“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Petrobras: o que não se deve comemorar
terça-feira, 12 de dezembro de 2023
Pedro Augusto Pinho: Corrupção, governança sem ética, mídia desonesta e pirotecnias para distrair o povo ingênuo
É indispensável que o povo brasileiro entenda as falácias, as burlas, que lhes são colocadas pelas comunicações de massa oligopolistas e pelos meios virtuais, todos sob controle externo, de interesses estrangeiros, com único objetivo de espoliar, furtar, dominar este rico Brasil.
Por Pedro Augusto Pinho*
Publicado originariamente no
VIOMundo Diário da Resistência**
O que houve com o Brasil, que crescia a taxas médias maiores do que 7% ao ano, entre 1930 e 1980, para chegar à atual condição colonial, onde os capitais apátridas são os verdadeiros governantes do País?
Está aí uma pergunta que não fazemos. Por quê?
Certamente, criou-se alguma farsa, colocou-se um problema inexistente, como a invasão comunista ou dos hereges, para assustar a população ludibriada, que não teve instrução, principalmente política.
“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas” (Bertold Brecht, 1898-1956).
Leonel Brizola — único político brasileiro que foi governador de dois estados, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro — sabia que a educação era a única saída para o povo brasileiro. E, com a assessoria do gênio Darcy Ribeiro, criou os Centros Integrados de Educação Pública (CIEPs).
Bastou Brizola deixar o governo do Rio de Janeiro, seus sucessores trataram de eliminar os CIEPs.
Para a elite servil que temos, o povo educado é o maior perigo.
Até porque esta elite vive de farsas, engodos e aparências. É tão ou mais ignorante do que o povo que ela despreza.
Que tsunami foi esse que atravessou o Brasil, de ponta a ponta, a partir de 1980, levando nossas riquezas, nossa tecnologia, nosso desenvolvimento e, até mesmo, nossa moral?
RECORDANDO A GUERRA FRIA
Duas grandes guerras – 1914/1918 e 1939/1945 — mudaram a história e a geopolítica mundial.
Mas comecemos bem antes, fazendo algumas remissões para acompanhar a construção dos pensamentos.
Pelos séculos 15/16, o Oriente deixara de trazer as novidades da época do Renascimento europeu, também os mongóis já não mais ameaçavam o “Ocidente”, e a Europa criava seus impérios além mar.
A conquista do Novo Mundo enriqueceu a Europa e consolidou a escravidão, sob diversas formas. Assim transcorreram, os séculos 16 e 17.
Surge nesse momento a ideia da liberdade, porém só aplicável às diversas formas do capital.
Era o que faziam crer os discursos e escritos de treze grandes pensadores, entre o nascimento de Thomas Hobbes (1588) e de Hegel (1724), sendo mais destacáveis: Descartes (1596-1650), Adam Smith (1723-1790) e Immanuel Kant (1724-1894), formando a cultura ocidental, que dominou o mundo até o século 20.
As revoluções europeias do século 18 (Industrial, 1760, e Francesa, 1789), e a Constituição dos Estados Unidos da América (EUA), de 1787, produziram novos padrões no relacionamento dos homens que, aparentemente, gozavam de maior liberdade.
Era uma cultura que podemos denominar genericamente de “liberal”, ou seja, a liberdade individual.
Na passagem do século 19 para o 20, notou-se que esta liberdade não atingia toda sociedade; havia os que dela lucravam e os que viviam como escravos.
Surgiram, então, políticos, pensadores, cientistas com viés humanista, pensadores, que foram conquistando povos e intelectuais: Saint-Simon (1760-1825), Jean-Baptiste Fourier (1768-1830), Robert Owen (1771-1858), Papa Leão XIII (preocupado com as condições dos trabalhadores, promulgou em 1891 a Encíclica Rerum Novarum) e os materialistas como Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895), que estruturaram o sistema político, econômico e social que veio a ser denominado comunismo.
O fato é que, na sociedade florescente após o fim da Segunda Guerra (1945), estaria fadada à derrota propor o retorno às condições de imobilidade social dos tempos em que a escravidão era tão marcante.
