Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 12 de agosto de 2017

Mobilidade: Bye bye, VLT do Aeroporto

Sábado, 12 de agosto de 2017Do Blog Brasília, por Chico Sant'AnnaDo governo Arruda, aos dias de hoje, a Estrada Parque Aeroporto recebe a quarta reforma.

Texto e fotos por Chico Sant’Anna
O Brasiliense vai voltar a viver transtornos no trânsito. Além da Saída Norte, onde são executadas as obras do Trecho de Triagem Norte – TTN, dentro de poucos dias, a Saída Sul também vai ganhar obras e colocar em xeque, por um período de um ano, a paciência dos motoristas. Três anos depois do GDF entregar a Estrada Parque Aeroporto, para receber o trânsito do BRT, a via volta a ser alvo de novas ampliações. Uma nova faixa será construída de cada lado da EPAR, rodovia DF-47, de forma a permitir o tráfego dos ônibus do BRT até o Aeroporto, sepultando de vez o projeto de interligar o terminal ao Plano Piloto com os modernos bondes elétricos do VLT.
A Epar perdeu, em 2014, uma alameda de Sibipirunas, plantadas na década de 1960, para dar lugar a via co BRT. 

O abandono em definitivo da opção do VLT, pelo governo Rollemberg, já havia sido antecipado por esse blog em junho de 2016. (Leia: BRT toma lugar do VLT do Aeroporto. Balão será reformado de novo).

Sem dinheiro para dar prosseguimento aos projetos de mobilidade urbana idealizado por ocasião da Copa do Mundo e com a pressão da InfrAmérica em dotar o aeroporto de Brasília de mais opções de transporte coletivo, o GDF optou pela ligação via ônibus do tipo BRT. Essa decisão reforça ainda mais a inclinação do GDF por soluções rodoviaristas – priorização por alargar estradas e construir pontes e viadutos – em detrimento de um transporte sobre trilhos. 

Memória

Para a Copa do Mundo, um túnel foi construído sob o Bambolê da Dona Sarah, a um custo de R$ 53 milhões. Uma verdadeira hecatombe ambiental naquele que era o principal cartão de visita de Brasília. Além disso, em 2012, com o abandono do VLT para o Aeroporto, o governo Federal repassou R$ 100 milhões para as adaptações requeridas pelo BRT. A medida resultou ainda na eliminação do canteiro central da EPAR, onde existia uma alameda com 70 Sibipirunas, plantadas na década de 60.

domingo, 18 de junho de 2017

Documentação incompleta faz GDF perder R$ 415 milhões para transporte

Domingo, 18 e junho de 2017
Do Blog do Sombra
Documentação incompleta faz GDF perder R$ 415 milhões para transporte
Ministério das Cidades afirma que GDF perdeu prazo. Dinheiro seria usado para compra de trens, VLTs e conclusão de estações de metrô.
Por Larissa Rodrigues-Felipe Menezes/Metrópoles
Com problemas estruturais e gigantescos gargalos no transporte público, o Distrito Federal ainda se dá ao luxo de desperdiçar dinheiro que poderia amenizar o transtorno de quem depende do sistema de ônibus e metrô diariamente. O governo federal liberou R$ 415 milhões para o GDF comprar 10 trens para a Linha 1 do Metrô-DF — que atende Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Guará e Plano Piloto —, 10 veículos leves sobre trilhos (VLTs) e concluir as obras das estações das quadras 104, 106 e 110 Sul.

No entanto, esse dinheiro não chegará aos cofres públicos da capital porque o governo local não entregou a papelada a tempo. O prazo expirou e não há mais como conseguir os recursos. “Era um conjunto grande de empreendimentos selecionados há mais de um ano, mas alguns entes federados não conseguiram apresentar a documentação necessária para a contratação. Foi o que ocorreu com esses empreendimentos do Governo do Distrito Federal”, afirmou o Ministério das Cidades ao Metrópoles.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Mobilidade: VLT e ampliação do metrô sofrem novo atraso

Sexta, 7 de outubro de 2016
Do Blogo Brasília, por Chico Sant'Anna

Mobilidade: VLT e ampliação do metrô sofrem novo atraso

Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília
Estudos técnicos só deverão estar prontos em agosto de 2017. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília


Por Chico Sant’Anna
Com atrasos na contratação dos estudos técnicos, nova estação não entrará em funcionamento antes de meados de 2019.

Anunciada em 2009, no governo Arruda, re-anunciada diversas vezes entre 2010 e 2014, no governo Agnelo, a contratação dos estudos técnicos para a ampliação do metrô sentido Asa Norte e da implementação do veículo leve sobre trilhos – VLT no Plano Piloto sofre novo atraso, agora de dois meses, o que postergará o início das obras, anteriormente previsto para janeiro de 2017.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

BRT toma lugar do VLT do Aeroporto. Balão será reformado de novo

Quarta, 29 de junho de 2016
Do Blog "Brasília, por Chico Sant'Anna"
BRT versus VLT 
Balão do Aeroporto terá que ser novamente reformado .para receber as linhas de ônibus. Obra custará R$ 125 milhões.

