Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

domingo, 17 de março de 2019

Líder voluntário incentiva brincadeiras de rua e cria fontes de renda em comunidade do DF

Domingo, 17 de março de 2019
Da
ONU no Brasil

A iniciativa Curumim Cultural começou quando Bruno Lopes, morador de Samambaia, no Distrito Federal, percebeu que as crianças de seu bairro não tinham o costume de brincar ao ar livre. Na quadra em que vive, há muitos jovens que raramente eram vistos na rua, por diversos motivos, desde o fácil acesso aos equipamentos eletrônicos à sensação de insegurança que existe no ambiente externo.
O líder voluntário decidiu então criar um projeto que estimulasse a ocupação dos espaços públicos e a educação dos jovens por meio de atividades lúdicas. A iniciativa foi uma das vencedoras do prêmio Viva Voluntário em 2018, uma parceria entre a Casa Civil da Presidência da República e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
Projeto em Samambaia, no Distrito Federal, estimula brincadeiras ao ar livre e ocupação dos espaços públicos pela comunidade. Foto: Curumim Cultural
Projeto em Samambaia, no Distrito Federal, estimula brincadeiras ao ar livre e ocupação dos espaços públicos pela comunidade. Foto: Curumim Cultural
A nova geração da vizinhança estava habituada a ficar em casa e, portanto, era mais propensa ao sedentarismo, à dificuldade de fazer amizades e de conhecer sua comunidade. Levado por um sentimento de nostalgia ao lembrar de seu próprio tempo de menino – em que brincava de queimada, biloca (bolinha de gude), pião e carrinho de rolimã com seus amigos e irmãos –, Bruno teve a ideia de desenvolver um trabalho com os pequenos da região.

Marielle: multidão nas ruas, protestos, exigências de resposta e prisão para mandantes

Domingo, 17 de março de 2019

Por

HELIO FERNANDES -


Dia 14 ocorreu manifestação no Brasil todo, emoção depois de 1 ano, de parceria entre o crime organizado e a "investigação que ainda precisa ser investigada". No Rio e SP, um público recorde, que não se via desde 1984, na memorável campanha das "Diretas, já".

Uma lágrima nordestina pelo Rio

Domingo, 17 de março de 2019


Do Blog do Siro Darlan
Por Rafael Holanda

 Uma lágrima nordestina pelo Rio.

Silenciaram a voz negra que se tornava branca e cristalina no seu grito de paz. Silenciaram a esperança dos oprimidos que se tornavam forte por sua força.

Silenciaram o grito de guerra dos que em vida vivem uma vida sem sonhos, jogados nos mocambos da periferia, onde a melodia maior é o choro da fome.

Silenciaram a luta contra a descriminação, a luta contra as injustiças, a lágrima de cada dia que desce do morro perdido, sem mãos de apoio.

Silenciaram na forma mais vil do calar que é matando as sementes que germinavam por palavras as esperanças dos perdidos.

Silenciaram a alegria das favelas, dos menores abandonados, dos que vivem a pressão do viver nas mãos dos que viciam e matam.

Silenciaram o sossego com tristeza, ausência com lágrimas, porque mais que tudo isso haverá sempre uma bala perdida, e ninguém para responder. Rafael Holanda

Lançado na CLDF, livro de Marielle Franco analisa UPPs nas favelas do Rio de Janeiro

Domingo, 17 de março de 2019
Da CLDF

Quem mandou matar Marielle? Essa pergunta segue sem resposta há, exatamente, um ano da execução da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes no Rio de Janeiro. Para cobrar respostas e manter vivo o legado de Marielle, ampla programação acontece em todo o País nesta quinta-feira (14). Em Brasília, a Câmara Legislativa realiza [realizou] sessão solene a partir das 19h, e mais cedo, às 17h, sediou no foyer do Plenário o lançamento de livro da vereadora.
A obra "UPP: A Redução da Favela a Três Letras – Uma Análise da Política de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro" é uma versão editada da dissertação de mestrado em Administração da socióloga Marielle Franco, apresentada em 2014 à Universidade Federal Fluminense (UFF).

sábado, 16 de março de 2019

Cultura de paz e não violência

Sábado, 16 de março de 2019
Por

A semana que se encerra fecha sua página com uma tristeza imensurável. Uma dor, sem medida, para todas as famílias que viram na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na grande São Paulo, mais que um palco de massacre, viram a banalização do mal em sua plenitude. Uma miséria da alma humana. Assistir a jovens correndo pelo pátio da escola na luta pelo direito de viver, assistir a imagens covardes e crueis do ataque circulando pelas TVs e outros meios de comunicação, nos faz perguntar: Que barbárie é essa que se instala no Brasil?

