Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 26 de outubro de 2021

Um mês depois de denunciado aqui no Gama Livre, governo do DF e Iges-DF ainda dormem de touca. No HRSM se usa ‘propé’ na cabeça. E até propé falta em alguns setores

Terça, 26 de outubro de 2021


Propé —Imagem ilustrativa


É a cabeça, mano! Cabeça das organizações  em parafuso provoca corpos doentes.



Touca —Imagem ilustrativa

Taciano
Até simples e baratos materiais não têm reposição em tempo e em hora necessários no HRSM, Hospital Regional de Santa Maria. O  HRSM fica na Região Administrativa de Santa Maria, DF.

Será que estão esperando "o Dia D e a Hora H”?

Na semana passada e até hoje, terça (26/10), sequer havia em alguns setores do HRSM o propé, material usado nos pés por servidores e pacientes para reduzir o risco de contaminação do ambiente e também, claro, das pessoas. Sem touca, e agora sem propé. É ou não é um caos? Não basta a falta de pessoal nas equipes de saúde? A falta frequente de medicamentos? Agora, até uma simples touca e um simples propé também estão faltando. Durma-se com uma (ind)IGES(tão) dessa. Ou seria conGestão?


Resumindo o drama da falta das toucas e propés no Hospital Regional de Santa Maria, no DF.

Há mais de um mês no Hospital Regional de Santa Maria, DF, unidade de saúde “tocada” pelo monstrengo Iges-DF, monstrengo que o governo tenta justificar que é um Instituto de Gestão Estratégica (é pra rir ou pra chorar?) da Saúde do DF falta um material baratinho e que é encontrado inclusive em centenas de vendedores até pela internet. É a touca usada por servidores da saúde, pacientes, e também pessoal de limpeza e de outros setores do hospital. A falta da touca (não seria falta de gestão?) forçou o pessoal a usar na cabeça, não o material apropriado (a touca), mas um material específico para uso nos pés, e conhecido como propé. O nome já diz tudo, é propé, não é pracabeça. Pra cabeça é a touca. Agora, agora não, desde pelo menos a semana passada, tem setores que não tem nem pro pé e nem pra cabeça.

Propé, touca e chamex furado, mas na imagem só tem propé. Falta touca. E em alguns setores falta até o propé. Foto de 22/10/2021


Só propé. Foto de 22/10/2021



Seria ótimo que o governo do DF e o Iges-DF deixassem de dormir de touca. E que sonos profundos de toucas! Que acordassem e melhorassem, e teria que ser muito, a gestão e o desempenho do Hospital Regional de Santa Maria, o nosso HRSM.

O triste é que depois de o governo do DF e também o Iges-DF dormirem de touca e em sono profundo por mais de 1.000 dias, ninguém mais acredita muito que eles despertarão, que haja alguém que os tirem de tal sono pesado. Eles —governo do Distrito Federal e Iges-DF— sequer são príncipes transformados em sapos e à espera de um beijo de uma princesa. Eles são, na verdade, sapos dorminhocos.

No conto de fadas, o príncipe foi enfeitiçado por uma bruxa que o transformou em sapo. Certo dia uma princesa deu-lhe um beijo que, assim, quebrou o feitiço e voltou a ser príncipe. Final feliz, né?

Só que o Iges-DF foi feito sapo, e sapo que dorme profundamente, como se entocados na beira de uma lagoa.

Quando o governador do Distrito Federal, já na primeira semana de seu governo, no início de janeiro de 2019, decidiu criar o Iges-DF, demonstrou que não estava gerando um príncipe para administrar parte do Reino da Saúde do DF.

Como num conto de bruxos, não de fadas, colocou tudo de ruim —que ele mesmo acusou na campanha eleitoral— num tacho. O DNA do fracassado Instituto do Hospital de Base, criado no governo passado, foi o DNA defeituoso que Ibaneis, o governador atual, usou para gerar não alguma coisa boa, eficiente, eficaz, efetiva, para a Saúde Pública do DF. E no tacho o bruxo colocou algumas coisas a mais, todas, demonstra a história, de péssima qualidade. Mexeu o tacho, o caldeirão, misturou os “ingredientes” e soprou, com a ajuda subserviente da Câmara Legislativa do DF, e soltou no mundo o monstrengo Iges-DF. Um monstrengo que tinha tudo para não dar certo. Pelo menos para a saúde do DF. E como não tinha como dar certo, não deu, não está dando e possivelmente nunca dará. Além do desastre na condução do HRSM, desastre também em outras unidades de saúde em que “toca” a administração (Administração, é isso mesmo Arnaldo????)

