Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador audiência pública. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador audiência pública. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de outubro de 2015

Fotos da Praça do Cine Itapuã — I

Domingo, 25 de outubro de 2015
Dê um clique nas imagens para ampliá-las. Fotos: Taciano/ Blog Gama Livre

Qual a sala de cinema de Brasília que se pode encontrar isso ao se deixar o recinto?


Este aí não é nenhum dos coqueiros da praia de Itapuã, do mar e areia que tanto frequentei quando morava em Salvador, Bahia. Mas que dá um toque de charme à Praça, dá. https://youtu.be/lG_3-nr9pQ0

Na frente do Centro Cultural Itapuã, a bela flor e a escultura em homenagem a um dos mais famosos poetas do repente, e pioneiro do Gama: Lourival Batista.


Tem muitos anos que o joão de barro sempre espia da porta da sua casa, no alto de uma árvore na frente do Cine Itapuã, se os homens cá de baixo resolveram de fato revitalizar o Centro Cultural e a Praça que é do povo. Ele, o joão de barro, fez a porta de sua casa voltada para o cinema, talvez para vigiar melhor.

O Centro Cultural Itapuã à direita da foto e a praça a sua frente.

Um pequeno retrato do abandono do Estado pelo Centro Cultural Itapuã. Marquise com infiltrações de água, mofada, e a base aberta de uma ex-luminária. Aí podem ser vistos pardais entrando e saindo durante todo dia.

Neste coreto da Praça do Cine Itapuã, projeto do arquiteto  mundialmente famoso, Oscar Niemeyer, a população do Gama já participou de milhares de atividades culturais e cívicas, inclusive de comícios pelas Diretas Já. Hoje o espaço permanece abandonado e pichado, mas resiste ao tempo e a insensatez dos governantes.


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

CLDF realizará audiência pública para debater a revitalização do Cine Itapuã. Será no dia 21 de outubro no auditório do Colégio do Gama (CG)

Sexta, 2 de outubro de 2015
Fotos: arquivo Gama Livre
O debate sobre a revitalização do Centro Cultural Itapuã será a partir das 19 horas no auditório de um outro ícone da cidade. O velho e querido CG, Colégio do Gama, o CEM 01.
Tomara que desta vez o esforço para revitalizar o Centro Cultural Itapuã não morra ao se encerrar a audiência pública. Até aqui, a coisa tem sido assim. Vem governador, um magote de distritais e demagogos que fazem promessas de amor e de felicidade eterna mas, na outra semana o velho Cine Itapuã vai perdendo mais um pedaço da sua história, como todo amor esquecido. Sendo dilacerado pela insensibilidade, perversidade, e em alguns casos, talvez, por interesses que só um filme de gangster poderia revelar.
Mais do que um prédio, o Cine Itapuã faz parte da história dos gamenses, mas só daqueles que realmente amam a cidade. Já houve mil e uma promessas, mil e um discursos, mil e uma embromações. Vamos ver se desta audiência pública a ser realizada no próximo dia 21 de outubro sai um filme de final feliz. Não queremos suspense.
A audiência pública sobre a revitalização do Centro Cultural Itapuã foi de iniciativa dos deputados distritais Wasny de Roure, Ricardo Vale e Chico Leite. Os dois primeiros do PT. O último recém chegado à Rede, mas antigo integrante das hostes petistas.

Dê um clique sobre a imagem para ampliá-la.
Memória sobre a via Crucis do Cine Itapuã:

Um filme de terror. Ou de tragédia



**** 


**** 


****



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CLDF realizou Audiência Pública no Gama

Quinta, 1º de outubro de 2015

De pé, Ana Maria, sentados Maria Antônia, Pr Delmasso, Ricardo Lins e o
Major Edelmo Oliveira Nunes
CLDF realizou Audiência Pública no Gama para a implantação do CAPS 1 na cidade.

Do Gama
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho
Em Animus Narrandi
 
O auditório do Centro de Ensino Especial do Gama, recebeu uma seleta platéia para participar de uma Audiência Pública da Câmara Legislativa do Distrito Federal, CLDF, na noite desta quarta-feira (30). A palavra "seleta" está sendo utilizada neste caso, porque ficou evidente que a absoluta maioria das pessoas presentes, parece que foram selecionadas a dedo, tamanha a demonstração de apoio dada a administradora da cidade.
 