A Guerra Fria que dominou a segunda metade do século 20, com muitas guerras ”quentes”, selou o fim dos impérios europeus e colocou a questão da liberdade, identificada como capitalismo, contra a do humanismo socialista e comunismo, como o maior confronto no Planeta.
Aqui, entre 1930 e 1980, os governos, com maiores ou menores competências e ênfases administrativas, aproveitaram a Guerra Fria para tirar proveito para o Brasil.
De modo genérico foram governos nacionalistas os que nos dirigiram na Era Vargas (1930 a 1945).
RETORNO AO SÉCULO 18 COM TECNOLOGIA DO SÉCULO 20
As finanças inglesas e suas projeções na Europa e nos EUA foram a grande derrotada das guerras e dos pensamentos formados no século 19.
Embora a Guerra Fria se apresentasse como o capitalismo lutando contra o comunismo, a verdadeira luta, efetivamente, era travada entre o industrialismo e o rentismo financeiro.
Do lado industrialista, estavam capitalistas e socialistas, como a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), que colocavam a industrialização como o passo seguro para o socialismo.
O industrialismo visava à produção em grande escala, que reduzia custos, mas exigia, por outro lado, a atualização tecnológica para garantir a qualidade dos produtos.
A industrialização em larga escala resultava numa sociedade de consumidores, que, para consumirem, necessitavam de recursos que, nas dimensões nacionais e mesmo internacionais, significavam empregos e salários.
Isso ocorria não só nos EUA, mas também nas Américas, Europa, África e Ásia, a ponto de levar a Associação Francesa de Economia Política a criar a expressão “os trinta anos gloriosos”.
São aqueles compreendidos entre o fim da II Grande Guerra e as crises do petróleo (1973-1978), que provocaram a queda do desenvolvimento e dos anos de fartura.
No início do século 20, as finanças se unem na Escola Austríaca de Economia em torno das ideias neoliberais de Carl Menger (1840-1921), congregando, entre outros, Frank Fetter (1863-1849), von Mises (1881-1973) e Friedrich Hayek (1899-1992).
O neoliberalismo começa então sua trajetória política com as farsas, falácias e muita corrupção.
Pode-se dizer que essas condições existiam em todos os tempos e em todas sociedades.
Só que sempre foram formalmente condenadas e reprimidas.
Não se conhece, fora do neoliberalismo, quem as adote como política de conquista e manutenção do poder.
Em 2010, 630 economistas assinaram manifesto denunciando as farsas dos neoliberais na economia europeia.
Entre outras farsas, estão a eficiência dos mercados financeiros, que favorecem o crescimento econômico, que estes mercados são “bons juízes do grau de insolvência dos Estados”, que a subida extraordinária das dívidas públicas deve-se ao excesso de despesas, que o euro é um “escudo de proteção contra a crise”.
Do Manifesto dos 630 economistas reproduziremos abaixo a questão da redução das despesas para diminuir a dívida pública, pois é a que mais se divulga no Brasil, para levar o Estado não colocar dinheiro em saúde, educação, moradia, mobilidade urbana e saneamento básico, condições mínimas para a cidadania.
Do “Manifeste des économistes atterrés” (Les Liens que Libèrent, Paris, 2010, em tradução livre):
“ainda que, parcialmente, o aumento da dívida pública resultasse do aumento das despesas públicas, o corte destas despesas não contribuiria, necessariamente, para a solução. Porque a dinâmica da dívida depende de vários fatores, entre eles a diferença entre a taxa de juros e a taxa de crescimento da economia”.
E, adiante, explica: “a própria taxa de crescimento da economia não é independente da despesa pública: no curto prazo a existência de despesas públicas limita a magnitude das recessões e a longo prazo, os investimentos e as despesas públicas estimulam o crescimento. Portanto é de todo falso afirmar que o déficit público aumenta necessariamente a dívida pública e que qualquer redução deste déficit permite reduzir a dívida”.
