobre o repasse feito a empresas de ônibus

Quinta, 24 de setembro de 2015
Durante realização de debate no plenário da Câmara, o parlamentar cobrou maior fiscalização do GDF para com os serviços que são prestados pelas empresas responsáveis pelo transporte público na cidade
A Câmara Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), comissão geral para debater o aumento nas passagens de ônibus pelo Governo do Distrito Federal. Durante o evento, o deputado Chico Leite questionou o secretário de Mobilidade, Carlos Tomé, sobre a chamada tarifa técnica, ou seja, o repasse que é feito pelo governo às empresas responsáveis pelo transporte público no DF. “Eu preciso indagar das autoridades sobre como é feita a relação entre a tarifa técnica e a qualidade do serviço. Porque, quanto maior é a tarifa técnica, pior tem ficado o serviço”, questionou.
Fonte: Gabinete do deputado Chico Leite

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O Metrô/DF vai parar amanhã, quinta-feira (24/9)

Quarta, 23 de setembro de 2015
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Movimento Passe Livre fez novo ato em Brasília contra aumento das passagens de ônibus e metrô

Quarta, 23 de setembro de 2015
Da Agência Brasil
Integrantes do Movimento Passe Livre (MPL) fizeram hoje (22), em Brasília, mais uma manifestação contra o reajuste médio de 40% nas tarifas do transporte público no Distrito Federal (DF), que começou a valer no domingo (20).
O protesto começou por volta das 18h e durou uma hora e meia. Os manifestantes caminharam em volta da Rodoviária do Plano Piloto, na região central da cidade, e distribuíram planfetos contra o aumento.
A manifestação contra a medida foi a segunda em menos de uma semana. Na sexta-feira (18), o protesto terminou em confusão entre manifestantes e policiais militares. Dessa vez, não houve registros de confronto.
“Não vamos parar enquanto o governo não reduzir a passagem. A medida a afeta a população trabalhadora do Distrito Federal. O transporte coletivo está sucateado”, disse Raíssa Oliviera, uma das coordenadoras do MPL do Distrito Federal.
O reajuste nas passagens de ônibus e metrô no DF faz parte de uma série de medidas anunciadas semana passada pelo governo local para equilibrar as contas do governo local.
As tarifas que custavam R$ 1,50 passaram para R$ 2,25, as de R$ 2 para R$ 3, as de R$ 2,50 para R$ 3 e as de R$ 3 para R$ 4. A passagem do metrô, que custava R$ 3, passou para R$ 4 e não haverá mais descontos nos fins de semana e feriados.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

GDF mantém arrocho e Sinpro-DF convoca categoria para greve de quinta (24/9); contra o calote e desrespeito, professores e demais servidores vão à luta!

