Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 12 de julho de 2021

Mortes no Brasil citadas em relatório da ONU sobre racismo sistêmico

Segunda, 12 de julho de 2021 

Estudo apresentado ao Conselho de Direitos Humanos pretende impulsionar a dinâmica no combate ao racismo

Foto ONU/Jean-Marc Ferre Estudo apresentado ao Conselho de Direitos Humanos pretende impulsionar a dinâmica no combate ao racismo









ONU News
12 julho 2021

Documento destaca os casos de Marielle Franco, Luana Barbosa e João Matos Pinto; Conselho de Direitos Humanos debate abusos do direito internacional contra africanos e afrodescendentes; alta comissária Michelle Bachelet apresentou informe global em Genebra. 

A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos pediu que os países tenham fundos para processos abrangentes junto a “medidas de indemnização” para lidar com os legados da escravidão, do domínio colonial e da discriminação racial. 

Michelle Bachelet disse esta segunda-feira ao Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, que ainda persiste a situação de comunidades, famílias e indivíduos “privados de vidas, meios de subsistência, recursos e direitos”. 

Brasil 

Vários casos do Brasil são mencionados no relatório sobre racismo sistêmico e abusos de direito internacional contra africanos e afrodescendentes por entidades de aplicação da lei, apresentado ao órgão pela alta comissária.

Marinete Silva e Antônio Francisco, os pais de Marielle Franco
Unic Rio/Natalia da Luz Marinete Silva e Antônio Francisco, os pais de Marielle Franco

 

O estudo foi realizado na sequência do assassinato do afro-americano George Floyd, em 2020, depois de ter sido asfixiado numa abordagem da polícia na cidade de Mineápolis.