Policiais trocam 593 kg de maconha por tijolos baianos na hora da incineração

Sábado, 16 de março de 2019
Da

Droga havia sido apreendida em 2013 e seria incinerada nesta sexta-feira (15/3), quando a troca foi percebida; Corregedoria investiga quando droga foi trocada e por quem

Fachada da Corregedoria da Polícia Civil, em São Paulo, que investiga o desaparecimento da droga | Foto: Google Maps
A Corregedoria da Polícia Civil investiga o desaparecimento de 593 quilos de maconha, que haviam sido apreendidos por uma delegacia da zona norte da cidade de São Paulo em 14 de maio de 2013.
A droga deveria ser incinerada nesta sexta-feira (15/3), mas, em vez de maconha, havia tijolos baianos e gesso, materiais usados na construção civil.
A troca da droga por tijolos só foi descoberta porque promotores de justiça que acompanhavam o caso estranharam a diferença do peso.
Segundo uma fonte ouvida pela Ponte Jornalismo, os invólucros foram abertos e, para surpresa de todos, descobriram que a maconha havia sido trocada.
A Corregedoria da Polícia Civil foi avisada e o material seguiu para o IC (Instituto de Criminalística) para ser analisado.
A Ponte procurou a Delegacia Seccional Norte e a Corregedoria da Polícia Civil, mas ninguém quis falar sobre o caso. O diretor do Instituto de Criminalística, Maurício Lazzarin, afirmou à reportagem que não tinha essa informação.
A assessoria de imprensa da SSP (Secretaria Estadual da Segurança Pública) informou que “ os 593 quilos de maconha aprendidos em 2013, que seriam destruídos, não correspondiam à substância registrada”. Segundo a pasta, “a incineração foi suspensa e foi instaurado imediato Inquérito Policial na Corregedoria da Polícia Civil para a devida apuração dos fatos”.
Os 593 quilos de maconha foram apreendidos há quase seis anos em um posto de combustível na rodovia Dom Pedro I, em Itatiba, no Interior paulista. A apreensão foi feita por três policiais civis lotados, na época, no 90º Distrito Policial (Parque Novo Mundo).
No boletim de ocorrência registrado na delegacia, consta que a droga estava em um caminhão, escondida em meio a uma carga de balcão de pias. O motorista foi preso em flagrante.
Um dos policiais civis envolvidos na apreensão chegou a ser preso pela Polícia Federal, em junho de 2017, em uma ação contra o comércio ilegal de anabolizantes em São Paulo.
Essa não é a primeira vez em que centenas de quilos de drogas apreendidas desaparecem misteriosamente de delegacias da Polícia Civil paulista. Em outubro do ano passado, 900 kg de maconha sumiram do 1° Distrito Policial (Sé).
A droga estava trancada em uma sala no térreo da delegacia, pois ainda não havia autorização judicial para a incineração do entorpecente, Uma escrivã responsável pela guarda da maconha notou o desaparecimento quando foi realizar uma conferência.
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Do Gama Livre:

Agroecologia: Assentados do MST festejam colheita de 16 mil toneladas de arroz orgânico no Rio Grande do Sul

Sábado, 16 de março de 2019
Festa da Colheita de Arroz Agroecológico ocorreu no assentamento Santa Rita de Cássia II, em Nova Santa Rita (RS)

Do Brasil de Fato
Walmaro Paz
Nova Santa Rita (RS)

Este ano, o MST do Rio Grande do Sul se tornou o maior produtor de arroz orgânico das Américas - Créditos: Marcelo Ferreira / Brasil de Fato RS

Cerca de 1,2 mil pessoas celebraram nesta sexta-feira (15) a 16ª Festa da Colheita de Arroz Agroecológico, no assentamento Santa Rita de Cássia II, em Nova Santa Rita (RS), promovida por agricultores gaúchos ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Participaram da festa lideranças políticas como os deputados federais Dionilso Marcon (PT) e Elvino Bohn Gass, o deputado estadual Edegar Pretto, a prefeita Margarete Simon Ferretti (PT), representantes de prefeituras de São Paulo e do Rio de Janeiro e o dirigente nacional do MST, João Pedro Stedile, além de compradores do produto para a utilização na merenda escolar.

Encontro de Carros Antigos do Gama acontece dia 7 de abril

Sábado, 16 de março de 2019


Clique na imagem acima para melhor visualizá-la.

O encontro será no estacionamento no Bezerrão, o estádio de futebol do Gama. No dia 7 de abril, das 10h às 17h você poderá ver os carros antigos e a entrada é um quilo de alimento não perecível ou roupas e agasalhos. O som do evento ficará por conta da Equipe Explosão 2000. 

Haverá sorteio de brindes para os visitantes do encontro, e terá também brinquedos de época. Para quem gosta de uma alimentação rápida, food trucks.

