“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 28 de maio de 2019

Esquema Sérgio Cabral: Júlio Andrade, Tânia Fonseca e Robson Silva atuavam em esquema que lavou R$ 989,6 milhões por meio do sistema bancário

Terça, 28 de maio de 2019
Do MPF
Júlio Andrade, Tânia Fonseca e Robson Silva atuavam em esquema que lavou R$ 989,6 milhões por meio do sistema bancário
A pedido do Ministério Público Federal, a 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro determinou a prisão preventiva do empresário Júlio César Pinto de Andrade e a temporária dos gerentes do Banco Bradesco Tânia Maria Aragão de Souza Fonseca e Robson Luiz Cunha Silva. Eles são suspeitos de participar do esquema de lavagem de dinheiro, investigado nas operações Eficiência e Câmbio, Desligo, comandado pelos doleiros Vinícius Claret e Cláudio Barbosa, operadores de Sérgio Cabral.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Justiça determina volta de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, à prisão em regime fechado

Quarta, 26 de abril de 2017
Flávia Villela - da Agência Brasil

Por dois votos a um, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) determinou hoje (26) a volta à prisão da ex-primeira-dama do Rio de Janeiro Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sérgio Cabral.

O tribunal julgou recurso do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) que pedia o retorno de Adriana ao regime de prisão preventiva. Ela está em prisão domiciliar, concedida pela 7ª Vara Federal Criminal, porque tem filho menor de 12 anos e a lei brasileira garante o direito de prisão domiciliar a mães de filhos na primeira infância.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Soltura da mulher de Cabral: Regimento do STJ determina que ministros são substituídos quando viajam

Quinta, 30 de março de 2017
Da Tribuna da Internet

Jorge Béja
Voltemos ao caso da libertação de Adriana Ancelmo, autorizada por ministra do Superior Tribunal de Justiça a cumprir prisão preventiva em casa (prisão domiciliar) e não no presídio de Bangu para onde foi recolhida. A ministra que autorizou chama-se Maria Thereza de Assis Moura e o motivo por ela alegado foi o fato de a ré ter um filho de 11 anos e a lei diz que o juiz “poderá” conceder o benefício. No artigo de hoje, nosso editor Carlos Newton demonstrou que os dois filhos de Adriana e Sérgio Cabral, de 11 e 14 anos de idade, vão sofrer muito mais com a mãe em casa. E Carlos Newton também escreveu sobre aquele “poderá” que consta da lei, não se tratando, portanto de um dever, de uma obrigação que a lei impõe ao juiz, e sim de mera faculdade, analisando cada caso.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Lava Jato: MPF/RJ pede novas prisões de organização liderada por Sérgio Cabral

Quinta, 26 de janeiro de 2017
Do MPF/RJ
Operação Eficiência apura ocultação de mais de US$ 100 milhões de Cabral no exterior, e já repatriou cerca de R$ 270 milhões que estão à disposição da Justiça. Também foi decretada a prisão de Eike Batista.
 Lava Jato: MPF/RJ pede novas prisões de organização liderada por Sérgio Cabral
Em nova fase das investigações sobre a organização criminosa liderada pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu à Justiça a decretação de nove prisões preventivas (por tempo indeterminado), quatro conduções coercitivas e o cumprimento de buscas e apreensões em 27 endereços no Rio de Janeiro, Niterói, Miguel Pereira e Rio Bonito. Os mandados, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal/RJ, estão sendo cumpridos pela Polícia Federal nesta quinta-feira (26/1) na Operação Eficiência. Cabral e outros dois réus já presos pela Operação Calicute – seus ex-assessores Carlos Miranda e o ex-secretário de governo Wilson Carlos – tiveram novas prisões decretadas (nº 0510282-12.2016.4.02.5101).

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Escola abandonada lembra cenário de guerra e moradores fazem "Ocupa Ciep" em protesto; vejam o vídeo