Estes economistas também criticam, como já o fazia Aristóteles (384/322 a.C. – Política), que a economia do Estado nada tem a ver com a economia doméstica.
A GOVERNANÇA SEM ÉTICA E COMUNICAÇÃO DESONESTA
Sendo o neoliberalismo um embuste, o que se pode esperar de suas governanças?
É o que o Brasil está conhecendo desde 1980:
— privatizações, que transferem para o exterior os patrimônios formados pelo suor do povo brasileiro;
— exploração dos recursos naturais do País por estrangeiros;
— redução quando não a eliminação dos direitos trabalhistas;
— escravidão dos ubers e dos MEIs;
— constantes ameaças às aposentadoria e pensões;
— desmembramento do Estado Nacional, incapacitando-o à defesa do País;
— falta de um plano estratégico de desenvolvimento e investimentos em infraestrutura;
— desemprego ou subemprego;
— aumento da miséria, doenças, mortes neonatais pelo baixo peso, infecções e prematuridade, entre muitas outras tragédias na área da saúde;
— insegurança permanente das pessoas pela violência nas ruas.
A religião, no Ocidente, sempre foi usada no processo de dominação.
“Há aí a hipocrisia que, depois de minar debaixo da terra durante anos, surge enfim à luz do Sol e, balouçando o turíbulo, incensa todos os que abusam da força, declarando-os salvadores da religião, como se a religião precisasse de ser salva ou coubesse no poder humano destruí-la” (Alexandre Herculano, “História da Origem e do Estabelecimento da Inquisição em Portugal”, 1854).
Nas farsas do poder neoliberal, misturam-se ideias, religiões, interesses econômicos inconfessáveis, tudo enfim que possa confundir ainda mais um povo analfabeto político.
E o velho, o pré-industrial, se apresenta como o moderno, como o inexorável, um inelutável futuro, do Estado Mínimo, do poder do mercado, da liberdade concedida somente ao capital.
E quem é o capital após as desregulações da década de 1980?
Todos. Dos capitais das famílias aristocratas possuidoras de terras onde se encontram cidades na Grã-Bretanha, passando pelo industriais que deixaram suas fábricas mas não os cargos nas federações das indústrias, aos traficantes de drogas e seres humanos. Os capitais provenientes do crime são ainda os que têm o poder da liquidez.
E os mais importantes não são os nos capitais fundiários nem aplicados em títulos de longo prazo. Mas os que recebem à vista pelos vícios e pelos crimes.
O Brasil, no século 21, vive esta trágica realidade: a questão nacional foi substituída pelas identitárias, como se questões de cor, sexo, etnia existissem sem um território, como se fosse possível lutar pela cidadania, onde não existem cidadãos!
É indispensável que o povo brasileiro entenda as falácias, as burlas, que lhes são colocadas pelas comunicações de massa oligopolistas e pelos meios virtuais, todos sob controle externo, de interesses estrangeiros, com único objetivo de espoliar, furtar, dominar este rico Brasil.
Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado.
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**Este artigo foi publicado originariamente no:
VIOMundo Diário da Resistência
domingo, 16 de janeiro de 2022
NEOLIBERALISMO: “LIBERDADE” PARA QUEM?
domingo, 8 de agosto de 2021
O NOVO DESPOTISMO
Domingo, 8 de agosto de 2021
Felipe Quintas*
Os liberais, ao privatizarem praticamente todas as empresas e serviços públicos, como já é realidade no Brasil, fazem com que o Estado se torne justamente "o mais frio dos monstros" que eles o acusavam de sê-lo: nada mais do que um cobrador implacável de impostos da classe média, cada vez mais aviltada, e um regulador absolutista de costumes e práticas cotidianas.
O Estado, então, torna-se mínimo ou nulo para planejar e regular os setores vitais do país de acordo com o interesse nacional, entregando-os, por meio de privatizações diretas e indiretas, à ambição desenfreada de corporações especulativas privadas.