O DNA do Iges, fervido no tacho, infelizmente é de sapo ou de outros monstrengos qualquer encontrado no mundo das coisas erradas, das coisas que não dão certo. Na realidade o Iges já nasceu sapo e nunca acordou. Sapo continuará, é o que tem indicado os fatos. Não há quem faça, acredita-se, que eles acordem —Iges e o governo do DF. Coaxam muito, muito mesmo, fazem muito barulho, mas, estranhamente, dormindo sono profundo. E dormindo de touca. 

Nasceu, o Iges-DF, com a promessa de ser um príncipe na condução de parte da saúde pública do DF. Mas o bruxo que o criou, criou-o como um enfeitiçado sapo. De sapo não tem passado. E não passará. Que desculpem-me os sapos por essa comparação.

Ah! Ah, se alguém tivesse o poder da princesa e acordasse esses dois sapos-cururus, grandões, desengonçados, que incham muito para passar como fortes, mas só fazem barulho, pois coacham forte, e que no caso da realidade do HRSM, tirando o coachar, são muito fraquinhos.

Que abasteçam o HRSM de toucas e propés e de todos os materiais que lá faltam! O povo merece um HRSM de qualidade, de alto índice de eficiência, eficácia, efetividade.

Quanto à falta de muitas outras coisas no HRSM, de medicamentos a médicos, enfermeiros, auxiliares e tantas outras faltas, vamos com calma. Tem mais coisas a vir por aí, isto é, por aqui.

sábado, 4 de maio de 2019

Tá lá o corpo estendido no chão. Em vez de maca um cobertor sem colchão. De frente pra omissão do governo. É a nova “Ilha de Excelência”, o tal de Instituto do HRSM. Não adianta chamar gato de cachorro, pois ele continuará sem caçar raposa

Sábado, 4 de maio de 2019
Cenas gravadas na manhã do dia 2 de maio de 2019 pelo filho de paciente jogada no chão de uma das "ilhas de excelências" (os apelidados de Institutos) de um grande hospital de Brasília, o HRSM, Hospital Regional de Santa Maria. Ilha do caos, isso sim.


Tá lá o corpo estendido no chão. Em vez de maca um cobertor estendido no chão. Em vez de atendimento, uma praga de governo. E um choro servindo de alívio As macas mais perto depressa lotaram Pacientes sofrendo junto com trabalhador Um homem gravou tudo para denunciar E fez discurso de sofredor "De frente pro crime Tá lá o corpo Estendido no chão Em vez de rosto uma foto De um gol Em vez de reza.Uma praga de alguém O bar mais perto depressa lotou E um silêncio servindo de amém... Malandro junto com trabalhador Um homem subiu na mesa do bar E fez discurso pra vereador..."

domingo, 31 de março de 2019

HRSM: Antes era o caos. Hoje, continua

Domingo, 31 de março de 2019
Parafraseando um dos maiores educadores do Brasil, Darcy Ribeiro, "A crise da saúde em Brasília não é uma crise; é um projeto"



O vídeo acima é integrado por vídeos que estão rolando no WhatsApp desde a noite de ontem. Todos eles registrados por pacientes e parentes de pacientes no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a mais nova invenção de 'Instituto'. Imagens de 30 de março de 2019.

No vídeo, o confusão no HRSM, mais especificamente no Pronto Socorro Infantil, confusão pela demora no atendimento das crianças. Fruto, principalmente, da incompetência ou má fé dos governantes. Responsabilidade em grande parte do ato escandaloso do fechamento e, mais tarde, a desmontagem (em maio de 2018) do Pronto Atendimento Infantil (PAI) e da Pediatria do HRG, Hospital Regional do Gama, sobrecarregando o HRSM. E responsabilidade também, sim, do atual governo que sabendo do caos que impera no PS e Pediatria do HRSM, até o momento nada ou quase nada fez para eliminá-lo.

Ah! Mas o atual governo só tem três meses de exercício.

Ora, em três meses esse tipo de problema tem que ser resolvido, pelo menos, em grande parte. Prometeram reabrir o Pronto Atendimento Infantil e a Pediatria do Hospital do Gama, e nada até agora. Nada de providências neste sentido.

Antes era o caos. Hoje, continua

O Caos
No dia das filmagens registradas pelos pacientes e seus parentes, o plantão no Pronto Socorro Infantil do HRSM vivia o contínuo caos de sempre, ou de quase sempre, principalmente em finais de semana, quando os Centros de Saúde se encontram fechados.

Ao final do plantão de 30 de março, 20 pacientes estavam na observação, quando a estrutura do PS Infantil só suporta até 12. Em razão desse caos que, repita-se, decorre em muito do fechamento do Pronto Atendimento Infantil (PAI) do Hospital Regional do Gama —o que força que pais que levavam suas crianças ao HRG sejam desde o início de 2018 forçadas a levá-las ao HRSM —dois dos consultórios médicos serviram de local de internação dos meninos.