Segunda, 21 de dezembro de 2015
Da Tribuna da Imprensa / Correio do Rio
Como se não fosse suficiente toda a falta de respeito do "poder público" para com o cidadão, agora que se aproximam os jogos olímpicos e as obras faraônicas que acompanham – com dinheiro não apenas municipal, mas como também estadual e federal – temos muito pouco a comemorar.
Após a desativação do CIEP Esther Botelho, já há algum tempo, o governo do estado repassou a administração da unidade à FAETEC sendo que a mesma não se responsabilizou, ficando assim o edifício com todo o mobiliário escolar e diversos insumos abandonado.
O resultado é chocante, um verdadeiro cenário de guerra:  livros apodrecendo, maquinário depredado, pichações, furto de cabos elétricos e janelas, uso indevido do espaço para pasto animal e depósito de estrume.
O edifício do CIEP 446, localizado em Niterói, se tornou então um foco de doenças e ilícitos, sem qualquer conservação ou manutenção.  O que um dia foi um lugar seguro para todas as crianças e jovens da comunidade se tornou uma amarga lembrança de tempos melhores. Antigos alunos do CIEP se mostraram consternados por não poderem ver seus filhos usufruírem da mesma qualidade que aquela unidade sempre proporcionou à região.  Alguns inclusive se queixaram de terem seus filhos transferidos para escolas em áreas de alto risco e infra-estrutura muito inferior se comparadas ao CIEP Esther Botelho.
Eis que alguns moradores iniciaram uma ocupação para dar utilidade social ao imóvel, com atividades recreativas e esportivas para as crianças, e hoje, neste domingo, 20 de dezembro de 2015, esta ocupação foi oficialmente declarada  OCUPA CIEP.
Com o apoio de vários grupos como a Juventude Socialista, o movimento Reinventar, o movimento DE OLHO NA EDUCAÇÃO e o MTST, iniciou-se o já mencionado OCUPA CIEP com o intuito de não apenas revitalizar aquele espaço mas também de exigir do poder público o devido respeito à população e ao dinheiro do contribuinte, outrora muito bem empregado na construção dos CIEPs e agora totalmente desperdiçado com melhorias que só atingem camadas mais privilegiadas da população, fechando as escolas de áreas menos favorecidas.
VÍDEO:

domingo, 17 de agosto de 2014

Domitila, a mãe da corrupção no Brasil

Domingo, 17 de agosto de 2014
Por Siro Darlan, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Coordenador Rio da Associação Juízes para a Democracia.
Quase duzentos anos após a Imperatriz Leopoldina ser a primeira mulher a exercer o poder político no Brasil, novamente uma mulher está nos governando. Esse é um registro muito importante para o poder feminino, mas é bom que se diga que foi a Marquesa de Santos quem inaugurou a prática de corrupção em nosso país. Por suas mãos e pernas passavam a escolha de ministros, desembargadores, negócios e concessionários do Império, tudo mediante a histórica e culturalmente consagrada “comissão de intermediário”. A nossa madame “Pompadour” não tinha limites, intermediava liberação de cargas retidas no porto, nomeava servidores e enriquecia sem qualquer controle ou qualquer tipo de fiscalização.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Novos documentos fazem renascer denúncias contra aliados de Sérgio Cabral

Sexta, 28 de fevereiro de 2014
Da Revista Época 
E podem reabrir investigações sobre as relações entre o governo do Rio de Janeiro e a empreiteira Camargo Corrêa

RAPHAEL GOMIDE
27/02/2014 21h05 - Atualizado em 27/02/2014 22h06
Era uma terça-feira. Aparentemente, seria mais um dia normal na Camargo Corrêa, um dos maiores grupos empresariais brasileiros, com 58 mil funcionários espalhados pelo país e pelo mundo. Mas aquele 25 de março de 2009 não foi um dia comum. Tinha tudo para ser lembrado como o início de um dos mais rumorosos casos de promiscuidade no Brasil, entre uma empreiteira e partidos políticos. Naquela manhã, 40 policiais federais varejaram o edifício sede da Camargo Corrêa, em São Paulo, e também casas e escritórios de funcionários e lobistas, suspeitos de operar um esquema de lavagem de dinheiro para a construtora. Na ação, batizada de Castelo de Areia, os policiais apreenderam uma série de documentos que, segundo eles, traziam indícios de transferências de recursos para políticos de diversos matizes, em contas no Brasil e no exterior. Entre os citados na papelada estavam nomes de PMDB, PT, PSDB, PR, DEM, PCdoB, PSB e PP. A operação que prometia dinamitar gabinetes em todo o país acabou desmontada no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Sob a alegação de que a ação da PF se baseara numa denúncia anônima, os ministros do STJ suspenderam o processo e anularam as provas recolhidas pela Polícia Federal.

O Ministério Público Federal discordou da decisão e, em agosto de 2012, recorreu ao Supremo Tribunal Federal. Em dezembro do ano passado, a subprocuradora-geral da República Maria das Mercês Aras, que atuou no caso, recebeu um conjunto de documentos que não integravam o processo original da Castelo de Areia. Por considerá-los relevantes, ela remeteu os documentos a Rodrigo Janot, Procurador-Geral da República, que representa o Ministério Público no STF. Empossado em setembro, Janot disse a sua equipe que tem interesse especial na Castelo de Areia. Segundo os procuradores envolvidos no caso, tais documentos, a que ÉPOCA teve acesso, podem levar à reabertura da Castelo de Areia. Os mesmos documentos causaram apreensão no grupo próximo ao governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Que futuro queremos para as favelas cariocas?