Por Chico Sant’Anna
Falta de planejamento em mobilidade urbana parece ser uma marca registrada dos governantes que passaram pelo Buriti nos últimos tempos. Por sinal, o defeito parece ser nacional, como já detectou o Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, em 2015. Depois de trocarem a linha 2 do metrô (Gama-Plano Piloto) por uma linha de BRT que está longe de atender às necessidades dos moradores, o GDF decide dar adeus em definitivo a linha do VLT que ligaria o Aeroporto ao Plano Piloto, tendo continuidade pelas Avenidas W.3 Sul e Norte. A ligação Aeroporto-Plano Piloto agora dar-se-á por ônibus do tipo BRT. A medida implica em um anova reforma do túnel que passa pelo Balão do Aeroporto, que foi detonado no governo passado para as obras da Copa do Mundo.

Sobre falta de planejamento em mobilidade, leia também:
VLT Trajeto original
Pelo projeto original, uma linha do VLT, sairia do Aeroporto e iria até a Estação Asa Sul do Metrô, no Setor Policial Sul. Nas etapas seguintes, ele se interligaria às Avenidas W.3 Sul e Norte, com integração com a Linha do Eixo Monumental.

Pelo projeto original (marcado em verde, no mapa ao lado), uma linha do VLT, que são os modernos bondes elétricos (tramway), sairia do Aeroporto e iria até a Estação Asa Sul do Metrô, no Setor Policial Sul. Um trajeto de 6,4 quilômetros de extensão, segundo os dados oficiais. Lá haveria conexões com linhas de ônibus e do próprio metrô. Esta etapa, segundo o Instituto Ethos, estava orçada em R$ 276,9 milhões, sendo R$ 263 milhões financiados pela Caixa Econômica Federal e R$ 13,9 milhões pelo governo do Distrito Federal. As despesas incluíam as reformas de adaptação do Balão do Aeroporto. Toda a obra deveria ter sido feita para a Copa do Mundo.

Leia a íntegra

segunda-feira, 14 de julho de 2014

MPF recomenda ao Estado de Goiás que não assine contrato para construção do VLT de Goiânia

Segunda, 14 de julho de 2014
Do MPF em Goiás — 14/7/2014

Para a execução do projeto, R$ 108 milhões são provenientes do Ministério das Cidades por intermédio do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC Mobilidade 2

O Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) recomendou à Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (CGE) que, em razão de irregularidades na licitação, negue a outorga da concessão para implantação, operação e manutenção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Goiânia. O empreendimento foi objeto da Licitação Internacional nº 001/2013, na qual se sagrou vencedor o Consórcio Mobilidade Anhanguera constituído pelas empresas Odebrecht Transport S.A. e Sitpar Participações S.A.

De acordo com o MPF/GO, em análise do processo licitatório realizado pelo Estado de Goiás, a própria CGE constatou que o projeto básico constante do edital da concorrência pública é insuficiente para a completa caracterização da obra a ser executada, principalmente no tocante ao material rodante, à estrutura de concreto e às obras civis. Além disso, o MPF/GO concluiu que as empresas vencedoras não poderiam ter sido admitidas na concorrência, nem declaradas vencedoras, pois participaram da fase interna da licitação, com a elaboração dos estudos e projeto básico, o que viola a legislação.

sábado, 12 de abril de 2014

[Veja a vídeo-entrevista] Mobilidade Urbana: as soluções para Brasília

Sábado, 12 de abril de 2014
BRTs do Expresso DF já apresentam pane, mesmo antes de operarem em definitivo. Fotos: Calango do Cerrado.

Engarrafamento, ônibus que não dão vazão ao transporte dos brasilienses, falta de investimento em metrô, veículo leve sobre trilho, trens regionais. A situação de Brasília no ranking de mobilidade urbana é uma das piores dentre as capitais brasileiras.

A cidade parou no tempo da tecnologia de transporte e insiste em investir em ônibus movido a poluentes óleo diesel. Mesmo os BRTs do expresso DF, que o GDF teima em dizer que é um avanço, já dão sinal de pane, conforme alguns flagrantes fotográficos.
Se de um lado não investe em transporte coletivo, de outro o GDF e o governo Federal abusam das polpíticas fiscais que concedem incentivos à compra de carros novos, com isenção do IPVA, do IPTU e financiamentos a perder de vista.
Por outro lado, no lugar de investir em transporte eficiente, como o VLT, o GDF prefere a construção de obras faraônicas, como a garagem para dez mil carros no subsolo da Esplanada dos Ministérios.
Brasília ganha, a cada, mês cem mil novos carros em suas ruas. Isso, sem falar dos utilizados pelos moradores das cidades goianas e mineiras do Entorno do Distrito Federal. A Agência Nacional de Transporte Terrestre não dá uma solução ao caos que é o transporte coletivo. O trem para Luziânia – via transformação da linha da extinta RFFSA – enfrenta poderosos interesses econômicos dos empresários do transporte coletivo. Para a saída Norte, o GDF insiste em ônibus para transportar milhares de pessoas, quando moradores de Formosa, Planaltina, Sobradinho, Colorado e Lago Norte poderiam ser assistidos com transporte sobre trilhos

