Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador olimpíadas 2024. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador olimpíadas 2024. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Roma deve anunciar abandono da candidatura olímpica nesta quarta-feira

Terça, 20 de setembro de 2016
Da Agência Ansa


Rio de Janeiro - O Cristo Redentor foi iluminado com as cores da bandeira da Itália, em evento com a presença do cardeal, dom Orani Tempesta, e do primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi (Vladimir Platonow/Agência
Defensor da candidatura de Roma, o premier italiano, Matteo Renzi (no centro, ao lado do arcebispo do Rio, dom Orani  Tempesta)  veio  à  cidade  pouco  antes  do  início  dos  Jogos Olímpicos —Vladimir Platonow/Agência Brasil
A prefeita de Roma, Virginia Raggi, deve anunciar nesta quarta-feira (21), em entrevista coletiva, o fim da candidatura da capital italiana a sede dos Jogos Olímpicos de 2024. O gabinete da prefeita ainda não definiu o local da entrevista. As informações são da Agência Ansa.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Em referendo, Hamburgo rejeita candidatura para os Jogos Olímpicos de 2024; Alemanha, paizinho mais pobre. Brasil é que é rico, vai jogar dinheiro fora com as Olimpíadas de 2016

Segunda, 30 de novembro de 2015
Deu no ParanáOnline
A maioria da população de Hamburgo, na Alemanha, decidiu neste domingo que é contra a realização dos Jogos Olímpicos de 2024 na cidade. O referendo público terminou com a contagem de 51,6% dos votos contrários à campanha, e 48,4% a favor.

"Essa é uma decisão que não queríamos, mas ela é clara", afirmou o prefeito da cidade, Olaf Scholz, ao anunciar o resultado do plebiscito. A derrota da campanha aconteceu mesmo com um lobby da cidade vizinha de Kiel, que apoiou abertamente a realização dos Jogos em Hamburgo, pois seria a sede das provas da vela.

Com a negativa da cidade alemã, quatro cidades ainda concorrem para receber a Olimpíada em 2024: Paris (França), Roma (Itália), Los Angeles (Estados Unidos) e Budapeste (Hungria). O Comitê Olímpico Internacional (COI) vai anunciar a vencedora em setembro de 2017.

A Alemanha não recebe os Jogos Olímpicos desde 1972, em Munique, mesma cidade que recusou a realização dos Jogos de Inverno de 2022 também por meio de referendo popular.

"Parece que Olímpia e Hamburgo não combinam", afirmou Alfons Hoermann, presidente do Comitê Olímpico da Alemanha, que fez questão de ressaltar que a campanha de Hamburgo foi feita com muito compromisso e sem cometer erros.

A derrota da campanha pelos Jogos foi, de certa forma, uma surpresa, já que as pesquisas iniciais indicavam um apoio de 64% da população. No entanto, a crise de refugiados sírios, os ataques terroristas em Paris e uma ameaça de atentado em Hannover que causou o cancelamento de uma partida da seleção alemã acabaram por minguar o respaldo popular.

Entre os argumentos, a oposição à candidatura afirmou que os alugueis iriam disparar na cidade e se mostrou preocupada com o financiamento do evento. O cálculo preliminar dos custos para se realizar a Olimpíada em Hamburgo e Kiel era de 11,2 bilhões de euros, segundo os organizadores.