Sábado, 28 de dezembro de 2013
Texto extraído da Tribuna da Imprensa

Agência de Notícias das Favelas*
Estou preocupado com o apoio da mídia ao discurso defendido pelo Secretário Beltrame, em recente entrevista n´O Globo, onde relacionava segurança em favelas à remoções habitacionais.
Em primeiro lugar, implico com o termo remoções, que significa retirar alguma coisa de algum lugar e remete às políticas de erradicação de favelas dos anos 1960.
Pessoalmente, prefiro o termo realocações, que significa recolocar alguma coisa em outro local, no caso das favelas, segundo a legislação Federal sobre o tema, em um local próximo ao original.
Na entrevista em pauta, o Secretário de Segurança se referiu a um suposto “tabu sobre remoções”, classificando qualquer postura diferente da sua, de “ideológica”.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

PM do Rio compra bomba de gás lacrimogêneo 3 vezes mais forte

Segunda, 9 de dezembro de 2013
Artefatos foram usados nas manifestações de junho; Ministério Público Federal abriu inquérito para investigar o caso

Marcelo Gomes - O Estado de S. Paulo
RIO - A Polícia Militar do Rio comprou da Condor S/A Indústria Química bombas de gás lacrimogêneo três vezes mais potentes do que o normalmente empregado pelas forças de segurança brasileiras. Muitas delas foram usadas para reprimir "vândalos infiltrados" na recente onda de manifestações, segundo oficiais da corporação.
 

No dia 2, o procurador da República Jaime Mitropoulos converteu o procedimento preparatório para apurar o caso em inquérito civil, depois de a fabricante informar que, desde 2012, vende para a PM fluminense artefatos com concentração de até 30% de ortoclorobenzalmalonitrilo, o lacrimogêneo.

Segundo o Exército, responsável por fiscalizar a produção e comercialização desse tipo de produto, as fábricas brasileiras produzem granadas com concentração aproximada de 10% da substância. Leia a íntegra

domingo, 13 de outubro de 2013

O rei está nu, mas tem costas largas

Domingo, 13 de outubro de 2013
Por Pedro Porfírio
 
Eike Batista deu cano em meio mundo e, no entanto, ninguém levanta a voz contra suas travessuras 

