Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador geraldo alckmin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador geraldo alckmin. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A PM de São Paulo barbarizou de novo. E a PEC 51/2013, de desmilitarização do policiamento, se arrasta

Quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Por Celso Lungaretti
Frente a jovens que protestavam pacificamente contra o aumento da tarifa do transporte coletivo, a Polícia Militar de São Paulo mostrou mais uma vez sua incapacidade para atuar num ambiente democrático, agindo com uma truculência que fez lembrar a SS nazista.

Por incrível que pareça, até a Folha de S. Paulo protestou, no editorial desta 5ª feira, 14:
"As forças de segurança fizeram mais que reprimir a ação dos vândalos. Cercando as pessoas que se aglomeravam na avenida Paulista e, de modo indiscriminado, disparando bombas de gás lacrimogêneo antes mesmo de a passeata começar, impediram a própria realização do protesto –em flagrante afronta à Constituição, portanto. 
Já não era pouco, mas o exagero continuou quando a multidão se dispersou. Policiais caçaram como bandidos manifestantes que não se confundiam com os black blocs e desferiram golpes de cassetete mesmo contra quem não se predispunha para o confronto. 
Em suma, a Polícia Militar, que no mais das vezes oscila entre a omissão diante do quebra-quebra e o abuso de força contra cidadãos, volta a exibir seu despreparo".

As ruas calarão a boca dos que querem calá-las. A nova prisão de Rafael Braga: Ilegal, odiosa, inaceitável

Quinta, 14 de janeiro de 2016
Tribuna da Imprensa
Igor Mendes
Aguarda-se para logo mais, com grande expectativa, o terceiro ato contra o aumento das passagens em São Paulo. Mais do que a revogação do aumento, a própria defesa do direito de manifestação ocupa o centro do embate entre os movimentos populares de um lado, e os governos fascistas de Haddad e Alckmin de outro. Sim, de nada adianta Haddad e os petistas fingirem que nada têm a ver com a história, porque é para garantir o aumento decretado pela Prefeitura, isto é, o lucro dos empresários de ônibus, que agem os Robocop’s do Estado. É uma relação de causa e consequência, inseparável.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

PM de Alckmin dispersa —com bombas, gás e porrada— protesto contra aumento no transporte antes de passeata começar

Terça, 12 de janeiro de 2016
Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil
A manifestação contra o aumento das tarifas do transporte público coletivo de São Paulo foi dispersada pela Polícia Militar (PM) por volta das 19h30 de hoje (12), mesmo antes de começar a se deslocar em passeata.

domingo, 10 de janeiro de 2016

. . . E as Flores Venceram o Canhão

Domingo, 10 de janeiro de 2016
Do Blogue Náufrago da Utopia

Por Elio Gaspari
VIVA A GAROTADA DA ESCOLA FERNÃO DIAS
Na quarta-feira (6), depois de 55 dias de ocupação por dezenas de estudantes, a Escola Estadual Fernão Dias Paes estava pronta para funcionar. No lindo jardim do pátio estava a marca da ocupação: intactas, uma orquídea branca e um craveiro com umas vinte flores intocadas. 

A Fernão Dias fora a primeira escola da capital paulista a ser ocupada, em novembro, quando os educatecas do governador Geraldo Alckmin tiveram a ideia de fechar 93 colégios da rede pública, remanejando 311 mil alunos. Conseguiram a ocupação de 196 colégios. 

Antes de deixarem o prédio, os estudantes arrumaram o que puderam, limparam os banheiros e numa divertida molecagem, devolveram um saco com as chaves das salas, embaralhando algumas etiquetas. Num quadro negro, alguém deixou escrito: "Minha mãe me acha linda". A idade dessa garotada varia entre 15 e 20 anos. Leia a íntegra

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Estudantes pedem melhora na educação. Governo Alckmin manda bomba

Quarta, 9 de dezembro de 2015 
PM utiliza bombas de gás lacrimogêneo em protesto pedindo melhora na educação
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
A Polícia Militar (PM) utilizou bombas de gás lacrimogêneo durante confronto, por volta das 21h, com manifestantes que faziam um protesto reivindicando melhorias na educação pública e que percorreu ruas do centro da capital paulita. O grupo, que se reuniu no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), às 18h seguiu em passeata pela Avenida Paulista no sentido Rua da Consolação.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