Leia também:
Com quase R$ 4 bilhões em caixa, repassados pelo governo federal, o GDF não consegue tirar do papel a expansão da linha 1 do metrô – sentido Asa Norte, Setor O da Ceilândia e Samambaia – nem o VLT, que aguardam o início das obras desde 2009.
 

domingo, 16 de março de 2014

O mergulhão do Aeroporto, o VLT e o 'busão' do Expresso—DF

Domingo, 16 de março de 2014
Comentário deste sábado (15/3) do leitor 'César' na postagem 'Foto do dia: Mergulhão do Aeroporto de Brasília', do blog 'Brasília por Chico Sant'Anna'.

"Você já imaginou o VLT, também conhecido como metrô leve, passando pelo Park Way, pela BR 040? Já imaginou como o bairro seria valorizado? Seria, ao meu ver, um dos mais belos do país. Mais de noventa cidades pelo mundo o adotaram como meio de transporte. Você sabia que Cuiabá terá o primeiro metrô leve do país? Sim, o governador do Mato Grosso pegou o projeto do Arruda, colocou debaixo do braço e foi conhecer o VLT na Europa. Voltou, bateu o pé e disse que iria fazê-lo. A obra está em pleno andamento. Vai ficar pronto para a Copa. Dane-se! O VLT é para população, não para a FIFA. Já observou que o GDF comprou os espaços na Globo para evitar mostrar o VLT de Cuiabá? Lá, serão 40 VLT fabricados na Espanha com capacidade de 400 passageiros cada um, com arcondicionado e vidros fumê, por conta do sol e calor de Cuiabá e 23 km de trilhos, 33 estações com estacionamento. Sabia que, com os R$ 785 milhões torrados no tal Expresso-DF, seria possível levar o VLT da Estação do Metrô do Park Shopping, até o Catetinho, num trecho de apenas 14 km, completo? Está na hora a população do Park Way tirar a cabeça do buraco, como faz o avestruz, e exigir transporte de qualidade. Duvido que o pessoal do Park Way vai deixar o carro em casa para andar nessas carroças vagabundas, bonitinhas. Quanto cada busão, o BRT? R$ 955 mil, na fábrica, sem os pneus. Quer conhecer o VLT de Cuiabá? Basta digitar, no Google: VLT de Cuiabá Vagões. Acorda, Park Way!!! [grifo do Gama Livre]
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Comentário do Gama Livre: Se corretas as contas de César, com mais uns R$560 milhões o VLT seria levado também até o centro do Gama. E nos veríamos livres do já obsoleto sistema BRT.

Mas o lobby dos ônibus é muito forte junto ao governo do DF.

quinta-feira, 6 de março de 2014

[Veja a vídeo-entrevista] PPCUB: Agnelo não cumpriu com a sua palavra.

Quinta, 6 de março de 2014

A vida parece retomar agora seu caminho normal, pelo menos nos próximos 99 dias, até que comece a Copa do Mundo. Até lá, o brasiliense vai acompanhar as articulações partidárias face às eleições de 2014, verá que do chamado “legado da Copa” muito pouca coisa restou de concreto.

Nada de expansão do metrô, nada de implantação do VLT. O BRT Gama-Plano Piloto terá entrado em funcionamento – na melhor das hipóteses – ainda de forma incompleta e sem dar vazão às necessidades de mobilidade urbana da Capital Federal, que a cada dia sofrerá com os engarrafamentos ainda mais severos.

Na Câmara Distrital, onde correm – melhor dizendo: onde se arrastam – processos de cassação de parlamentares, dois projetos de fortes impactos na organização urbana do Distrito Federal aguardam posicionamento dos distritais.

Nos referimos a Lei de Uso e Ocupação do Solo – LUOS e ao Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília – PPCUB. Sob o olhar de diversos urbanistas e especialistas,  esses dois projetos estão em pauta para atender tão somente os interesses da indústria imobiliária de Brasília.

O PPCUB mobilizou a sociedade candanga que saiu às ruas pedindo sua reprovação. À época, pressionado, o governador Agnelo Queiroz, prometeu retirar do projeto meia dúzia de artigos considerados os mais graves, dentre eles o que prevê o loteamento do canteiro central do Eizo Monumental, no trecho que vai da Praça do Cruzeiro – onde foi celebrada a primeira missa de Brasília, até a rodoferroviária.