A reunião foi repleta de fatos curiosos, a começar pela divulgação da mesma que, na opinião de alguns participantes, ficou à desejar. O professor e morador da cidade Dagildo, foi um dos que questionaram a pouca divulgação do evento, afirmando que a população do Gama não estava representada naquele local para debater o tema da reunião, a implantação do Centro de Apoio Psicossocial, CAPS, classificando a platéia de "marcada". A sua intervenção provocou uma reação imediata do público que o vaiou insistentemente, interrompendo-o várias vezes.
 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Debates do PDOT defendem manutenção das áreas rurais

Quinta, 5 de abril de 2012
Da CLDF
Foto: Rinaldo Morelli/CLDF

Debates do PDOT defendem manutenção das áreas rurais
Na quarta e última audiência pública de atualização do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT), ficou evidente a defesa acirrada de comunidades de Sobradinho I e II, Planaltina, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e Itapoã, em favor da manutenção da condição rural de núcleos como Euler Paranhos, Aguilhada e Manga Larga, entre outros.

Na abertura dos trabalhos, o deputado Rôney Nemer (PMDB), que presidiu a audiência, esclareceu que a revisão do PDOT é pontual, circunscrevendo-se aos 52 dispositivos declarados inconstitucionais pela Justiça, não existindo a possibilidade de introdução de matéria nova [grifo do Gama Livre]. Mas afirmou que a Casa continua a receber as sugestões de mudanças propostas pela comunidade. 

O deputado Cláudio Abrantes (PPS), presidente da Comissão de Assuntos Fundiários, reforçou esse aspecto [grifo do Gama Livre], esclarecendo, ainda, que as audiências foram realizadas a fim de democratizar os debates, ouvindo as comunidades. Avisou, também, que mesmo sem a tramitação  em regime de urgência, os deputados estão trabalhando para que isso aconteça, de forma mais rápida possível.

Para a deputada Arlete Sampaio (PT), o PDOT atual foi concebido sob a ótica da especulação e que muitos dos problemas existentes não poderão ser equacionados,  vez que cabe à Casa, nesse momento, apenas "preencher os vazios" dos dispositivos declarados inconstitucionais. Como solução para os impasses, Arlete propôs a realização de um pacto com o governo para deter a especulação imobiliária das áreas rurais até a próxima revisão do PDOT, em 2014 [grifo do Gama Livre].

Pressões e diálogo - Mesmo reconhecendo os limites impostos  nesta proposta de atualização do PDOT, o deputado Wasny de Roure (PT) lembrou que a votação da última versão do plano foi motivo de constrangimento para a Casa, mas que as pressões e os problemas continuam desafiando soluções rápidas e consistentes com a realidade. Frisou, também, que o diálogo com a população é fundamental para "compatibilizar os interesses com as possibilidades".

Também o deputado Dr. Michel (PSL) defendeu que é preciso se mudar o discurso atual, pois todos prometem as esperadas regularizações, que nunca acontecem.  Disse que está pronto a contribuir para concretizar as "justas aspirações daqueles que não querem nada mais do que ver seus direitos reconhecidos e respeitados".

O compromisso de ouvir e ajudar a encaminhar soluções para os problemas foi feito pelo deputado Aylton Gomes (PR), lembrando sua experiência como administrador regional de Planaltina, quando muitas vezes se sentiu engessado pela lei, mesmo reconhecendo as justas necessidades e reivindicações das comunidades.     

Por Donalva Caixeta Marinho - Coordenadoria de Comunicação Social da CLDF

 Leia ainda: Produtores querem continuar sendo "da roça"

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Guerra por controle remoto: conheça os fabricantes

Quarta, 23 de novembro de 2011
Da Pública Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo

Dez anos depois do primeiro ataque aéreo realizado por um avião sem tripulantes, representantes das empresas que os fabricam reúnem em Londres
Por Chris Wood, do Bureau of Investigative Journalism
O general da reserva dos EUA Kenneth Israel tinha pouco tempo para um punhado de manifestantes contra aviões não tripulados que se reuniam do lado de fora de um hotel luxuoso em Londres. Lá dentro, acontecia uma conferencia do setor que fabrica essas armas. Onde, perguntou ele, estão os protestos contra as armas que matam soldados aliados todos os dias nos fronts de guerra?

“Onde está a moral em usar indiscriminadamente bombas caseiras? Vocês acham isso uma guerra justa? Até hoje nenhuma matéria foi escrita sobre a mortalidade das bombas caseiras”, ele disse ao Bureau of Investigative Journalism, parceiro da Pública. “Os aviões sem tripulantes são tão imorais quanto as bombas caseiras que estão sendo usadas regiões onde, no final, civis acabarão perdendo suas vidas”.

Ex-subsecretário de defesa dos Estados Unidos, Israel agora ocupa o cargo de vice-presidente da empresa de armamentos Lockheed Martin, onde desenvolve projetos secretos.

Ele esteve em Londres em meados de novembro para presidir uma conferência sobre veículos não tripulados – os famosos aviões de ataque por controle remoto.