MPD: Nota pública de repúdio à repressão violenta aos estudantes de São Paulo

Terça, 8 de dezembro de 2015
Do MPD
Movimento do Ministério Público Democrático
Nota Pública de repúdio à repressão violenta aos estudantes de São Paulo
O MPD – Movimento do Ministério Público Democrático, entidade não governamental e sem fins corporativos, que tem dentre os seus objetivos sociais o respeito absoluto e incondicional aos valores político-jurídicos próprios de um Estado Democrático de Direito, vem a público, em virtude dos fatos ocorridos nos últimos dias, repudiar veementemente a repressão policial violenta contra de estudantes do ensino médio em São Paulo que se manifestavam contra a reorganização escolar e fechamento de escolas, em apoio aos estudantes paulistas e paulistanos nos seguintes moldes:

sábado, 5 de dezembro de 2015

Ainda há esperança para o Brasil; 10 fotos que mostram a força das garotas nos protestos em São Paulo

Sábado, 5 de dezembro de 2015
Do qga.com.br


Lute como uma garota.
http://qga.com.br/comportamento/mulher/2015/12/10-fotos-que-mostram-a-forca-das-garotas-nos-protestos-em-sao-paulo

Ato em apoio aos estudantes secundaristas percorre ruas do centro de São Paulo


Sábado, 5 de dezembro de 2015
Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil
Ato em apoio aos estudantes secundaristas, que querem barrar o projeto de reorganização escolar proposto pelo governo de São Paulo, percorreu as ruas do centro da capital paulista na tarde de hoje. De acordo com a organização, a manifestação reúne alunos das escolas estaduais, universitários e apoiadores em geral.

Depois de muita truculência contra os estudantes, Alckmin publica decreto que revoga reorganização escolar em São Paulo

Sábado, 5 de dezembro de 2015
Maiana Diniz - Repórter da Agência Brasil
Edição Fernando Fraga
O governo do estado de São Paulo revogou neste sábado (5), o Decreto 61.672, de 30 de novembro de 2015, da reorganização escolar a ser implantada em 2016 e que levaria ao fechamento de 93 escolas no estado.
O anúncio da revogação foi feito sexta-feira (4) pelo governador Geraldo Alckmin e oficializado hoje (5) no Diário Oficial do estado.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Alckmin suspende reorganização escolar em São Paulo depois de protestos

Sexta, 4 de dezembro de 2015
Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, suspendeu hoje (4) decreto sobre a reorganização escolar no estado. A proposta previa o fechamento de 93 unidades de ensino em todo o estado e a transferência de 311 mil alunos. A medida será detalhada em entrevista coletiva a partir das 13h.

Governo Alckmin 'carrega' no colo o futuro de São Paulo e do Brasil

Sexta, 4 de dezembro de 2015
Bomba, porrada, tapa, chute, algemas, nos estudantes que protestam contra a proposta de desorganização do ensino público em São Paulo. Imagem reproduzida da Tribuna da Internet, edição desta sexta (4/12)

Governo Alckmin: PM agride estudantes durante protesto pacífico em Pinheiros; polícia usou cassetetes e gás lacrimogêneo contra manifestantes armados apenas com gritos, cartazes, apitos e tamborins

Sexta, 4 de dezembro de 2015
Da Ponte

(*) Sheila Calgaro, especial para a Ponte
Cinco horas da tarde, cruzamento da rua Teodoro Sampaio com avenida Henrique Schaumman, em Pinheiros, zona oeste da cidade de São Paulo. Um grupo de mais de 100 estudantes, a maioria das escolas estaduais Fernão Dias Paes e Godofredo Furtado, protesta contra o plano do governo Geraldo Alckmin (PSDB) que prevê o fechamento de 92 escolas.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Governo Alckimin: PM reprime manifestação de estudantes com bombas de efeito moral

Quinta, 3 de dezembro de 2015
Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Os estudantes que protestam contra a reorganização do ensino paulista realizam novos atos na manhã desta quinta-feira (3) e bloquearam vias importantes de São Paulo. (Rovena Rosa/Agência Brasil)
São Paulo - Os estudantes que protestam contra a reorganização do ensino paulista realizaram novos atos na manhã e bloquearam vias importantes de São PauloRovena Rosa/Agência Brasil
A Polícia Militar (PM) dispersou há pouco, com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, uma das manifestações de alunos contra a reorganização escolar em São Paulo. O projeto da Secretaria de Educação prevê o fechamento de 93 escolas no estado e a transferência de 311 mil estudantes.

O grupo estava na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no cruzamento com a Avenida Rebouças, em Pinheiros, zona oeste da capital paulista. A Tropa de Choque da PM desobstruiu a via usando a força.