Queiroz não cumpriu sua palavra. O texto continua o mesmo, revela a arquiteta Vera Ramos, diretora de Patrimônio do Instituto dos Arquitetos de Brasília, convidada especial deste primeiro programa em vídeo do blog BRASÍLIA, POR CHICO SANT’ANNA.

Dividido em dois blocos de 15 minutos, o Brasília, por Chico Sant’Anna em vídeo optou pelo o que consideramos hoje o perigo mais latente à Capital Federal.

Acompanhe aqui a entrevista e mande seus comentários e sugestões de pauta para outras entrevistas.
PPCUB -Parte 1
 
PPCUB -Parte 2

domingo, 9 de fevereiro de 2014

VLT? Só em 2018

Domingo, 9 de fevereiro de 2014
Por Chico Sant’Anna
Idealizado no primeiro governo Lula, o Veículo Leve sobre Trilhos – VLT de Brasília deveria estar agora em suas etapas finais de teste, mas, segundo as melhores previsões, a interligação total do Aeroporto ao Plano Piloto só deve ficar pronta em 2018. Se em Cuiabá os primeiros vagões do VLT local já estão chegando e até maio o sistema estará funcionando, em Brasília, a previsão do GDF é que a licitação para iniciar o primeiro trecho de obras aconteça somente em março, próximo.

O VLT de Cuiabá teve início na mesma época do de Brasília. No último dia 5/2, os primeiros vagões começaram a chegar. No DF, licitação vai ser reaberta em março.

Em Cuiabá, que também será sede de jogos da Copa do Mundo, o trajeto integral do VLT será de 22 km, semelhante ao projetado para Brasília. Cada composição do VLT mato-grossense tem capacidade de transportar 400 pessoas com conforto, cerca de 2,5 vezes a capacidade dos ônibus escolhidos por Agnelo Queiroz para o BRT de Brasília. Alem disso, enquanto em Brasília a opção foi ônibus movidos a óleo diesel, em Cuiabá, os veículos são movidos a energia elétrica e não poluem.

Leia também:
Quando idealizado, há cerca de cinco anos, o VLT de Brasília ligaria o aeroporto ao Setor Hoteleiro e dali ao Estádio Mané Garrincha. Na verdade, este circuito compreenderia trajetos de duas linhas distintas do VLT. Uma vez integralmente implantado todo o sistema, eles circulariam no Plano Piloto em cruz: uma linha da Avenida W.3 Sul à Norte e outra ao longo do Eixo Monumental, do Congresso Nacional ao Buriti.

Posteriormente, reduziu-se a proposta para ter ponto final no Setor Hoteleiro e, depois, nova mudança, terminando a linha na Estação Asa Sul do metrô, próximo ao Jardim Zoológico. Dali, passageiros fariam integração com o metrô e com linhas de ônibus.

É este trecho que deve ser licitado agora em março e, se não houver atrasos, deve ficar pronto em dois anos após a assinatura dos contratos. Na melhor perspectiva, esses primeiros quilômetros estariam prontos no final de 2016.

domingo, 12 de maio de 2013

Fora do Plano: Balão do Aeroporto: quem mentiu?

Domingo, 12 de maio de 2013
Gougon---fora-do-plano
Neste mês de maio, passei a assinar a coluna Fora do Plano, da Revista MeiaUm. Para acessar a revista clique aqui.
A primeira coluna, publicada, em 8 de maio de 2013, na Edição nº 24, da Revista MeiaUm, conta com ilustração de GouGon e você confere abaixo.
 
Por Chico Sant’Anna - blogdochicosantanna@gmail.com
 
Árvores cortadas, terra arrasada. O estrago está feito. Um caos viário e a desilusão tomam conta do Balão do Aeroporto, outrora cartão-postal da capital. Ali surgirá um mergulhão, dividindo em dois o Bambolê da Dona Sarah. Por não ser obra para a Copa das Confederações, pergunta-se por que não ter se esperado até 15 de junho, data do único jogo na cidade. Mais grave é a troca de informações desencontradas no GDF.

Quando da derrubada das árvores, em 8 de abril, a Comunicação para a Copa se apressou em afirmar que tudo acontecia “com base nas regras impostas pela legislação ambiental. A ampliação da via conta com estudo de impacto ambiental e licenciamento ambiental emitido pelo Instituto Brasília Ambiental – Ibram”. No Ibram, a história é outra. Em 16 de abril, anunciou multa de R$ 150 mil ao DER pela “supressão não autorizada das árvores do Balão do Aeroporto”. À mídia, o secretário de Meio Ambiente, Eduardo Brandão, afirmou que o certo teria sido solicitar antes a licença de obras e a autorização do corte das árvores. Leia a íntegra

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Agnelo abandona de vez as linhas 2 e 3 do metrô do DF

Terça, 23 de outubro de 2012
Por Chico Sant’Anna, publicado originariamente na Brasília 247
Modelo preconizado pelo GDF prevê três mil novos ônibus rodando, todos com a superada tecnologia de motor a diesel. Não haverá bilhete único. Ainda sem previsão de data, VLT poderá atender o Eixo Monumental.