Amigos, irmãos, camaradas, Eike e Cabral fizeram poucas e boas
Ações do grupo foram ao mercado em nome de empresas que vendiam promessas. As da petrolífera, que hoje estão encalhadas a R$ 0,23, chegaram a R$ 28,50.   Ao longo da história republicana poucas pessoas aprontaram tanto, ganharam tanto, como o outrora todo poderoso "Senhor X". Há centenas de pessoas lesadas por sua manipulação do mercado, por seus blefes e pela massiva venda de papeis sem lastro real.  No entanto, ele continua no gozo da mais ostensiva impunidade, graças às suas íntimas relações com os figurões da República, de todos os partidos, com expoentes de todos os poderes e com astros da mídia, aos quais sempre destinou generosa atenção.  Com certeza, é seu debacle e não os Black Blocks, que tira o sono do Serginho Cabral. Dizem que seus arquivos são poderosos e podem deixar meio mundo mal na fita. Esse seria o segredo do tratamento especial que vem recebendo diante do desmoronamento do seu império como um castelo de cartas marcadas.
Não precisa ser "especialista" pra sacar que essa queda livre do artista Eike Batista é obra de proveta. Ninguém fica exibindo a fortuna a troco de nada. Tudo fazia parte do show. O seu "X" da questão foi um bem urdido jogo de cena que pegou. Isso é o que o vulgo conhece como blefe. Que deixou milhares de investidores com a cara de bunda, igual à de quem cai no "conto do paco".
Em qualquer país sério o Eike já teria tido o mesmo destino de Mikhail Khodorkovsky, ex-magnata do petróleo russo, que foi trancafiado por Vladimir Putin em 2003, pegou 14 anos de cadeia (reduzidos a 11) e viu falir a sua petroleira Yukos, avaliada no auge em US$ 40 bilhões (R$ 112 bilhões), mais do que todas as empresas do nosso "bom burguês" juntas.  
Eike continua aprontando e vendendo o que pode e o que não pode a preço de ocasião.  O império de R$ 98 bilhões da noite para o dia foi reduzido a R$ 2 bilhões, isso com muita boa vontade. As ações da OGX, seu carro-chefe, caíram de R$ 28,50 para R$ 0,23, deixando no aperreio todo mundo que comprou seus papéis - papéis sem lastro, expediente que os bancos também praticam, mas que se garantem com os depósitos dos clientes.
O dinheiro dos acionistas do Eike evaporou-se na solidão de uma farsa, enredada em sua própria teia. Nenhuma outra empresa dos respectivos ramos sofreu qualquer baque expressivo. Ou estão mais abastadas ou permanecem no mesmo.
Não há notícia de um prejuízo de Eike numa operação conjuntural. Tudo começou a degringolar em 26 de junho do ano passado, quando, após o fechamento da BOVESPA daquela terça-feira, um comunicado enviado pela OGX à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que a vazão do poço de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, em produção desde o início daquele ano, seria menor do que fora prometido.
Eike havia pregado uma peça no mercado, comprometendo a própria credibilidade da Bolsa de Valores de São Paulo, que deu mole diante dos seus ardis perceptíveis a olho nu.
No "X" da debacle tem muita gente de rabo preso, envolvida até o pescoço. É pública e notória sua intimidade com alguns políticos, como o governador Serginho Cabral, aos quais servia mais do que cafezinho e água gelada, numa parceria sem segredos.
Talvez seja por isso que até o momento nem se fale no devido corretivo, embora para descobrir suas traquinagens não careça nem mesmo de escutas telefônicas e outros esforços de reportagem.
Eike Batista pode se orgulhar da mais absoluta transparência nas tramas que o catapultaram à oitava maior fortuna do mundo, primeira do Brasil com muitos corpos de vantagem. Tais peripécias, aliás, sempre foram cantadas em prosa e verso pela fina flor da mídia daqui e d'além mar.
Há de se constatar que ainda estamos longe do epílogo e ainda corremos o risco dos cofres do BNDES e adjacentes serem reabertos para socorrer Eike, sob o pretexto de livrar a cara dos acionistas minoritários, com a mesma prestimosidade com que acodem nosso intocável sistema bancário.
Como é dos hábitos, os empresários nunca ficam a ver navios, embora Eike já tenha mandado para o desmanche o seu Pink Fleet, super-iate de R$ 30 milhões, cuja estréia, em 2007 foi o grande evento do  high society nacional,  capitaneado pelo governador Serginho Cabral.
O dele já deve estar a salvo em lugar seguro e sob proteção dos deuses. O dos que caíram em suas arapucas é que vai sumindo no vendaval das ilusões vividas. Resta saber se ainda há leis, promotores e juízes aqui para que danos traumáticos não fiquem por isso mesmo. 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

OAB-RJ quer marcar encontro com Beltrame sobre atuação da polícia em protestos

Segunda, 7 de outubro de 2013
Vinícius Lisboa, repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – A seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio (OAB-RJ), a Arquidiocese do Rio e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) formaram uma comissão e vão tentar marcar um encontro com o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, para pedir o compromisso de que a Polícia Militar (PM) mudará a forma de atuação nos protestos.
 
A comitiva foi formada hoje (7) em um ato público na sede da OAB-RJ em repúdio aos casos de agressão policial contra educadores na semana passada, durante a votação do Plano de Carreira, Cargos e Remunerações dos profissionais da educação. Na ocasião, a Câmara Municipal foi fechada ao público e cercada por policiais.
 
"O que estamos vendo no Rio de Janeiro é quase uma política de extermínio dos manifestantes, e isso é inaceitável. Encurralando professores e distribuindo bordoadas de uma forma violenta, colocando em risco a vida de pessoas com o uso indiscriminado de balas de borracha, de spray de pimenta. É verdade que, por trás disso, se encontra uma política de segurança, mas é verdade também que temos verdadeiros jagunços nas ruas. E esses jagunços tem que ser punidos também", disse o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB nacional,Wadih Damous, que defendeu a desmilitarização da polícia.
 
Damous também defendeu a expulsão dos policiais que foram flagrados em um vídeo mostrado pelo jornal O Globo forjando provas contra um manifestante que chegou a ser algemado e levado para a delegacia. Nas imagens, o policial já chega com morteiros na mão ao revistá-lo, joga os artefatos no chão e depois afirma que foram tirados da mochila do rapaz. "Queremos a expulsão daqueles dois policiais. Eles não podem estar fardados na Polícia Militar do Rio de Janeiro".
 
Já o presidente da OAB-RJ, Felipe Santa Cruz, destacou que a polícia está despreparada para lidar com protestos. "De tudo o que aconteceu, algo é fato: o despreparo da polícia", disse o advogado, que classificou de inconcebíveis e não-democráticos os protestos violentos e agressões à imprensa. 
 