O mesmo grupo de alunos da Escola Fernão Dias, em Pinheiros, havia bloqueado mais cedo a Marginal Pinheiros e ruas da região do Butantã. Quando retornavam para a escola, por volta das 10h, ocorreu o primeiro confronto com os policiais. O grupo se dispersou e voltou a se reunir nas proximidades da Avenida Brigadeiro Faria Lima. Às 10h30, houve novo confronto e os estudantes correram até as proximidades do Esporte clube Pinheiros.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Alckmin, governador de São Paulo, bota PM para bater em estudante que ocupa escola

Terça, 1º de novembro de 2015
https://www.facebook.com/269554173082031/videos/958444790859629/

Polícia invade Mazé e agride presidente da UMES

Após decretar "guerra" às ocupações, governo do Estado mandou PM invadir escola no centro de São Paulo de forma ilegal; estudantes foram violentados

- See more at: http://ubes.org.br/2015/policia-invade-maze-e-agride-estudantes/#sthash.kwACEtaS.dpuf

maze_resiste

Polícia invade Mazé e agride presidente da UMES

Após decretar "guerra" às ocupações, governo do Estado mandou PM invadir escola no centro de São Paulo de forma ilegal; estudantes foram violentados

- See more at: http://ubes.org.br/2015/policia-invade-maze-e-agride-estudantes/#sthash.kwACEtaS.dpuf
A Escola Estadual Maria José, assim como muitas outras no Estado, amanheceu nesta terça-feira (1) cercada pela Polícia Militar (PM) e por supostos pais de alunos. O cerco aconteceu dois dias após o governo do Estado anunciar operações de “guerra” contra as ocupações.
A invasão por parte da PM ocorreu por volta das 9h da manhã e segundo os estudantes ocupados quem ajudou a abrir um dos dois portões pelos quais a polícia entrou escola foi o diretor Vladimir Frank, que agrediu a estudante Lilith Cristina (15), que está na delegacia prestando queixa. Assim que entrou, a PM agrediu estudantes, quebrou a caixa de som da escola e chutou cadeiras. Outro estudante, o Alan Ferreira de Almeida, também está na delegacia fazendo um boletim de ocorrência contra a PM.
Segundo Marcos Kauê, presidente da UMES, que estava na escola no momento da invasão, ninguém conhecia nenhum dos país responsáveis por arrombar o portão. “E é muito estranho que, um dia antes dessa ação, a diretoria tenha ligado para os pais para convocá-los para fazer a matrícula de seus filhos. Eles arrombaram com marretadas. Que pais vem fazer matrícula com marretas? Arrombaram o portão com consentimento dos policiais, que entraram junto empurrando e batendo nos alunos, e jogando spray de pimenta em todos que resistiam”, relata. (Assista ao vídeo)
Além de agredir os estudantes, a PM anotou o nome dos alunos que estavam na escola.
“Os policiais nem mesmo estavam com sua identificação [nome na farda], todos os alunos estão muito assustados. É dessa forma que Alckmin quer educar a juventude? Com base no medo e na cacetada contra alunos que estão lutando para impedir que escolas sejam fechadas, alunos que estão lutando para se formar na escola que escolheram?”, afirma Kauê.
Ontem (30) ocorreu uma reunião com a comunidade do Bixiga, no Centro Educacional Dom Orione (CEDO), da Igreja da Achiropita entre representantes da diretoria regional de ensino. Ao saber da reunião, os estudantes mandaram representantes das ocupações para informar os pais sobre o que estava ocorrendo.
Karina Gomes (16), estudante e representante de comunicação da ocupação, explicou sua indignação com a reunião e a com a ação da PM hoje. “Divulgaram na reunião com os pais que estávamos fazendo orgias e que a escola havia virado um ponto de drogas, enquanto estamos limpando a escola e fazendo oficinas e debates”, afirma.
Uma das “mães” que forçou entrada da escola com barras de ferro e não quis ser identificada afirmou que “ele [Alckmin] não vai fechar escolas, isso é mentira, estou aqui para que os estudantes consigam finalizar o ano letivo e não percam chances de emprego”.
A ocupação foi mantida e os estudantes estão chamando uma manifestação contra a reorganização e contra a violência às 18 horas de hoje. Confirme sua presença!