Muito tem se dito sobre o projeto de transporte coletivo para Brasília. Uma hora tem metrô, noutra não tem. O Veículo Leve sobre Trilhos – VLT vai e volta nos planos oficiais, o Veículo Leve sobre Pneus – VLP desapareceu. Em seu lugar apareceu o BRT que agora foi batizado de Expresso DF. Para passar a limpo, para ver o que de fato deve ser feito no Distrito Federal fui beber direto na fonte. Duas horas de conversa com o secretário de Transportes do DF, José Walter Vasquez.

As linhas 2 e 3 – no croqui marcadas em verde e vermelho – previstas para o metrô de Brasília foram descartadas pelo projeto de transporte coletivo de Agnelo Queiroz. No lugar de trens, passageiro vai continuar a se locomover de ônibus, porém em vias expressas.

De cara, José Walter transmitiu uma notícia, a meu ver, bastante negativa. As linhas 2 e 3 do Metrô estão fora dos planos do Governo do Distrito Federal. Se depender da administração Agnelo Queiroz, a linha 2, denominada Inter-satélites – que interligaria Ceilândia, Samambaia, Taguatinga Norte, Recanto das Emas, Riacho Fundo 2, Gama e Santa Maria com interligação com a linha 1 no Setor O de Ceilândia e em Taguatinga, nas estações Praça do Relógio e Taguatinga Sul, permitindo que todos os moradores pudessem usufruir da comodidade de um transporte confortável, seguro e confiável – foi sepultada. Os brasilienses, potenciais usuários destes trajetos, vão ter que se contentar mesmo é com o velho e conhecido ônibus.

A outra linha abandonada, a de número 3, partiria de uma estação comum à linha 2, na altura do Balão do Periquito, na confluência de Gama, Recanto das Emas e Riacho Fundo II. Ela atenderia parte do Park Way, Núcleo Bandeirantes, Candangolândia, Octogonal, SIA, Sudoeste, Cruzeiro, teria uma integração na Estação Shopping da Linha 1 e, na altura da antiga rodoferroviária, desceria, pelo Eixo Monumental, até a Praça dos 3 Poderes.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

MPF recorre de decisão que liberou obras do VLT em Cuiabá

Quarta, 10 de outubro de 2012
Do MPF
Para o MPF, além de trazer prejuízos aos cofres da União, a obra não ficará pronta até a Copa de 2014

As obras do veículo leve sobre trilhos (VLT) na cidade de Cuiabá, Mato Grosso, podem ser novamente suspensas, caso o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, acate recurso do Ministério Público Federal (MPF) ajuizado nesta segunda, 8 de outubro, que pede a paralisação do empreendimento. O caso pode ser julgado na próxima sessão da Corte Especial do TRF, prevista para o dia 18 de outubro.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O descarrilhado VLT de Brasília

Sexta, 28 de setembro de 2012

Governo confirma que Brasília não terá VLT para a Copa

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
O Distrito Federal não terá o veículo leve sobre trilhos (VLT) entre as obras concluídas para a Copa de 2014. O projeto foi excluído da Matriz de Responsabilidades por solicitação do governo do Distrito Federal, segundo resolução publicada hoje (28) no Diário Oficial da União.
 
Antes mesmo da publicação, o governo local admitia não haver mais tempo hábil para que ficasse pronta até a Copa.

Iniciada em 2009, a obra – orçada em R$ 276,9 milhões – está parada desde abril de 2011 pela Justiça do DF devido a suspeita de fraudes durante o processo de licitação, ainda durante o governo de José Roberto Arruda.

O VLT teria uma extensão de 6,5 quilômetros para ligar o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek à Asa Sul. Em seu lugar, deverá ser preparado um corredor de transporte urbano com pistas e viadutos, que darão maior agilidade ao deslocamento das delegações. O custo previsto para o corredor é de R$ 100 milhões.
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Comentário do Gama Livre: Só aqueles que não querem exergar o que se passa em Brasília é que acreditavam na implantação do VLT até a Copa do Mundo. É um "trem" fadado ao fracasso. 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Trenzinho do doutor Agnelo descarrilhou. Era uma vez um VLT da Copa do Mundo em Brasília

Terça, 14 de agosto de 2012
                       Imagem da internet
Como o "trem" do prometido VLT de Brasília.
Do Gama Livre: dissemos aqui anteriormente que essa história de VLT para a Copa do Mundo era coisa para boi dormir, que não estaria pronto, era apenas papo para enrolar otário. E se gastou tanto em publicidade para afirmar que o VLT havia entrado nos trilhos e que estaria funcionando na Copa. Agora...mais 100 milhões de reais para a construção de uma estrada.

