Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 2 de março de 2017

PMDB: Operadores financeiros presos na Lava Jato são transferidos para Curitiba

Quinta, 2 de março de 2017
Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
Presos em caráter preventivo na Superintendência da Polícia Federal (PF) no Distrito Federal desde o último dia 25, Jorge Luz e seu filho, Bruno Luz, foram transferidos hoje (2) para a Superintendência da PF no Paraná.

Apontados como operadores financeiros ligados principalmente ao PMDB, pai e filho foram alvos da 38ª Fase da Operação Lava Jato, batizada de Blackout. Citados por outros investigados na Operação Lava Jato que assinaram acordo de delação premiada com a Justiça Federal, os dois respondem pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Lava Jato: Operadores do PMDB já estão presos em Brasília

Sábado, 25 de fevereiro de 2017
Pedro Peduzzi -Repórter da Agência Brasil
Já desembarcaram no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, os dois operadores financeiros alvos da 38ª fase Operação Lava Jato, batizada de Blackout, em referência ao sobrenome dos investigados. Jorge Luz e Bruno Luz tiveram a prisão preventiva decretada, mas estavam em Miami, nos Estados Unidos.

O desembarque ocorreu no início da manhã deste sábado (25) e, imediatamente, foram conduzidos pela Polícia Federal (PF) para o Instituto Médico-Legal e, em seguida, para a carceragem Superintendência da PF, na capital federal. Eles vão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Políticos e diretores da Petrobras receberam US$ 40 milhões em propina, diz MPF

Quinta, 23 de fevereiro de 2017
Daniel Isaia - Repórter da Agência Brasil
A 38ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada hoje (23) pela Polícia Federal, aponta que Jorge Luz e o filho dele, Bruno Luz, intermediaram o pagamento de US$ 40 milhões em propina ao longo de dez anos na compra dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000; na operação do navio-sonda Vitoria 10.000 e na venda, pela estatal, da Transener para a empresa Eletroengenharia.

Os dois atuavam como operadores do PMDB, conforme as investigações. Segundo o procurador da República Diogo Castor de Mattos, a maior parte da propina era repassada aos membros da Diretoria Internacional da Petrobras, enquanto o restante era destinado a agentes políticos. “São pessoas que ainda estão no cargo e gozam de foro privilegiado, principalmente senadores”, disse Mattos.