Por falta de vagas na UTI havia, no momento, duas crianças em quadro crítico de saúde internadas no box, enquanto que parentes e servidores torciam para que abrissem essas duas vagas na UTI.

O caos acabava aí? Não! Na sala de medicação mais cinco crianças internadas (sala de medicação, doutores governadores, doutores secretários, não é local de internação). E sabem como esses meninos estavam internados na salda de medicação? Dois dividiam a mesma maca improvisada como leito. Os outros três garotos, internados no colo dos pais.

Isso é o caos ou não é? Claro que é o caos. É o caos, ‘doutô’!

Infelizmente o caos nos hospitais na maioria das vezes é jogado como responsabilidade dos servidores da saúde, o que é uma bruta injustiça ou tremenda sacanagem. Não raro os gestores para encobrirem o fracasso de suas gestões, insinuam, e até dizem, que é o servidor que atrapalha o bom funcionamento do hospital. Já houve até governador e deputado que declarou isso por aí. Ora, ao delegar a um apadrinhado, sim, muitos gestores de hospitais são apadrinhados dos governadores que, muitas vezes também apadrinham apadrinhados de parlamentares etc. etc. etc. É aquele troca-troca, sabe como é, né!

Essa postura de governadores e gestores acaba induzindo muitas vezes o usuário da rede pública de saúde achar que o seu não atendimento se deve ao servidor que está ali na sua frente, mas não ao governador e secretários que estão há quilômetros de distância. O contato pessoal se dá entre usuário e servidor e nunca, ou quase nunca, entre usuário e governador ou entre usuário e secretário de saúde. Esses só aparecem em hospitais normalmente em dia de festa ou de anunciar uma novidade. Novidade que quase sempre não passa de mais um fake News. Ou  aparecem em vésperas de eleições.

Resumindo essa história do caos na rede pública de saúde do DF, e mais especificamente do Pronto Socorro Infantil do HRSM, objeto dos vídeos e do martírio de nossas crianças:

  1. Sem reabrir o Pronto Atendimento Infantil (PAI) do HRG, o caos continuará no HRSM; 
  2. Sem reabrir aquela que foi a melhor e maior pediatria da rede, a do HRG, permanecerá o caos no PS Infantil e na Pediatria do HRSM;
  3. Sem investir em equipamentos, estrutura, eficiência na compra e suprimento de medicamentos, no aumento do quadro de pessoal das UBS, Unidades Básicas de Saúde —chamadas anteriormente de Postos de Saúde —e dos hospitais, os hospitais regionais do Gama e de Santa Maria continuarão enfrentando o caos. O caos que maltrata crianças, e que hoje também as mata, e também o caos que mata mulheres e homens jovens e adultos.
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Leia também:

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Gama e Santa Maria: Três pacientes morrem à espera de exames e fila para endoscopia chega a duas mil pessoas

Quinta, 20 de setembro de 2018
Números são de agosto e setembro e se referem a Região Sul, que compreende Santa Maria e Gama


Por SindSaúde
Imagens: Éder Oliveira
19/09/2018
Três pacientes que estavam internados na rede pública morreram nos meses de agosto e setembro à espera de exames. Dois deles aguardavam uma Colonoscopia na Região Sul, que compreende Santa Maria e Gama. A informação consta em memorando da Gerência de Assistência Clínica (Unidade de Pediatria) enviado à Gerência da Regional Sul, no último dia 11 de setembro.

“Comunicamos a ocorrência de 2 óbitos durante o mês de setembro, dentre os pacientes internados que aguardavam exames por motivos não avaliados. Observamos a partir desses dados que a oferta está muito aquém da necessidade da regional”, diz o documento que, apesar de ter sido assinado por três médicos pediatras e um ortopedista, não deixa claro se as mortes foram de crianças ou adultos.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

E o caos continua no HRSM (Hospital Regional de Santa Mari); DESESPERO DE MÃES: Saúde desmonta metade dos leitos da UTI Pediátrica de Santa Maria

Terça, 7 de agosto de 2018
Do SindSaúde

DESESPERO DE MÃES: Saúde desmonta metade dos leitos da UTI Pediátrica de Santa Maria

Falta de médicos é possível causa da medida absurda. Crianças são retiradas da UTI e levadas até para enfermarias
Servidores e mães foram surpreendidos, nesta terça-feira (7), por volta das 12h, no Pronto Atendimento Infantil do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) com o fechamento de 10 dos 21 leitos de UTI Pediátrica. A medida, segundo servidores, não foi avisada e os leitos desmontados são os terceirizados com a empresa Intensicare. Seis crianças foram removidas para outras unidades e até mesmo para enfermarias. A UTI foi transformada em unidade semi-intensiva. Sem aviso prévio aos funcionários, equipamentos de monitoramento e ventilação foram retirados dos leitos. Pacientes que estavam sob os cuidados de uma UTI, de repente viram pacientes de semi-intensiva, sem monitorização.