Representando o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação, Geisa Linhares, criticou o governo por ter ingressado com ações judiciais contra o sindicato, com a aplicação de multas. "Não é apenas o policial que tem que ser encarado como violento. Está na hora de a sociedade definir de que lado está".
 
No ato, professores relataram casos de violência policial ocorridos durante os protestos. Um professor de português disse que, no dia da votação, foi enforcado por policiais até desmaiar. 
 
O bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio, dom Antônio Augusto Duarte, também participou do ato e pediu diálogo. "Como religioso, tenho que conclamar todos nós a não fazermos apenas um ato de repúdio à violência, mas de busca do diálogo. A violência é o fracasso do diálogo".
 
O senador Lindbergh Farias (PT) participou do ato e defendeu que o partido se retire do governo Cabral. Segundo o senador, o assunto será deliberado pelo diretório estadual do partido até o fim desta semana. "Faltou pudor aos vereadores na hora de votar o plano com a Câmara fechada", criticou.
 
Outros parlamentares também participaram do ato. O vereador Jefferson Moura (PSOL) também criticou a votação do plano, declarando que o modo como ocorreu, com a Câmara cercada, mostra que a democratização está inconclusa. Ciro Garcia (PSTU) defendeu a desmilitarização e a fusão da Polícia Militar com a Polícia Civil. 
 
A deputada federal Jandira Feghalli (PCdoB-RJ) disse que a Polícia Militar ainda tem uma visão militarizada de defender o Estado contra o cidadão. 

Em nota divulgada no dia da manifestação, a PM disse que o cerco à Câmara tinha o objetivo de garantir a realização da sessão, e que manifestantes tentaram entrar "sem autorização". Segundo a nota, quatro policiais se feriram e os militares foram atacados com pedras e garrafas de vidro.

No último dia 5, o secretário José Mariano Beltrame reconheceu que houve excessos por parte da PM na manifestação dos professores. “Na minha opinião, em alguns casos, principalmente os que estão revelados publicamente, houve excessos. Mas também tenho que dizer que se houve intransigência e excessos dos policiais, isso veio de duas partes, da polícia e de alguns manifestantes”, disse.

Manifestação hoje no Rio quer reunir um milhão

Segunda, 7 de outubro de 2013
Concentração será às 18h em frente à Candelária
 
Jornal do Brasil
Está sendo organizada pelo facebook mais uma manifestação de protesto para esta segunda-feira (7/10) no centro do Rio de Janeiro. Dessa vez o movimento será em defesa dos professores municipais e estaduais que estão em greve há mais de 60 dias. A passeata está sendo denominada “Um milhão nas ruas de novo, contra a política de educação de Eduardo Paes e Sérgio Cabral”.

A manifestação, dessa vez não será apenas por cargos e salários, ou exclusivamente focado na pauta de reivindicações dos professores, mas principalmente em protesto pela truculência da Polícia Militar que na última passeata agiu com extrema e desnecessária violência contra os professores.

domingo, 6 de outubro de 2013

Spray aos baldes

Domingo, 6 de outubro de 2013 
Historiador diz que a polícia da ditadura militar era menos violenta que a atual PM carioca - transformada, segundo ele, em guarda do poder
 
Felipe Werneck - O Estado de S. Paulo
RIO - Desde junho, o professor titular de História Contemporânea da UFRJ Francisco Carlos Teixeira da Silva acompanha de perto as manifestações no Rio. Ele prepara com o documentarista Eryk Rocha, filho de Glauber, um filme sobre o que acontece nas ruas. Na terça, porém, sua proximidade com o tema chegou a deixá-lo sem respiração. Silva recebeu um jato de pimenta de um spray gigante, recente aquisição da Polícia Militar, e precisou tirar a camisa e cobrir o rosto para se proteger das bombas de gás lançadas pelos policiais na Cinelândia.
'O jato parecia de extintor. Pus a camiseta na cara', diz o professor - Marcos de Paula/Estadão
Marcos de Paula/Estadão
'O jato parecia de extintor. Pus a camiseta na cara', diz o professor

O professor diz que o Rio virou o epicentro dos protestos no País por ser uma cidade essencialmente de classe média e porque houve total falta de sensibilidade das autoridades e perda de governabilidade no Estado. Também afirma não temer comparações entre o que ocorre hoje e os protestos estudantis do período militar: "A polícia da ditadura era menos violenta do que a polícia do governador Sérgio Cabral".