Em vez da prometida "abertura da concorrência", na verdade as privatizações a fecham, pois, sendo uma das funções de uma indústria ou serviço estatal concorrer com o cartel privado e servir de parâmetro geral de preço e qualidade, empurrando para baixo os preços do setor privado e forçando a melhoria da qualidade dele, no momento em que se entrega o serviço estatal para esse cartel privado, ele fica livre para determinar o preço que quiser e nas condições que quiser, criando um monopólio de fato às custas da sociedade. A privatização da siderurgia, da telefonia, da eletricidade e da petroquímica atesta isso, e não será diferente no caso dos Correios.
terça-feira, 1 de junho de 2021
Nossa memória no futuro
Terça, 1º de junho de 2021
Por Pedro Augusto Pinho
As duas primeiras décadas do século XX ficaram na memória de brasileiros e europeus como tempos sombrios. Lá ocorriam guerra, revoluções e uma epidemia, a gripe espanhola. Aqui, além da gripe espanhola, governos fantoches dos bancos ingleses impediam o desenvolvimento nacional. Ao fim, mais guerras e revoluções se seguiram.
Como recordarão estes novos sombrios tempos os filhos e os netos de nossos netos?
Para Europa, a Guerra do Kosovo, uma verdadeira guerra colonial, onde se computaram mais de 12 mil mortos. Aqui, as mortes nem são registradas, de abundantes como retumbou João Cabral de Melo Neto, em Morte e vida Severina, um Auto de Natal Pernambucano (1954-1955):
"Como aqui a morte é tanta,
só é possível trabalhar
nessas profissões que fazem
da morte ofício ou bazar".
4 - Taxas de juros determinadas pelo mercado. Quem é este mercado? Ora, caros leitores, os bancos, as financeiras, aqueles que de forma legal ou nas entrelinhas das legislações, emitem dinheiro ou títulos de dívida. Este "mercado" que vai fixar o mais alto que lhe for possível, no limite da inadimplência generalizada, as taxas de juros.
5 - Taxas de câmbio competitivas. Quem compete senão uma dúzia de instituições que estão legalmente habilitadas a transacionar com moedas estrangeiras? O que vemos é a base para formação do cartel que irá comandar o mercado internacional, protegendo as nações ricas das inevitáveis compras de produtos primários, minerais, petróleo, que não dispõe e os obtém, com amplas margens de lucro, das nações pobres.
6 - Livre comércio: liberalização das importações, com ênfase na eliminação de restrições quantitativas (licenciamento, etc.), proteção comercial a ser fornecida por tarifas baixas e uniformes. Há uma situação curiosa e muito pouco divulgada. Quando a Inglaterra foi o maior Império Colonial, onde o sol nunca se punha, os produtos estrangeiros sofriam sérias restrições para ingressar no mercado inglês. Mas os produtos ingleses, protegidos por canhoneiras e sanções ingressavam, com vantagens, em todos os países. Quando o país colônia exibia, num surto de liberdade, sua capacidade produtiva, competitiva, imediatamente surgiam bandidos que destruíam as fábricas, matavam operários e gerentes, arruinavam os patrões. Que Delmiro Gouveia, Barão de Mauá, e outros tantos brasileiros o confirmem. Livre comércio, para liberais de toda estirpe, é uma via de mão única, garantindo o poder dos colonizadores, hoje, das finanças internacionais.
7 - Liberalização do investimento estrangeiro direto interno. Este "direto" deve ser uma ironia dos colegas do economista John Williamson, do International Institute for Economy (atualmente Peterson Institute for International Economics (PIIE), um think tank estadunidense, baseado em Washington), a quem se atribui o texto base e a denominação do Consenso de Washington. Na condição de capitais anônimos, sediados em paraísos fiscais, com significativa presença do dinheiro das drogas, dos tráficos de pessoas e armas, deve ser uma piada de péssimo gosto, como todas as neoliberais, este "investimento direto".