"O Governo do Distrito Federal simplesmente acabou com a UTI pediátrica do HRSM", disse uma servidora. Emocionada, ela relata o caos que se instaura no hospital nesta terça-feira: “As mães todas chorando, a equipe também. E nós não podemos fazer nada, só estamos vendo.” Segundo a servidora, o cenário é de filme de terror, ninguém sabe exatamente o que está acontecendo.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

No HRSM: 'Falta de cateter põe bebês em risco de morte — cadê os gestores?'

Sexta, 22 de junho de 2018
Por SindSaúde/DF
Duas graves DENÚNCIAS foram repassadas ao SindSaúde na manhã de hoje [ontem] (21) que trata da falta de CATETER CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA, insumo essencial à sobrevida dos recém-nascidos internados em UTI neonatal.

No memorando SEI [Sistema Eletrônico de Informações] 177/2018 (clique aqui para acessar), o chefe do Núcleo de Farmácia Hospitalar do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) alerta os gestores responsáveis pelo abastecimento e decisões estratégicas que o material em tela está em falta e sem processo central de aquisição para o mesmo. Informa ainda a inviabilidade de continuar suprindo o estoque com o uso do Programa de Descentralização Progressiva de Ações da Saúde - PDPAS (verba destinada a pequenas compras, de forma descentralizada, limitada a R$ 8 mil por item).

O documento é datado de 07/06/2018. Procuramos a Secretara de Saúde (SES) para saber quais as providências foram tomadas e não obtivemos resposta da assessoria de comunicação da Pasta.

"Isso é infanticídio! Onde estão os gestores que se escondem enquanto até a vida de BEBÊS estão relegadas ao abandono? Onde estão as autoridades judiciárias e de Controle do Distrito Federal? Onde está o governador e seu secretário de Saúde?", questiona a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues. E emenda, "a omissão na saúde é, talvez um dos mais graves tipos de corrupção ou conduta criminosa porque ela mata!".

Seringas para febre amarela e outras doenças também estão com estoque baixo

Além dos cateteres, a mesma fonte denunciou que os estoques de seringa de 1ml, usadas para aplicação de vacinas contra febre amarela, tríplice viral e outras, tem cerca de apenas 500 unidades na Rede de Frio da SES.

Em documento SEI memo 28/2018 (clique aqui para acessar), enviado pela Gerência de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES, está informado que a empresa responsável pela entrega dos materiais, que deveria ter ocorrido no dia 09/06/2018, não o fez e nem deu qualquer explicação ou previsão para a falta.

Causa muita preocupação essa situação, pois a própria gerência técnica avisa que o consumo mensal dessas seringas é de 32 mil por mês. Logo, o estoque atual não daria para quase nada e comprometeria a imunização nas unidades de saúde.

Também não houve respostas da SES, acerca das denúncias que estão devidamente documentadas.

O SindSaúde irá representar no Ministério Público contra essa omissão, cada vez mais recorrente na gestão da saúde do DF.

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Comentário do Gama Livre: Difícil alguém acreditar que a falta do cateter é resultado apenas de uma incompetente gestão de estoques. Ou teria havido um super super (isso mesmo, super super) nascimento de bebês que exigiram internação em UTI neonatal? Fenômeno que poderia jogar por terra, ou pra baixo do tapete, qualquer eficácia de um controle de estoques. Nessa versão —de simples incompetência dos gestores— nem recém-nascido acredita. 

E no HRSM (ou no HRG ou em
qualquer outro da rede pública do DF)


Leia também:

Crianças estão morrendo no Gama e Santa Maria por falta de Pronto Atendimento Infantil (PAI). Governo Rollemberg fechou o PAI do Gama em maio, prometeu abrir um em Santa Maria, mas até agora nada

sexta-feira, 18 de maio de 2018

A saúde do DF no rumo do desastre. Hoje (18/5) no HRSM, pacientes de EMERGÊNCIA de pediatria estão sendo atendidos no AMBULATÓRIO, sem estrutura alguma para emergência

Sexta, 18 de maio de 2018
Charge do site Ataque aos Cofres Públicos
Sequer há box de emergência no ambulatório. As criancinhas estão sendo triadas por uma técnica de enfermagem do pronto socorro de adultos.

Até crianças classificadas como situação VERMELHA, onde há alto risco de morte, são atendidas nessa área sem estrutura mínima necessária. Garotos com grave crise de asma, por exemplo, recebem este pseudo atendimento. Pode, Arnaldo?