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Brasília não terá VLT e vai construir rodovia para a Copa de 2014

Fonte: Jorge Wamburg, repórter da Agência Brasil
O Ministério das Cidades e o governo do Distrito Federal (GDF) definiram hoje (14) as medidas para iniciar as obras de mobilidade urbana destinadas à Copa do Mundo de 2014 e à Copa das Confederações de 2013. O veículo leve sobre trilhos (VLT) não está incluído no cronograma, já que só ficará pronto depois da Copa do Mundo, que terá Brasília como uma das nove cidades-sede.

Em lugar do VLT, a Copa contará com um corredor de transporte urbano que interligará o Aeroporto Internacional de Brasília ao início da Asa Sul, por meio de um conjunto de pistas e viadutos e dará maior agilidade ao deslocamento das delegações que virão aos dois eventos esportivos e ao transporte na cidade em geral. A obra já está licitada e as propostas serão abertas no dia 20 deste mês.

O vice-governador do Distrito Federal, Tadeu Filippelli, que representou o GDF na reunião com o ministro das Cidades, Aguinado Ribeiro, e técnicos do ministério, disse que para construir o VLT será feita uma nova licitação, já que a primeira, feita no governo de José Roberto Arruda, foi anulada pela Justiça devido a uma série de irregularidades no processo licitatório.

A nova rodovia custará R$ 100 milhões, de acordo com as estimativas feitas na reunião, e o VLT está orçado em R$ 260 milhões, mesmo valor da licitação anulada.

As obras terão seus custos a cargo do governo federal, por intermédio do Ministério das Cidades, com verbas do PAC da Copa, de acordo com Filippelli. Apesar de não contar com o VLT para a Copa, o vice-governador disse que ele será muito importante para a cidade, “pois não há mais como estruturar o transporte de Brasília sem esse meio de transporte”.

Filippelli disse que, mesmo sem o VLT, não haverá problema de transporte para a Copa em Brasília, porque o projeto original previa sua conclusão até 2014 apenas no trecho que vai do aeroporto ao terminal da Asa Sul, mas o sistema que será adotado agora, com ônibus articulado e outros meios de transporte, “supre perfeitamente as necessidades”.

A reunião com o GDF foi a primeira de uma série iniciada hoje pelo ministro das Cidades com governadores e prefeitos das cidades-sede da Copa das Confederações e da Copa do Mundo.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Lobby tenta impor tecnologia atrasada de ônibus sobre trens, metrôs e VLTs.

Quarta, 23 de maio de 2012
Do Blog "Brasília por Chico Sant'Anna"

Quem conhece as técnicas de agendamento da mídia percebe a existência de um lobby organizado. Um lobby em defesa da tecnologia do ônibus, movido a diesel e com todos os problemas ambientais que carrega face às alternativas com maior capacidade de transporte e menor agressão ambiental
 Por Chico Sant’Anna

Ônibus não possuem a mesma capacidade de transporte de trens,metrôs e VLTs. Foto: Chico Sant’Anna
Uma grande pressão, via opinião pública, está sendo implementada para acelerar a execução de obras estruturais de grande porte no Distrito Federal. Trata-se da construção de cinco eixos de vias expressas provenientes de diversos pontos do Distrito Federal, mas convergindo todos ao Plano Piloto.

A Confederação Nacional dos Transportes Terrestres, CNTT publicou em sua newsletter uma reportagem especial apontando que o caos tomará conta do trânsito da Capital Federal até 2020. Segundo o texto com feição de reportagem, mas elaborado pela assessoria de imprensa da entidade representativa dos interesses dos donos das empresas de ônibus de transporte coletivo -, a mobilidade urbana no Distrito Federal está à beira de um colapso, requer investimentos.

Simultaneamente, como se fosse uma estratégia de comunicação corporativa planejada, a empresa de assessoria de imprensa Ex-Libris Comunicação Integrada divulgou nota a toda imprensa, com o título “BRT é unanimidade entre especialistas em transportes”. BRT é a abreviação, em inglês, para Bus Rapid Transit. Tratam-se dos ônibus articulados, semelhantes aos utilizados há décadas em Curitiba. No texto, datado de 14/5, citando especialistas, a Ex-libris afirma que “o BRT é uma tendência mundial”.

Reportagem com conteúdo bastante similar foi publicada pelo jornal Correio Braziliense, no domingo, 20/5. A previsão do periódico é que em oito anos, as principais vias do DF tenham trânsito semelhante ao das marginais do Tietê, cujas imagens estamos acostumados a ver nos noticiários da TV.