Terça, 22 de setembro de 2015
Do SINPRO-DF
Durante reunião realizada na noite desta segunda-feira (21), governo Rollemberg mantém a decisão de não pagar o que deve aos (às) professores (as), orientadores (as) educacionais e auxiliares administrativos da Secretaria de Estado de Educação (SEEDF). Representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) afirmaram que o DF não tem recursos financeiros para pagar os salários e direitos devidos.
Coordenada pelo secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização (Segad), Alexandre Lopes, e com a participação da Subsecretária de Relações do Trabalho e do Terceiro Setor, Mari Trindade, a negociação foi realizada por ramo de atividade e o da educação foi o último a ser recebido.
Mais uma vez o governo se reúne com lideranças sindicais para falar de dificuldades orçamentárias e financeiras, da falta de dinheiro e de um rol de impossibilidades que, supostamente, o impede de pagar direitos trabalhistas conquistados. Os representantes do GDF avisaram que não há recursos financeiros para pagar nem agora e nem depois a sexta e última parcela de reajuste do Plano de Carreira em curso (Lei nº 5.105/2013) e nem sequer propôs uma data para começar a pagar os salários já com o reajuste.
Avisaram que o governo não tem condição e nem previsão de data para pagar a pecúnia da licença-prêmio dos (as) récem-aposentados (as). Todavia, comprometeu-se a não deixá-la “cair” em exercício findo, o que, na avaliação da diretoria do Sinpro-DF, sinaliza para a predisposição de não pagar, em sua totalidade, em 2015.
Os representantes do governo afirmaram não haver perspectiva para o reajuste do auxílio-alimentação nem para regularização do pagamento do 13º salário e, ainda, que receiam não haver condições de pagar o salário de outubro em dia. Informaram que, para resolver essa situação, aguardam sinalização do governo federal em relação ao direito do GDF de receber recursos devidos à correção do Fundo Constitucional e compensação previdenciária,  somado à aprovação, pela CLDF, do pacote de choque encaminhado pelo governo.
Cleber Soares e Isabel Portuguez, diretores do Sinpro-DF na negociação, criticaram a falta de respeito do governo à direitos duramente conquistados e alertaram para o absurdo que é a transformação da licença-prêmio em licença-capacitação para uma categoria como a do magistério público do DF, cujos profissionais têm curso superior e 70% tem algum tipo de pós-graduação. Lembraram aos assessores do governador do processo histórico de conquista desse benefício. Informaram que o governo José Roberto Arruda também tentou subtrair esse direito e que os (as) profissionais do magistério, com sua mobilização, impediram qualquer modificação nessa conquista.
Os diretores do Sinpro-DF afirmaram que, na opinião da diretoria, mais do que uma demonstração de problema orçamentário e financeiro, o pacote de gestão significa que o governo Rollemberg não respeita a classe trabalhadora ao não respeitar direitos já conquistados, como é o caso da licença-prêmio, do reajuste do auxílio-alimentação e da sexta parcela do Plano de Carreira, dentre outros.
Soares e Portuguez lembraram que todos os governos eleitos do DF tentaram retirar direitos conquistados e impor regras prejudiciais aos (às) servidores (as) e aos serviços públicos no início de seus respectivos mandatos, porém, a categoria docente reagiu à altura e não permitiu nenhum ataque a seus direitos. Após esse duro diálogo, ficou sinalizada a possibilidade de uma nova reunião na segunda-feira (28).
A reunião desta segunda-feira (21) foi convocada pelo GDF. A princípio, era para ser realizada às 16h. Contudo, foi remarcada para as 19h mas , iniciando às 20h.
A diretoria do Sinpro-DF informa à categoria que esse discurso de falta de dinheiro é o mesmo que a categoria sempre ouviu de todos os governos anteriores que iniciaram mandato logo após as eleições e lembra que o que garantiu os avanços e impediu a categoria de ficar presa a esse discurso foi a luta em defesa dos direitos existentes e para conquistar novos.
Contra esse pacote, está prevista uma paralisação de 24h, em 24 de setembro. A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca toda a categoria para participar do ato público na Praça do Buriti, às 10h, nesta quinta-feira (24) e paralisar suas atividades laborais por 24h em sinal de protesto contra a política de arrocho salarial e de afronta a direitos que o  governo Rollemberg tenta implantar.
Contra o calote e desrespeito, vamos à luta!

sábado, 19 de setembro de 2015

Algumas imagens dos protestos contra o aumento de tarifas de ônibus anunciado pelo governo Rollemberg

Sábado, 19 de setembro de 2015
Fotos do confronto entre manifestantes do Passe Livre e a PM do Distrito Federal, ontem (18/9), na Rodoviária do Plano Piloto de Brasília. Imagens da Agência Brasil.


