Sexta, 1 º de julho de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o doleiro Lúcio Funaro,
preso na Operação Sépsis, tem “longa e íntima relação” com Eduardo
Cunha, presidente afastado da Câmara dos Deputados. A conclusão de Janot
consta do pedido de prisão de Funaro, autorizado hoje (1°) pelo
ministro Teori Zavascki.
De
acordo com as investigações, Funaro atuava como operador financeiro de
Cunha no recebimento de propina de empresas interessadas na liberação de
verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço (FI-FGTS). O suposto esquema de desvios foi delatado pelo
ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio
Cleto, que também é investigado.
