Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Política DF: MPF denuncia Liliane Roriz por crimes eleitorais na campanha de 2010

Quinta, 5 de outubro de 2017
Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna
Para o MPF, ela cometeu falsidade ideológica eleitoral e corrupção ativa eleitoral. O julgamento é de competência do Tribunal Regional Eleitoral.
 
Da Ascom da Procuradoria Reg. da República da 1ª Região

Mais um processo contra integrantes do Clã Roriz. O Ministério Público Federal denunciou, em 3 de outubro, a deputada distrital Liliane Maria Roriz pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral e corrupção ativa eleitoral. Segundo a acusação, ela omitiu o recebimento de doações de serviços voluntários à Justiça Eleitoral por sete cabos eleitorais, declarou falsamente o pagamento de serviços prestados por dois cabos eleitorais e prometeu nomeação em cargo público em troca de voto e apoio político durante sua campanha para as eleições de 2010 a três eleitores. Em 2010, a caçula do clã Roriz se candidatou a deputada distrital.

Omitir da prestação de contas o recebimento de serviços estimáveis em dinheiro é crime previsto no art. 350 do Código Eleitoral. Testemunhas ouvidas em juízo afirmaram ter trabalhado voluntariamente na campanha eleitoral da denunciada, nas eleições de 2010, mas a doação desses serviços não foi registrada na prestação de contas da candidata.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Corregedor da CLDF recomenda arquivar processo de cassação de Liliane Roriz

Segunda, 3 de outubro de 2016
Do Metrópoles
Suzano Almeida
 
Parecer do corregedor, deputado Rafael Prudente (PMDB), recomenda à Comissão de Ética arquivar o processo em que Liliane Roriz (PTB) é acusada de quebra de decoro.

O corregedor da Câmara Legislativa, deputado Rafael Prudente (PMDB), recomendou o arquivamento do processo de cassação da colega Liliane Roriz (PTB). O parecer do peemedebista ainda será votado na Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar da Casa.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Escândalo UTIgate: Cassação de Liliane Roriz, autora das denúncias da Drácon seguirá em tramitação. Articulação para salvar mandatos dos denunciados

Quinta, 29 de setembro de 2016

Medida deve salvar o mandato de Celina Leão, Raimundo Ribeiro, Júlio César, Bispo Renato e Cristiano Araújo.


Por HELENA MADER, ANA VIRIATO - Correio Braziliense  //// Blog do Sombra


Articulação para salvar mandatos
 
A Mesa Diretora paralisou o processo de cassação dos distritais envolvidos no escândalo UTIgate. Os parlamentares justificaram a decisão com o argumento de que esperam novas denúncias ou condenações para prosseguir com a análise
 
O presidente da Casa, Juarezão, negou que a decisão represente engavetamento dos processos.
 
Apesar da pressão popular e da mobilização de entidades, que apresentaram 11 representações por quebra de decoro parlamentar, a Mesa Diretora da Câmara Legislativa decidiu paralisar o processo de cassação dos colegas envolvidos na Operação Drácon. Por unanimidade, os integrantes da cúpula da Casa optaram por adiar a análise dos pedidos até que haja um fato novo, como denúncia ou condenação. Na prática, a medida deve salvar o mandato de Celina Leão (PPS), Raimundo Ribeiro (PSDB), Júlio César (PRB), Bispo Renato (PR) e Cristiano Araújo (PSD).
 
Movimentos populares e representantes de entidades que assinaram os pedidos prometem se mobilizar contra o que chamam de “acordão corporativista”. Só o pedido de cassação de Liliane Roriz (PTB), autora das denúncias da Drácon, seguirá em tramitação. No caso da parlamentar, o processo tem relação com outros fatos e já tramitava desde o ano passado.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

"Covardia, estratégia ou quem sabe burrice mesmo". Rollemberg exonera indicado por Liliane Roriz e deixa alguns distritais com as barbas de molho

Quarta, 14 de setembro de 2016
Do Blog do Sombra
Na Varanda/Edson Sombra

Aliás, por um curto histórico de denúncias recentes, o governador tem sinalizado em outras oportunidades que não é muito fã de investigações