Policiais e integrantes do Movimento Passe Livre entram em confronto em Brasília

Sexta, 18 de setembro de 2015
Da Agência Brasil

Estudantes e ativistas entram em confronto com a Polícia Militar durante protesto contra o aumento das tarifas de ônibus e do Metrô na rodoviária do Plano Piloto, em Brasília (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)



Estudantes e ativistas entram em confronto com a Polícia Militar do Distrito Federal durante protesto contra o aumento das tarifas de ônibus e do metrô na Rodoviária do Plano Piloto —Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil


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Policiais militares e manifestantes do Movimento Passe Livre (MPL) entraram em confronto nesta sexta-feira (18) à noite, em Brasília, durante protesto contra o aumento nas passagens de ônibus e do Metrô do Distrito Federal, anunciado nesta semana pelo governo local.
A confusão começou na estação do metrô, no subsolo da Rodoviária do Plano Piloto, região central da cidade, quando os manifestantes anunciaram que iriam pular a catraca de acesso à estação. Os policiais usaram spray de pimenta e, em seguida, fizeram uma barreira em frente a escadaria que dá acesso à estação para dispersar o grupo.
Os manifestantes portavam placas com frases a favor da tarifa zero. Reunidos em frente à escadaria do metrô, eles jogaram pedaços de madeira na direção dos policiais e utilizaram as placas como escudo nos momentos de confronto. A polícia revidou com spray de pimenta, dispersando definitivamente o grupo às 20h30.
O protesto começou mais cedo. Com palavras de ordem contra o aumento das passagens, os manifestantes fecharam por cerca de uma hora o Eixo Monumental, uma das principais vias da cidade.
“A gente não tem condições de pagar essa passagem absurda. A população tem de decidir sobre o transporte que ela usa e o preço justo que tem de pagar”, disse Raíssa Oliveira, integrante do MPL.
Os manifestantes anunciaram que seguiriam para o Palácio do Buriti, sede do governo do DF, mas desistiram e voltaram para a rodoviária.
O governo anunciou terça-feira (15) o aumento das passagens de ônibus e metrô - que chegarão até R$ 4 -, como uma das medidas para resolver a crise financeira pela qual passa o Distrito Federal.
De acordo com a Polícia Militar, uma pessoa foi presa por portar coquetel molho, segundo a MP.
No fim da noite, o Governo do Distrito Federal divulgou nota, lamentando o confronto. Segundo o governo, houve tentativa de negociação, "mas manifestantes continuaram a tentar invadir as instalações do metrô". "Nesse momento, foi necessário o uso da força não letal", concluiu o texto.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Greve: Após "pacote de maldades" de Rollemberg, SindSaúde deve paralisar 23 mil servidores no DF

Quarta, 16 de setembro de 2015  
Principal reivindicação é pagamento de reajuste salarial garantido em lei

SindSaúde - 16/09/2015

Após a confirmação de que não conseguirá cumprir a lei e honrar o reajuste salarial dos servidores no DF, o SindSaúde decidiu convocar os servidores da saúde para uma assembleia-geral com indicativo de greve no próximo dia 30 (quarta-feira), às 10h, no estacionamento do ambulatório do Hospital de Base. A afirmação é da presidente da entidade, Marli Rodrigues.

Os macacos mortos pela febre amarela e o destino incerto do DF

Quarta, 16 de setembro de 2015
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Comentário ouvido hoje (16/9) pela manhã num boteco do Gama, DF:
— Depois que a Secretaria de Saúde confirmou que três macacos na Ceilândia morreram de febre amarela, estou com medo do DF todo acabar morrendo. Nas últimas eleições o Rollemberg ganhou, mas agora é o Distrito Federal que está morrendo dessa febre amarela dele [cor do PSB, partido do governador].
Coitado do resistente Miguel Arraes, deve estar se contorcendo todo em sua cova. Seu partido servindo até de piada.

Pixuleco, Pixuleca e Rodrigão juntos?

Quarta, 16 de setembro de 2015
Qualquer dia desses poderemos ver pelas ruas de Brasília um trio infernal desfilando de mãos dadas: Pixuleco, Pixuleca e o Rodrigão, aquele bonecão que estava em todas as festas, mas que chegando ao Buriti resolveu sacanear com todo mundo. Com todo mundo, não. Com o povo.
 

