Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

domingo, 2 de agosto de 2026

Artigo de Maria Lucia Fatorelli ao Extra Classe: Atuação temerária do Banco Central, a Resolução 575 e o risco de dolarização da economia

Domingo, 2 de agosto de 2026
Artigo de Maria Lucia Fatorelli ao Extra Classe: Atuação temerária do Banco Central, a Resolução 575 e o risco de dolarização da economia





A resolução amplia a liberdade para os fluxos de capitais financeiros com o exterior, instala um risco iminente de dolarização e flexibiliza a movimentação de moeda estrangeira no mercado interno.

sábado, 1 de agosto de 2026

Câmara aprova projeto de Tarcísio Motta que protege a jornada de trabalho de professores da educação básica

Sábado, 1º de agosto de 2026

Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos deputados

Câmara aprova projeto de Tarcísio Motta que protege a jornada de trabalho de professores da educação básica

31 de julho de 2026

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 4.332/2024, de autoria do deputado Tarcísio Motta (PSOL-RJ), que estabelece novas regras para o cálculo da jornada de trabalho dos profissionais do magistério da educação básica. A proposta busca corrigir distorções na aplicação da Lei do Piso Nacional do Magistério e proteger o tempo destinado ao planejamento pedagógico e às demais atividades extraclasse.

VOTO OU GOLPE NO BRASIL EM 2026 E ONDE SURGIRÁ O FÜHRER DO SÉCULO XXI

Sábado, 1º de agosto de 2026

VOTO OU GOLPE NO BRASIL EM 2026 E ONDE SURGIRÁ O FÜHRER DO SÉCULO XXI 

Pedro Augusto Pinho*

Em 1938, teve início na Editora Hachette, na França, a coleção “A Vida Quotidiana”, que, após mais de 300 exemplares, encerrou os volumes inéditos em 2004. No ano seguinte, 1939, começava a II Grande Guerra. O volume nº 44 da coleção foi publicado em 1985 e tratava de “A vida quotidiana em Berlim no tempo de Hitler”, de autoria do historiador e jornalista francês Jean Marabini (1939). Neste volume encontramos a seguinte informação: “O grande Estado-Maior do Exército, o Reichswehr, ainda se encontrava dividido; de espírito monárquico, aceita todo o regime legal que favoreça os objetivos militares, desde o homem de esquerda, Noske a Hitler. O seu papel é o de se manter na sombra a fim de evitar uma guerra civil portadora de revoluções. Hitler convoca a organização dos antigos combatentes de extrema-direita, o “Capacete de Aço”, e espera abalar na conferência sobre desarmamento, em Genebra, as “correntes de Versailles”, a fim de recuperar a sua influência”.

Commodities ou indústria: que país queremos?

Sábado, 1º de agosto de 2026

Commodities ou indústria: que país queremos?


Roberto Amaral*

Fundado sobre as bases do binômio escravismo-latifúndio (o Brasil foi o último país das Américas a abolir a escravatura e ainda hoje se recusa a promover a reforma agrária que as nações desenvolvidas levaram a cabo nos dois últimos séculos), nascemos e nos formamos determinados pela metrópole empobrecida a cumprir o papel de fornecedores das matérias-primas requeridas pelo mercado europeu. 

Nascemos como economia agroexportadora, uma empresa territorial sob a intermediação de Lisboa, o entreposto de tudo o que importávamos e de tudo o que exportávamos, basicamente o açúcar produzido nos engenhos do litoral nordestino, depois da extração predatória do pau-brasil. Nenhum projeto de sociedade, de nação, de país. O fundamental era assegurar a posse de uma imensidade de terra ainda desconhecida e visitada por piratas e aventureiros.