Estão sendo atendidos (desatendidos, melhor dizendo) nesta situação caótica, crianças do Gama, Santa Maria e Entorno Sul do DF.

Quanta maldade, Meu Deus! Que projeto maldoso e cruel!

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Laboratório do HRG parou de fazer exames de sangue. Será que Rollemberg vai dizer que a culpa é dos sindicalistas que ‘mentem descaradamente’?

Terça, 12 de setembro de 2017
 Foto arquivo gamalivre.com.br

Tiraram o tubo!

Por falta de tubo coletor (isso mesmo que você leu, TUBO COLETOR), laboratório do HRG deixou hoje (12/9) de fazer exames de sangue. Seria culpa dos sindicalistas “que mentem descaradamente”, Rollemberg? A culpa é do seu governo!

O caos que já impera no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) é, também, caos que impera no Hospital Regional do Gama (HRG). E o governador continua no seu blá blá blá de que a culpa é do servidor público. Dos sindicalistas que, segundo ele, “mentem descaradamente”.

De qual governo é a responsabilidade pela situação descarada que os pacientes do HRSM e HRG —e de todos os demais hospitais da rede do DF— são submetidos? Dos sindicalistas? Dos usuários do sistema? De qual governo?

A falta de tubos para fazer os exames de sangue, pode parecer para algumas pessoas — mas não para aquelas que sofrem nos hospitais— uma coisa boba. A impossibilidade de realizar o exame é o aumento da probabilidade de agravamento de uma infecção, por exemplo, de uma doença outra ou a fatalidade de uma morte, pois o diagnóstico não poderá ser feito de modo como preveem os protocolos médicos.

Além disso, a não realização do exame laboratorial prolonga desnecessariamente a permanência do paciente no hospital, trazendo custos adicionais, impedindo que outros pacientes consigam vaga, o que pode provocar até a morte, antes mesmo de receberem os cuidados do Estado.

No HRSM, cinco horas e meia para ser atendido

E no Hospital Regional de Santa Maria, o HRSM, hoje foi mais um dia de caos para pacientes. Acidentado em moto, usuário ficou cinco horas e meia sem conseguir atendimento.

É o caos, governador! E não sou eu e também os novos bodes expiatórios dos seus discursos, os sindicalistas, os culpados.

Acorda, governador! A maior culpa pelo caos é de seu governo.

Veja também:

Hospital Regional de Santa Maria pede socorro; 'lá só atende se chegar morto'

SindSaúde acaba de lançar a mais nova produção cinematográfica do DF: O Vendedor de ilusões. Estrelando . . . tchan tchan tchan tchan!! Assista!

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Hospital Regional de Santa Maria pede socorro; 'lá só atende se chegar morto'

Segunda, 11 de setembro de 2017
Antigo líder comunitário de Santa Maria protesta contra o caos que se encontra o Hospital Regional da cidade, onde falta de tudo, ou quase tudo. Do médico ao enfermeiro e ao técnico. Dos instrumentos aos equipamentos. Dos medicamentos ao respeito do governo por aquela população da cidade na Região de Saúde Sul.

O líder comunitário que desabafa e protesta no áudio abaixo é Antônio Alan, um dos mais combativos e antigos líderes de Santa Maria, prefeito comunitário. Antes de Santa Maria existir, já era combatente na defesa da população do Gama.
 


Ouça o vídeo



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Governo Rollemberg deixa expelir pus que, carregado com bactérias e fluídos inflamatórios, pode matar

Quinta, 17 de agosto de 2017
Que o caos é geral na rede pública de saúde do DF, todo mundo sabe. Quem diz o contrário, está exercitando o mais elevado grau de fingimento.

E ficou mais uma vez patente, comprovado, o caos no HRSM, o Hospital Regional de Santa Maria. 

Na última segunda (14/8) deu entrada naquela unidade de saúde uma criança de 13 anos. Sentia fortes dores. Foi diagnosticada com apendicite. Mas cadê a cirurgia? No caos da saúde do DF, por falta de médicos para a cirurgia, a criança ficou de segunda até ontem, quarta (16/8), quando às pressas, pois o apêndice supurou, foi carregado pela manhã para o Hospital Regional do Gama, o HRG. Neste hospital, conseguiu enfim ser operado por volta das 11 horas, tendo saído do veículo que o transportou diretamente para a sala de cirurgia.

Houve-se falar muito em apendicite supurada, mas poucos fazem ideia do perigo que é. 

Apendicite supurada significa o rompimento do apêndice inflamado e que traz ao paciente complicações que  podem levá-lo à morte.

Nos casos em que a cirurgia não acontece a tempo, o apêndice supura, isto é, passa a expelir pus, matéria que vem carregada com bactérias e fluídos inflamatórios na cavidade abdominal.

