Da ONU — em 10/2020
No aniversário de 30 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e diante da pandemia de COVID-19, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) reforça a importância de salvaguardar os avanços alcançados pelo país graças a esse marco regulatório.
Para a agência da ONU, é necessário investir fortemente para evitar retrocessos, reduzir desigualdades e garantir que cada criança e cada adolescente no Brasil – em especial meninas e meninos negros e indígenas e em situação de vulnerabilidade, como migrantes – tenham todos os seus direitos efetivados.

No aniversário de 30 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), UNICEF defende que o Brasil invista para consolidar conquistas do ECA, enfrentar o racismo e garantir direitos. Foto: Elias Costa/UNICEF
No aniversário de 30 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), 13 de julho, e em meio à pandemia da COVID-19, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) reforça a importância de o Brasil salvaguardar os avanços alcançados pelo País graças ao ECA e investir fortemente para evitar retrocessos, reduzir desigualdades e garantir que cada criança e cada adolescente no Brasil – em especial meninas e meninos negros e indígenas e em situação de vulnerabilidade, como migrantes – tenham todos os seus direitos efetivados.