Quem conhece as técnicas de agendamento da mídia percebe com clareza a existência de um lobby organizado. Um lobby que defende a tecnologia do ônibus, movido a diesel e todos os problemas ambientais que ele pode trazer diante de alternativas com maior capacidade de transporte e menor agressão ambiental, tais como o metrô, trem suburbano e o veículo leve sobre trilhos – VLT.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Secretário diz que VLT não fica pronto até a Copa, mas anuncia ciclovias e novas pistas

Quinta, 25 de abril de 2012.
Da CLDF
O sistema de transporte conhecido como VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), que estava previsto para ser implantado no DF até a Copa do Mundo de 2014, só  deverá entrar em operação após esse período, em virtude do embargo da licitação inicial e o prazo de, pelo menos 18 meses, para a chegada dos trens adquiridos. Essa foi uma das constatações feitas pelo secretário de Obras do DF, David de Matos, durante o seu depoimento aos deputados que compõem a Comissão Especial da Copa do Mundo, na manhã desta quinta-feira (26), na Câmara Legislativa.

O secretário enfatizou, contudo, que o cronograma das obras da Copa está sendo cumprido, com tranquilidade. "O estádio, sem se considerar o gramado e a cobertura, que são obras à parte, deverá estar pronto até o final do ano. Será aqui inclusive em 2013 a estréia da Copa das Confederações", garantiu.

Anunciou ainda que o governo estará entregando várias ciclovias, beneficiando  inclusive cidades como Gama, Ceilândia,Guará e Paranoá,  e parte da Asa Norte. Até o final do ano, segundo informou, serão investidos R$ 60 milhões na construção das ciclovias, cujo projeto tem um orçamento total de R$ 121 milhões.

Novas Pistas _  Várias pistas da cidade serão totalmente reformadas nos próximos meses, conforme informou também o secretário de Obras, respondendo às indagações feitas pelos deputados Olair Francisco (PT do B), Eliana Pedrosa (PSD), Evandro Garla (PRB) Professor Israel Batista (PDT) e Aylton Gomes (PR), que participaram da quinta reunião da Comissão Especial da Copa. " Ao todo, estamos com mais  300 obras espalhadas pela cidade para garantir melhor infraestrutura para a Copa", garantiu.

Ao explicar aos distritais o sistema de distribuição de recursos e gerenciamento das obras para a Copa,  como a parceria entre a Secretaria de Obras, Novacap e Terracap, o secretário assegurou que os aditivos do contrato "estão completamente dentro da lei", explicando que a legislação prevê um limite de 25% do orçamento  para esses complementos na obra. "A Fifa sempre está nos faz novas exigências e precisamos atendê-las", defendeu.

Ao final da reunião, os deputados distritais enfatizaram a importância de que as obras a serem executadas pelo governo garantam melhor mobilidade à população do DF e também oferta de  mais empregos para a juventude, como destacou o presidente da Comissão, Olair Francisco.
 
Zildenor Ferreira Dourado - Coordenadoria de Comunicação Social

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Empresários se uniram a políticos para impor novo projeto da Copa em Cuiabá

Quarta, 30 de novembro de 2011
Do Estadão

Documentos aos quais ‘Estado’ teve acesso revelam que empresa interessada no negócio, a T’Trans, fez estudo pago por presidente da Assembleia de MT, José Riva, a favor do VLT

Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
Empresários nacionais e internacionais aliaram-se a políticos de Mato Grosso liderados pelo presidente da Assembleia do Estado, José Riva (PSD), e fizeram lobby pela aprovação do projeto de transporte público em Cuiabá (MT) para a Copa do Mundo de 2014, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que aumentou em R$ 700 milhões o gasto original previsto para a mobilidade urbana no município. A alteração no projeto foi autorizada mediante fraude - a alteração em um parecer técnico - no Ministério das Cidades, conforme revelou o Estado na semana passada. 

Documentos obtidos pelo Estado mostram que uma empresa interessada no negócio, a T’ Trans Sistemas de Transporte S/A, recebeu dinheiro de José Riva, que preside a Assembleia, para fazer um estudo a favor do VLT e convencer o primeiro escalão local. Agora, já aprovada a proposta pelos deputados estaduais e pelo Palácio do Planalto, a mesma empresa quer fazer parte do negócio - participando da licitação - e vender os carros usados no VLT.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

VLT descarrilha novamente

Quarta, 27 de abril de 2011
Do TJDF

Juiz anula licitação e contrato do VLT

O juiz da 7ª Vara da Fazenda Pública do DF julgou nulas as concorrências e o contrato firmado entre a Companhia do Metropolitano do DF e o Consórcio Daclon - Altran/TCBR - Veja Engenharia e Consultoria Ltda, contratado para elaboração dos projetos básicos e executivo de engenharia do Veículo Leve sobre Trilhos - VLT. A decisão susta a validade de qualquer ato decorrente dessa contratação. Ainda cabe recurso da sentença.


