Sexta, 13 de outubro de 2017
Telma Rufino acusada de comprar diplomas
Por ANA MARIA CAMPOS
Correio Braziliense/Minervino Junior/CB/D.A Press
e Portal ContextoExato
Ministério Público do DF denuncia deputada distrital por suposto
envolvimento com grupo que falsificava certificados de graduação e
pós-graduação da Faculdade Darwin, no Areal.
Telma Rufino: primeiros sinais de que distrital teria comprado diplomas surgiram depois de interceptações telefônicas ds Trick
Presidente da Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) da Câmara Legislativa, a deputada Telma Rufino (Pros) é acusada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de ter comprado os diplomas de graduação e pós-graduação que dispõe para se apresentar como administradora e gestora pública.
A denúncia da Procuradoria-geral de Justiça do DF afirma que a distrital teria praticado cinco vezes o crime de falsificação de documento público, ao forjar certificados de conclusão e históricos escolares dos cursos de Tecnologia em Gestão Pública e pós graduação lato sensu em gestão de políticas públicas e sociais da Faculdade de Ciências, Educação e Tecnologia Darwin (Faceted), no Areal, entre julho de 2013 e abril de 2015. A ação penal, ajuizada em 14 de setembro, tramita no Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF, sob a relatoria do desembargador Ângelo Passareli.
Telma Rufino: primeiros sinais de que distrital teria comprado diplomas surgiram depois de interceptações telefônicas ds Trick
Presidente da Comissão de Assuntos Fundiários (CAF) da Câmara Legislativa, a deputada Telma Rufino (Pros) é acusada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de ter comprado os diplomas de graduação e pós-graduação que dispõe para se apresentar como administradora e gestora pública.
A denúncia da Procuradoria-geral de Justiça do DF afirma que a distrital teria praticado cinco vezes o crime de falsificação de documento público, ao forjar certificados de conclusão e históricos escolares dos cursos de Tecnologia em Gestão Pública e pós graduação lato sensu em gestão de políticas públicas e sociais da Faculdade de Ciências, Educação e Tecnologia Darwin (Faceted), no Areal, entre julho de 2013 e abril de 2015. A ação penal, ajuizada em 14 de setembro, tramita no Conselho Especial do Tribunal de Justiça do DF, sob a relatoria do desembargador Ângelo Passareli.