Entreguismo: Atenção investidores, acompanhando os aviões da Boeing, ações da Embraer podem desabar

Sábado, 16 de março de 2019
Por

Da equipe do blog -  Atenção navegantes, principalmente os investidores do mercado de produção aeronáutica: o entreguismo é mau conselheiro  e pode colocar em risco o bolso e a saúde empresarial. 


Potencialmente acopladas ao futuro - e aos problemas - da Boeing, que estão se multiplicando com os últimos acontecimentos, as ações da Embraer caíram de 26 para menos de 20 dólares com relação a um ano atrás e voltaram a fechar em queda ontem no Bovespa e na Bolsa de Nova Iorque, acompanhando as ações da Boeing, que baixaram de 423 para 377 dólares nos últimos 5 dias. 

Diz-me com quem andas e te direi quem és.

Com a queda de aparelhos do modelo 737 Max e sua proibição de vôo em mais de 40 países, no continente europeu e nos próprios EUA, os problemas da Boeing com relação à eventual perda de valor da companhia parecem estar apenas começando .

Uma lição para os acionistas que aprovaram a entrega da Embraer para a Boeing a preço de banana achando que estavam fazendo um excelente negócio e para os entreguistas tupiniquins que, de modo geral, acreditam estúpida e basicamente que basta repassar nossas empresas para os Estados Unidos para que, da noite para o dia, elas se transformem em ouro em pó.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Gama: Hospital Maria Auxiliadora corrige falhas apontadas pelo MPDFT e Vigilância Sanitária

Sexta, 15 de março de 2019

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Do MPDF
A Promotoria Justiça Criminal de Defesa dos Usuários dos Serviços de Saúde (Pró-vida), em parceria com a Vigilância Sanitária, encerrou procedimento de fiscalização do Hospital Maria Auxiliadora, no Gama. A ação atestou o restabelecimento das condições mínimas de atendimento à população.

Guerra no Gama. Neste sábado (16/3) assista a luta de uma Estrela contra a Foice e Martelo pela Taça Cidade 2019

Sexta, 15 de março de 2019

A Arena 50 fica na Quadra 50 do Setor Leste do Gama

A pergunta ecoa nas ruas do Brasil e Argentina: ‘Quem mandou matar Marielle?’

Sexta, 15 de março de 2019

Por

Protestos no dia em que as mortes da vereadora e de Anderson Gomes completam um ano cobraram das autoridades que encontrem os mandantes do crime

Faixa estendida em frente ao Masp, na avenida Paulista | Foto: Daniel Arroyo/Ponte
Milhares de pessoas saíram às ruas na noite desta quinta-feira (14/3), no centro do Rio de Janeiro, no coração de São Paulo e nas vias largas de Buenos Aires, capital da Argentina. A intenção era lembrar de Marielle Franco, assassinada há exatamente um ano. Mais do que lembrar o legado, a luta e a memória deixados pela vereadora, o povo na rua entoava a pergunta “quem mandou matar Marielle?”, a respeito dos mandantes e dos interesses por trás do crime.
As prisões do PM da reserva Ronnie Lessa e do ex-PM Elcio Vieira de Queiroz, acusados de terem executado a parlamentar e o motorista Anderson Gomes, não geraram sensação de justiça feita. As pessoas fizeram questão de demonstrar sua indignação, a começar pela missa em memória por sua morte. O rosto, o nome e a luta de Marielle estavam em camisetas, cartazes, panfletos, adesivos.
Ato na Cinelândia, centro do Rio, reuniu milhares de pessoas | Foto: Arthur Stabile/Ponte Jornalismo
Em um palco montado na Cinelândia, no centro do Rio, Anielle Franco, irmã de Marielle, subiu por volta de 18h. Ao seu lado estava Luyara, filha da vereadora executada. “Hoje é dia de lembrar o trabalho, a pessoa Marielle. Estamos aqui com o coração partido e com muita dor, mas somando.  Marielle está presente, sim. Em vez de espalhar o ódio, temos que espalhar afeto. Marielle era afeto, uma mulher negra, favelada, lésbica. E ela tinha uma família. Peço encarecidamente que espalhem as coisas boas, que sigamos juntos. Eles querem nos calar, tentar nos calar, mas não vão conseguir”, disse Anielle, levantando a multidão .

quinta-feira, 14 de março de 2019

Importância do Refino, do Transporte e da Distribuição do Petróleo e de seus Derivados para o Brasil e a Petrobrás

Quinta, 14 de março de 2019
Da AEPET


Privatizar refinarias, terminais, dutos e distribuidora traz mais prejuízos à Petrobrás do que possíveis benefícios
AEPET*, março de 2019
SUMÁRIO

O petróleo é mais do que uma simples mercadoria negociada nas bolsas de valores. É um ativo estratégico para a defesa do Brasil e o desenvolvimento tecnológico e econômico da Nação.

