Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

terça-feira, 30 de abril de 2019

Tributo a uma estrela que nos deixa, mas brilhará no Céu. Morreu hoje à tardinha, aos 72 anos, Beth Carvalho, sambista maior, voz do Povo

Terça, 30 de abril de 2019


Senadora Leila Barros (PSB-DF) divulga nota em defesa da UnB

Terça, 30 de abril de 2019
NOTA EM DEFESA DA UnB
O bloqueio de 30% do orçamento da Universidade de Brasília (UnB), anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), pegou a comunidade docente e discente e os brasilienses de surpresa. O contingenciamento retira R$ 38 milhões da UnB, umas das melhores instituições de ensino do Brasil.

As rondas da memória

Abril
30

As rondas da memória
Nesta tarde do ano de 1977, se reuniram pela primeira vez catorze mães de filhos desaparecidos.
Desde então buscaram juntas, juntas bateram nas portas que não se abriam:
— Todas por todas — diziam.
E diziam:
— Todos são nossos filhos.
Milhares e milhares de filhos tinham sido devorados pela ditadura militar argentina e mais de quinhentas crianças haviam sido distribuídas como prendas de guerra, e nenhuma palavra era dita pelos jornais, pelas rádios, pelos canais de televisão.
Alguns meses depois da primeira reunião, três daquelas mães, Azucena Villaflor, Esther Ballestrino e Maria Eugenia Ponce também desapareceram, como seus filhos, e como eles foram torturadas e assassinadas.
Mas a caminhada das quintas-feiras, ninguém mais conseguiu parar. Os lenços brancos davam voltas e mais voltas pela Plaza de Mayo e pelo mapa do mundo.
    Eduardo Galeano, no livro Os filhos dos dias (Um calendário histórico sobre a humanidade), Editora L&PM, 2012, página 144.

Temer virou réu ontem (29/4) em denúncia sobre Decreto dos Portos

Terça, 30 de abril de 2019
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Por André Richter - Repórter da Agência Brasil  
A Justiça Federal em Brasília aceitou hoje [ontem] (29) denúncia apresentada em dezembro do ano passado contra o então presidente Michel Temer e mais cinco investigados pelos crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

A denúncia foi feita no inquérito que investiga o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A na edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado em maio de 2017 por Temer.