CUT Brasília repudia golpe contra trabalhadores

Quarta, 16 de setembro de 2015
Da CUT Brasília
Quase que concomitantemente, os governos federal e do DF anunciaram medidas drásticas de ajuste de suas contas, que envolvem calotes nos servidores, cortes de investimentos, elevação ou recriação de impostos para cobrir o déficit de caixa, prejudicando assalariados e produtores agrícolas. São medidas neoliberais, conservadoras, que acirram a recessão e o retrocesso.

Rollemberg, os bichinhos do Zoológico e as feras do Buriti

Quarta, 16 de setembro de 2015
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O governador Rollemberg aumentou a entrada no zoológico de R$2 para R$10 (vamos ser socialistas assim lá na toca do urso).
Ele prefere as feras famintas que moram no Buriti. Aquelas que ficam excitadas com aumentos de impostos, ônibus, metrô, com tudo que possam arrancar do povo.

“O golpe é contra os trabalhadores"; Governos federal e distrital penalizam trabalhadores com pacote de medidas, diz o Sinpro-DF

Quarta, 16 de setembro de 2015
Do Sinpro-DF
O surrado argumento da falta de dinheiro em caixa levou o governador Rollemberg a confirmar, nesta terça-feira (15/9), que não vai pagar os reajustes salariais ao funcionalismo previstos para incidirem na folha de pagamentos de setembro, paga no início de outubro. Segundo declarações dadas à imprensa, os aumentos serão suspensos neste ano e passarão a valer apenas a partir de 2016. A medida atinge cerca de 32 categorias profissionais.
Mesmo argumentando a escassez de dinheiro, o GDF ainda precisa encontrar uma solução jurídica, já que os reajustes estão previstos em leis aprovadas pela Câmara Legislativa. Essas leis foram questionadas pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e consideradas válidas pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF, com um placar de 17 a zero.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF entende que o que não se pode é responsabilizar os servidores, pois estão trabalhando, prestando serviços à população. “Portanto, têm que receber aquilo que lhes é devido. Há uma lei que prevê este reajuste e o pagamento desta última parcela. Isso foi fruto de muita luta e de uma greve que durou 52 dias, e não cabe agora ao GDF transferir essa responsabilidade e punir os servidores. Não há acordo da nossa parte. Nós queremos o nosso reajuste. Se o problema já vinha se arrastando, caberia ao governo ter estabelecido uma mesa de negociação há bastante tempo para buscarmos alternativas. A alternativa agora é pagar o reajuste, pois o prazo está esgotado”, destacou a diretora Rosilene Corrêa em entrevista a uma emissora de TV local.  “O governo, ao tomar uma decisão como essa, está colocando em risco a prestação de serviços e pode gerar um caos no Distrito Federal”, advertiu.
Ainda de acordo com a diretoria colegiada do Sinpro-DF, o Fórum em Defesa do Serviço Público, coordenado pela CUT Brasília, disse que compete ao governo Rollemberg encontrar uma saída para a situação.
No âmbito federal, a equipe econômica apresentou o pacote de ajuste fiscal ontem (14/9). Uma das medidas é a volta da CPMF, com a qual a equipe econômica pretende garantir R$ 32 bilhões. O projeto de criar uma alíquota de 0,2% sobre movimentações financeiras depende da aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), que, por alterar a Constituição, precisa de um apoio maior do que propostas comuns que tramitam no parlamento. É necessário o aval de 49 dos 81 senadores e de 308 dos 513 deputados. Embora taxe os mais ricos, esta medida atinge a todos, indiscriminadamente. Quer dizer, atinge também a classe trabalhadora que, nos últimos anos, estava ascendendo e entrando nessa nova classe média – ainda em consolidação. A taxação deveria ser sobre quem ganha mais, sobre as grandes fortunas, como ocorre em países do primeiro mundo, onde as alíquotas de imposto de renda chegam a 45%, enquanto que no Brasil os grandes empresários detentores da maior parte da renda e do capital pagam o mesmo que um trabalhador.