A produção de derivados de petróleo é crucial para garantir a mobilidade de pessoas e de cargas, aumentar a produtividade do trabalho, dinamizar a atividade econômica, além de viabilizar a cadeia de valor das indústrias petroquímicas, de fertilizantes e de transformação. O petróleo e seus derivados são recursos chave na geopolítica internacional e fundamentais para o complexo industrial-militar de defesa.

Avaliar o posicionamento de uma companhia estatal de petróleo e energia integrada de maneira enviesada pelo viés ideológico, ao ignorar seu papel para o desenvolvimento soberano e a segurança energética de um país é postura inconsequente. Assim se pode implicar na dependência externa de combustíveis, gerar insegurança para o investimento produtivo e deteriorar a cadeia de valor do setor, com comprometimento do progresso econômico e do bem-estar social.

De acordo com os cenários de referência das instituições da indústria - Agência Internacional de Energia (IEA), Departamento de Energia dos EUA (DOE) – e publicações especializadas, o petróleo continuará sendo a principal fonte primária de energia do mundo, no horizonte 2040.

MARIELLE VIVE!

Quinta, 14 de março de 2019



MARIELLE VIVE!

Por
Toninho do Psol

Com a descoberta da identidade dos assassinos de Marielle e Anderson, as autoridades tem de responder à pergunta que todo o Brasil e o mundo tem feito nos últimos dias. Quem mandou executar esse covarde assassinato da vereadora do PSOL e de seu motorista? Os assassinos tem forte ligação no submundo da política, do tráfico de drogas e com as milícias e outros grupos de extermínio, inclusive com familiares do presidente Bolsonaro, como constatado pelas investigações do Ministério Público e por denúncias dos principais jornais do Rio de Janeiro e pelas fotos veiculadas em sites e redes sociais.

A folha corrida dos assassinos mostra que sempre desfrutaram da impunidade e do acobertamento para suas atividades ilegais por parte de autoridades da segurança pública do Rio de Janeiro durante vários governos. Eram ou foram milicianos, a serviço do crime organizado. Isso foi fartamente comprovado nas investigações levadas a cabo pelo Ministério Público.

Esses assassinos, apesar de terem sido reformados pela Policia Militar com salários modestos, moravam em condomínios de luxo na Barra da Tijuca e são proprietários de casas milionárias nesses empreendimentos. De onde vieram suas riquezas e patrimônios? A Receita Federal poderia esclarecer?
  
Não podemos descartar nenhuma hipótese sobre as motivações dos assassinatos e sobre os mandantes. Marielle foi uma ativa militante do PSOL e uma das principais assessoras de Marcelo Freixo quando este ocupava uma cadeira de Deputado Estadual. Militante LGBT e defensora dos direitos humanos nas favelas e comunidades do Rio de janeiro. Uma mulher de luta!
Certamente a organização criminosa quis atingir e mandar um recado ao PSOL, intimidando e dizendo a Marcelo Freixo e a todos os militantes que defendem os Direitos Humanos e os interesses e reivindicações da classe trabalhadora, no Rio de Janeiro e no Brasil, que eles podem ser os próximos. Essa é a nua e crua realidade que deparamos nesse momento. Situação lembra a realidade da Colômbia há alguns anos atrás, quando os cartéis que dominavam o tráfico de cocaína, espalhavam o terror e a morte de milhares de pessoas, em estreita colaboração com agentes do Estado, policiais e membros de segmentos da Forças Armadas, que estavam associados aos chefões das drogas.

Não podemos deixar de fazer o registro da apreensão de 117 fuzis M-16, teoricamente de uso privativo das Forças Armadas, que estavam escondidos em apartamento no bairro do Méier, na casa de um “amigo” do assassino de Marielle.

O custo aproximado desses fuzis no mercado paralelo de armas pode chegar a até 40 mil reais cada unidade.  Portanto a fortuna que estava com os assassinos de Marielle, só nesta apreensão,  chegaria a mais de 4 milhões de reais! Para qual ou quais organizações seriam destinadas estas armas, de tamanha sofisticação e letalidade? Desde quando os assassinos de Marielle traficavam tais armas? São perguntas que a opinião pública quer ver respondidas.

Afinal, até onde se estende os tentáculos dessa organização criminosa? Parece que o aparelho do Estado, no Rio de Janeiro, está infiltrado por estas gangues. Prova disso é que os dois assassinos de Marielle e Anderson, foram avisados com antecedência por comparsas sobre as respectivas ordens de captura emitidas pela Justiça, o que motivou a antecipação de suas prisões. Registre-se que a operação policial para captura dos assassinos de Marielle e Anderson era de absoluto sigilo das autoridades!