Décio Oddone (ANP) usa falácias para defender privatizações na Petrobrás

Terça, 30 de abril de 2019


Da AEPET
Escrito por  Felipe Coutinho*


em 29 Abril
O termo falácia deriva do verbo latino fallere, que significa enganar.
Designa-se por falácia um raciocínio errado com aparência de verdadeiro. Na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente incoerente, sem fundamento, inválido ou falho na tentativa de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público, apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso. (Wikipedia)
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), por seu diretor-geral, Décio Oddone, no afã de defender o indefensável, nos entulha de falácias sobre a economia e a gestão do petróleo no Brasil.
FALÁCIA #1: A recente crise do preço do diesel é resultado da concentração no setor de petróleo e gás
“A recente crise do preço do diesel mostrou o resultado de um modelo que vem fazendo água há tempos: o da concentração no setor de petróleo e gás. ” (Oddone, 2019)
Esta falácia deve ser classificada como de Falsa Causa. Ela acontece quando se afirmar que apenas porque dois eventos ocorreram juntos, eles estão relacionados.
A Petrobrás detém cerca de 98% da capacidade de refino no Brasil, mas a greve dos caminhoneiros de maio de 2018 e a recente crise relativa ao reajuste do preço do diesel não são consequências disso. São consequências da política de preços iniciada por Pedro Parente, em outubro de 2016, e mantida pelas direções da Petrobrás desde então.
Com maior ou menor concentração no setor, a prática de preços vinculados à variação do preço do petróleo no mercado internacional e superiores aos custos de importação, em períodos de elevação do preço do petróleo e/ou de desvalorização cambial, resultam em preços altos dos combustíveis que motivaram e motivam a mobilização dos caminhoneiros.
Portanto, a crise do preço do diesel é resultado da desastrosa política de preços dos combustíveis, que lhes traz a volatilidade dos preços internacionais do petróleo e a desnecessária paridade destes preços aos custos de importação. Esta política desconsidera que a Petrobrás é capaz de produzir petróleo, refina-lo e abastecer o mercado de diesel do país com custos muito menores, em comparação com os custos de importação.
FALÁCIA #2: O petróleo caminha para a obsolescência
“O petróleo caminha para a obsolescência, mas ainda não conhecemos o potencial brasileiro, pois grande parte do nosso território segue inexplorada. ” (Oddone, 2019)
Esta falácia é classificada como de Apelo à Consequência e à urgência. Considera uma premissa como se fosse verdadeira porque sua consequência é desejada.
Oddone afirma que o petróleo caminha para a obsolescência e assim deixa subentendido que será substituído por melhores fontes primárias de energia.
Assim ele apela à urgência para explorar o petróleo, tenta convencer ao seu leitor que o Brasil deve promover aceleradamente a exploração, produção e exportação de petróleo cru por multinacionais estrangeiras. Apesar de nenhum país ter se desenvolvido a partir da exportação de petróleo cru por companhias estrangeiras.
O petróleo é mais do que uma simples mercadoria negociada nas bolsas de valores. É um ativo estratégico para a defesa do Brasil e o desenvolvimento tecnológico e econômico da Nação.
A produção de derivados de petróleo é crucial para garantir a mobilidade de pessoas e de cargas, aumentar a produtividade do trabalho, dinamizar a atividade econômica, além de viabilizar a cadeia de valor das indústrias petroquímicas, de fertilizantes e de transformação. O petróleo e seus derivados são recursos chave na geopolítica internacional e fundamentais para o complexo industrial-militar de defesa.
De acordo com os cenários de referência das instituições da indústria - Agência Internacional de Energia (IEA), Departamento de Energia dos EUA (DOE) – e publicações especializadas, o petróleo continuará sendo a principal fonte primária de energia do mundo, no horizonte 2040. 
FALÁCIA #3: A produção dos campos maduros da Bacia de Campos e do Nordeste declinam por falta de investimentos
                                                            “Os campos maduros da Bacia de Campos e do Nordeste declinam por falta de investimentos.” (Oddone, 2019)
Esta falácia é tipificada como de Causa Complexa. Ocorre quando se supervaloriza uma causa quando há várias, ou um sistema de causas.
O declínio da produção em campos maduros é resultado do esgotamento das reservas, com a elevação dos custos de produção e a redução da produção de petróleo em relação ao gás natural e/ou à água utilizados nas técnicas de recuperação.
Os investimentos podem retardar o início do declínio e reduzir sua velocidade, mas estão submetidos às restrições econômicas e da natureza das reservas.
FALÁCIA #4: O Brasil se tornou exportador de petróleo cru e importador de combustíveis porque não há refinarias suficientes
                                                        “Por não ter refinarias suficientes, nos tornamos um exportador de petróleo que importa combustíveis. ” (Oddone, 2019)
Esta é uma falácia de Terceira Causa. Trata-se de ignorar a existência de uma terceira causa, não levada em conta nas premissas.
O Brasil se tornou importador relativamente crescente de combustíveis, pela política de preços adotada pela direção da Petrobrás, desde outubro de 2016.
Com preços altos em relação ao custo de importação, o diesel da Petrobrás fica encalhado nas suas refinarias e parte do mercado brasileiro é transferido para os importadores. A ociosidade das refinarias brasileiras aumenta, há redução do processamento de petróleo e da produção de combustíveis no Brasil. Aumenta a exportação de petróleo cru.
Combustíveis produzidos nos EUA são trazidos ao Brasil por multinacionais estrangeiras da logística e distribuídos pelos concorrentes da Petrobrás.
A Petrobrás perde com redução da sua participação no mercado. O consumidor paga mais caro, desnecessariamente, com o alinhamento aos preços internacionais do petróleo e à cotação do câmbio.
Ganham as refinarias dos EUA, as multinacionais da logística e as distribuidoras privadas. Também são beneficiados os produtores e importadores de etanol, com a gasolina relativamente mais cara que perde mercado.
A exportação de petróleo cru se deve à redução do seu processamento nas refinarias brasileiras que se tornaram ociosas, assim como pela elevação da produção de petróleo no país.