Em casos de supuração do apêndice é enorme o risco de extravasamento de fezes e, também, a ocorrência da terrível peritonite, a infecção generalizada no abdômen.

Pra quem acha apendicite apenas uma doencinha mixuruca, é bom ficar sabendo que se ela chegar ao estágio de peritonite o risco de infecção generalizada pelo corpo é grande. Com a consequente, possivelmente, falência de múltiplos órgão e, mais adiante, a morte do paciente.
Imagem da internet

sábado, 15 de julho de 2017

Mulher, vá parir noutro lugar!!! GDF vai fechar o Centro Obstétrico do HRG. Reaja!

Sábado, 15 de julho de 2017
Foto ilustrativa. Defensoria Pública do RGS.

Está em curso mais uma maldade do Governo Rollemberg contra as populações do Gama e Santa Maria.

A Secretaria de Saúde do DF vai fechar o Centro Obstétrico (CO) do Hospital Regional do Gama. Chegou-se a aventar a alternativa de se cerrar (com c) as portas do CO de Santa Maria. Mas pelo que aconteceu ultimamente, inclusive na última reunião entre as equipes dos dois hospitais, o fechamento será no HRG.

Lembremos que o GDF no final de 2016 fechou o PAI (Pronto Atendimento Infantil) do HRG. Depois, por pressão da comunidade, que chegou a fazer passeatas, reabriu em fevereiro. Menos de dois meses após a abertura houve novo fechamento. É uma gestão fechadora de serviços da rede pública de saúde.

O principal motivo que se alega para fechar o Centro Obstétrico do HRG é a falta de equipes médica e de enfermagem para a realização dos cerca de 700 partos por mês que as duas unidades realizam. Só no Gama são em torno de 500 mensais.

A precariedade do Centro Obstétrico do Gama revela o total colapso que chegou a unidade com a gestão da saúde do DF.

Informações dão conta que, por inúmeras vezes, nem um banho é possível a parturiente tomar. E como se não bastasse esse absurdo, nesta sexta-feira, ontem, (14/7) —segundo informações passadas ao Gama Livre— completou uma semana que nenhum pediatra visita a enfermaria para dar alta às mães e aos seus bebês. Isso demonstra um desrespeito do governo às parturientes e aos bebês, além de acarretar um custo maior dos serviços e, também, a ocupação desnecessária de leitos que podem fazer falta a outras pacientes. Mas a responsabilidade não deve recair sobre os ombros dos pediatras. Se o quadro é insuficiente, a responsabilidade é de quem? Do governo do DF.

Já o Centro Obstétrico de Santa Maria também não fica atrás. Os lençóis e as roupas usadas pelas pacientes não estão sendo lavadas no HRSM. Este trabalho ocorre nos hospitais do Gama, Paranoá ou outro hospital que aceite lavá-las. Esse fato chegou a ser objeto de matérias em blogues, sites, jornais, emissoras de rádio e de TV.

Após serem lavadas, as roupas são colocadas em sacos, todas misturadas, e transportadas para Santa Maria por funcionários do hospital. Em seguida são separadas e dobradas, mas sem serem mais passadas a ferro. Ficam amarrotadas, claro que bem menos do que a imagem do governo quanto à desastrosa gestão da saúde.

Estima-se que no Centro Obstétrico do Gama são necessários cerca de 42 pediatras, fora a equipe de enfermagem, que ultrapassa esse número.

Uma das três reuniões realizadas com as equipes das unidades de saúde das duas cidades para tratar dos centro obstétricos dos dois hospitais, aconteceu nesta quinta-feira (13/7). Nela as equipes foram orientadas a comunicar a população que o CO do Gama será fechado até o final de julho para reformas que o transformará em Casa de Parto, devendo TODAS as pacientes serem encaminhadas para a unidade de saúde de Santa Maria que tem instalações mais novas. Tal encaminhamento dos pacientes atuais, bem como o encaminhamento de pacientes que batam à porta do HRG para parir, será mais um transtorno para a população, pois não há ambulâncias disponíveis para fazer a transferência.

Ficou bem claro na mente de todos os participantes da reunião de ontem (13/7), mesmo sem que houvesse alguém gravando alguma coisa “nessa porra” (humm!!! Perdão, leitores, por reproduzir o palavrão. Mas, ressalto, o original não foi meu), que a decisão da Secretaria de Saúde do governo Rollemberg é fechar até o final deste mês de julho o Centro Obstétrico do HRG. A mulher que quiser parir, que vá parir no HRSM ou em outra freguesia, decidiu o governo.