O perigo ronda as pessoas de bem em nosso país. O que esperávamos do atual governo é que esses grupos de assassinos, estivessem onde estivessem, fossem desbaratados e presos.

Incrível o silêncio e a inoperância do Ministro da Justiça diante dos últimos acontecimentos. A sociedade esperava mais do Sr. Ministro Sergio Moro.
Não queremos que o império da violência prevaleça sobre a democracia e os direitos humanos!

Neste 14 de março de 2019,  gritemos a uma só voz:


Marielle e Anderson, PRESENTES!

O pobre e o rico

Quinta, 14 de março de 2019

Carolina Maria de Jesus - O pobre e o rico

Publicado no Youtube por MrZrbite







Ex-catadora de papel, Carolina foi descoberta pelo jornalista Audálio Dantas ao escrever uma matéria sobre a expansão da favela do Canindé. Com pouca escolaridade, favelada, mulher, negra e pobre, Carolina fez das obras um meio de denúncia sócio-política.
A obra mais conhecida, que teve tiragem inicial de dez mil exemplares (esgotados na primeira semana), e traduzida em 13 idiomas, é Quarto de Despejo, publicada em 1960. Também escreveu Casa de Alvenaria (1961), Pedaços de Fome (1963), Provérbios (1963) e Diário de Bitita (1982, póstumo).

Ataque a tiros em Suzano (SP) é comemorado em fórum racista e misógino na internet

Quinta, 14 de março de 2019

Da
13/03/19 por Leonardo Coelho e Maria Teresa Cruz

Participantes do Dogolachan afirmam que atiradores frequentavam fórum e teriam avisado dos planos; os chamados ‘chans’ reúnem os incels, ou celibatários involuntários, homens frustrados sexualmente, racistas, pedófilos e misóginos

Guilherme e Luiz Henrique realizaram o ataque que deixou 8 mortos. Os dois se suicidaram | Foto: reprodução

“Descobriram o perfil do herói”, escreve um anônimo, sob o pseudônimo de Sanctvs, no Dogolachan, um dos mais conhecidos “chans”, que são fóruns de disseminação de ódio e incitação a crimes que opera na internet. O perfil dos frequentadores é o dos “incels”, os celibatários involuntários, homens que não conseguem fazer sexo e culpam as mulheres e o mundo por isso: são racistas, misóginos, homofóbicos e compartilham conteúdo pornográficos com predileção a pedofilia, além de incitarem o estupro, conforme a Ponte mostrou numa série de reportagens no ano passado.

Marielle: familiares pedem esclarecimento sobre mandante do crime

Quinta, 14 de março de 2019
Irmã da vereadora diz que prisões desta semana são grande passo


Por Vinicius Lisboa - Repórter da Agência Brasil
A necessidade de esclarecer os possíveis mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes manterá a cobrança sobre a Polícia Civil e o Ministério Público fluminense. O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), com quem Marielle  trabalhou, destacou que ainda é preciso revelar a motivação do crime.

“Quem matou Marielle não foi apenas quem apertou o gatilho. Quem matou Marielle foi quem planejou a sua morte, foi quem desejou a sua morte, foi quem contratou, foi quem politicamente desejou eliminar Marielle. É muito importante para o país saber quem mandou matar Marielle, qual o objetivo político e qual a motivação”, disse Freixo.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Juristas pedem esclarecimentos à Dodge sobre fundação Lava Jato

Quarta, 13 de março de 2019
Da 
ABJD
Associação Brasileira de Juristas pela Democracia


Associações representativas querem saber quais os termos do acordo entre MPF, EUA e Petrobras

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) e a Associação de Juízes para a Democracia (AJD) protocolaram nesta quarta-feira (13) documento junto à Procuradoria Geral da República (PGR) pedindo esclarecimentos sobre o acordo firmado entre a Petrobras e o Ministério Público Federal (MPF) para a criação de uma fundação a ser gerida pelos responsáveis pela Lava Jato.

STJ considera ilegal cobrança de taxa de conveniência na venda de ingressos on-line

Quarta, 13 de março de 2019
Do STJ
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu sentença que reconheceu a ilegalidade da taxa de conveniência cobrada pelo site Ingresso Rápido na venda on-line de ingressos para shows e outros eventos.

