Quinta, 7 de junho de 2018
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Em entrevista à Pública, a urbanista e professora da USP criticou a atual política de habitação de São Paulo
7 de junho de 2018
Caio Castor
Entrevistada durante uma visita à ocupação São João, no Hotel Columbia, no Centro de São Paulo, a urbanista Raquel Rolnik avalia que as intervenções que levam às violações na cracolândia e também a falta de solução do poder público para os moradores do prédio Wilton Paes de Almeida, que desabou no largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, são consequência de “uma guerra dos lugares no centro”.
Caio Castor/Agência Pública
“Não existe nenhum aluguel de R$ 400 no mercado, nem sequer nas favelas que já têm melhor infraestrutura”, diz Rolnik
Segundo ela, há décadas o Governo do Estado e a Prefeitura tentam induzir uma transformação da ocupação do centro na tentativa de abrir uma nova fronteira para o chamado complexo imobiliário-financeiro.



