Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 1 de julho de 2017

Bois e Homens: atualidade do pensamento de Leonel Brizola (13 anos depois da sua morte) na crise brasileira em dias de Temer, Aécio, Renan, Lula, FHC…

Sábado, 1º de julho de 2017
Temer com Gilmar: conversas sem agenda em Brasília…

…e Brizola:pensamento segue vivo 13 anos
depois da partida.



ARTIGO DA SEMANA
Presença de Brizola: 13 anos sem ele em dias de Temer, Aécio, Lula, FHC…
Vitor Hugo Soares
“Venho e volto do campo e os bois são os mesmos: não mudam de caráter. Já os homens…”
(Leonel Brizola, ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul – um dos principais e mais polêmicos líderes políticos de seu tempo – que partiu há 13 anos, em 21 de junho de 2004. Pensamento e memória atuais e presentes em dias de Michel Temer, Aécio Neves, Lula, FHC, Gilmar Mendes, Renan Calheiros… e muita gente mais, ainda submersa, quanto aos seus verdadeiros papéis na barafunda da crise política e moral, ao lado da incerteza econômica que se aprofunda a olhos vistos. A ponto do ministro Henrique Meireles retomar, esta semana, o discurso de criação de novos impostos para tapar buracos fiscais.)

Enquanto o duro vai não vai, como no “Piston de Gafieira”, de Billy Blanco, o jornalista, de seu posto de observação à beira da Baia de Todos os Santos, verifica e anota o estranho nervosismo em expansão. A começar pela inquietante movimentação em Brasília: nos palácios do governo Temer, que mais parecem cenários dos filmes de assombração com Lon Channey, o homem das mil caras, na era do cinema mudo.

sábado, 10 de junho de 2017

Maioria do TSE salva Temer mas relator Herman Benjamin mostra ao País como “manada de elefantes da Odebrecht” corrompeu eleições presidenciais de 2014

Sábado, 10 de junho de 2017
Do Blog Bahia em Pauta
Herman Benjamin: infatigável na busca das provas e da verdade…


..Marcelo e Emílio: condutores da “manada de elefantes da Odebrecht”


ARTIGO DA SEMANA

Do TSE à Papuda: elefantes e fios desencapados em Brasília

Vitor Hugo Soaresjornalista, editor do site blog Bahia em Pauta.
“O pau que bate em Chico deve bater também em Francisco”, proclama o ministro-relator, Herman Benjamin, escandindo calmamente cada palavra, com destreza de hábil esgrimistas verbal, apesar da rouquidão causada pela gripe inclemente que o ataca há dias, além de adversários explícitos ou mal disfarçado à sua volta, que o interrompem a cada instante para levá-lo à exaustão. Ou fazê-lo fraquejar na apresentação de indícios, provas e argumentos na relatoria do processo, sem precedentes na história da justiça eleitoral brasileira, pedindo a cassação da chapa Dilma (PT)-Temer (PMDB), nas presidenciais de 2014. O ex-vice, agora encastelado no poder, balança, mas faz das tripas coração para não desabar e recebe sinais de que as manobras parecem dar resultados, a deduzir pela decisão da maioria dos julgadores (4 a 3) de retirar do processo as provas arrasadoras da delação da Odebrecht e dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura.
Sem gritos, sem chiliques, sem presepadas (para usar uma expressão típica do baianês), Benjamin protesta. E cita o ministro Gilmar Mendes, sentado ao seu lado, na presidência do julgamento transcendente. “Essa ação não poderia existir sem a inclusão da matriarca chefe dessa manada de elefantes predadores das savana, que é a Odebrecht”. E relata com fatos, gráficos e depoimentos, longos anos ininterruptos de atuação corrupta e corruptora do mega-império do setor privado, em amplo e irrestrito conluio com governos, políticos, gente de altos e baixos escalões do poder público, como vai ficando cada dia mais flagrante para a sociedade brasileira, e para o mundo, nestes dias temerários de circulantes malas recheadas de propinas, ou a título de régias “aposentadorias” pagos aos donos do poder, para quando a queda acontecer, se acontecer.

sábado, 3 de junho de 2017

O rictus de Michel Temer, um morto político ambulante

Sábado, 3 de junho de 2017
O riso de Temer na foto é o que se poderia chamar, classicamente, de rictus, a expressão de riso dos cadáveres. Não é mesmo? Temer é um morto político ambulante, que ri sabe-se lá de que.

(Do excelente jornalista Vítor Hugo, editor do Blog Bahia em Pauta, hoje (3/6), complementando a observação de leitora do seu artigo deste sábado, no espaço de comentários, de que o presidente na foto não sorria, mas fazia careta. Vítor acertou na mosca. Mais uma vez foi genial.)


Imagine se Vítor Hugo comentasse o rictus da imagem abaixo.