Memorial do TJDFT disponibiliza processos históricos sobre Darcy Ribeiro e “Dois Candangos”

Quarta, 13 de março de 2019



Foram disponibilizados na página do Memorial TJDFT os resumos descritivos de dois processos judiciais históricos. Um deles é o S3066/62, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, que trata do desabamento de terra que soterrou dois jovens operários, de 18 e 28 anos, que trabalhavam na construção do campus da Universidade de Brasília. No local do acidente, foi construído um auditório, o “Dois Candangos”, em homenagem às vítimas.
O outro é o processo 23278/80, da 1ª Vara Criminal de Brasília, envolvendo o antropólogo Darcy Ribeiro. No caso, ele havia concedido entrevista ao Jornal de Brasília, em 6 de setembro de 1980, na qual acusou a FUNAI de irresponsabilidade por descuidos na defesa das terras indígenas contra invasões de fazendeiros e grileiros. Em razão das acusações, o então presidente da FUNAI, coronel João Carlos Nobre da Veiga, ajuizou queixa-crime em desfavor de Darcy Ribeiro.
Os processos também estão em exposição no Memorial TJDFT – Espaço Desembargadora Lila Pimenta Duarte, localizado no 10º andar do Bloco A do Fórum de Brasília.
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Leia também:

Darcy Ribeiro - 20 anos. Passados 20 anos da morte de Darcy Ribeiro, relembre fatos e impressões sobre sua vida narrados por ele mesmo em seus arquivos

Darcy Ribeiro, um brasileiro

MPDF consegue desocupação de cantinas particulares irregulares em escolas públicas

Quarta, 13 de março de 2019
Do MPDF
Ação foi ajuizada em 2012; Secretaria de Educação informou que decisão foi cumprida
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) foi informado, nesta terça-feira, 12 de março, pelo secretário de Educação, Rafael Parente, sobre a desocupação de todas as cantinas comerciais que ainda funcionavam irregularmente em escolas públicas. A medida cumpre o acordo firmado judicialmente entre a Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc), a Secretaria de Educação e os cantineiros para o cumprimento da sentença que transitou em julgado em 2016.

MPDFT expede recomendação para evitar “carteiradas” de policiais civis em eventos

Quarta, 13 de março de 2019
Do
MPDF
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) recomendou à Administração Superior da Polícia Civil do DF (PCDF) que promova alterações na Portaria 75/2007 - PCDF a fim de evitar "carteiradas”, ou seja, a utilização do cargo de policial para o acesso indevido a eventos, shows e atrações. O documento foi expedido pelo Núcleo de Investigação e Controle da Atividade Policial (Ncap) na última sexta-feira, 8 de março.

Polícia identifica atiradores de escola em Suzano

Quarta, 13 de março de 2019
Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Em entrevista coletiva concedida na tarde de hoje (13), a polícia civil de São Paulo confirmou o nome dos dois atiradores da escola Raul Brasil, em Suzano, na grande São Paulo. Os autores do crime são Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, ex-alunos. A motivação para o crime ainda não foi divulgada. Guilherme Henrique estudou no colégio até o ano passado.

Os militares que a ditadura brasileira tentou apagar

Quarta, 13 de março de 2019
Levantamento inédito da Pública revela que indenizações a anistiados da ditadura, foco de críticas da ministra Damares Alves, contemplam mais de 3 mil militares perseguidos; para cada três civis anistiados, há um militar

Da 
12/3/2019
Bruno Fonseca

  • Em menor número, militares recebem proporcionalmente mais que civis 
  • Após mudanças no governo Temer, número de anistias concedidas é o menor da história 
  • Ministério afirma que não vai encerrar pagamentos de pessoas beneficiadas pela anistia 


No feriado do dia 9 de julho de 1975, não houve aulas. Era quarta-feira, mas o ponto facultativo da Revolução Constitucionalista em São Paulo permitiu ao tenente-coronel Vicente Sylvestre trocar a sala de aula do Curso Superior de Polícia por uma ida trivial ao supermercado. O relógio marcava 3 da tarde quando o telefone tocou na residência da família, nos arredores do bairro do Butantã. Do outro lado da linha, o chefe da 2ª Seção da Polícia informou ao filho mais velho de Sylvestre que estavam a caminho: “Avise-o, aguardem”, disse antes de desligar.

Artesãos do Gama realizam exposição na área externa da administração regional

Quarta, 13 de março de 2019

Estão à venda produtos como tiaras, cachecóis, bonecas, vestidos e panos de prato