Em 2018, 24% do diesel consumido no Brasil foi importado, a maior parte (84%) veio dos EUA. Se o fator de utilização do parque de refino da Petrobrás - em 2018 de apenas 76% - tivesse sido igual ao de 2014, de 98%, se importaria perto de 5% do diesel consumido no país.
A capacidade de refino nacional é compatível com nosso mercado atual de combustíveis, o problema é que ela é subutilizada em consequência da desastrosa política de preços adotada desde 2016.
Cabe registrar que novos investimentos no Refino, Transporte e Comercialização são necessários, considerando que o consumo per capita de energia no Brasil é relativamente baixo e que devemos promover o crescimento econômico e o desenvolvimento humano e social que dependem do aumento do consumo de energia.
FALÁCIA #5: A Petrobrás tem o “monopólio de fato” no refino e por isso o debate sobre os preços contamina o governo
                                                        “Como a estatal detém o monopólio de fato no refino, o debate sobre os preços dos combustíveis contamina o governo. “ (Oddone, 2019)
Esta é uma Falácia de Distorção dos Fatos combinada com a Falácia da Terceira Causa.
Oddone parte do princípio de que existe o “monopólio de fato” do refino para depois dizer que ele é a causa do questionamento ao governo sobre o preço dos combustíveis.
Desde 1997, não há monopólio no segmento de refino exercido pela Petrobrás. O mercado brasileiro é aberto e competitivo.
A alegação de que existe “monopólio de fato” no setor de refino do Brasil, implicaria na possibilidade da Petrobrás praticar preços acima do nível competitivo e, mesmo assim, não incorrer em perda de mercado (market share).
Essa hipótese é falsa, conforme mostram os dados de perda de participação no mercado da Petrobrás nos anos de 2016 e 2017, quando a empresa perdeu parcela significativa do mercado de diesel (acima de 20%, ou 200 mil bpd) para refinarias estadunidenses, localizadas no Golfo do México, ao praticar preços acima da paridade de importação (PPI).
O aumento expressivo da ociosidade do parque de refino brasileiro em 2017 e no primeiro trimestre de 2018 (quando se aproximou de 30%) também comprova a nulidade do conceito de “monopólio de fato” no refino do Brasil, uma vez que mostra a incapacidade da Petrobrás sustentar preços acima da PPI sem perda de market share.
Tal fato revela um outro conceito econômico associado a estrutura de mercado denominada monopólio, o do Mercado Relevante.
Ao se verificar que a concorrência de um mercado baseado em uma commodity, como a gasolina e o diesel, acontece entre empresas situadas em uma região mais ampla que as fronteiras de um país, deve-se ampliar o Mercado Relevante na qual se insere a análise do monopolista hipotético. Nesse caso, deve-se ampliar para a Bacia do Atlântico, onde se situam as principais concorrentes da Petrobrás, sobre o mercado brasileiro de derivados. (AEPET, 2019)
Mas quais são as verdadeiras causas da “contaminação” do governo pelo debate relativo à política de preços dos combustíveis?
A importância dos combustíveis para a economia se evidencia pelo impacto dos seus preços, em especial do diesel, em custos de produção e preços de tantas outras mercadorias essenciais à vida moderna.
A elevação dos custos dos caminhoneiros e a dificuldade de se elevar os preços dos fretes, sem impactar a viabilidade de diversos setores da economia, levam à questão do preço ao governo que precisa assumir seu papel de regulador da economia e mediador de crises.
Acabar com o falso “monopólio de fato” da Petrobrás no Refino não vai evitar que a questão dos preços dos combustíveis alcance o governo. O Governo não pode se eximir de administrar o País.
FALÁCIA #6: A venda dos ativos da Petrobrás nos levará à modernidade, à competição e à transparência e trará aumento do investimento no setor
“Se a Petrobras vender seus campos maduros, a metade do parque de refino e as subsidiárias que operam na distribuição de combustíveis e de GLP, como anunciou, se o mercado de gás for aberto para a competição, como tem sido discutido, e se a ANP estipular regras claras para a divulgação dos preços, estarão dados os passos mais importantes para modernizar o setor. Em pouco tempo teremos substituído um monopólio por uma indústria competitiva e transparente. Os investimentos crescerão. Os preços passarão a ser ditados pela competição e a ser divulgados de forma transparente, tornando sem sentido potenciais intervenções do governo. ” (Oddone, 2019)
Neste trecho há uma coletânea de falácias. Destaco a Falácia da Teoria Irrefutável. Quando se apresenta argumentos e hipóteses que não podem ser testadas.
Como vimos anteriormente não há monopólio, a onda privatista defendida pode não trazer, e certamente não trará, com ela uma indústria competitiva e transparente.
A desnacionalização da indústria do Refino, Transporte e Comercialização de petróleo e combustíveis no Brasil pode trazer, isto sim, a formação de oligopólios privados de capital estrangeiro que buscam maximizar seus lucros de curto prazo.
É mais provável que haja aumento dos preços e sua vinculação ao preço internacional do petróleo, os lucros do segmento serão remetidos ao exterior, enquanto os bens e serviços serão contratados fora do país.
As desnacionalizações de outros setores da economia demonstram historicamente suas consequências para a economia do Brasil. A alegação de que privatizações trazem maiores investimentos não tem respaldo histórico.
Entre 2009 e 2014, a Petrobrás investiu US$ 292 bilhões, média anual de US$ 48,7 bilhões, em valores atualizados. Esta é a realidade concreta que deve ser contrastada com projeções ilusórias de abundância de capital estrangeiro em investimento produtivo no Brasil.
Por último, mas não por ser menos relevante, a competitividade em mercados com características idênticas a do petróleo - energias, em geral, indústrias de base e comunicações - são, no século XXI, majoritariamente controlados por megaempresas financeiras, que detêm o controle acionário das poucas empresas com tecnologia e economia para neles atuar. Assim, é ilusório imaginar que haverá competição entre empresas de um mesmo dono. O insucesso da política de incentivos para a indústria automobilística, promovido pela ex-presidente Dilma Rousseff (2011/2012), foi uma comprovação desta assertiva.
* Felipe Coutinho é presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET)
http://www.aepet.org.br/w3/
Referências