Será que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) acredita que fez um grande negócio ao mandar exonerar o administrador do Paranoá, Roberto Charles, indicado pela distrital Liliane Roriz? Alguns deputados distritais ficaram com uma pulga atrás da orelha.
Liliane, que é pivô da grande crise política vivida hoje no Distrito Federal, foi pega de surpresa com a ação do governador. Seria retaliação? Afinal, foi dela a iniciativa de denunciar ao Ministério Público supostos esquemas de desvio de recursos da saúde envolvendo a Câmara Legislativa do DF.

domingo, 21 de agosto de 2016

Escândalo dos grampos é “prioridade do MPDFT”, afirma vice-procuradora

Domingo, 21 de agosto de 2016
Do Metrópoles
Diversas promotorias do MPDFT já estão trabalhando em conjunto, formando uma espécie de força-tarefa da crise dos grampos

Guilherme Waltenberg
Há muito tempo não se via uma mobilização de forças tão intensa dentro do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Desde que grampos com denúncias sobre corrupção e propinas na saúde pública local começaram a aparecer, diversas promotorias passaram a se comunicar e levaram ao surgimento de uma espécie de força-tarefa dos grampos. Esse grupo envolve, além da Procuradoria-Geral — responsável pela investigação relacionada a políticos com foro privilegiado —, a Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus); a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep); o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco); e o Ministério Público de Contas (MPC).

A vice-procuradora-geral do MPDFT, Selma Leite Sauerbronn, que preside as investigações, evita usar o termo força-tarefa, que, na visão dela, envolveria um rito formal, o que ainda não ocorreu. Mas essa união de esforços já tomou conta dos trabalhos da instituição. “A prioridade do MP hoje é essa investigação”, cravou.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Conchavos e propina na Câmara Legislativa. Um dia longo na Câmara Legislativa

Sexta, 19 de agosto de 2016

Além da suspeita de pagamento de comissões a distritais, as conversas entre Celina Leão e Liliane Roriz revelam rede de intrigas. Em 2h08 de gravação, as rivais falam sobre cargos e funcionários fantasmas e criticam colegas e Rollemberg

FONTES: ISA STACCIARINI, HELENA MADER E FLÁVIA MAIA/CORREIO BRAZILIENSE - E BLOG DO SOMBRA

Traições, projetos para 2018, reeleição na Câmara Legislativa do Distrito Federal, indicações para cargos no governo. O cardápio de conversas entre as deputadas Celina Leão (PPS) e Liliane Roriz (PTB) é extenso e mostra meandros dos bastidores da política brasiliense. O Correio teve acesso a áudios inéditos de gravações realizadas por Liliane e entregues ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Durante um almoço realizado em dezembro de 2015, na casa da filha caçula de Roriz, as rivais tentaram uma conciliação e, entre garfadas de salada, fizeram revelações sobre como funcionam os poderes na capital federal. No bate-papo informal, criticaram duramente a gestão do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), falaram mal de colegas parlamentares e assessores, e discutiram abertamente sobre loteamento de cargos.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Ministério Público investiga deputados, inclusive Celina Leão, presidente da CLDF, por corrupção na Saúde

Quarta, 17 de agosto de2016
Veja a reportagem no site de O Globo, acessando o link o link abaixo.

http://oglobo.globo.com/brasil/mp-investiga-deputados-presidente-da-camara-legislativa-do-df-por-desvios-da-saude-19941176?utm_source=WhatsApp&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

Liliane Roriz renuncia à vice-presidência da CLDF

Quarta, 17 de agosto de 2016

quarta-feira, 18 de maio de 2016

ONG Adote um Distrital entra com representação na CLDF pela cassação da distrital Liliane Roriz, que é ré na Justiça

Quarta, 18 de maio de 2016
Do Metrópoles 
Por Manoela Alcântara

Acusada de lavagem de dinheiro, a deputada se tornou ré em ação no TJDFT pela suposta aquisição irregular de dois apartamentos em Águas Claras. Em março, ela foi condenada no TRE-DF por crime de falsidade ideológica e compra de votos

No último dia 11, a deputada Liliane Roriz (PTB) sofreu uma derrota na esfera judicial. Por unanimidade, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) recebeu a denúncia apresentada contra a distrital por lavagem de dinheiro. Agora, Liliane também terá problemas na seara política. A organização Adote um Distrital protocolou, na Câmara Legislativa, um pedido de cassação do mandato dela por quebra de decoro parlamentar. Segundo o Metrópoles apurou, o documento deve ser encaminhado à Corregedoria da Casa, que vai analisar a admissibilidade da ação.