Ah! Em reuniões semelhantes a essa acontecida na última quinta (13/7), sempre alguém propõe que haja um "discurso alinhado". Mas o necessário, e republicano, é que sejam alinhados —o discurso e as ações— somente aos interesses da população, das necessidades das parturientes do Gama e, claro, às necessidades dos nossos queridos e amados bebês.

Tudo leva a crer que esta orientação passada (mas possivelmente nem gravada, mesmo que num simples smartphone) à equipe das duas unidades de saúde (HRG e HRSM) falta com a verdade. Explica-se:

1) Uma Casa de Parto requer um número muito maior de equipe de enfermeiras obstetras e de neonatal, cerca de 90 profissionais que realizarão os partos

2) Existem alguns casos de impedimentos para a mulher ter um bebê em uma casa de parto. Dentre tais impedimentos aponta-se as situações em que há gravidez gemelar (de gêmeos), bebê pélvico (sentado), gestante com pressão alta, diabetes, cesária prévia.

3) Grande parte das gestantes que se encontram na área da chamada Região de Saúde Sul, especialmente aquelas que não moram na área urbana do Gama, não fazem o pré-natal completo, fator fundamental para a identificação da existência, ou não, dos impedimentos descritos acima (no parágrafo anterior).

4) O Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria só possui 12 camas de parto, podendo ser ampliadas para 16.  A média de partos diária das duas cidades é de 23. Mas há dias, claro, que ocorrem um número maior de partos. Em outros dias, um número menor. O que a equipe de atendimento fará quando chegarem ao HRSM, por exemplo, 50 gestantes?

Seria muito bom se o secretário de Saúde e o próprio governador do DF respondessem essa pergunta. Mas, claro, sem blá blá blá. Ótimo seria também se o Ministério Público do DF fizesse tal pergunta ao governo.

Parturientes e seus bebês merecem respeito! O povo exige respeito!

Parturientes e bebê unidos, jamais serão vencidos!
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Os links a seguir foram incluídos nesta postagem em 26/11/2017.

Manifesto do Fórum Comunitário do Gama (FComGama) sobre o caos no HRG e centros de saúde

Manifesto do FComGama sobre o caos no HRG e na saúde no Gama foi entregue em 8/11 às autoridades e órgãos de controle 

Comissão Permanente de Educação, Saúde e Cultura da CLDF dá retorno positivo ao Manifesto em defesa do HRG e da saúde pública no Gama. Leia o ofício

 

Acesse pelos links a seguir a memória da estupidez cometida contra o HRG e o Povo do Gama: 

No HRG, elemento desalmado e esquisitão mata o PAI, fere a mãe e promete voltar logo para terminar o serviço

Que o governo é ruim, sabemos. Mas precisava ser tanto assim, Rollemberg? Está exagerando, moço! Obstetrícia do HRG também deve fechar

De panelaços, paneleiros, fechamento do Centro Obstétrico do HRG, e da gracinha sem graça do secretário de saúde na Região de Santa Maria e Gama 

Mulher, vá parir noutro lugar!!! GDF vai fechar o Centro Obstétrico do HRG. Reaja!

Na TV, o caos: Ainda a pediatria e pronto socorro infantil do HRG

Wasny, acompanhado de Juarezão, cobra do governo do DF a reabertura do Pronto Atendimento Infantil do HRG

Na próxima terça (8/11) o Gama volta às ruas em nova manifestação pela reabertura do Pronto Atendimento Infantil (PAI) e Pediatria do HRG. Participe!!!

Rollemberg, respeite Roberta Letícia, que tem apenas um aninho. Reabra imediatamente o Pronto Atendimento Infantil do HRG

HRG e HRSM: Contaminação a todo vapor

Caos intencional no Centro Obstétrico do HRG? Em marcha o fechamento do CO do Hospital Regional do Gama

Vamos parar de presepada, GDF? Continua o caos no Pronto Atendimento Infantil (PAI) do HRG. Criança não pode ficar doente à noite e nem em finais de semana

A luta contra o fechamento da pediatria do HRG. Para a presidente do SindSaúde o fechamento é um plano para justificar a implantação de OSs. “Isso faz parte de um projeto total de desmonte"

Só urina! Por falta de materiais, HRG suspende marcação de exames. Como dizia Jô Soares, 'tira o tubo'

Parir no Centro Obstétrico do HRG é um sagrado direito da mulher, decide o Conselho Regional de Saúde do Gama ao proibir o fechamento da unidade. Mas vigiar é preciso

Mulheres correm enorme perigo se precisarem parir no HRG ou HRSM neste final de semana. Centros Obstétricos funcionarão precariamente

Bonito pra sua cara, né Rollemberg? No HRG, depois de ter bebê mulher é jogada no chão, apenas com um colchonete

Caos no Centro Obstétrico do HRG. Gestante está desde ontem (4/4) por volta do meio-dia e não fazem o parto por falta de leito