O MPDFT moveu Ação Civil Pública contra o DF, a Companhia do Metropolitano e o consórcio contratado para as obras, alegando, em síntese, que o processo licitatório foi ajustado de forma fraudulenta e direcionada, com o objetivo de privilegiar empresários e empresas ligadas ao então presidente do Metrô/DF, José Gaspar de Souza. De acordo com o MP, a licitação forjou concorrência entre a Dalcon Engenharia e Altran/TCBR, únicos participantes do certame, que na realidade eram consortes. Em 2002, esse mesmo consórcio, cujo coordenador-geral era José Gaspar, elaborou projetos semelhantes na cidade de Curitiba/PR. Na época, Gaspar era funcionário da Altran/TCBR.


Os réus contestaram a ação alegando não ter havido favorecimento ao consórcio. As empresas Via Engenharia S/A, Mendes Junior Trading Engenharia S/A e Alstom Engenharia e Transporte Ltda afirmaram categoricamente que não participaram da licitação do projeto básico e que não praticaram nenhum ato fraudulento atribuído aos vencedores daquela licitação. O Metrô/DF defendeu a legalidade da licitação do projeto básico, bem como de eventuais pequenas irregularidades formais, que não teriam o condão de prejudicar o projeto todo. A CTBR e a Dalcon Engenharia insistiram na mantença do contrato em razão do interesse público envolvido. O DF alegou ilegitimidade passiva, uma vez que os contratos foram firmados única e exclusivamente pelo Metrô/DF.


Ao decidir pela nulidade da contratação, o juiz afirmou: "O que está em análise aqui é se a forma e o objeto da contratação são legais, sob todos os seus aspectos Constitucionais preconizados no artigo 37." De acordo com ele, as provas da ilegalidade nesse caso são claras. "Tudo foi idealizado, realizado e ultimado sem um único parecer jurídico do próprio Metrô/DF e sem autorização formal do Distrito Federal, através da sua Procuradoria, mesmo que se tratando de uma empresa pública sua, dotada de autonomia financeira para gerir obras de valores superiores a R$1,5 bilhões."


Para o magistrado, ficou comprovado que houve direcionamento na licitação, com evidente participação ativa ou omissiva da comissão de licitação nomeada, objetivando o cerceamento da livre concorrência. Não houve observância dos princípios constitucionais da moralidade, legalidade, impessoalidade, bem como da publicidade dos atos administrativos. "Melhor é parar já com o ilegalmente iniciado, com prejuízo de pouca monta, ainda, para o contribuinte final, como o farei de pronto, cabendo ao atual governo, se de sua conveniência e oportunidade, novo processo licitatório iniciar, com a devida observância à Constituição e à Lei de Licitação, como deveria ser de regra", concluiu
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Leia a sentença no processso nº 161869-4
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Comentário do Gama Livre: o governador Agnelo Queiroz bem que poderia era acabar com essa estupidez que saiu da cabeça do ex-governador Roberto Arruda. Bilhões de reais que serão gastos com uma idéia rídula, uma solução meia-boca.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Obras do VLT permanecem paradas até abril

Quinta, 27 de janeiro de 2011
 Do MPDF
As Promotorias de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb) e de Defesa do Meio Ambiente (Prodema) participaram, na semana passada, de audiência sobre as ações relativas às obras do Veículo Leve sobre Trilhos. Proposta a conciliação, as partes discutiram questões jurídico-ambientais e político-administrativas. Ao final, foi ajustada a continuidade da suspensão da obra por deficiências nos estudos ambientais e urbanísticos, bem como do curso de todos os processos na Vara do Meio Ambiente até o dia 25 de abril, quando os promotores de Justiça voltarão a se reunir com representantes do Governo do Distrito Federal, do Metrô/DF, do Detran/DF e do Instituto Brasília Ambiental (Ibram).
Saiba mais:

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Trenzinho de Arruda ainda dá trabalho

Quarta, 22 de setembro de 2010
Do MPDF
Prourb e Prodema apontam falhas no VLT
22/09/2010 - Em parecer conjunto, a Promotoria de Justiça do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural e a Promotoria de Justiça da Ordem Urbanística apontaram falhas nos estudos de impacto de vizinhança e impacto ambiental da obra do VLT.

Os estudos, apresentados pelo Metrô/DF e pelo Distrito Federal, foram solicitados ao órgão em decorrência de Ações Civil Públicas ajuizadas pelas promotorias. Analisando os mesmos, o Departamento de Perícias e Diligências do MPDFT e o assessor técnico da Prourb, arquiteto e urbanista Cristiano de Sousa Nascimento, apresentaram pareceres técnicos na área ambiental e urbanística que destacam deficiências nos estudos feitos pelo Metrô.

Assim, o Ministério Público se manifesta em seu parecer pela insubsistência técnica dos documentos apresentados e requer a manutenção da suspensão das obras até que sejam feitos estudos adequados que avaliem e ponderem todos os critérios de ordem ambiental e urbanísticas pertinentes ao projeto.