Um dos motivos que embasam o pedido é justamente a ação que corre contra Liliane no TJDFT. Ela é acusada de ter recebido irregularmente dois apartamentos do empreendimento Residencial Monet, em Águas Claras. Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), os imóveis seriam fruto de crimes contra a administração pública. 

Leia a íntegra

terça-feira, 10 de maio de 2016

Conselho Especial do TJDF torna a deputada distrital Liliane Roriz ré por lavagem de dinheiro pelo recebimento de dois apartamentos do empreendimento Residencial Monet

Terça, 10 de maio de 2016
Do TJDF
O Conselho Especial do TJDFT, por unanimidade, decidiu receber a denúncia apresentada contra a Deputada Distrital Liliane Maria Roriz, apenas pelo crime descrito no inciso II, parágrafo 1º, artigo 1º, da lei federal 9613/1998, lavagem de dinheiro pelo recebimento de dois apartamentos do empreendimento Residencial Monet, que, segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios - MPDFT, seriam frutos de crimes contra a administração pública.

O Ministério Público ofereceu denúncia em desfavor da Deputada Liliane Roriz imputando-lhe a conduta criminosa descrita no art. 1º, “caput”, inciso V, e § 1º, incisos I e II, ambos da Lei 9.613/98, em razão da deputada ter recebido dois imóveis que seriam objetos de crimes relacionados à corrupção praticados, em tese, por seu pai e outros réus. Esses crimes estão sendo apurados em outras ações penais. Segundo o MPDFT, o ex-governador do DF, Joaquim Roriz, pai da investigada, juntamente com funcionários do Banco Regional de Brasília - BRB e os proprietários da construtora WRJ Engenharia de Solos e Materiais Ltda, estariam sendo investigados pela prática de delitos de corrupção passiva e ativa, sob o argumento de que o ex-governador teria usado sua influência política para intermediar a concessão e a repactuação de financiamento junto ao BRB para beneficiar a construtora, que em troca, como pagamento da vantagem indevida, teria entregado a Roriz e a seus familiares 12 apartamentos do Residencial Monet. A referida deputada teria recebido dois desses apartamentos em nome de sua filha, por meio de contrato simulado para compra e venda dos imóveis.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Distrital Liliane Roriz (PRTB) é condenada pelo TRE-DF por corrupção eleitoral e falsidade em prestação de contas

Quarta, 9 de março de 2016
Foto: site da CLDF
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Do TRE-DF

O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, analisou nesta quarta-feira (09/03), em sua 10ª Sessão Judiciária, ação penal  envolvendo apuração de possível ocorrência da prática dos crimes de corrupção eleitoral (artigo 299 do Código Eleitoral) e de falsidade ideológica (artigo 350 do CE) por parte da parlamentar Liliane Maria Roriz.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Adote Um Distrital e Observatório Social de Brasília pedem a perda de mandato da deputada Liliane Roriz