O trabalho de artesanato do grupo de Artesãos do Gama está exposto, nesta terça-feira (12), na área externa (pilotis) da Administração Regional. Estão à venda produtos como tiaras, cachecóis, bonecas, vestidos, panos de prato e muito mais.
Fotos: Paulo Cabral / ASCOM ADM
Fotos: Paulo Cabral / ASCOM ADM
A feira é resultado da parceria da administração com os artesãos e deverá ocorrer, sempre, na segunda semana de cada mês, nas terças e quartas-feiras. “O nosso objetivo é apoiar o artesanato da cidade para que esse segmento possa crescer e se fortalecer. A mostra dá visibilidade para os produtos fabricados e vendidos pelo grupo”, explicou a administradora do Gama, Juliana Navarro.
Os Artesãos do Gama comemoram a parceria. “Estamos gostando muito de poder expor nossos produtos aqui. Antes ficávamos jogadas sem ter onde ficar. A iniciativa da administração é muito válida! Estamos empolgadas com os resultados que virão. Tenho certeza que dará certo”, afirmou Katiara Ferreira, artesã do Gama há oito anos.
A exposição também ocorrerá em um sábado de cada mês, na praça externa ao lado da administração. Confira, abaixo, o cronograma para o primeiro semestre deste ano:
Informou a Assessoria de Comunicação Social da Administração Regional do Gama – 12/03/2019

LIVRE COMÉRCIO E TRATADO DE METHUEN; A VISÃO DE WASHINGTON ALBINO PARA SUPERAÇÃO DO COLONIALISMO NO BRASIL

Quarta, 13 de março de 2019
Do
Política Econômica do Petróleo




LIVRE COMÉRCIO E TRATADO DE METHUEN; 
A VISÃO DE WASHINGTON ALBINO PARA SUPERAÇÃO DO COLONIALISMO NO  BRASIL

Por
Wladmir Coelho
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Em tempos de aclamação do neoliberalismo e recorrente ataque a chamada intervenção do Estado na economia relembro a obra do professor Washington Peluso Albino de Souza denominada “Ensaios sobre o ciclo do ouro: fenômeno cultural mineiro e o Tratado de Methuen” publicada em 1979.

Neste texto focalizarei a segunda parte da citada obra dedicada a analise do Tratado de Methuen e a crítica do autor a abordagem do tema por Adam Smith em seu “Inquérito sobre a natureza e as causas riqueza das nações” ou simplesmente “A riqueza das nações” bem como a forma de apropriação do texto do pensador britânico pelas classes dominantes brasileiras.

A crítica de Souza completa-se analisando a tradução do livro de Smith por Bento da Silva Lisboa o Barão de Caiuru, em 1811, apresentando esta a omissão dos aspectos considerados negativos à economia portuguesa decorrentes da assinatura do Tratado de Methuen.

A omissão ou cortes de trechos é justificada pelos autores em função da tradução apresentar-se como um compendio, contudo Souza revela a preocupação destes em ocultar exatamente as passagens nas quais evidenciam-se os prejuízos de Portugal decorrentes do citado tratado com especial destaque a utilização do ouro de Minas Gerais como elemento financiador da consolidação do processo de industrialização inglesa.

Esta omissão podemos associar, inicialmente, a condição oficial da tradução editada pela “Impressão Régia” evitando seus autores possível veto ou futuros constrangimentos em função das inevitáveis críticas aos ilustres antepassados do Príncipe Regente.
A análise de Souza vai apontar a omissão como resultante da ideologia liberal a qual eram filiados os autores resultando este fato em adequação forçada da realidade aos elementos fundantes do citado pensamento.

O próprio Smith, devemos recordar, ignorou ou omitiu – Souza defende a segunda opção – as consequências do ouro de Minas carreado à economia inglesa aplicando prática semelhante de análise de seus nobres admiradores de 1811.

O Tratado

O Tratado de Methuen fora assinado em 1703 e desta data a publicação da Riqueza das Nações decorreram-se 70 anos e Smith, em seu esforço de adequar a realidade a ideologia, subestima  aspectos de amplo conhecimento relativos a exploração aurífera de Minas Gerais levando Souza a seguinte conclusão: “Tudo isto leva-nos a situar Smith, neste particular, como um tanto simplista e em desacordo com a acuidade revelada para outros problemas analisados em profundidade.
O Tratado de Methuen, revela Souza, ocorre de forma simultânea as notícias de descoberta do ouro em Minas Gerais, possuindo os britânicos informações do achado e da importância deste fato que elevou o Brasil ao “centro de atrações e de interesses do mundo europeu capitalista, em formação sobre bases mercantilistas.”

Temos ainda neste contexto a disputa entre a Inglaterra e a França considerando o acesso do segundo à prata espanhola originária das colônias na América criando os meios de acumulação, ao modo mercantilista, necessários ao fortalecimento das iniciativas industriais francesas.

Os franceses, quanto a importância do ouro de Minas Gerais, possuíam informações e interesses em domina-lo conforme aponta Souza:

“(...) A correspondência de Ambroise Jauffret com o Primeiro Ministro daquele país e a atuação de Duguay-Trouin, armado em corso após entrevista secreta com Luiz XIV, são outros pontos a serem melhor estudados para demonstrar que a região do ouro brasileiro não se comportava na visão europeia como simples ponto distante de colônia portuguesa, mas assumia posição de interesse e alimentava a consciência de sua importância diante das demais nações europeias.”