Defensoria Pública esteve ontem (4/8) no caos do HRG

O 171 do governo Rollemberg. Pronto Socorro Infantil/Pediatria do HRG continua um caos. Esta noite vai fechar

Presença de reportagem de TV faz Rollemberg desistir de reinaugurar a Clínica Médica e a Cardiologia do HRG

Governador, não enRolle. Retorno imediato da Pediatria e Pai do HRG

A dor de ouvido do governador Rollemberg 

Desabafo sobre a incompetência do governo Rollemberg, que fechou a excelente Pediatria do HRG

Perdão! Errei! Não é só imagem do HRG que não está boa. Na realidade é o caos que se aprofunda em toda a rede de saúde pública do governo do DF

Pacientes, comunidade e trabalhadores evitam fechamento do centro obstétrico do HRG

Falta toner em impressoras do HRG. É o caos da saúde no governo Rollemberg 

Pesadelo! Demissão coletiva de pediatras de contrato temporário do Pronto Atendimento Infantil/Pediatria do HRG. Será apenas um pesadelo?

Reativado o Pronto Atendimento Infantil e a Pediatria do HRG, o caos se mudou para a Obstetrícia (ou permaneceu?) 

Conselhos pedem na Comissão de Saúde e Cultura da CLDF reabertura da Pediatria do HRG Quarta, 25 de outubro de 2017

Laboratório do HRG parou de fazer exames de sangue. Será que Rollemberg vai dizer que a culpa é dos sindicalistas que ‘mentem descaradamente’? Terça, 12 de setembro de 2017

Caos na Pediatria do HRG. Conselheiro regional de saúde faz representação ao Coren-DF (Conselho Regional de Enfermagem) em razão dos altos riscos que correm as crianças internadas Quinta, 31 de agosto de 2017

Que vergonha, governador! O Centro Obstétrico do HRG fechou as portas esta noite e gestante levada às carreiras para o HRSM começou a parir na portaria do hospital de Santa Maria Quarta, 9 de agosto de 2017

Vídeo denúncia sobre a situação do Centro Obstétrico do HRG, que pode ser fechado pelo governo do DF Terça, 18 de julho de 2017

Nada funciona bem? Falha no sistema de informática prejudica atendimento no HRG Segunda, 16 de janeiro de 2017

Breno foi salvo! Jovem de 16 anos quase morre com apêndice supurada e demora no atendimento do HRG  Sábado, 22 de outubro de 2016

Reportagem arrasadora sobre o caos que reina no Hospital Regional do Gama (HRG) Quinta, 13 de outubro de 2016

Reaja, Rollemberg!!! Hospital Regional do Gama (HRG) continua sem reagente para uso em exame de Raios X Segunda, 11 de julho de 2016

Governador, que sua imagem de 'administrador' esteja na UTI é problema seu. Mas pelo amor de Deus, tire o Hospital Regional do Gama da UTI Terça, 3 de outubro de 2017

Tudo como dantes no Quartel de Abrantes. Tudo ainda fechado no Pronto Socorro Infantil e na Pediatria do HRG. Nesta terça (8/11) tem nova manifestação da comunidade Segunda, 7 de novembro de 2016

PAI já! Protesto nesta terça (18/10) pela reabertura do Pronto Socorro Infantil do HRG Segunda, 17 de outubro de 2016

HRG. Caos na saúde do DF: Meu 'chapa' Rollemberg, vê se faz alguma coisa pelo hospital do Gama Segunda, 4 de julho de 2016

Chuva desta quinta (2/11) revela mais ainda o caos no HRG (Hospital Regional do Gama) Terça, 31 de janeiro de 2017

A roupa suja de Rollemberg. Perigo de contaminação no HRG Sexta, 30 de junho de 2017

sexta-feira, 28 de abril de 2017

HRSM, um Titanic afundando e a orquestra tocando e festejando o aniversário. Pra quê?

Sexta, 28 de abril de 2017
 Titanic prefixo HRSM. Imagem da internet

O HRSM está parecendo mais com o Titanic

Não é o Baile da Ilha Fiscal, aquela última festa realizada em novembro de 1889 e que precedeu o desmoronamento do império, com a proclamação de República. Mais prenunciava a vinda da República, do que uma injustificada e luxuosa festa.

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma unidade relativamente nova da rede oficial de saúde do DF, está parecendo o Titanic. Bateu num iceberg da incompetência dos governantes, rachou o casco, 'está fazendo água', encontra-se na etapa imediatamente anterior ao de um naufrágio desastroso. Mas seus comandantes, insensíveis, ou míopes, não enxergam o perigo, manda a orquestra tocar e fingem que este Titanic de Santa Maria singra mares sem procelas, sem correntezas.