Quinta, 13 de agosto de 2015
O Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) por meio do projeto Adote um Distrital e o Observatório Social de Brasília protocolam nesta quinta-feira (13), às 12h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, representação em que pedem abertura de processo de perda de mandato contra a deputada Liliane Roriz (PRTB) por atos contrários à ética e ao decoro parlamentar.
A representação se baseia em nova condenação de Liliane Roriz, em julho passado, na 3ª Vara de Fazenda Pública do DF, por ato de improbidade administrativa. No processo (2011.01.1.047063-0), Liliane Roriz foi condenada com o ex-governador Joaquim Roriz, a ex-deputada Jaqueline Roriz e outros por facilitar dois empréstimos do Banco de Brasília (BRB), no valor total de R$ 6.742.438,84, em troca de 12 apartamentos em Águas Claras.
Na sentença, o juiz diz que a condenação de Liliane Roriz se dá em função da ocorrência de enriquecimento ilícito, existindo fortes indícios de dano ao erário. Com base nisso, condena a deputada a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por 10 anos, proibição de contratar com o poder público por 10 anos, perda de valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento do dano e multa civil.
Liliane Roriz já havia sido condenada no início do ano, pela 2ª Vara de Fazenda Pública do DF, por irregularidades em contratos de locação de veículos pagos com verba indenizatória. O juiz do processo (2013.01.1.035814-2) determinou a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por 5 anos, proibição de contratar com o poder público por 5 anos e ressarcimento de dano no valor de R$ 5 mil.
De acordo com o Código de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa do DF, é ato contrário à ética e ao decoro parlamentar a percepção de vantagens indevidas como doações, benefícios ou cortesias de empresas, grupos econômicos ou autoridades públicas (art. 6º, II).
Segundo o Regimento Interno da Câmara Legislativa, a representação deve ser recebida pela Mesa Diretora e encaminhada ao corregedor da Casa, o deputado Dr. Michel (PP). Ele, por sua vez, deve elaborar parecer prévio a ser examinado pela Comissão de Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar.

Fonte: Site do Adote um Distrital

domingo, 9 de agosto de 2015

Gim Argello distribuiu propinas do petrolão a políticos do DF, diz delator

Domingo, 9 de agosto de 2015

O presidente da UTC disse que parte do dinheiro - R$ 3,5 milhões - foi usada por Gim para apoiar seis candidatos no DF, três deles eleitos: um deputado federal e dois distritais

A delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, nas investigações da operação Lava-Jato, detalhou como o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) teria se envolvido no esquema de corrupção. Parte do dinheiro destinado à propina por proteção na CPI da Petrobras teria sido paga ao político. Gim, por sua vez, teria distribuído a verba a, ao menos, seis campanhas no DF, de acordo com o depoimento de Pessoa. Segundo informações da Folha de São Paulo, R$ 3,5 milhões foram usados por Gim para apoiar seis candidatos no DF, três deles eleitos: um deputado federal e dois distritais.

O ex-governador José Roberto Arruda (PR, ex-DEM), o ex-senador Luiz Estevão (PRTB), o deputado Alberto Fraga (DEM) e a assessoria de um parlamentar, esta sob condição de anonimato, disseram à Folha que Gim viabilizou e repassou dinheiro da UTC às campanhas. As doações foram declaradas à Justiça Eleitoral.
Leia a íntegra em:

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2015/08/09/internas_polbraeco,493916/gim-argello-distribuiu-propinas-do-petrolao-a-politicos-do-df-diz-del.shtml

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Integrantes da família de Joaquim Roriz (ele, Jaqueline Roriz, a distrital Liliane, Weslliane e mais um neto) são condenados por improbidade administrativa

Sexta, 3 de junho de 2015
Do TJDF
O juiz da 3a Vara de Fazenda Pública do DF julgou procedentes os pedidos do MP e condenou os réus pela prática de ato de improbidade administrativa e determinou diversas sanções aos mesmos, cada uma de acordo com a conduta praticada, conforme os termos da sentença. Dentre as punições o magistrado determinou que sejam devolvidos os valores adquiridos ilicitamente, devido ao aluguel de apartamentos do Residencial Monet, em Águas Claras; ressarcimento integral do dano referente ao débito da WRJ Engenharia e os imóveis que não foram consolidados, em favor do Banco de Brasília - BRB, em razão da proteção dos terceiros adquirentes de boa-fé; perda de função pública; suspensão de direitos políticos por até 10 anos; pagamento de multa civil no valor de 3 vezes os valores acrescidos ilicitamente; pagamento de multa civil no valor de 40 vezes a remuneração dos que exerciam cargo público; e proibição de contratar com o poder público pelo prazo de até 10 anos.