Subutilizados no mercado de trabalho chegam a 28,3 milhões, diz IBGE

Terça, 30 de abril de 2019
Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
A população subutilizada no mercado de trabalho atingiu o número recorde 28,3 milhões de pessoas no primeiro trimestre deste ano, ou seja, 5,6% a mais do que no último trimestre de 2018 e 3% a mais do que no primeiro trimestre daquele ano. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012.

De acordo com o IBGE, é considerado subutilizado todo aquele que está desempregado, que trabalha menos do que poderia, que não procurou emprego mas estava disponível para trabalhar ou que procurou emprego mas não estava disponível para a vaga.

Lixo em praça do Setor Central do Gama

Terça, 30 de abril de 2019

Lixo no Setor Central do Gama, DF, praça ao lado do CEM2 (Centro de Ensino Médio 2 do Gama). Vídeo da tarde de 29/4/2019. O local vem sendo usado há bastante tempo para descarte de lixo, os mais variados tipos de materiais, inclusive muitas das vezes material orgânico que apodrece. Na hora que esse vídeo foi gravado havia um cheiro forte de carne podre.

É uma praça grande, que deveria ser usada como local de lazer da população, especialmente dos moradores do Setor Central da cidade e de parte do Setor Oeste.

A falta de fiscalização é, por certo, um dos fatores que mais contribui para essa situação de degradação da área. O governo de quando em vez recolhe o lixo, mas sem que haja uma efetiva fiscalização para impedir o descarte desses tipos de materiais, a praça continuará sendo pouco utilizada pelos moradores. E continuará a haver essas imagens que envergonham qualquer cidade.

Clique na imagem para melhor visualizá-la. Foto: Gama Livre — 29/4/2019

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Governo do DF recua e acaba com serviço inaugurado no Gama no último de 27 de abril. Fechou o drive thru de pagamento do IPVA

Segunda, 29 abril de 2019
No dia 27 de abril de 2019 foi inaugurado o drive thru no meio da rua que fica ao lado do CEM2  do Gama.

