Desbloquear o celular, acessar o banco, passar por uma catraca. Em segundos, seu rosto vira senha. Mas também pode virar dado coletado, analisado e compartilhado sem transparência. O que parece praticidade esconde um problema maior: o uso do reconhecimento facial ainda não tem regras específicas no Brasil. E, nesse vácuo, sua identidade pode ser usada sem controle. Sem proteção rígida, os riscos são reais: roubo de identidade, golpes, discriminação racial e de gênero a partir de um dado que não pode ser trocado: o seu rosto. Por isso, nós lançamos uma campanha para expor o que está por trás dessa tecnologia e pressionar por regras justas. “Quem vê cara não vê permissão” é a primeira etapa de uma luta contra o uso abusivo dos nossos dados biométricos. Veja o que está em jogo, quais são seus direitos e participe dessa mobilização! Assista também ao vídeo da campanha e entenda, de forma direta, por que o seu rosto não pode virar mercadoria. |