O MPDFT ajuizou ação civil para apuração de atos de improbidades cometidos pelos réus: I) Joaquim Domingos Roriz; II) Tarcísio Franklin De Moura; III) Geraldo Rui Pereira; IV) Antonio Cardozo De Oliveira; V) Roberto Cortopassi Junior; VI) Renato Salles Cortopassi; VII) Jaqueline Maria Roriz; VIII) Liliane Maria Roriz; IX) Weslliane Maria Roriz Neuls; X) Rodrigo Domingos Roriz Abreu; XI) WRJ Engenharia De Solos e Materiais LTDA; XII) JJL Administração e Participação LTDA e XIII) COSS Construção LTDA. Segundo o MPDFT os réus teriam elaborado um  esquema para obtenção de empréstimo e repactuação do mesmo junto ao BRB , de forma irregular, mediante recebimento de 12 (doze) unidades habitacionais no empreendimento Residencial Monet, situado na Avenida Pau Brasil, lote 5, Região Administrativa de Águas Claras - DF.

Os réus apresentaram contestação onde argumentaram contra a ocorrência de qualquer ato de improbidade.

O magistrado entendeu que o esquema utilizou dinheiro do BRB para gerar vantagem ilícita para os réus: “Da fundamentação exposta, se vê que o réu JOAQUIM DOMINGOS RORIZ recebeu vantagem patrimonial indevida em favor de outrem (suas filhas Jaqueline Maria Roriz, Liliane Maria Roriz, Weslliane Maria Roriz Neuls; seu neto Rodrigo Domingos Roriz Abreu e a empresa familiar JJL Administração e Participação LTDA), bens imóveis pela WRJ Engenharia, empresa que tem interesse direto e indireto que pode ser amparado ou atingido por ação ou omissão decorrente da atribuição de Governador do Distrito Federal e Senador da República, pois mesmo com a derrota de sua candidata Maria Abadia, conseguiu manter indicações no Banco de Brasília.”

Da decisão cabe recurso.
Processo : 2011.01.1.047063-0

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Distrital Liliane Roriz é condenada por aluguel irregular de veículo

Sexta, 20 de fevereiro de 2015

Caso teria ocorrido em 2012 e envolveu ainda um ex-assessor da distrital. Juiz determinou perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por cinco anos. Decisão não tem aplicação imediata e ainda cabe recurso 

Almiro Marcos — Correio Braziliense

A Justiça condenou a deputada distrital Liliane Roriz (PRTB) e um ex-assessor por improbidade administrativa relacionada com irregularidades no contrato de locação de um veículo. O fato teria ocorrido em 2012 e levou ao desvio de R$ 5 mil de valores da verba indenizatória à qual a parlamentar tem direito.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

TRE/DF recebe denúncia contra Liliane Roriz (PRTB), vice-presidente da CLDF

Quinta, 12 de fevereiro de 2015
 
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Do TRE
Em sessão de julgamento, realizada hoje (11/02), o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal decidiu, por unanimidade, receber denúncia contra a deputada distrital Liliane Roriz (PRTB), por crimes de corrupção eleitoral ativa e falsidade ideológica, que teriam ocorrido nas eleições de 2010. Segundo denúncia do Ministério Público Eleitoral, a então candidata teria prometido cargos ou empregos na administração pública, caso fosse eleita, para pessoas que trabalharam em sua campanha e não declarou, em sua prestação de contas daquela eleição, o trabalho voluntário e a remuneração de alguns de seus cabos eleitorais. Com isso, ela estaria incursa nos artigos 299 e 350 do Código Eleitoral.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

TRE-DF aceita denúncia contra distrital Liliane Roriz por corrupção eleitoral e falsidade ideológica