Já no dia 29 de abril, portanto em apenas dois dias da "inauguração", o governo recuou e fechou o drive thru. Não foi o buraco que foi fechado, mas apenas o serviço ágil para se pagar o IPVA.

Aberto em 27 de abril, fechou dois dias depois. Nenhum proprietário poderá mais pagar o IPVA na "boca do buraco". Terá que ir até a boca do caixa de uma agência bancária ou coisa assim.

Cadê o drive thru que estava aqui? O governo fechou!

Vejam vocês como vão (e voltam) as coisas nessa Brasília de Dom Bosco. Foi só elogiarmos a iniciativa "brilhante" do governo de facilitar a vida dos proprietários de veículos automotores, que não precisariam mais ir até a boca do caixa, mas apenas dar uma paradinha na 'boca do buraco', no drive thru inaugurado em 27 último na pista ao lado do CEM 2 (Centro de Ensino Médio 2 do Gama), e pagar o IPVA na 'boca do buraco'. Hoje (29/4) o contribuinte que foi até o local tomou um susto e ficou irritado, pois o governo fechou o serviço.

Vídeo de 29/4

Falei fechou o serviço, pois o buraco cada dia aumenta mais, apesar do esforço de um qualquer anjo do asfalto que tem jogado de quando em vez material para reduzir a profundidade do bicho caprichosamente surgido no meio da pista de rolamento de veículos.

O que restava do drive thru neste 29 de abril.

Do dia 27 de abril até ontem, dia 28, o cidadão-contribuinte-eleitor-sofredor, podia fazer uma rápida parada, pagar o IPVA de 2019 ali mesmo na 'boca do buraco' e partir em frente, torcendo para não cair nas centenas e centenas de buracos que se espalham pelas ruas da cidade.

Saiba mais em:

Governo do DF inova no Gama e abre "Drive Thru exclusivo para pagamento de IPVA" no meio da rua

Memorial TJDFT disponibiliza processos históricos sobre João Goulart

Segunda, 29 de abril de 2019
Do TJDF
Foram adicionados na página do Memorial TJDFT resumos descritivos de dois processos judiciais históricos que envolveram o ex-presidente da República João Goulart, o Jango. Um deles é o inquérito policial militar nº 5298/65 e 38933/66, da 2ª Vara Criminal do Distrito Federal (Supremo Tribunal Federal – STF), instaurado para apurar as responsabilidades por supostos crimes contra o Estado no âmbito da Companhia Urbanizadora da Nova Capital – NOVACAP.

REPORTAGEM: Encontramos mais cinco ex-assessoras de Bolsonaro que nem pisaram no Congresso

Segunda, 29 de abril de 2019
Da

Assessoras do último mandato como deputado não tinham crachá de funcionárias nem se registraram como visitantes da Câmara dos Deputados

29 de abril de 2019
Adriano Belisário



Durante seu último mandato como deputado federal, Jair Bolsonaro empregou pelo menos cinco assessoras que não colocaram os pés nas dependências da Câmara, segundo documentos obtidos pela Pública. As secretárias – todas mulheres, empregadas de longa data do presidente – não pediram a emissão de crachás de funcionárias nem se registraram como visitantes em nenhum momento desde 2015. Em outubro de 2016, seus salários variaram de R$ 1.023 a R$ 4.188.

No ano de 2016, o gabinete de Jair Bolsonaro empregou 22 assessores, segundo registros da Casa. De acordo com os documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação, pelo menos cinco ex-secretárias não tinham credencial de funcionária da Câmara dos Deputados, três a possuíam e em dois casos não houve resposta. Entre 2015 e 2019, período da última legislatura, o Sistema de Identificação de Visitantes da Câmara tampouco registra alguma entrada das cinco ex-funcionárias.

