Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 1 de agosto de 2017

MPF/DF propõe ação de improbidade administrativa contra Fernando Pimentel, governador de Minas, Marcelo Odebrecht e mais quatro pessoas

Terça, 1º de agosto de 2017
Do MPF/DF
Fernando Pimentel é acusado de receber pelo menos R$ 11,5 milhões da construtora Odebrecht quando era ministro. Outras cinco pessoas também responderão à ação
Em uma ação enviada à Justiça nesta terça-feira (1º), o Ministério Público Federal (MPF/DF) pediu a condenação do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e de outras cinco pessoas - entre elas o empresário Marcelo Odebrecht - por improbidade administrativa. A ação é decorrente de investigações da Operação Acrônimo e incluem informações repassadas em colaboração premiada por Benedito Rodrigues Oliveira Neto.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Operação Acrônimo: Supremo decide que o governador Pimentel (PT) pode ser processado sem aval da Assembleia de Minas

Quarta, 3 de maio de 2017

André Richter - Repórter da Agência

Por 8 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (3) que o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, pode ser processado na Operação Acrônimo, da Polícia Federal (PF).

No julgamento, a maioria dos ministros entendeu que é inconstitucional uma norma da Constituição de Minas Gerais que condiciona a abertura de ação penal no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra o governador à autorização da Assembleia Legislativa do estado.

Votaram a favor a favor da dispensa de autorização os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e a presidente, Cármen Lúcia. Dias Toffoli e Celso de Mello foram votos vencidos.

Com a decisão, o STJ, tribunal responsável pelo julgamento de governadores, poderá votar a questão novamente e decidir se Pimentel, denunciado na operação, passará à condição de réu nas investigações. Em outubro do ano passado, o STJ entendeu que o governador só poderia ser processado após deliberação da Assembleia de Minas, conforme determina a regra estadual.

O caso chegou ao Supremo por meio de uma ação do DEM. O partido afirma que a norma mineira é inconstitucional e pede que o STF declare que não há necessidade de autorização da Assembleia Legislativa para o recebimento de denúncia contra o governador.

Operação Acrônimo
A denúncia contra Pimentel apresentada pela Procuradoria-Geral da República em maio é baseada nas investigações da PF no âmbito da Operação Acrônimo, instaurada para apurar esquemas ilegais que teriam beneficiado o governador na campanha eleitoral de 2014. Segundo a PF, empresas teriam pago vantagens ilegais durante o período em que Pimentel comandou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, entre 2011 e 2014.
O advogado do governador, Eugênio Pacelli, diz que a denúncia da Procuradoria é frágil e “feita com base exclusivamente em depoimento de colaborador, não se apoiando em nenhum meio de prova admitido pela Justiça”.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

PF deflagra 6ª fase da Operação Acrônimo; Instituto Vox Populi é um dos alvos

Terça,16 de agosto de 2016

Nesta etapa, os alvos são a construtora JHSF e o instituto de pesquisa Vox Populi. Agentes da PF cumprem mandados de busca e apreensão e condução coercitiva em Minas Gerais e em São Paulo
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (16) a sexta fase da Operação Acrônimo, que apura esquema de financiamento ilegal de campanhas políticas e tem o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) entre os principais investigados. Nesta etapa, os alvos são a construtora JHSF e o instituto de pesquisa Vox Populi. Agentes da PF cumprem mandados de busca e apreensão e condução coercitiva em Minas Gerais e em São Paulo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Operação Acrônimo: STJ retoma hoje julgamento de recurso de Fernando Pimentel, governador de Minas

Segunda, 1º de agosto de 2016
André Richter - da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, após visitar o governador Luiz Fernando Pezão em sua residência, no Leblon (Fernando Frazão/Agência Brasil)
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel    —Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) retorma hoje (1º), às 14h, o julgamento do recurso apresentado pela defesa do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), para garantir autorização prévia da Assembleia Legislativa do estado para o recebimento da denúncia apresentada contra ele. Pimentel foi denunciado em maio deste ano pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Acrônimo, da Polícia Federal (PF).

O processo começou a ser julgado em junho, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Luis Felipe Salomão. No recurso, a defesa alega que o tribunal deve consultar a assembleia estadual sobre a abertura da ação penal. O placar da votação está em dois votos desfavoráveis ao governador.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Fernando Pimentel: Justiça suspende nomeação da primeira-dama de Minas Gerais como secretária de Estado

Sexta, 13 de maio de 2016
Do Jornal O Tempo

Carolina Oliveira, esposa do governador Fernando Pimentel, é investigada na operação Acrônimo; cinco ações populares foram ajuizadas pedindo a anulação da nomeação da primeira-dama para o cargo

O juiz Michel Curi, da 1ª Vara da Fazenda Estadual, suspendeu nesta quinta-feira (12) a nomeação da primeira-dama de Minas, Carolina Oliveira, para o cargo de secretária de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social. A esposa do governador Fernando Pimentel é investigada na operação Acrônimo, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e irregularidades em campanhas eleitorais.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Operação Acrônimo. Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é denunciado por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

Sexta, 6 de maio de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
Fernando Pimentel. Foto EBC
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou hoje (6) o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Acrônimo, da Polícia Federal (PF). O empresário Benedito Oliveira Neto - conhecido como Bené , também é citado na denúncia.

De acordo com a PF, há indícios de que o governador, quando foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, entre 2011 e 2014, intercedeu para favorecer a montadora Caoa. Em 2012, foi lançado pelo ministério o Programa Inovar Auto, que concedia incentivos fiscais a indústrias do setor automotivo.