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Pega na Mentira o Sérgio Cabral

Quarta, 2 de outubro de 2013
Imagem da internet

'Estado do Rio paga os melhores salários para professores', diz Cabral. Mais uma vez é apanhado na mentira.

Música: 'Pega na Mentira' (parece que foi feita especialmente para o governador do Rio de Janeiro)
Cantor: Erasmo Carlos
Autor: Sérgio Sampaio

Confronto entre policiais e manifestantes deixa 23 pessoas feridas no Rio

Quarta, 2 de outubro de 2013
Professores vão à Justiça contra aprovação de plano de cargos e salários
Foto publicada no Jornal do Brasil.
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Da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Vinte e três pessoas ficaram feridas, sendo 12 policiais militares, durante os confrontos ocorridos no centro do Rio entre a Polícia Militar (PM) e manifestantes na noite de ontem (1º). Os policiais tiveram ferimentos leves e já foram liberados do Hospital Central da Polícia Militar. Os demais feridos foram levados para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro, de onde já foram liberados, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

Além disso, o centro amanheceu com marcas de destruição. Agências bancárias, prédios públicos e comerciais, pontos de ônibus, placas de trânsito, lixeiras e uma cabine policial foram destruídos.

No fim da noite de ontem (1º), a Tropa de Choque da PM dispersou, com bombas de gás lacrimogêneo, os manifestantes que retornaram às escadarias da Câmara Municipal do Rio, na Cinelândia, após a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração dos professores da rede municipal de ensino. A manifestação era formada por professores municipais e membros do grupo Black Bloc.

De acordo com a Polícia Militar, 17 pessoas foram detidas e conduzidas para delegacias da região central da cidade. A PM informou ainda que, entre os presos, nenhum era professor. A Polícia Civil informou que o manifestante Ojuoba Bruno Marinho Barros da Silva, de 25 anos, teve a liberdade condicional revogada e foi encaminhado para uma unidade prisional da Secretaria de Administração Penitenciária do estado.

Para o relações públicas da PM, tenente-coronel Cláudio Costa, a Polícia Militar agiu para garantir o direito democrático de manifestação dos professores. “O que vimos ontem foi a participação de um grupo de vândalos que se infiltrou no meio do movimento atacando a Polícia Militar, trazendo todo o transtorno visto.”

A PM vem trabalhando para melhorar as ações durante protestos, segundo ele. Sobre o bloqueio das ruas em torno do Palácio Pedro Ernesto, sede da Câmara Municipal, o relações públicas disse que a ação foi necessária para “garantir o funcionamento da sessão plenária que decidiu pelo plano de carreira dos professores”.

Os professores retiraram o acampamento montado na Rua Alcindo Guanabara, ao lado da Câmara Municipal, na manhã de hoje (2). As nove barracas estavam no local desde a madrugada de domingo (29), quando os profissionais da educação foram expulsos do plenário da Casa. Os professores municipais informaram que a greve vai continuar e uma assembleia está marcada para sexta-feira (4).

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Confronto entre policiais e manifestantes tumultua centro do Rio

Terça, 1 de outubro de 2013

Douglas Corrêa e Cristiane Ribeiro
Repórteres da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Dura mais de oito horas o confronto envolvendo professores grevistas, integrantes do grupo Black Bloc e policiais da Tropa de Choque da Polícia Militar (PM), nas proximidades da Câmara dos Vereadores do Rio, na Cinelândia e ruas próximas. Bombas de efeito moral foram lançadas pelos PMs na direção dos manifestantes que arremessaram. O cheiro forte de gás chegou a prédios das avenidas Nilo Peçanha, Almirante Barroso e Graça Aranha.

A circulação de ônibus, táxis e carros de passeio está interrompida na área central da capital fluminense desde o início da tarde, o que provoca extensa fila de ônibus na Avenida Presidente Vargas no sentido centro. Os ônibus intermunicipais não estão conseguindo chegar ao Terminal Américo Fontenelle, na Central do Brasil. A interrupção no trânsito prejudica o acesso das pessoas aos terminais rodoviários localizados na região central da cidade.

A melhor opção para deixar o centro é usar o transporte ferroviário. Mas o percurso até a Central do Brasil só pode ser feito a pé, pois as estações do metrô, no Largo da Carioca e na Uruguaiana, estão fechadas para o embarque. A Estação Cinelândia está completamente interditada. A concessionária Metrô Rio informou que ainda não tem previsão para o sistema operar normalmente.