Direitos do cidadão: MPF investiga práticas reincidentes de tortura contra recrutas em unidade do Exército

Segunda, 29 de abril de 2019
Do MPF
Esta já é a segunda investigação contra o Batalhão de Jataí em menos de dois anos
Imagem de um soldado
(Imagem: Pixabay)

O Ministério Público Federal (MPF) em Goiás instaurou, nesta segunda-feira (29), Inquérito Civil (IC) para investigar práticas reiteradas de tortura contra recrutas do Exército brasileiro durante a realização de treinamentos no 41º Batalhão de Infantaria Motorizada em Jataí (GO). Segundo o Serviço Social do Hospital das Clínicas de Jataí, 11 jovens, entre 18 e 19 anos, deram entrada naquela unidade de saúde alegando fraqueza e tontura, alguns deles já com sintomas de hipotermia.

MPF/MG adverte professores da Universidade Federal de Uberlândia sobre consequências penais da discriminação étnica-racial

Segunda, 29 de abril de 2019
Do MPF
Aluna alegou ter sido vítima de racismo durante aula do curso de Pedagogia da UFU. Após reclamar ao Colegiado e não obter resposta, ela falou sobre o caso em rede social e foi punida com pena de suspensão por ter supostamente causado desprestígio à instituição
A mesma recomendação foi encaminhada a uma professora em cujas aulas teriam ocorrido atos supostamente racistas.O Ministério Público Federal (MPF) recomendou aos membros e à coordenadoria do Colegiado do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) que se abstenham de adotar práticas discriminatórias contra alunos negros e indígenas, inclusive por meio de uso da linguagem, nas atividades docentes e administrativas.
Os fatos chegaram ao conhecimento do MPF em 2017, quando uma estudante do curso de Pedagogia alegou ter sido vítima de atos racistas, de forma constante e pública, inclusive em sala de aula, por uma professora do curso de Pedagogia. Houve notícias também de que a aluna teria sido vítima de injúria racial por alunos da UFU em uma festa de formatura não oficial.

Consumidor e ordem econômica: MPF emite nota técnica pela aprovação de projeto de lei de conversão com emenda que restabelece franquia mínima de bagagem

Segunda, 29 de abril de 2019
Do MPF
Emenda foi aprovada por Comissão Mista do Congresso. Mudança precisa ser aprovada pelas duas casas e sancionada pelo presidente

Imagem: Pixabay
Imagem: Pixabay
A Câmara de Consumidor e Ordem Econômica do Ministério Público Federal (3CCR/MPF) emitiu nota técnica favorável à recente aprovação, por Comissão Mista do Congresso Nacional, de emenda ao Projeto de Lei de Conversão (PLV) 6/2019, que altera a Medida Provisória 863/2018, relacionada ao transporte aéreo e à abertura de capital do setor. A emenda aprovada prevê a volta da franquia mínima e gratuita de bagagem, cancelada em 2016 pela Resolução n. 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Para entrar em vigor, a alteração precisa passar pelos Plenários da Câmara e do Senado, e ser sancionada pelo presidente da República. A nota técnica é assinada pelo coordenador da 3CCR, o subprocurador-geral da República Augusto Aras, e pela procuradora da República Maria Emília Moraes de Araújo, membro do GT Transportes.

Projeto Madeb/Fac “Africanidade nas escolas” destaca a valorização da história e cultura afro-brasileira para alunos das escolas públicas do Gama

Segunda, 29 de abril de 2019
Do
Portal Gama Cidadão

Nesta segunda-feira (29/04), o projeto “Africanidade nas escolas” segue para Escola Classe 29 no Setor Sul da cidade.

Valorizar a história e cultura afro-brasileira nas escolas públicas do Gama essa é a proposta do Projeto Madeb  “Africanidade nas escolas”. Nesta segunda-feira (29/04), o projeto segue para Escola Classe 29 no Setor Sul da cidade (entrequadras 17/15/13 Área Especial Setor Sul Gama), a partir das 08h30. O evento ira contemplar aproximadamente 600 alunos no período matutino e vespertino.
A programação apresentará o espetáculo Tributo Africanidade – MADEB, com homenagem a heróis e heroínas negros e negras, seguido de oficinas de turbante e maquiagem com Agatha Mikaely; de Rap com Neemias; de samba com Erasmo; Breakdance e de Dança contemporânea com o Grupo Cultural Azulim e Capoeira com Contramestre Biliu do Grupo Candeias. O Projeto é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF).
Oficinas:
– Turbante e maquiagem – Agatha Mikaely
– Rap – Neemias MC
– Samba – Erasmo
– Breakdance – Grupo Azulim
– Dança contemporânea – Grupo Azulim
– Capoeira – Grupo Candeias