Sexta, 16 de maio de 2014
Foto do site da CLDF
 
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Do TRE do Distrito Federal
Em sessão plenária, na última quarta-feira (16/5) [sic], os Desembargadores Eleitorais do TRE-DF decidiram acolher denúncia formulada pelo Ministério Público Eleitoral em desfavor da Deputada Distrital Liliane Roriz.
A denúncia oferecida pelo MPE apontou a prática dos crimes de corrupção eleitoral (artigo 299 do Código Eleitoral) e de falsidade ideológica (artigo 350 do CE) por parte da parlamentar. A denúncia foi recebida em sua totalidade por maioria de votos, acompanhando o voto da relatora do processo, Desembargadora Maria de Fátima Rafael de Aguiar. O Desembargador Eleitoral Olinto Herculano de Menezes ficou vencido parcialmente.
Nos termos do Código Eleitoral, a corrupção eleitoral ocorre quando um candidato pratica uma das seguintes condutas: “Dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”.
Quanto à falsidade ideológica, comete o crime o candidato que “omitir, em documento público ou particular, declaração que dêle devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais”.
No caso de Liliane Roriz, segundo a denúncia do Ministério Público Eleitoral, ela teria prometido a Eurípides Viana Santana, caso fosse eleita, nomeá-lo, e à sua mulher, para cargo comissionado na Câmara Legislativa. Fato que caracterizaria corrupção eleitoral.
Além disso, apontou o MPE, durante o trabalho na campanha, Santana não recebeu salários, em razão da promessa dos cargos caso eleita. Assim, os valores relativos relativos ao pagamento do serviço realizado, ainda que não pagos, foram omitidos da prestação de contas de Liliane Roriz.
Ao seguir o voto da Desembargadora, os integrantes do colegiado resolveram aceitar a denúncia, por entenderem que estavam presentes índicos de autoria e materialidade. O Desembargador Olindo Menezes ficou vencido quanto ao crime de falsidade ideológica.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Liliane versus Magela e o que há por trás do PPCUB

Terça, 3 de novembro de 2013


Do Blog do Sombra
A maior crítica da aprovação do PPCUB na Câmara Legislativa, Liliane Roriz (PRTB) rebate declarações do secretário de Habitação, Geraldo Magela (PT), que, em entrevista ao Jornal da Comunidade do último domingo, levantou questões que serviriam de justificativa para alterar o projeto original de Lúcio Costa, de acordo com proposição de autoria do GDF que tramita no legislativo local. Em material exclusivo ao blog, a distrital rechaça ponto a ponto a insistência do secretário em aprovar o projeto que, para ela, está longe de ser um Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília.  

Declaração de Magela: "O que estamos fazendo é o que a Unesco exigiu, que é ter um plano de preservação" ...  

Posicionamento de Liliane: De que forma se deu essa exigência da Unesco? Da língua portuguesa, preservar é a ação de se conservar o que já existe, de defender, de resguardar. O plano de preservação já existe, tanto que, após 53 anos de fundação, não há nenhuma construção em Brasília que agrida o tombamento. E em quê a aprovação do PPCUB vai contribuir para preservar nossa cidade? Nada!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Coices cruzados

Quinta, 9 de maio de 2013
Imagem da internet

Se a troca de coices já é perigosa entre jegues, imagine quando ocorre entre animais políticos. Que são os mais ferozes animais da face da Terra.

O governador Agnelo Queiroz, governador do DF, há alguns dias frente à visita de deputados da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do DF ao Hospital Regional de Ceilândia para apurar a morte de oito bebês que teriam morrido por infecção por bactérias, disparou um coice contra os distritais. Disse ele, irritado, que “Um deputado entende tanto de bactéria quanto um jegue entende de religião”.

Dizem que coice (como tiro) trocado não dói, mas que dói, dói. Ah, como dói.

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) encaminhou ao Ministério Público Federal a representação feita pela deputada Liliane Roriz (PSD) contra o governador Agnelo e o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, onde pediu para serem apuradas eventuais responsabilidades. Ontem foi a vez de um novo coice, agora não mais disparado pelo governador, mas por seu secretário do Conselho de Governo do DF, o senhor Roberto Wagner.

Wagner tentou reduzir a importância do encaminhamento feito pelo MPDFT para o MP Federal.

Hoje o coice veio de um nível hierárquico mais baixo, e não diretamente pela presidente da Comissão de Saúde da CLDF, distrital Liliane Roriz. Foi Caio Barbieri, assessor de imprensa da Comissão de Educação Saúde e Cultura da CLDF, o escalado para devolver o coice.