Dez anos atrás o primeiro ataque aéreo controlado remotamente era acertava o Afeganistão. A data precisa ainda é um segredo de estado, já que o ataque foi conduzido pela CIA. Mas provavelmente o alvo era Mullah Akhund, o número três do Talibã, atacado por uma aeronave do tipo por volta do dia 8 de novembro de 2001. Akhund sobreviveu, mas outros morreram.

Uma arma decisiva
Na última década aviões sem tripulantes se tornaram a arma decisiva na guerra contra o terrorismo.

Mas até hoje não se sabe precisamente quantas pessoas foram mortas por esse tipo de ataque. Uma investigação feita pelo Bureau descobriu pelo menos 2.300 mortos por ataques comandados pela CIA somente no Paquistão.

Leia a íntegra de "Guerra por controle remoto: conheça os fabricantes"

domingo, 8 de novembro de 2009

Deixem também em paz o verde do Gama

Domingo, 8 de novembro

"Deixem em paz o verde de Brasília". Este é o título de editorial de hoje do Correio Braziliense, que logo no início traz que “Às vésperas de completar 50 anos, Brasília é surpreendida com o debate de propostas que, levada a cabo, institucionalizará o vale tudo”. O editorial critica a destruição de áreas verdes das pontas de quadras comerciais no Plano Piloto, isso por conta de estacionamentos “provisórios”.
O que dizer então da destruição das áreas verdes, mas não só aquelas de pontas de quadras comerciais e residenciais do Gama, mas sim de praticamente todas as que existem na cidade. E pior, no Gama a destruição pretendida é definitiva, não é provisória como a do Plano Piloto. Uma proposta que o governo do DF teve o desplante de querer ver aprovada, mesmo que numa audiência sem ampla divulgação e de modo sorrateiro? Ainda bem que no Gama está crescendo o movimento para que se deixe em paz o verde da cidade.
Leia postagem anterior sobre a audiência pública realizada em 30 de outubro deste ano na Administração Regional do Gama

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ecos da audiência pública que pretendia aprovar a destruição de mais áreas verdes do Gama

Quarta, 4 de novembro de 2009
Qual o interesse de determinado deputado distrital do Gama mobilizar, inclusive em seu site, sua base eleitoral para pressionar, em audiência pública do último dia 30, na Administração Regional do Gama, pela aprovação da proposta do governo Arruda de destruir mais 11 e meio hectares de áreas públicas verdes e pontas de quadras da cidade? Nem sequer ele é, pelo menos oficialmente, aliado do governador. Ainda bem que não houve muito interesse de sua base em responder ao chamamento do parlamentar e a maioria do público presente na audiência se manifestou contra a proposta prejudicial à cidade. Alguns eleitores desse deputado distrital têm manifestado sua estranheza com o apelo feito pelo parlamentar.
Veja postagens sobre a audiência pública da última sexta-feira, 30 de outubro:

domingo, 1 de novembro de 2009

População do Gama contra a destruição de mais áreas verdes da cidade

Domingo, 1 de novembro de 2009

Foto: gamalivre.com.br
Parte do público, ainda no início da audiência.

Teve início a mais vigorosa, mas pacífica, reação dos moradores do Gama a mais um estupro que desejam cometer contra o bom projeto urbanístico da cidade. A audiência pública (a convocação foi quase que secreta, pois publicada somente em páginas perdidas do DODF)  realizada na última sexta-feira à noite (30/10) na Administração Regional para discutir a proposta de destruição de mais de 11 hectares de áreas verdes da cidade teve grande participação popular. Quase todos os moradores que se manifestaram foram pela rejeição da inconveniente proposta. Houve, contudo, momentos de tensão entre os moradores que defendiam a rejeição do projeto e uma pequena minoria a favor da destruição. Uma mãe de família, que se posicionou contra a destruição das áreas, chegou a ser agredida fisicamente. Agressão maior, e também não menos covarde, contudo, é a que o governo do DF quer praticar contra a cidade.
O grupo minoritário, ao qual pertencia os agressores da mãe de família, é liderado por um deputado distrital que, inclusive, convocou o grupo a participar da audiência para tentar garantir a aceitação do projeto do governo do DF.

O Gama Reage XV

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
Alfredo Braga criticou como o governo vem tratando o Gama e lembrou a recente criação da lei 780 de 2008, a que doa mais de 700 áreas verdes e passagens de pedestres da cidade. Definiu tal lei como arbitrária, imunda, inconstitucional.
Ao pedir a rejeição do novo projeto de destruição de mais de 11 hectares de espaços verdes do gama, lembrou de quando esteve com uma comissão de moradores no Buritinga e o secretário de Habitação afirmou que iria doar todos os lotes do Gama.