Ao longo da Avenida Rio Branco e ruas transversais várias lojas foram depredadas. Pelo menos duas agências bancárias, sendo uma do Itaú e outra do Bradesco, foram totalmente destruídas, no trecho entre as avenidas Nilo Peçanha e Almirante Barroso. Lixeiras foram incendiadas e caixas de correspondência dos Correios e tapumes de obras foram arrancados pelos manifestantes e jogados nas pistas da Avenida Rio Branco.
Além do fechamento antecipado de bares, restaurantes e do comércio em geral, todas as atividades culturais da área da Cinelândia foram canceladas por causa do confronto entre os policiais e os manifestantes. O Theatro Municipal cancelou a apresentação de uma atração internacional, o espetáculo Alchemia, da companhia de dança norte-americana Momix.

De acordo com nota divulgada pela Fundação Theatro Municipal, os espectadores que compraram ingressos serão ressarcidos na própria bilheteria do teatro, ou no caso dos que adquiriram pela internet, pelo próprio site de vendas.

Também não funcionaram hoje o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), a Biblioteca Nacional e o Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). Na Rua Senador Dantas, a Livraria Cultura, que funciona até as 21h e abriga um teatro, também não abriu.
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Veja também reportagem do Jornal do Brasil sobre a truculência da PM de Sérgio Cabral contra os professores da cidade do Rio de Janeiro. Clique aqui.

domingo, 29 de setembro de 2013

Com violência, PM retira professores que ocupavam pacificamente o plenário da Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro

Domingo, 29 de setembro de 2013
Jorge Felippe (PMDB), presidente da Casa, pediu ao governador Cabral a tropa. Cabral, claro que gostou e atendeu. A truculência predominou na operação de ontem à noite. Os professores e professoras foram arrastados para fora. Na rua, novas truculências contra mestres que estavam sentados no chão, com o uso inclusive de bombas de gás lacrimogêneo. 

Veja abaixo dois vídeos da operação da PM de Cabral contra os professores.
  

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Caso Amarildo mostra a verdade sobre a “pacificação” de favelas, no pior estilo Sérgio Cabral

Segunda, 19 de agosto de 2013

Carlos Newton
Tribuna da Imprensa
O caso do desaparecimento do auxiliar de pedreiro Amarildo de Souza, com todas as características de execução, traz à tona a verdade sobre a política do governador Sergio Cabral Filho de “pacificação de favelas”.  Fica cada vez mais evidente que as chamadas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) representam uma das maiores manobras de marketing da política brasileira, nos últimos tempos.

Na época da criação das primeiras UPPs, Helio Fernandes cansou de denunciar aqui no Blog da Tribuna da Imprensa que Cabral havia feito um acordo com os traficantes, nos seguintes termos: 1) o tráfico se livrava de seus olheiros e soldados ninjas, nada de tiros para o alto e balas perdidas; 2) Os moradores da comunidade seriam respeitados e poderiam viver em paz; 3) a Polícia Militar não prenderia nenhum dos traficantes, construiria a UPP, ocuparia o morro, mas não reprimiria o tráfico, desde que o movimento fosse feito com discrição.

Quando soube da intenção do governo Cabral, o ex-chefe de Polícia Manoel Vidal, que é uma lenda vivo no Rio de Janeiro, considerado um dos policiais mais eficientes e honestos de toda a História da Polícia Civil, disse que projeto das UPPs seria limitado, porque o Rio de Janeiro tem mais de mil favelas e a PM só poderia “ocupar” algumas delas.  Vidal explicou que as despesas com a contratação de policiais e custeio da corporação seriam de tal ordem que se tornariam inatingíveis.

OS TRAFICANTES GOSTARAM
O acordo foi cumprido. Em operações cinematográficas, a Polícia então “invadiu” as principais favelas, mas sem jamais prender um só traficante. Os chefões ficaram satisfeitíssimos, porque passaram a fazer economia, sem ter de pagar os soldados e olheiros nem gastar dinheiro com armas e munição, e as favelas ficaram aparentemente pacificadas.

O tráfico se modernizou, passou a ser feito por motoboys no estilo ”delivery”.  Sem trabalho, os soldados e olheiros do tráfico desceram dos morros para praticar assaltos nas ruas, o que era mais do que esperado. E as UPPs passaram a ser o local de trabalho mais disputado pelos PMs, porque são poucas as ocorrências, não há risco de vida e pode-se ganhar muito dinheiro fazendo vista grossa para o tráfico. Ficou famoso o caso do PM preso no Morro da Coroa, em São Teresa, um mês depois da criação da UPP, com R$ 13 mil no bolso, em dinheiro vivo.