Polícia invade Mazé e agride presidente da UMES

Após decretar "guerra" às ocupações, governo do Estado mandou PM invadir escola no centro de São Paulo de forma ilegal; estudantes foram violentados

maze_resiste
A Escola Estadual Maria José, assim como muitas outras no Estado, amanheceu nesta terça-feira (1) cercada pela Polícia Militar (PM) e por supostos pais de alunos. O cerco aconteceu dois dias após o governo do Estado anunciar operações de “guerra” contra as ocupações.
A invasão por parte da PM ocorreu por volta das 9h da manhã e segundo os estudantes ocupados quem ajudou a abrir um dos dois portões pelos quais a polícia entrou escola foi o diretor Vladimir Frank, que agrediu a estudante Lilith Cristina (15), que está na delegacia prestando queixa. Assim que entrou, a PM agrediu estudantes, quebrou a caixa de som da escola e chutou cadeiras. Outro estudante, o Alan Ferreira de Almeida, também está na delegacia fazendo um boletim de ocorrência contra a PM.
Segundo Marcos Kauê, presidente da UMES, que estava na escola no momento da invasão, ninguém conhecia nenhum dos país responsáveis por arrombar o portão. “E é muito estranho que, um dia antes dessa ação, a diretoria tenha ligado para os pais para convocá-los para fazer a matrícula de seus filhos. Eles arrombaram com marretadas. Que pais vem fazer matrícula com marretas? Arrombaram o portão com consentimento dos policiais, que entraram junto empurrando e batendo nos alunos, e jogando spray de pimenta em todos que resistiam”, relata. (Assista ao vídeo)
Além de agredir os estudantes, a PM anotou o nome dos alunos que estavam na escola.
“Os policiais nem mesmo estavam com sua identificação [nome na farda], todos os alunos estão muito assustados. É dessa forma que Alckmin quer educar a juventude? Com base no medo e na cacetada contra alunos que estão lutando para impedir que escolas sejam fechadas, alunos que estão lutando para se formar na escola que escolheram?”, afirma Kauê.
Ontem (30) ocorreu uma reunião com a comunidade do Bixiga, no Centro Educacional Dom Orione (CEDO), da Igreja da Achiropita entre representantes da diretoria regional de ensino. Ao saber da reunião, os estudantes mandaram representantes das ocupações para informar os pais sobre o que estava ocorrendo.
Karina Gomes (16), estudante e representante de comunicação da ocupação, explicou sua indignação com a reunião e a com a ação da PM hoje. “Divulgaram na reunião com os pais que estávamos fazendo orgias e que a escola havia virado um ponto de drogas, enquanto estamos limpando a escola e fazendo oficinas e debates”, afirma.
Uma das “mães” que forçou entrada da escola com barras de ferro e não quis ser identificada afirmou que “ele [Alckmin] não vai fechar escolas, isso é mentira, estou aqui para que os estudantes consigam finalizar o ano letivo e não percam chances de emprego”.
A ocupação foi mantida e os estudantes estão chamando uma manifestação contra a reorganização e contra a violência às 18 horas de hoje. Confirme sua presença!
- See more at: http://ubes.org.br/2015/policia-invade-maze-e-agride-estudantes/#sthash.kwACEtaS.dpuf

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

“Me jogaram no chão e me algemaram, meus olhos ardiam em brasa. Não houve diálogo”, diz professor

Quarta, 18 de novembro de 2015
Do site Ponte
Direitos Humanos, Justiça e Segurança Pública
Um dos professores agredidos pela PM na frente da escola, no último sábado, está em licença médica e recebe o apoio dos alunos; Apeoesp levará caso para pelo menos três Comissões de Direitos Humanos
O professor de história Edivan Costa está em casa desde sábado (14), quando foi agredido, algemado e levado a uma delegacia, porque estava tentando preservar a integridade física dos alunos da Escola Estadual José Lins do Rego, que aderiam aos protestos contra o plano de reestruturação do ensino público apresentado pelo quarto governo Geraldo Alckmin (PSDB), que prevê o fechamento de 94 escolas em todo o Estado. Abalado física e psicologicamente, ele está de licença até a próxima semana: “Senti como se um caminhão tivesse me atropelado,  não tenho conseguido dormir. Fecho os olhos e vejo as cenas, ouço gritos, meu coração dispara”, conta. Os alunos que participam da ocupação prestaram, via redes sociais, homenagens ao professor na terça-feira (17). Tiraram fotos em uma sala de aula da escola segurando cartazes com dizeres como: “enquanto não houver justiça, não haverá paz”, “força, Edivan”, “mais amor, menos violência”, “estamos com você” e “obrigada, Edivan”.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Todo apoio às escolas de luta!