Vejamos neste ponto que ignorar a importância econômica do ouro brasileiro adotando visão “simplista” de Smith vai implicar em adoção histórica dos conceitos liberais omitindo, por exemplo, a presença do Brasil “na configuração da revolução industrial inglesa do fim do Sec. XVIII e no quadro da formação do capitalismo moderno” aponta Souza.

O estudo da obra de Smith no Brasil, indica o professor Washington Albino, foi iniciado a partir da simples submissão ao “colonialismo cultural” partindo da omissão de base ideológica impedindo esta a crítica a forma adotada pelo autor de A riqueza das Nações em sua análise do Tratado de Methuen.

Smith vai apresentar uma análise do Tratado de Methuen no capítulo VI do livro IV da Riqueza das Nações no qual analisa os sistemas de economia política dedicando espaço a crítica do Mercantilismo criando deste modo as condições para a legitimação de sua posição liberal.

A respeito do tratamento oferecido por Smith ao estudo do Tratado de Methuen o professor Washington Albino realiza uma análise comparativa entre o original e aquele traduzido em 1811 concluindo que o “tradutor podou trechos do original justificando este procedimento pela adoção do título de compendio.
Destes trechos podados, cinco em sua totalidade, vamos destacar aquele cuja contradição analítica de Smith vai apontar a posse do ouro originado de Minas Gerais como principal objetivo do citado tratado.

Smith inicia o citado trecho apresentando sua conhecida opinião contrária aos tratados internacionais associando estes à prejuízos ao conjunto da economia visto o comprometimento da livre concorrência, contudo abre uma exceção ao tratado de Methuen:

“(...) Alguns tratados de comércio, todavia, têm sido considerados vantajosos com base em princípios muito diversos; e um país comerciante admite, às vezes, um monopólio desta espécie, contra o seu próprio interesse, para certas mercadorias de uma nação estrangeira, porque espera que a totalidade do intercâmbio comercial entre ambas, venda anualmente mais do que compre e que a balança em ouro e prata possa ser anualmente a ela favorável. Com base nesse princípio, foi que o Tratado de Comércio entre a Inglaterra e Portugal, concluído em 1703, por Mr. Methuen, tem sido elogiadíssimo.”

Segundo Souza a exceção apontada por Smith resulta do uso de “argumentos liberais, nesse trecho, para combater as vantagens obtidas pela posição inglesa, mas acabou sendo traído pelos próprios argumentos mercantilistas. Aí está o erro ou a má fé com que se conduziu na análise, pois que aceita certas teses que favorecem o ponto de vista do Mercantilismo ou, pelo menos, não coincidente com o pretendia demonstrar, que era a posição desvantajosa para a Grã-Bretanha.”

Completando Washington Albino afirma: “Se afirma que os lucros ingleses poderiam ser maiores no caso de ter sido adotada a livre concorrência, reconhece, entretanto, que o Tratado de Methuen garantiu o recebimento do ouro e prata por esta nação.”

Devemos ainda considerar que envolvendo a livre comercialização do vinho português em território inglês em troca da entrada dos tecidos deste país em Portugal os primeiros garantiam o acesso ao mercado que iniciara-se, no Brasil, em função da exploração aurífera fato que elevou substancialmente no número de habitantes na região das Minas.

Como sabemos as regiões dedicadas a exploração do ouro não apresentam como característica a diversificação produtiva ficando desta forma a população da região, Souza aponta pelo menos meio milhão de habitantes nas Minas, vestidos todos com tecidos de origem inglesa.

Retirados de Minas Gerais o ouro e a prata terminaram oferecendo à Inglaterra os meios para acumulação e deste a condição de destaque no comércio mundial considerando a compra de mercadorias das Índias e da China somado a criação de um monopólio para seus tecidos em Portugal e suas colônias e destas, através do descaminho, a penetração em áreas de controle espanhol na América do Sul.

Em seu trabalho o professor Washington Albino aponta a necessidade de rompimento com o modelo analítico que restringe o estudo da consolidação do capitalismo a partir das antigas metrópoles revelando no saque aos países americanos a base para a acumulação e consequente desenvolvimento da indústria e comercio inglês e deste ao imperialismo.

Destas analises de caráter histórico decorrem os fundamentos da obra geral do professor Washington Peluso Albino de Souza pautada na necessidade do rompimento do modelo de exploração de base colonial ainda presente no Brasil e neste momento agravado em função da eliminação dos instrumentos mínimos de enfrentamento ao imperialismo.

A defesa do planejamento econômico também apresenta-se na obra do professor Washington Albino como importante recurso à superação do modelo econômico de base colonial necessitando este de clara definição e proteção estatal dos recursos estratégicos.