O Gama Reage XIV

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
O advogado José Adilson criticou a falta de publicidade para a audiência pública e lembrou que para a Lei 780 de 2008, aquela que decretou a destruição de mais de 700 áreas verdes do Gama, não houve sequer audiência. Afirmou que ao interessar a divulgação ao governo, ocorre ampla publicidade em rádio, jornais, faixas, planfletos. Mas para determinadas audiências públicas, como a da última sexta-feira, nenhuma ou quase nenhuma publicidade ocorre. Afirmou ainda o advogado que na próxima semana a Lei 780/2008 deve ter sua declaração de inconstitucionalidade decretada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

O Gama Reage XIII

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
Ebenezer Aquino afirmou, quanto aos direitos dos moradores, que "o Gama tem de aprender a dizer não, o gama tem que aprende a ir pra rua".

O Gama Reage XII

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
O advogado Elmiro Júnior criticou o projeto em discussão e também a maneira como são convocadas as audiências  públicas no Distrito Federal

O Gama Reage XI

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
O professor Tácio criticou o projeto de destruição dos espaços verdes da cidade, o abandono das escolas públicas e a manipulação feita pelo governo ao ouvir a opinião dos habitantes da cidade em projetos de interesse de toda a comunidade.

O Gama Reage X

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
Milton Carlos, diretor do Conselho Comunitário do Setor Norte do Gama, depois de criticar a quase nenhuma divulgação da audiência pública, bem como o dia, uma sexta-feira, e o horário, à noite:
"A Administração não esperava que comparecesse tanta gente. Parecia até que não queriam ouvir o Gama. Mas vão ouvir e vão engolir"
"Agora querem tomar o verde, o pouco verde que nós temos nessa cidade. Por que o governo não implanta o Parque Urbano? Por quê? O governo não está interessado no meio ambiente. O governo está interessado simplesmente em fazer as coisas na calada da noite. E querem nos empurrar goela abaixo. Mas nós vamos dizer não!"

O Gama Reage IX

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
Formiga, líder comunitário, ao criticar o projeto que visa destruir mais de 11 hectares de áreas verdes do Gama:
"Se nós ocuparmos aquelas pontas de quadras os nossos filhos, os nossos netos, vão chamar a gente de irresponsáveis"

O Gama Reage VIII

Domingo, 1 de novembro de 2009
Imagem: gamalivre.com.br
Amanda defendeu o projeto urbanístico de sua cidade.

"Se depender de mim eu vou lutar pelo verde"
"A gente tem que defender o verde da nossa cidade"
"A nossa cidade não tem o engarrafamento que tem em outras cidades"
"O trânsito da nossa rua vai parar"

O Gama Reage VII

Domingo, 1 de novembro de 2009

Imagem: gamalivre.com.br

Arquiteto e Urbanista Ariomar Nogueira na audiência pública de 30 de outubro
Ariomar Nogueira, arquiteto e urbanista, morador do Gama há mais de 40 anos, quando discursava pela rejeição do projeto do governo que pretende destruir mais de 11 hectares de praças, pontas de quadras, e áreas verdes da cidade do Gama.
O arquito afirmou que a primeira coisa que o governo do DF deveria fazer era desenvolver projetos e ações para revitalizar a cidade nas condições sócio-cultural, ambiental, urbanístico e nos aspectos que melhore o fluxo de veículos, “e não jogar lote na cidade” sem qualquer estudo do impacto que isso provoca à cidade.
Lembrou Ariomar ainda que o governo do Distrito Federal está indo contra o movimento que acontece em todas as grandes cidades civilizadas. “Enquanto as capitais civilizadas do mundo estão desapropriando bairros inteiros para se colocar parques, jardins e praças, aqui se faz o contrário, demonstrando um governo sem comprometimento com o povo”, arrematou ele.
O arquiteto leu o texto da queixa que registrou nas duas delegacias da cidade, a 14ª e a 20ª delegacia de polícia, contra a audiência pública de sexta-feira e contra o projeto. As queixas serão encaminhadas pelos delegados à Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, que deverá tomar as providências cabíveis.

O Gama Reage VI

Domingo, 1 de novembro de 2009

Imagem: gamalivre.com.br
Auditório da Administração Regional do Gama quando a comunidade do Gama rejeitou, sexta-feira, projeto do Executivo para destruir mais de 11 hectares de áreas verdes do Gama.

O Gama Reage V

Domingo, 1 de novembro de 2009

Imagem: gamalivre.com.br
Auditório da Administração Regional do Gama quando da audiência pública de sexta-feira para discutir o projeto do governo do DF que destrói mais áreas verdes da cidade. A comunidade rejeitou o projeto.

O Gama Reage IV

Domingo, 1 de novembro de 2009
 
Imagem retira de filme: gamalivre.com.br
Mais uma vista do auditório da Administração Regional do Gama quando da audiência pública de sexta-feira para discutir o projeto do governo do DF que destrói mais áreas verdes da cidade.