Teatro:
– Diretor: Marcos Augusto
– Diretor: Iranildo Gonçalves
– Dançarinos: Grupo Azulim
– Capoeiristas: Grupo Candeias
– Ator: Neemias Silva (Neemias MC)
– Atriz: Agatha Mikaely
– Musico: Erasmo Magalhães

Cronograma:
08:30 – Abertura
08:45 – Peça teatral
09:15 – Pausa para organizar as oficinas
09:30 – Inicia as oficinas
10:20 – Pausa
10:35 – Volta as oficinas
11:15 – Encerra

Vespertino:
14:00 – Abertura
14:15 – Peça teatral
14:45 – Pausa para organizar as oficinas
15:00 – Inicia as oficinas
15:45 – Pausa
16:00 – Volta as oficinas
16:45 – Encerra

“O projeto de Manutenção do grupo cultural MADEB por 2 anos, conta com criação e apresentações gratuitas do espetáculo multilinguagem que envolve dança, teatro e música. Haverá oficinas gratuitas para público em geral, envolvendo dança e moda afro”, explica o presidente do Movimento Afrodescendente de Brasília ( Madeb), Vinícius Gomes.
Madeb
O grupo cultural MADEB é uma organização cultural idealizada em 2010 e tendo seu Estatuto e Ata de Fundação registrada. A organização tem como objetivo a conscientização da comunidade, em especial os alunos de escolas públicas e privadas, a cerca da cultura e das questões sociais que envolvam o povo negro e suas etnias, tendo como base a Lei 10.639/2003 ( lei que torna obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de nível fundamental e médio de educação públicos e privados; resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e políticas pertinentes à História do Brasil).

Desde 2011, o MADEB, com diversas parcerias, produz e realiza anualmente o evento em comemoração ao Dia Internacional de Combate ao Racismo – 21 de março e Mostra Cultural Afro-brasileira do Gama em celebração ao Dia da Consciência Negra – 20 de novembro, contando com a participação da comunidade e escolas, com o intuito de integrar e sensibilizar a comunidade a respeito da luta contra a segregação racial e social, e o racismo, por meio de palestras, shows musicais, exposições artísticas e teatros.
Fotos da apresentação do projeto Madeb/Fac “Africanidade nas escolas” para alunos do EJA do Centro de Ensino Médio 01 do Gama (CG), no dia (17/04).
Professor de Samba, Erasmo Magalhães.
Professor de Samba, Erasmo Magalhães, ensinando alunos do EJA do Centro de Ensino Médio 01 do Gama (CG).
Oficinas de turbante e maquiagem com Agatha Mikaely.
Oficinas de Rap com Neemias Silva (Neemias MC).
Oficinas de dança com professor Luiz Fernando Chs.
Apresentação do projeto Madeb/Fac “Africanidade nas escolas” para alunos do EJA do Centro de Ensino Médio 01 do Gama (CG).
Por Marcos Linhares com adaptações – 28/04/2019

domingo, 28 de abril de 2019

O fim da Agefis aumenta o mal estar social no DF

Domingo, 28 de abril de 2019

Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna

Além da falta de políticas públicas, nos carecem serviços fiscalizadores competentes. Uma entranha de instituições reparte a missão de fiscalizar o transporte público, a ocupação irregular de terras, a construção irregular de imóveis, a degradação do meio ambiente, o uso criminoso dos recursos hídricos.

