“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

DF usa só 0,08% do previsto para 2014 em obras de drenagem pluvial; menos de R$24 mil reais

Terça, 23 de dezembro de 2014 
Governo diz que intervenções do Tribunal de Contas prejudicaram editais. 
Defesa Civil estuda incluir Asa Norte em lista de áreas de risco após chuva.

Dados do Sistema Integrado de Gestão Governamental apontam que o Distrito Federal gastou menos de 0,1% dos recursos destinados para obras de drenagem pluvial em 2014. Dos R$ 28,3 milhões autorizados, apenas R$ 23,6 mil foram empenhados. É o menor percentual gasto nos últimos cinco anos – 2011, primeiro ano do atual governo, teve o maior investimento na área: R$ 2,2 milhões, ou 3,6% do total previsto para drenagem pluvial

Os efeitos puderam ser sentidos nas últimas chuvas: ruas se transformaram em "corredeiras", garagens precisaram ser interditadas após alagamentos, carros foram arrastados e lojas perderam todo o estoque por causa dos estragos provocados pela água.

Leia mais em:  http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/12/df-usa-so-008-do-previsto-para-2014-em-obras-de-drenagem-pluvial.html

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Tá difícil

Sexta, 6 de dezembro de 2013
Autoridade do Governo do Distrito Federal ‘orientou’ hoje (6/12), em programa de TV, que os motoristas não devem enfrentar as águas das chuvas quando essas estiverem no mesmo nível do meio fio.

Portanto, fiquemos todos em casa. Em boa parte das ruas, inclusive do Plano Piloto de Brasília, o asfalto está no mesmo nível das guias.

É o nível dos gestores públicos que deve subir, não o nível das águas. 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Toró no Plano Piloto, mas calma na Vila Planalto

Quinta, 28 de fevereiro de 2013
Ontem, quarta (27/2), a partir das 13 horas desabou o maior toró no Plano Piloto de Brasília. Árvores caíram, galhos amassaram carros, tesourinhas inundaram, algumas vias ficaram intransitáveis. Os bombeiros faziam o que podiam para ajudar a população que tanto tem sofrido com as chuvas e temporais que ultimamente têm caído.

Mas na Vila Planalto apesar do aguaceiro que caia, tinha bombeiro que nem estava aí para nada. Melhor, estava para almoçar. O grupo de bombeiros era liderado por um oficial. Duas caminhonetes da corporação foram posicionadas em local não permitido aos carros particulares e, também, aos oficiais se em missão oficial não estiverem. Sob o olhar de reprovação de muitos clientes do Casarão Restaurante, os dois carros permaneceram até que o almoço dos bombeiros acabasse.

Observe na foto a Igrejinha de madeira da Vila Planalto e os bancos junto aos dois carros. E a água escorrendo pela rua, mesmo depois da chuva passar.
Clique na imagem para abri-la em tamanho maior.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Agricultores relatam queda de helicóptero

Quinta, 20 de janeiro de 2011

 Da Agência Brasil
Isabela Vieira - Enviada Especial

Nova Friburgo (RJ) - A queda de um helicóptero do Exército no campo da Ceasa, na zona rural de Nova Friburgo, foi vista por agricultores e voluntários que ajudam no socorro às vítimas da tragédia da região serrana do Rio de Janeiro – devastada por fortes chuvas e avalanches de terra na semana passada. O acidente não provocou mortes entre a tripulação e os passageiros, segundo nota divulgada pelo Comando Militar do Leste.

"Ouvimos a aeronave com barulho estranho e observamos que estava fora de eixo. Aí, ela embicou e caiu no monte de esterco", contou o motorista Leonildo Ferreira, 40 anos. Ele estava descarregando hortaliças de um caminhão, quando, por volta das 13h, avistou o helicóptero, modelo Esquilo, desgovernada.

Leonildo disse que viu pelo menos uma pessoa sair da aeronave com o rosto machucado. Ele não soube informar quantas pessoas estavam no helicóptero. Todas foram atendidos pela Samu, que estava na Ceasa, de onde parte para socorrer vítimas dos temporais. O centro de abastecimento concentra a ajuda para a população à beira da RJ-130, um dos locais mais atingidos pelas chuvas da semana passada.

"A gente só viu o helicóptero caindo de qualquer jeito. Nem acreditamos", afirmou uma mulher que estava na Ceasa pegando mantimentos.

O capitão do Exército Eduardo Ferreira, que estava em outro helicóptero, em Teresópolis, foi acionado para socorrer os colegas. Porém, a situação já estava resolvida quando ele chegou ao local. "Achamos a área de pouso, mas a tripulação e os civis que estavam a bordo já tinham sido levados para o hospital."

O Comando Militar do Leste confirmou, em nota, o acidente. O aeronave, segundo o comunicado, era usada no apoio às vitimas das chuvas.

Os helicópteros das Forcas Armadas são o único meio de transportar médicos, remédios e mantimentos às populações que estão isoladas na região serrana em consequências dos temporais.