8 - Privatização de empresas estatais. Muitas empresas estatais foram criadas para áreas estratégicas, onde o domínio do Estado constitui necessidade da soberania nacional. Há Estatais que tiveram origem em empresas estrangeiras que, pela área de atuação estratégica, como da energia, impunham suas condições aos Governos como pressão para ganhos indevidos e intromissões políticas inaceitáveis. É nitidamente um retrocesso para países que estão se desenvolvendo com autonomia decisória.
9 - Desregulamentação: abolição das regulamentações que impedem a entrada no mercado ou restringem a concorrência, exceto aquelas justificadas por motivos de segurança, proteção ambiental e do consumidor e supervisão prudencial de instituições financeiras. Na verdade, tudo começa com o "liberou geral" dos anos 1980, quando a baronesa Margaret Hilda Thatcher, no Reino Unido, e o ator Ronald Reagan, nos Estados Unidos da América (EUA), abriram as portas dos Estados para a dominação das finanças internacionais. A partir daí, o capital das drogas, como exemplo, que transitavam em malas, passaram a usar as transferências bancárias e dormir nos overnight, ganhando extraordinário poder. Basta acompanhar, como nos anos 1990 a 1999, e constatar nove trilhões de dólares sem origem definida movimentados legalmente por bancos. E rendendo juros de mercado, preconizado no quarto mandamento deste Decálogo.
10 - Segurança jurídica para direitos de propriedade privada. Hesito entre o ridículo e o pândego deste mandamento, tendo diante de meus olhos o Código Napoleão, de 21 de março de 1804 (30 ventoso, ano XII), Título II Da Propriedade e seus três artigos, a seguir transcritos, na tradução do professor Souza Diniz (Código Civil Francês, Distribuidora Record, RJ, 1962):
"Art. 544 - A propriedade é o direito de fazer e de dispor das coisas do modo mais absoluto, contanto que deles não se faça um uso proibido pelas leis ou pelos regulamentos.
Art. 545 - Ninguém pode ser constrangido a ceder a sua propriedade, a não ser por motivo de utilidade pública e mediante uma justa e preliminar indenização.
Art. 546 - A propriedade de uma coisa, seja móvel seja imóvel, dá direito a tudo o que ela produz e a tudo o que ela se une acessoriamente, seja de modo natural, seja de modo artificial".
Examinemos, caro leitor, as possíveis razões desta "segurança jurídica". Deveria, além da disponibilidade das coisas, incluir as pessoas, como naquele tempo se dava no Brasil? E assim, de acordo com o artigo 546, eliminar a Lei do Ventre Livre? Ou, o que é mais viável, considerando os capitais marginais, de origem criminosa, movimentando legalmente pelas desregulações, tornar sem efeito o "uso proibido" do artigo 544. Fiquemos por aqui.
E, como uma cereja no bolo das finanças, chega o mortífero covid 19, ceifando vidas, um objetivo necessário para permanente e crescente concentração de renda. Veja que a concentração de renda aumenta o número de miseráveis, despossuídos, que se tornando avassaladoramente numeroso constituirá um enorme problema para os 1% dos rentistas. Tendo contra eles o crescimento demográfico, precisam de muitas guerras e pandemias para evitar sua destruição.
Talvez seja esta a pesquisa que Joe Biden deseja dos seus órgãos de espionagem, golpes e assassinatos no exterior: como controlar as pandemias. Concluindo como consultor de negócios bursáteis: a conferir.
Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado.
Transcrito do Pravda.ru em português
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
A LINHA QUE DIVIDE O EQUADOR
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
E agora Minas?
Sexta, 1º de fevereiro de 2019
Privatizem tudo! Bradam os governantes cínicos, os militares entreguistas, a imprensa vendida, os políticos comprados, os alienados da classe média, os fanáticos. Horror! Bradam os mesmos diante do crime de Brumadinho. Farsa geral. Canalhice plena.
E AGORA MINAS?
Wladmir Coelho
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
Goldman Sachs confirma: Objetivo é dilapidar a Petrobrás
domingo, 9 de setembro de 2018
A noite dos cristais, a velha economia e a mídia
Por
Pedro Augusto Pinho