Terça, 17 novembro de 2015
Da Auditoria Cidadã da Dívida
xxx
A Auditoria Cidadã da Dívida apoia a luta dos estudantes por um ensino de qualidade, público, gratuito e para todos(as).
A proposta de fechamento de 94 escolas produzirá superlotação em outras unidades escolares, em grande parte já superlotadas. Entendemos que o projeto de “reorganização” é, na verdade, uma maneira de o Governo do Estado de São Paulo fazer ajuste colocando a crise na conta da população. Tal medida levará a uma maior precarização da educação pública, o que poderá ocasionar em concessões inadmissíveis ao setor privado, fazendo avançar a terceirização do ensino**.
O que acontece em âmbito estadual não é muito diferente do que acontece em âmbito nacional. São Paulo possui uma dívida com a União que está por volta de R$ 210 bi e cujo pagamento é utilizado pelo Governo Federal para pagar a sua própria dívida, que beneficia sobretudo banqueiros e rentistas. A dívida de São Paulo tem sido corrigida mensalmente desde 1997 por um dos mais elevados índices do País, calculado por instituição privada (IGP-DI ), e vem crescendo como uma bola de neve, forçando a realização de “ajustes” que cortam investimentos sociais essenciais como educação, saúde etc.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Anistia Internacional lamenta veto a projeto que proíbe bala de borracha em SP

Sábado, 20 de dezembro de 2014
Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil
A organização não governamental Anistia Internacional divulgou hoje (20) nota em que lamenta a decisão do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, de vetar o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa do estado (Alesp), no início do mês, que proibia o uso de bala de borracha pelos policiais civis e militares em protestos e manifestações.

sábado, 26 de abril de 2014

São Paulo: Mundial de nossa seca e de nossa desesperança

Sábado, 26 de abril de 2014
DENTRO DO

ITAQUERÃO

É ASSIM: 

PADRÃO FIFA.




FORA É

ASSIM:

PADRÃO 

ALCKMIN.

sábado, 10 de agosto de 2013

E eles ainda dizem que não sabiam de nada

Sábado, 10 de agosto de 2013
Documentos do tribunal de contas e do ministro público revelam que há cinco anos os tucanos paulistas foram alertados sobre as irregularidades no metrô e trens de São Paulo
 
Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas

Chamada.jpg
E AGORA?
Alckmin (à esq.) e Serra foram avisados sobre o propinoduto
Desde a eclosão do escândalo de pagamento de propina e superfaturamento nos contratos da área de transporte sobre trilhos que atravessou os governos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, os tucanos paulistas têm assumido o comportamento de outra ave, o avestruz. Reza a crença popular que, ao menor sinal de perigo, o avestruz enterra a cabeça no chão para não enxergar a realidade. Não foi outra a atitude do tucanato paulista nos últimos dias. Como se estivessem alheios aos acontecimentos, líderes do PSDB paulista alegaram que nada sabiam, nada viram – e muito menos participaram. Documentos agora revelados por ISTOÉ, porém, provam que desde 2008 tanto o Ministério Público como o Tribunal de Contas vem alertando os seguidos governos do PSDB sobre as falcatruas no Metrô e nos trens. Apesar dos alertas, o propinoduto foi construído livremente nos últimos 20 anos. Além dos documentos agora divulgados, investigações anteriores já resultaram no indiciamento pela Polícia Federal de 11 pessoas ligadas ao partido. No entanto, questionado sobre o cartel montado por multinacionais, como Siemens e Alstom, para vencer licitações, o governador Geraldo Alckmin jurou desconhecer o assunto. “Se confirmado o cartel, o Estado é vítima”, esquivou-se. Na mesma toada, o seu antecessor, José Serra, declarou: “Não tomamos em nenhum momento conhecimento de qualquer cartel feito por fornecedores e muito menos se deu aval a qualquer coisa nesse sentido”. As afirmações agridem os fatos. Os documentos obtidos por ISTOÉ comprovam que os tucanos de São Paulo, além de verem dezenas de companheiros investigados e indiciados, receberam no mínimo três alertas contundentes sobre a cartelização e o esquema de pagamento de propina no Metrô. Os avisos, que vão de agosto de 2008 a setembro de 2010, partiram do Ministério Público estadual e do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). Nos três casos, os documentos foram encaminhados aos presidentes das estatais, nomeados pelo governador, e publicados no Diário Oficial.


Fonte: Revista IstoÉ — Edição:  2282 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Juiz federal nega pedido de São Paulo para acessar documentos do Cade

Segunda, 5 de agosto de 2013
Débora Zampier, repórter da Agência Brasil
A Justiça Federal no Distrito Federal negou pedido do governo de São Paulo para ter acesso a documentos do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) relativos à suspeita de cartel em licitações de metrô e trens no estado.

Em decisão provisória, assinada no início desta noite, o juiz federal Gabriel Queiroz Neto argumenta não ter se convencido sobre a urgência para liberar os documentos. O governo paulista alegava ter o direito de acessar o material porque tem o dever de apurar as mesmas denúncias em análise no Cade.