Por Maria Fátima de Sousa[1]  e Chico Sant’Anna[2]
Encaminhando-se para os seus 60 anos, Brasília possui desafios que nessas seis décadas não foram nem equacionados nem tiveram arquitetado o planejamento de como agir. O avião veio sendo pilotado de acordo com as condições atmosféricas. E hoje, a terra profetizada por Dom Bosco, de onde jorraria leite e mel, está cada vez mais pauperizada em seus recursos naturais bem como os projetados pela expertise de nossos criadores. Tudo em decorrência de uma volúpia desmedida sobre as terras, sobre os recursos hídricos, sobre a natureza, sobre os cofres públicos, volúpia sobre as políticas públicas.
O Distrito Federal apresenta ainda hoje um crescimento bem maior do que a média nacional. A população candanga cresce a uma taxa de 2,09%, e a do Brasil em apenas 0,77%. É fruto de novos brasilienses, que aqui nasceram, mas também da migração. Todos em busca do leite e do mel, cada vez mais escasso. Resultado, nossa taxa de desemprego beira 320 mil pessoas. Um jovem, em cada quatro, não tem trabalho ou renda.
Os fenômenos decorrentes desse descompasso são visíveis a olho nu. Ícone dessa realidade é o termo já aculturado na terminologia técnica de nosso planejamento urbanístico: ‘puxadinho’Não são só as invasões irregulares de terra; o crescimento do subemprego, em especial camelôs nas ruas, violência em alta, saúde pública em descontrole total.
Tudo fomentando a criação de oportunidades para que o submundo do crime se aproveite dessas precariedades que deveriam ter sido prevenidas por políticas públicas. Áreas ambientais são criminosamente agredidas, moradias se multiplicam ilegalmente no horizonte como se Brasília fosse o bairro da Muzema, no Rio de Janeiro. Ações irregulares também são perpetradas, com ou sem a anuência do GDF, por maus empresários mais preocupados com o lucro imediato, do que uma correta gestão a longo prazo de nossos recursos.
Além da falta de políticas públicas, nos carecem serviços fiscalizadores competentes. Uma entranha de instituições reparte a missão de fiscalizar o transporte público, a ocupação irregular de terras, a construção irregular de imóveis, a degradação do meio ambiente, o uso criminoso dos recursos hídricos.

Leia a íntegra

Para os militares refletirem: Estatal saudita vai dobrar a capacidade de refino

Domingo, 28 de abril de 2019

Da Tribuna da Internet
Carlos Newton
A Aramco não leiloa reservas e investe em refino e petroquímica
Já publicamos aqui na Tribuna que o grande magnata John D. Rockefeller costumava dizer que “o melhor negócio do mundo é uma empresa de petróleo bem administrada e o segundo melhor é uma mal administrada”. Quando falava em empresa de petróleo, na verdade Rockefeller estava se referindo às refinarias, porque quem faz prospecção pode não encontrar jazidas e quem extrai petróleo pode ver a reserva se esgotar. Mas a refinaria não tem esses riscos empresariais, está sempre no lucro.
É preciso raciocinar sobre isso, neste momento em que o país tem um ministro da Economia (Paulo Guedes) que sonha em privatizar todas as estatais e a Petrobras é presidida justamente por um defensor dessa tresloucada ideia (Roberto Castello Branco).
ESTATAIS – É preciso entender que o setor de petróleo ainda é tão estratégico que muitos países do mundo preferem não privatizar, como Arábia Saúdita, Malásia, México, Índia, China, Noruega, Argélia, Kuwait, Irã, Qatar, Rússia, Tailândia, Colômbia, Venezuela, Iraque, Indonésia, Paquistão, Emirados Árabes Unidos e Azerbaijão, entre outros.

Saúde e Bem-Estar 51 — Flúor: Um aliado ou um perigo?

Domingo, 28 de abril de 2019
Por


“Atualmente, 97% da população da Europa Ocidental bebe água não fluoretada. Isso inclui: Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Irlanda do Norte, Noruega, Portugal, Escócia, Suécia, Suíça e aproximadamente 90% do Reino Unido e da Espanha. Embora alguns desses países fluoretem seu sal, a maioria não o faz. (Os únicos países da Europa Ocidental que permitem a fluoretação do sal são a Áustria, a França, a Alemanha, a Espanha e a Suíça)”. Essa afirmação está presente no site da Fluoride Action Network (http://fluoridealert.org/content/europe-statements).

Somente as refinarias da Petrobras podem garantir diesel a preços justos para os caminhoneiros

Domingo, 28 de abril de 2019
Por Paulo César Ribeiro Lima no Duplo Expresso