Como dizia o genial João Saldanha, vida que segue. E agora o caso Amarildo revela a verdade sobre o funcionamento dessas UPPs. Ao sequestrá-lo, por julgarem que Amarildo estava ligado ao tráfico, na verdade os PMs não estavam querendo chegar ao traficantes; pretendiam alcançar apenas o dinheiro deles.

CABRAL AMEAÇA RENUNCIAR
O governador Cabral anunciou em uma entrevista à “IstoÉ” que vai renunciar, entregando o cargo a seu vice Pezão, que disputará a reeleição. A saída de Cabral deve ocorrer em 2014, entre janeiro e abril. O motivo declarado para a renúncia é a preparação da candidatura do vice-governador, mas na verdade Cabral quer sair candidato ao Senado para ser julgado pelo Supremo, em caso de alguma denúncia de seus atos de corrupção seja acolhida pela Justiça.
 
No dia em que Cabral sair, o povo do estado do Rio deverá sair em procissão para agradecer a Deus essa graça. E vamos lutar para que ele seja derrotado na eleição e perca o foro privilegiado. Que assim seja.

domingo, 28 de julho de 2013

"Vândalos, extremistas e o Tribunal de Segurança Nacional”

Domingo, 28 de julho de 2013
Por Vladimir Aras
Publicado originariamente, em 28/7/2013, no Blog do Vlad
Manifestações populares tomaram o Brasil no mês de junho e ainda inflamam algumas cidades do País. Delas têm participado milhares de cidadãos de bem e um punhado de baderneiros. Com objetivo de contê-los, vários Estados colocaram nas ruas a Polícia Militar e começaram a chover relatos de prisões abusivas, quase sempre em razão do famigerado crime de desacato. E agora vemos no Rio de Janeiro essa inolvidável contribuição para a legislação de pânico.

O que fazer para controlar os conflitos de rua e puni-los? Como puni-los? Puni-los? Eis o desafio jurídico-político que levou o Rio de Janeiro a aprovar às pressas o Decreto Estadual n. 44.302, de 19 de julho de 2013, e criar a Comissão Especial de Investigação de Atos de Vandalismo em Manifestações Públicas – CEIV.

Pois bem, a CEIV se encarregará de investigar as ações dos grupos de extermínio, dos narcotraficantes, dos corruptos e das milícias que destroem a nossa Cidade Maravilhosa? Não! Cuidará dos vândalos, esses que danificam bens materiais, desacatam autoridades e protestam… Definitivamente, este órgão de investigação de exceção(sic) entrará para a história do processo penal de emergência.

A “lei” agora baixada não diz uma palavra sequer sobre apuração dos casos de violência policial, que as redes sociais vêm revelando de forma abundante nos últimos meses. Nada sobre crimes relevantes, como o desaparecimento, ainda não esclarecido, do pedreiro Amarildo de Souza, que sumiu na Rocinha logo após ser preso – e solto, segundo dizem – pela PM. Nenhuma comissão especial foi instalada para apurar o seu sumiço. Onde está Amarildo?

Nada disto, porém, é novidade; é a previsível reação emocional a situações de emergência; a legislação reacionária de sempre. Na verdade, as leis vigentes – estaduais e federais – já preveem o necessário para que investigações criminais sérias sejam realizadas para punir os verdadeiros baderneiros – o que é necessário – e coibir a violência da Polícia contra os cidadãos em geral – o que também é preciso.

Assim, o decreto é apenas um detalhe. Mas revela uma lógica estatal. De fato, o quadro de insegurança jurídica e desdém pelas garantias chegou ao paroxismo nos últimos dias na belíssima e antiga capital do Brasil, a ponto de o perfil oficial da PM/RJ no Twitter divulgar que advogados cariocas, que ali estavam no exercício de seu legítimo labor defensivo (art. 133 da CF), estariam “atrapalhando” o trabalho da Polícia. Uma pérola virtual.

Na guerra ao tráfico, o Rio já nos deu mostras de sua criatividade antigarantista, com os exóticos mandados de busca e apreensão coletivos, indistintos, expedidos a torto por juízes de Direito contra toda e qualquer pessoa que more na rua X ou na viela Z, da comunidade pobre-pobre-pobre-de-marré-deci. Mas só nestas e não na Vieira Souto! Foi o que ocorreu, por exemplo, no Complexo do Alemão, em 2011 (aqui).Uma flagrante violação a garantias básicas da Constituição e da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, de 1969, que, ao que me lembro, só foi denunciada com veemência pela Defensoria Pública.

Pois bem. O Rio de Janeiro já tem a sua comissão especial de investigação. Graças a isto, uma vintena de “vândalos”, hunos e visigodos – bárbaros enfim – serão levados à Justiça. 

Leia a íntegra no Blog do Vlad