Quando uso a palavra coice, é bom esclarecer para que não haja mal-entendidos, não significa que estou dizendo que os personagens da história sejam jegues. Nem os que estão de um lado da cerca, nem do outro. Mesmo que alguns personagens achem que os outros são burros como jegues, se é que jegue é tão besta assim.

O mais recente coice, não significando que seja o último desse rodeio, veio hoje em forma de “Nota à imprensa”. Veio do lado da CLDF.

Veja a seguir o coice, ops! A Nota.

Sobre as recentes declarações do secretário do Conselho de Governo do DF, Roberto Wagner, minimizando a recente decisão do Ministério Público do DF de encaminhar à Procuradoria-Geral da República (PGR) representação contra o governador Agnelo Queiroz (PT) por suposta responsabilidade nos óbitos de nove bebês no Hospital Regional de Ceilândia, cabe esclarecer:

1. Ao contrário do que foi informado pelo excelentíssimo representante do GDF, o Ministério Público do DF decidiu encaminhar toda a documentação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foro adequado, somente após verificar a gravidade da denúncia, principalmente por esta ter o respaldo de depoimentos não apenas de médicos, mas também de servidores da unidade onde ocorreram os óbitos neonatais;

2. Tanto é verídico o fato de que há elementos suficientes para uma possível investigação que, no mesmo despacho, a vice-procuradora-geral de Justiça, Zenaide Souto, determina o encaminhamento da representação também para a Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde (ProSus), órgão interno do MP exclusivo para investigar desmandos da saúde no DF e que analisará também  a possível responsabilidade de outras autoridades do GDF que não possuem foro privilegiado no STJ;

3. Vale ressaltar que tanto é verdade a decisão do MPDFT que em nenhum momento representante do órgão fiscalizador ocupou páginas dos jornais para tentar reparar as informações prestadas pela presidente desta Comissão, missão esta delegada pelo governo justamente a dois assessores do governador do DF;

4. É lamentável que autoridades do GDF tentem minimizar tantas mortes ao acusar esta Casa de Leis e esta Comissão de “criar factoides”, uma vez que a atuação responsável dessas mesmas autoridades, cumprindo o seu papel, poderia ter impedido ou pelo menos reduzido esses nove óbitos;

5. Cabe lembrar ainda que além desta Comissão de Saúde da Câmara Legislativa, o Conselho Regional de Medicina e a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Distrito Federal atuaram também diuturnamente com o objetivo de investigar os reais motivos da proliferação da bactéria Serratia no HRC e que em nenhuma avaliação feita por esses órgãos houve similaridade com a versão dada pelo governo local de que a contaminação teria sido por “falta de higiene” dos servidores da unidade;

6. Assim como criar leis, é papel da Câmara Legislativa fiscalizar qualquer tipo de ação ou mesmo descaso do governo local quanto ao uso dos recursos financeiros provenientes do bolso do contribuinte, estando, portanto, a presidência desta Comissão completamente respaldada pela legislação vigente;

7. É lamentável que, além de tentar desqualificar o trabalho de quem realmente preocupa-se com a população, as autoridades governistas que deveriam zelar pela vida da população, agora banalizam e minimizam mortes de crianças indefesas que, sem dúvida, poderiam ter escrito uma história digna e contribuído para um Distrito Federal melhor para todos nós.

Caio Barbieri
Assessor de Imprensa da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Ministério Público do DF solicita investigação contra Agnelo para a PGR

Terça, 7 de maio de 2013
Do Blog do Sombra

Despacho é resposta à representação da distrital Liliane Roriz, que denunciou GDF por suposta responsabilidade pela morte de bebês no Hospital Regional de Ceilândia

O Ministério Público do DF e Territórios decidiu acatar a sugestão da deputada distrital Liliane Roriz (PSD) e encaminhar ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, representação contra o governador do DF, Agnelo Queiroz (PT) por suposta responsabilidade pelas mortes de nove recém-nascidos na UTI Neonatal do Hospital Regional de Ceilândia, cidade localizada a 30 km de Brasília. Vítimas da bactéria Serratia marcenses, os bebês não resistiram e faleceram no início mês de abril. O documento é assinado pela vice-procuradora-geral de Justiça do DF, Zenaide Souto Martins. Leia mais no Blog do Sombra